Atrasos salariais tendem a aumentar em 2018

Greves devem se intensificar com atrasos salariais

A chegada de 2018 não trará esperanças de melhorias para os servidores estaduais. A tendência é de que o Governo do Estado atrase ainda mais salários ano que vem.

A previsão é de que o governador Robinson Faria (PSD) entregue o poder ao sucessor com até cinco meses de salários atrasados.

A informação é da mesma fonte que nos garantiu em abril que chegaríamos a dois meses de atrasos no final de 2017 (ver AQUI). Tudo se confirmou, infelizmente.

Só há uma solução para evitar a tragédia dos atrasos salariais: aporte financeiro. Simplificando: vai ter que entrar um extra no erário estadual.

Mais greves serão invitáveis.

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7 opiniões sobre “Atrasos salariais tendem a aumentar em 2018

  • 24 de novembro de 2017 em 10:56
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    Será preciso que o governador Robinson Faria explique, não apenas para os servidores, mas para todos os cidadãos norte-riograndense porque o estado do Rio Grande do Norte está pagando o salário dos servidores com atraso, pois os auditores fiscais atestam que não houve queda de arrecadação e os outros Estados do Nordeste estão pagando em dia.

    Em qual ralo estão descendo os recursos do Rio Grande do Norte para provocar tal atraso, pois desde que entrou o senhor Robinson nega peremptoriamente qualquer reajuste nos salários e, portanto, atualização de salário não foi. O governador, inclusive, usava um método não muito amigável para negar qualquer atualização salarial, usando para isso uma fórmula errada no cálculo do percentual da folha nas despesas do Estado e sempre alegava descumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    O governador sempre apresentou o índice um pouco acima de 56 por cento, quando o limite é 49 por cento, sendo o limite prudencial em 46,55 por cento. Agora, quando passou a usar a fórmula matemática correta, o índice do Estado passou a 40,98 por cento, perfeitamente dentro da normalidade. Será que foi tática para negar a atualização salarial garantida por lei para todos os servidores como uma reposição da inflação do período de 12 meses?

    Se não sabemos nem em que ralo descem os recursos do Estado, não saberemos nunca, ao certo, quais as motivações do governador em usar teimosamente, uma fórmula errada para anunciar que o Estado estava fora da lei e quais as intenções. Podemos confiar em um político que tem esse tipo de comportamento? Fica a pergunta para os potiguares que terão o nome dele como um dos postulantes ao cargo de governador para mais quatro anos de atraso.

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    • 24 de novembro de 2017 em 12:21
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      É um excelente texto. Acho que o MP deveria investigar as conyas do Estado e descobrir se o Governador está gastando o erário público em coisas não essenciais, como a de manter o salário dos funcionários em dia. O PIB do RN em 2016 foi maior que a Paraíba em 5 bilhões, assim como a renda percapta de cada cidadão pelo PIB. Nossa Estado é muito mais rico em recursos naturais que o Estado vizinho, temos sal, petróleo, gás, energia eólica que eles não tem. Temos melão e melancia que eles não produz, temos um parque hoteleiro e pontos turísticos maiores que a Paraíba, temos o maior aeroporto do Brasil e América Latina e eles não tem. Como está mais pobre que a Paraíba?

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    • 24 de novembro de 2017 em 13:54
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      Deus me livre de tamanha decepção. Um fracasso se repetir por mais 4 anos, ninguém merece. Estou imaginando mais 1 ano, como será? Quanto mais 4.
      Minha torcida é que ele possa fazer companhia a Henrique Eduardo Alves e passe o natal e reveillon com ele na academia de Polícia Militar.

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  • 24 de novembro de 2017 em 12:07
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    Como pode no mesmo Estado que diz ta existindo uma crise funcionarios que já recebem altos salários em dia recebendo 250 mil de auxilio moradia tendo casa para morar, Enquanto os pequenos, Muitos pagando aluguel dois meses sem receber o salario. Que futuro terá essa Nação? Proverbio 29 Quando os Justos Governam, Alegra- se O Povo, Mas Quando Impio domina O Povo geme.

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  • 24 de novembro de 2017 em 15:13
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    Os funcionários públicos vão se alimentar e pagar suas contas de que forma diante dessas expectativas tenebrosas. Enquanto isso no poder legislativo e judiciário recebem rios de dinheiro sob o nome de duodécimo com direito a auxílio moradia retroativo e nós funcionários do executivo com um salário irrisório é quem levamos a pior. Como sobreviver sem salário? fica a pergunta

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  • 24 de novembro de 2017 em 15:21
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    Esse governo é muito incompertente e irresponsável, que governo malvado, impocrita e mentiroso e ainda por cima suspeito de roubo, foi o pior governador que o nosso estado já teve.

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  • 25 de novembro de 2017 em 10:00
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    A crise é do Estado e não exclusiva do poder executivo estadual. Não adianta apenas reclamar dos privilégios financeiros do Judiciário, MP, AL TCE . Por qual razão ninguém exige a revisão dos valores dos duodécimos como forma equilibrar as finanças estatais? Quem deve “mandar” no orçamento do Estado, o povo ou os nababos que querem apenas manter privilégios em detrimento da fome do povo? Temos que cobrar esta revisão, se necessário temos que protestar não só no Centro Administrativo do Estado, mas também no TJRN, PGE, TCE, ALRN .

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