STJ reduz pena de Laíre e abre caminho para regime semiaberto

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) diminuiu a pena do ex-deputado federal Laíre Rosado. A sentença foi proferida no mês de maio.

A pena de Laíre foi reduzida para sete anos e cinco meses. Antes era de 11 anos e dois meses. Isso dá ao ex-deputado a chance de cumprir a sentença em regime semiaberto.

Por causa disso, os advogados de Laíre entraram com um pedido de Habeas Corpus para que ele mudasse o tipo de regime.

No entanto, em decisão monocrática publicada em 5 de junho o ministro Antonio Saldanha Palheiro não analisou a decisão alegando que esse tipo de recurso cabe ao Supremo Tribuna Federal (STF). “Nesse contexto, é de se concluir que o Superior Tribunal de Justiça não possui competência para apreciar o presente habeas corpus , devendo-se, na espécie, observar o art. 102, I, “i”, da CF, segundo o qual compete ao Supremo Tribunal Federal julgar a impetração, em casos cujo o ato coator advém de Tribunal Superior ou de seus membros”, alegou.

Laíre está preso desde 22 de março sob a alegação de envolvimento com a Máfia dos Sanguessugas.

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Debate sobre Jornalismo político em tempo de eleições abre I Simpósio de Jornalismo da UERN

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Hoje e amanhã, ocorre o o I Simpósio de Jornalismo da UERN (SIMJOR) organizado por estudantes do 7° período do curso de Comunicação Social, habilitação em Jornalismo, da Uern.

 O evento é uma atividade da disciplina Agência Experimental em Jornalismo, ministrada pelo Prof. Ms. Esdras Marchezan.

O simpósio acontecerá no auditório do curso de Música, no Campus Central da Uern. A entrada é gratuita.

Na abertura do simpósio, no dia 20, às 19h, haverá uma mesa redonda sobre o tema: “Jornalismo político em tempo de eleições”. Para discutir o assunto, participarão da mesa os jornalistas Bruno Barreto, Carlos Santos, Carol Ribeiro e Saulo Vale. A mediação será do Professor Esdras Marchezan.

Amanhã, às 9h, acontecerá a mesa: “A cobertura de crimes pela imprensa: quais os limites?”, que vai contar com a presença dos jornalistas Erisberto Rêgo (TCM), Cézar Alves (Mossoró Hoje), e Fábio Vale (De Fato). A mediação será do Prof. Dr. Ricardo Silveira, chefe do Departamento de Comunicação Social (DECOM).

À tarde ocorrerão oficinas especializadas, ministradas pelo repórter-cinematografico Zenóbio Oliveira (UernTV) e pelo editor de imagens, Felipe Moju (UernTV).

No encerramento, na noite do dia 21, haverá uma mesa-redonda sobre o tema: “O telejornalismo contemporâneo e o desafio da audiência”. Para discutir o assunto, estarão presentes os jornalistas Sara Cardoso (InterTV Costa Branca) e Moisés Albuquerque (TCM). A mediação será do estudante Hélio Filho.

O simpósio é uma ação que busca fomentar espaços de discussão sobre o fazer jornalístico tanto na universidade, quando junto aos profissionais da área que atuam no mercado de trabalho.

Nota do Blog: fico muito honrado com o convite para debater jornalismo político com os alunos. Como egresso da primeira turma formada no Departamento de Comunicação da UERN estar nessa mesa terá um peso simbólico muito grande para mim.

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Blog do Barreto pergunta: ao chamar o vereador paulistano Fernando Holiday de capitãozinho do mato, o presidenciável Ciro Gomes praticou injúria racial?

O tema é polêmico. Mas é o assunto político da semana e o Blog do Barreto chama os leitores a opinar sobre a polêmica envolvendo o presidenciável Ciro Gomes (PDT) e o vereador paulistano Fernando Holiday (DEM).

Então no grupo desta página a enquete da semana é: ao chamar o vereador paulistano Fernando Holiday de capitãozinho do mato, o presidenciável Ciro Gomes praticou injúria racial?

Entre no grupo e opine AQUI.

Veja AQUI a nossa opinião sobre o assunto.

Veja AQUI uma opinião divergente da nossa.

Assista AQUI a declaração de Ciro sobre Holiday.

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O racismo de Ciro Gomes e a hipocrisia da esquerda

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Por Rodrigo Constantino

Ciro Gomes é incorrigível. Como se brinca no futebol, esse daí nem é preciso marcar, pois a natureza o faz. É só dar corda que o bicho se enforca, tal como uma moreia fisgada no anzol. É colocar um microfone à sua frente e deixa-lo falar à vontade que logo, no meio de sua verborragia com afetação pseudo-acadêmica e os vários números chutados, virá algum impropério fatal.

Dessa vez o pré-candidato deixou transparecer todo seu racismo numa entrevista na rádio Jovem Pan. Sem que alguém tivesse mencionado o nome do rapaz, Ciro puxou da cartola o vereador do DEM Fernando Holiday, ligado ao MBL, para acusa-lo de “negro capitãozinho do mato”. Não há “contexto” que justifique tal injúria racial.

Ciro é mestre em mentir, em negar o que disse ou tentar inventar um pretexto, mas dessa vez ficou claro demais: foi puro racismo mesmo. Aquele que adota postura de coronelzinho nordestino, que queria sequestrar Lula para protege-lo da Justiça, que receberia o juiz Sergio Moro “à bala”, pensa que negros não podem ser liberais, pois isso seria agir como um “capitãozinho do mato”, um traidor da raça. Negro só se for de esquerda, como ele, Ciro.

Essa mentalidade, infelizmente, é muito comum na esquerda, e vem desde o marxismo. O proletário só servia se fosse socialista, caso contrário era um traidor, um instrumento de exploração do burguês, por meio da alienação ou compra. Da mesma forma, o negro não existe como gente, como indivíduo, para um típico esquerdista. É somente uma parte do “coletivo”, e só presta se endossar as bandeiras da própria esquerda.

Que alguém seja julgado só pela cor da pele em pleno século XXI é algo realmente nefasto. E é justamente o que faz a esquerda das políticas de identidade. Foram os blogs podres ligados ao PT que atacaram Joaquim Barbosa com base em sua cor, não liberais. A esquerda usa os negros como mascotes, contanto que sejam capachos, obedientes, e se prestem ao papel determinado pelas elites brancas esquerdistas.

A prova dessa hipocrisia de quem fala em nome das minorias e costuma atacar a direita pelo suposto racismo está no silêncio constrangedor e ensurdecedor das lideranças esquerdistas e dos movimentos raciais. Não saíram em defesa do jovem Holiday, e tampouco partiram para o ataque contra Ciro. Só querem “lacrar” nas redes sociais quando o alvo é de direita, demonstrando que não ligam a mínima para as pessoas de carne e osso, para os negros de fato. É asqueroso!

E que conste a indecência do próprio DEM, que também optou por fazer vista grossa ao ataque racista e gratuito de Ciro, sem sair em defesa de seu vereador. O partido de Rodrigo Maia, afinal, tem mantido conversas com o pedetista escolhido pelo Partido Comunista Chinês como melhor candidato, o que já diz muito sobre ele. O DEM, assim, comprova uma vez mais ser um partido fisiológico e sem princípios, muito menos liberais.

O vereador ligado ao MBL já avisou que vai reagir pelas vias judiciais. Está certo e em seu direito. O problema é que nosso sistema judiciário também parece ter uma seletividade imensa quando se trata de julgar falas racistas: se o político for associado à direita, o estardalhaço é grande, mas quando se trata de um esquerdista radical feito Ciro, ou então Lula, aí há uma enorme boa vontade em se compreender o “contexto”.

Eis o que sobrou para a esquerda nessa eleição: apoiar um machista, racista e autoritário, além de destemperado. E a esquerda ainda tem a pecha de tentar monopolizar a defesa das minorias. Seria cômico, não fosse trágico…

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Miliciano suspeito de matar Marielle Franco está em Mossoró

O avião que trouxe o suspeito de matar Marielle Franco
O avião que trouxe o suspeito de matar Marielle Franco

O miliciano Orlando Oliveira de Araújo desembarcou no Aeroporto Dix-sept Rosado no final da tarde desta terça-feira.

Conhecido como Orlando de Curicica ele é apontado como um dos autores (o outro é o vereador vereador Marcello Siciliano – PHS) do plano para matar a vereadora carioca Marielle Franco.

Orlando estava preso em Bangu I e agora fica no presídio Federal de Mossoró em “companhia” de Fernandinho Beira-Mar, mais notório traficante do país.

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Artigo do Blog do Barreto recebe repercussão nacional

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O jornalista Luís Nassif (Jornal de GGN), um dos mais conhecidos e respeitados do país, citou artigo do Blog do Barreto que tratou da polêmica envolvendo o presidenciável Ciro Gomes (PDT) e o vereador paulistano Fernando Holiday.

Nassif tem quase 50 anos de atuação no jornalismo. Foi colunista da Folha de S. Paulo onde também atuou no Conselho Editorial. Também trabalhou no Jornal da Tarde, TV Bandeirantes, TV Gazeta e Editora Abril. Ele é vencedor do Prêmio Esso de Jornalismo de 1986 graças a uma série de reportagens sobre o Plano Cruzado.

Confira o artigo do Blog do Barreto AQUI

Confira o artigo de Nassif que cita esta página AQUI

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Beto Rosado afirma que CPI é para moralizar a Lava Jato

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O deputado federal Beto Rosado (PP) fez contato com o Blog do Barreto para informar que ao contrário do que a mídia nacional tem informado, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) tem foco na moralização da Operação Lava Jato.

De acordo com Beto, o objetivo é investigar a existência de irregularidades nos acordos de delação premiada e vazamento de informações.

Ele também garantiu que não vai retirar assinaturas como seis deputados já fizeram.

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Novo Jornal descumpre acordo com demitidos

Abaixo nota dos jornalistas demitidos pelo Novo Jornal denunciando o descumprimento do acordo na Justiça do Trabalho,

É com tristeza que denunciamos mais um duro golpe contra a atividade profissional regular de Jornalistas no Rio Grande do Norte. Os mais de 20 profissionais demitidos do NOVO Jornal que aceitaram proposta da empresa para receber de forma parcelada as verbas rescisórias, em um acordo claramente desvantajoso para os trabalhadores, foram prejudicados pelos sócios do jornal.

Além de tomar todas as medidas judiciais cabíveis, o grupo está tornando o caso público e procurando todos os órgãos de investigação e fiscalização para obter auxílio no processo de busca pela transparência de informações, sobretudo no tocante ao funcionamento do sistema de transferência de recursos vindos do exterior, modelo sistematicamente alegado pela empresa para justificar as inúmeras intercorrências dos pagamentos desde o final de 2014 (ano em que o grupo empresarial assumiu o jornal).

Os profissionais têm informações acerca da presença das empresas RitzG5, do ramo imobiliário, de seus diretores Luiz Matida e Fernando Lessa, gerente comercial da RitzG5, que assinava o expediente do jornal como Fernando Laudares, e do advogado e professor André Elali na organização, elaboração e no comando do arranjo empresarial que resultou na aquisição do NOVO Jornal das mãos do jornalista Cassiano Arruda Câmara, em 2014. Cassiano Arruda Câmara criou a Anote, razão social da empresa que publicava o NOVO Jornal, em 2009.

Até bem pouco tempo a Ritz era associada à construtora G5, do empresário Sami Elali. Intitulava-se RitzG5. O advogado José Henrique Azeredo também foi apontado pelo comando como responsável pela empresa durante a transição.

Todas estas informações embasarão a série de medidas que os jornalistas começaram a tomar.

Após aceitarem abrir mão de juros e correção monetária, aceitarem parcelar em até oito vezes os valores a receber e permitirem que a primeira parcela fosse efetuada somente seis meses após o processo de encerramento do jornal, em outubro de 2017 (alternativa colocada pela empresa como única possibilidade de negociação), os jornalistas viram o pagamento das verbas rescisórias ser suspenso com menos de 50% da quitação prevista. O acordo foi feito com mediação do Ministério do Trabalho. E o descumprimento, comunicado ao grupo de jornalistas neste mês.

Os profissionais vítimas do descumprimento do acordo estão recebendo apoio de colegas e entidades, como o Sindicato dos Jornalistas do RN, que está dando todo o suporte ao grupo na ação trabalhista.

É de se lamentar que, além da crise que afeta o setor, profissionais ainda sejam vítimas de um golpe só comparável à exploração de má-fé.

O Jornalismo passa por uma série de transformações, mas não concordamos que em nome delas seja justificado o desrespeito ao profissional. Ao contrário, mais do que nunca a sociedade precisa da mediação jornalística para dar vez e voz às diversas conflagrações, sobretudo as potencializadas pelas redes sociais.

Dentro desse contexto, pedimos apoio à luta dos trabalhadores demitidos do NOVO Jornal como algo que importa não só a eles, mas a toda uma classe, fundamental para a democracia e para a sociedade manter-se informada com profissionalismo e honestidade.

  Jornalistas demitidos do NOVO Jornal.

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Beto Rosado é o único deputado do RN a assinar CPI que visa desmoralizar a Lava Jato

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O deputado federal Beto Rosado (PP) é o único da bancada potiguar a assinar o requerimento que propõe a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa investigar eventuais abusos da Operação Lava Jato.

A mídia nacional tem afirmado que a CPI tem foco em intimidar os investigadores da Operação Lava Jato.

A lista de apoiadores da CPI chegou a ter 190 deputados, mas alguns parlamentares já anunciaram que estão retirando as assinaturas. O Blog fez contato com o deputado Beto Rosado. Ele ainda se manifestou.

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Carlos Eduardo passa despercebido em Mossoró

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Foto: BCS

Rendeu pouca repercussão política a passagem do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) em Mossoró na última sexta-feira. O pedetista se limitou a correr atrás do apoio da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) que faz charme. Os dois posaram para fotos no show de Alceu Valença na Estação das Artes.

Publicamente Rosalba não deu tanto cabimento ao ex-prefeito e pré-candidato ao Governo do Estado. Nos bastidores eles conversaram.

Carlos Eduardo erra estrategicamente ao demonstrar tamanha dependência de Rosalba para penetrar no eleitorado mossoroense (entenda lendo AQUI). O apoio dela deve ser cobiçado por se tratar da maior eleitora da cidade, mas ela não tem o mesmo poderio de antes e está em baixa por conta de uma série de problemas da própria gestão.

Em termos de mídia, Carlos Eduardo optou por falar com escassos veículos de comunicação ao invés de usar uma tática de ocupar vários espaços de forma articulada como fazem vários políticos que visitam Mossoró.

Isso só reforça a tese equivocada que basta ter e, apenas ter, o apoio de Rosalba para se sair bem na cidade. Não necessariamente é assim.

Como já escrevi neste espaço: Mossoró e Carlos Eduardo ainda não deu “liga”. Um ignora o outro.

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