Interlocutores se incomodam com tática de “conquista” usada pelo líder do rosalbismo

É recorrente a cena descrita ao Blog do Barreto pelos que já sentaram para dialogar com o líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado.

Começa com os cumprimentos e logo em seguida é apresentada uma pesquisa com a ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) com folga na corrida rumo ao Palácio da Resistência.

Logo em seguida Carlos dispara: “venha para cá. Esse é o lado que vai ganhar”. Não é apresentado um plano de governo, nem ao menos uma sugestão de como serão formatadas as alianças proporcionais e de quebra não é oferecida estrutura aos potenciais aliados.

Essa é a realidade do rosalbismo em tempos de distância do poder. Carlos Augusto quer apoio incondicional. A adesão pela adesão.

Isso explica porque o rosalbismo ainda não avançou em termos de alianças. Pelo visto raciocinam como militantes: “a Rosa não precisa de votos. Já tem o povo”.

Então tá!

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Uma opinião sobre “Interlocutores se incomodam com tática de “conquista” usada pelo líder do rosalbismo

  • 2 de julho de 2016 em 12:52
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    Método arcaico. Ravengar se acha onipotente. A política local mudou pouco, mas ainda sim se modificou e modifica a cada dia. Fica o registro da falta de competência para elaborar um plano de governo, o que seria o mínimo para navegar por 4 anos sabendo o pretende fazer.
    Dizem que ela é vitória certa? Deus tenha piedade de nós, pois incompetentes e enganadores profissionais só destroem nossas conquistas e se aproveitam de ingenuidade dos que não tem senso crítico.

    Resposta

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