Confusão na Câmara interessa ao casal palaciano

Casal lucra com impasse na Câmara Foto: Canindé Soares

O assunto é pouco comentado em Mossoró, mas o orçamento da Prefeitura para 2019 teve uma peça pregada pela edilidade com endosso da bancada governista: se a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) quiser movimentar um centavo terá que pedir autorização ao parlamento.

Como o orçamento aprovado nestas condições será parcialmente vetado, a proposta deverá retornar ao legislativo para nova votação.

Assim a Prefeitura de Mossoró inicia 2019 sem orçamento. Nestas condições Rosalba poderá usar o equivalente a 1/12 do valor total todos os meses enquanto a cidade não tiver um orçamento.

Isso já aconteceu na capital do Oeste.

Em 2011 após o orçamento ser picotado com número recorde de emendas, Gustavo Rosado e o então secretário Francisco Carlos inventaram que era preciso um novo projeto de lei orçamentário por causa de uma emenda federal para a duplicação da Avenida Francisco Mota (obra que nunca saiu do papel).

Diante do impasse com a existência de dois orçamentos a gestão de Fafá Rosado iniciou aquele ano usando 1/12 do orçamento anterior.

Resumindo: sem orçamento o casal palaciano vai manipular o orçamento em janeiro sem precisar negociar com o legislativo.

Se alguém lucra com o impasse é Carlos Augusto Rosado e a esposa.

Por mais que toda a confusão seja iniciativa dos vereadores insatisfeitos com Izabel, não há como negar que o casal palaciano lucra com tudo isso.

Insatisfação

Outro ponto que é preciso levar em consideração é que o casal está insatisfeito com a postura de Izabel e não acharia ruim que ela deixasse a presidência da Câmara.

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Uma opinião sobre “Confusão na Câmara interessa ao casal palaciano

  • 28 de dezembro de 2018 em 07:59
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    Nada mais democrático que a câmara seja consultada p remanejamento de recursos pelo executivo. Se a câmara aprovou desta forma para compartilhar o poder da gestão, parabéns, mas, se for para fazer pressão a cada votação p tirar vantagem politiqueira, aí terá desaprovação popular. Né não

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