Izabel rompe silêncio da classe política sobre construção de novo presídio em Mossoró

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Coube a presidente da Câmara Municipal Izabel Montenegro (PMDB) romper o silêncio da classe política em relação a proposta de construção de um novo presídio em Mossoró feita pelo Governo do Estado.

Ela fez uma manifestação no Facebook externando que o mais importante para a cidade é a atração de novas empresas para a cidade:

“Quero aqui externar minha opinião sobre a vinda de mais uma unidade prisional para Mossoró: Sou totalmente contra, como fui quando a Governadora Vilma de Faria trouxe o Presidio Federal, de segurança máxima, para o nosso Municipío, fiz pronunciamento na Tribuna da Câmara e dei entrevistas mostrando que iria trazer mais violência. Estaremos de braços dados com a população para coibir esse absurdo! Queremos para Mossoró mais empregos, que seja reativada a Porcelanatti, a Fábrica de Tintas Cruz Color, a fábrica de Tecidos Líder, a Aficel e as dezenas de empresas prestadoras de serviços a Petrobrás! #nãoqueremosmaispresidios“.

A discussão sobre a desnecessidade de um presídio em Mossoró foi levantada pelo Blog do Barreto (ver AQUI) e Meio-Dia Mossoró da 95 FM.

Nota do Blog: os demais políticos da cidade seguem num silêncio ensurdecedor que mostram o quanto Mossoró é representada por uma classe política distante dos interesses da sociedade.

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Uma opinião sobre “Izabel rompe silêncio da classe política sobre construção de novo presídio em Mossoró

  • 1 de fevereiro de 2017 em 23:12
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    A Mossoró que se auto intitulou capital da cultura, já foi a terra do sal, terra do petróleo, já quis se auto intitular de cidade universitária, hoje corre o risco de escolher entre a cidade do “ursos carnavalescos” ou cidade presídio. Não vejo nenhuma vantagem em nenhum desses títulos individualmente, pois uma cidade do tamanho de Mossoró não pode se vangloriar de viver apenas de uma atividade e da atividade presidiária então, nem se fala, pois junto com ela vem a violência, a falta de empregos e uma economia estagnada. Prefiro a Mossoró do “já teve” pois alguns resquícios ainda deve permanecer do que se foi!

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