Fátima volta atrás da decisão que não tinha condições políticas de sustentar

Fátima teve que recuar de decisão (Foto: Tribuna do Norte)

A governadora Fátima Bezerra (PT) está refém dos sindicatos e da palavra empenhada na campanha em defesa dos servidores. Na segunda-feira ela assinou um decreto suspendendo a concessão de licenças-prêmio.

Pressionada pelos sindicatos, voltou atrás em reunião. Ficou a sensação de falta de planejamento. A trapalhada custou caro porque foi em vão.

Fátima precisa ler Maquiavel ou ouvir alguém que tenha lido o autor renascentista. A governadora está refém dos sindicatos e não se deu conta disso.

Uma sugestão que este humilde escrevinhador deixa para a governadora é de que dialogue antes de tomar uma medida negativa aos interesses dos servidores. Sem dialogar com a categoria a história vai se repetir porque os compromissos que a petista assumiu sempre serão um fantasma lhe circundando quando anuncia medidas impopulares.

A governadora mostrou não ter condições políticas de tomar uma medida impopular contra os servidores e sustentar.

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3 opiniões sobre “Fátima volta atrás da decisão que não tinha condições políticas de sustentar

  • 24 de janeiro de 2019 em 12:06
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    A governadora Fátima, tem q chamar os sindicatos e dizer q ou toma as medidas que ela e os sindicatos, sempre foram contra, ou não tem condições de botar os salários em dia, nem de resolver o problema do déficit fiscal do Estado, assim como, melhorar os serviços de saúde, segurança, educação, etc… Ou faz isso ou não governará por muito tempo. Pois vale lembrar q Fátima não foi eleita só com os votos dos sindicalistas. Né mesmo?

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    • 24 de janeiro de 2019 em 13:29
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      Os sindicalistas tem que entenderem que as prioridades não se resume só a eles, e não esquecerem que todos nós do RN passamos e sofremos com as dificuldades que passa o Governo, é só acompanhar as necessidades nas áreas da saúde quando a população simplesmente não tem acesso a o básico do básico. Sem esquecer que as pessoas perderam o direito praticamente o direito de ir e vir, pois a bandidagem não permite. Portanto, o Rio Grande do Norte e sua população, é bem maior que alguma reivindicação não atendida por parte da governadora, não que ela não queira, e sim por absoluta situação financeira em que se encontra as finanças do estado.E todo o RN sabe disso.

      Resposta
  • 24 de janeiro de 2019 em 13:31
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    Os sindicalistas tem que entenderem que as prioridades não se resume só a eles, e não esquecerem que todos nós do RN passamos e sofremos com as dificuldades que passa o Governo, é só acompanhar as necessidades nas áreas da saúde quando a população simplesmente não tem acesso a o básico do básico. Sem esquecer que as pessoas perderam o direito praticamente o direito de ir e vir, pois a bandidagem não permite. Portanto, o Rio Grande do Norte e sua população, é bem maior que alguma reivindicação não atendida por parte da governadora, não que ela não queira, e sim por absoluta situação financeira em que se encontra as finanças do estado.E todo o RN sabe disso.

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