Falta de empatia: a doença do mundo

Empatia-22

A maturidade emocional está intimamente ligada à capacidade de sentir empatia. É a capacidade de se colocar no lugar do outro que faz com que tenhamos a abertura para ouvir as várias respostas para uma mesma pergunta e entender que não há verdade absoluta. Que a sua necessidade não é menos importante que a minha.

Sem empatia há corruptos, traidores, violentos, assassinos, aproveitadores, sem-palavras, charlatões, enrolões, abusadores, perversos, impacientes, intolerantes, presunçosos, folgados, procrastinadores, indiferentes.

Sem empatia, há contratos quebrados, acordos não cumpridos, identidades roubadas, lares destruídos, milhões desviados, trabalhos mal feitos, filas cortadas, favorecimentos ilícitos, chutes nos carros, cortadas no trânsito.

Sem empatia, alguns acreditam ser mais merecedores que outros e, portanto, se dão à comodidade de serem cegos, surdos e mudos para qualquer necessidade que não seja a sua própria. Sem empatia há o “venha a nós, mas ao vosso reino, NADA”.

A falta de empatia é o câncer do mundo, mas sua presença, a cura dele.

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Uma opinião sobre “Falta de empatia: a doença do mundo

  • 6 de maio de 2018 em 10:12
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    “O indivíduo só pratica o bem ou se submete à lei movido pela necessidade e convencido de que a autoridade do Estado é indispensável à sua própria defesa e segurança (…) o instinto de conservação o leva a substituir a competição pela colaboração (…) e a criar (…) condições de vida propícias ao desenvolvimento de suas faculdades materiais e espirituais. ”
    Lauro Escorel

    “O homem comum não aspira a liberdade de influir na coisa pública, satisfaz-se apenas em gozar da liberdade civil, que lhe garanta a vida, a propriedade e a honra. ”
    Lauro Escorel

    “São corruptos os Estados quando se torna deficiente o senso de solidariedade (…) determinando o predomínio dos interesses egoístas e particulares sobre os interesses públicos e coletivos (…). O principal sintoma de que um Estado alcançou sua fase de esgotamento está na decadência dos bons costumes, sem os quais não há sociedade política que sobreviva como um organismo livre e sadio.”
    Lauro Escorel

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