Maioria dos deputados do RN vota a favor da reforma da previdência

Por 379 x 131, o texto base da reforma da previdência foi aprovado na Câmara dos Deputados. Cinco parlamentares do Rio Grande do Norte votaram a favor da proposta do presidente Jair Bolsonaro:

Beto Rosado (PP), João Maia (PL), Fábio Faria (PSD), Walter Alves (MDB) e Benes Leocádio (PRB).

Já Natália Bonavides (PT) e Rafael Motta (PSB) votaram contra.

O deputado General Girão (PSL) não participou da votação por estar se recuperando de uma cirurgia cardíaca, mas se estivesse no plenário votaria a favor da proposta.

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2 opiniões sobre “Maioria dos deputados do RN vota a favor da reforma da previdência

  • 11 de julho de 2019 em 11:08
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    Enquanto Natalia Benavides vota contra a Reforma da previdência, atendendo orientação do PT, Fátima acena pra plateia com as mãos e pra seu íntimo com o coração. Ela quer, a todo custo, sair bem na fita vermelha. Fátima sabe que o relator subtraiu do relatório, os estados e os municípios, mas sabe, tb, que, quando chegar ao senado, dificilmente este deixará de inseri-los, novamente.
    Sinceramente falando, eu estou torcendo, fervorosamente, que fosse dado aos edestados e aos municípios, a incumbência de traçar suas reformas só pra eu ver o nível de “compreensão” do PT à classe trabalhadora potiguar. O RN, hj, tem um déficit previdenciário de 130 milhões por mês, isso gera mais de 1 bilhão por ano de dinheiro que o RN tem que ter, extra. Mesmo diante dessas evidências, Fátima bate o pé e é contra à Reforma. Seu colega, Flávio Dino do PCdoB do Maranhão, com cara de caladão, já fez sua reforma no primeiro mandato, subindo a taxa previdenciária do funcionalismo. Vamos ver o desfecho disso. O tempo dirá a verdade.

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  • 11 de julho de 2019 em 19:44
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    Mais uma vez a maior parte dos deputados potiguares voto contra seu próprio povo. A realidade econômica de 105 cidades do interior do RN não me deixa mentir. Exemplo disso é a cidade de Umarizal, onde q cada 5 que recebem salários, 3 são provenientes de aposentadoria. Em cidades como estas os empreendimentos não chegam por falta de atratividade, sendo assim, resta ao poder público a incumbência de fazer a economia circular.
    Pobre do Rio Grande do Norte, tão distante da riqueza e da fartura, mas por outro lado, tão próximo da direita.

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