Greve da UERN deve terminar na base do “pegar ou largar”

Os integrantes do comando de greve da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) deve estar a essa altura na estrada pensando no que fazer. O desembargador Cornélio Alves deu até terça-feira para que os grevistas decidam se aceitam ou não a proposta do Governo do Estado de abono salarial que exclui os inativos.

São pelo menos dois dilemas:

1) Aceitar a proposta sob pena de perder na Justiça e voltar de mão vazias.

2) Aceitar e perder a unidade da categoria tendo em vista que os aposentados ficarão insatisfeitos porque serão excluídos dos reajustes.

O governador Robinson Faria (PSD) deve estar satisfeito com o resultado da audiência. Não sabe ele que o custo político será enorme. São centenas de professores universitários espalhados pelo Rio Grande do Norte falando mal dele. São formadores de opinião.

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