Delatora revela que Assembleia tinha folhas 2 e 3 para fantasmas. “Se existia cargo ou não, não importava”

 

No depoimento prestado hoje na 6ª Vara Criminal de Natal a delatora da operação Dama de Espadas, Rita das Mercês Reinaldo contou que o então presidente da Assembleia Legislativa Robinson Faria (PSD) mandou criar cargos fantasmas sem se importar com a previsão em lei. “O presidente queria que a gente implementasse pessoas na folha, se existia cargo ou não, não importava”, revela.

A delatou contou que existiam folhas 2 e 3 apenas para servidores que ganhavam sem receber para repassar aos deputados.

Ela disse que em 2006, Robinson Faria determinou que o então secretário administrativo da Assembleia Legislativa, Rodrigo Marinho, encontrasse uma forma de aumentar o caixa da presidência nomeando servidores fantasmas independentemente da existência ou não dos cargos. “Não existia teto”, frisa.

Com informações da Tribuna do Norte

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2 opiniões sobre “Delatora revela que Assembleia tinha folhas 2 e 3 para fantasmas. “Se existia cargo ou não, não importava”

  • 10 de dezembro de 2018 em 18:44
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    Na minha humilde opinião, delatores que participam e usufruem do que hj delata, tinga mais era que ter pena máxima, para deixar de ser corrupta e ainda por cima ser traíra. A justiça tinha mais era que tomar todos os bens dessa trairona e trancafia-lá, para que pudesse deixar de ser mentirosa e dedo duro.

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  • 11 de dezembro de 2018 em 04:18
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    Concordo a delação, pois sem a mesma a justiça não teria alcançado os chefões da corrupção. Mas, não concordo q o delator fique com os recursos da corrupção e ainda por cima livre, leve e solto. Né não?

    Resposta

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