Cenário político em Mossoró segue nebuloso

Falta pouco mais de dois meses para as convenções. Até aqui muito pouco do cenário político mossoroense está delineado. Parte da culpa é creditada aos problemas de Brasília.

Mas também há culpa dos grupos tradicionais que por necessidade ou estratégia fazem questão de manter-se calados.

Simples. No rosalbismo a tática é de silêncio para poupar-se do desgaste de encarar assuntos espinhosos. No grupo de Sandra Rosado há muita indefinição. Existem muitas dúvidas. Lançar candidatura própria? Se aliar a Rosalba? Os rosalbistas aceitariam? Apoiar um não-Rosado?

O prefeito Francisco José Junior (PSD) já disse que é pré-candidato. Mas precisa lutar contra a impopularidade e segurar os vereadores da base aliada.

O Mossoró Melhor até aqui é quem mais avançou e não poderia ser diferente até porque está partindo do zero. Conta com cinco dos sete vereadores oposicionistas e luta para conquistar apoios de partidos com nominatas fortes na chapa proporcional como PRB, PHS e PMN.

Mas a tarefa do grupo é ingrata. Tião da Prest (PSDB) é o pré-candidato do grupo e é apontado como alguém carente de carisma, o que faz muita falta numa disputa majoritária.

A política mossoroense está num quadrado de quatro pontas onde os times ainda não estão montados. No meio o povo tentando entender o intricado jogo do poder.

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