Natal em transe

Canal Ideal - Ivermectina terá venda controlada após salto da ...

A capital do Estado está em transe. A crença de que a Ivermectina é eficaz contra a covid-19 está entranhada no imaginário natalense de tal forma que a ciência pouco importa.

Fiz uma experiência com um post patrocinado no Facebook direcionando 100% para os moradores de Natal expondo um estudo feito por professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que mostrava que o medicamento era ineficaz.

Os comentários são de arrepiar cabelo de careca como costuma dizer um comentarista de futebol (infelizmente não recordo o nome) diante de situações absurdas.

Leia os comentários AQUI.

Nota do Blog: pobre ciência.

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2 opiniões sobre “Natal em transe

  • 2 de agosto de 2020 em 16:00
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    Boa tarde.
    Bruno, se existe uma coisa que está me intrigando, é o uso desses medicamentos para cura da covid19.

    Como é que um “cristão” de sã consciência não acredita numa coisa que já está escancarada que teve efeitos positivos na vida de muita gente?

    Todo mundo sabe que, em função de ser uma doença nova, ainda não se tem um medicamento específico pra ela.

    Todavia, precisamos entender, amigo, que os medicamentos que são prescritos ou tomados por decisão própria, hoje, no Brasil, são IVERMECTINA, AZITROMICINA, CLOROQUINA e ZINCO, que entra como um imunizante ou coisa parecida.

    Eu, sinceramente, se estivesse à frente de um jornal, blog ou coisa parecida, já teria desmistificando isso: entrevistaria um médico do Tarcísio Maia e/ou do São Luiz e perguntava pra ele o que é que eles receitaram para os pacientes que deram entrada naquelas casas e sairam curados.

    Vou lhe ser muito franco, amigo, minha dúvida que, diante de uma situação de você contrair a covid19 e tomar um desses remédios (a decisão de tomar, mesmo o médico indicando, é do paciente), é do tamanho de um grão de mostarda.

    O problema maior, amigo, é que, mesmo diante de uma não recomendacão médica, pelo pouco tempo de seu aparecimento, a outra possibilidade é a morte, que virá mais cedo, sobretudo se o paciente for portador de alguma comorbidade.

    Eu já ouvi de muitas pessoas, o argumento de que a CLOROQUINA, por exemplo, é um medicamento que tem efeitos colaterais e prejudica o coração e que é um medicamento destinado à cura da malária.

    Ora bolas, será que esse povo pensa que quando o paciente toma o medicamento pra malária, os efeitos colaterais, sucumbem?

    Ademais, amigo, se a gente se debruçar em efeitos colaterais ninguém irá tomar remédio. Os “ZOIS” da vida, por exemplo, que são uma verdadeira “foice” no corpo humano, são, talvez, os mais receitados, vendidos e consumidos no Brasil, como “banana”, para o controle do refluxo.

    O problema está na *politização* do medicamento. O resto dessa história todo mundo sabe.

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  • 2 de agosto de 2020 em 17:15
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    Assino embaixo Manoel, é muita politicagem, sem.estes medicamentos, as UTIS do RN,.estavam todas lotadas. Né mesmo?

    Resposta

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