Planilhas apreendidas contradizem valores citados por delator

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Barradas ficou de apresentar provas de caixa dois

No final do depoimento de 56 minutos do ex-executivo da Odebrecht Alexandre Lopes Barradas, os interrogadores questionam os valores citados por ele e o encontrado nas planilhas recolhidas pela Operação Lava Jato.

Nas palavras de Barradas, ele repassou nas eleições de 2010 R$ 350 mil a Rosalba Ciarlini e R$ 100 para Fábio Faria, inclusos no sistema do “departamento de propinas” da Odebrecht com os codinomes de “Dama” e “Garanhão”.

Os investigadores falam na conversa que só há registros de pagamentos de R$ 50 mil pagos a Fábio. “Quem juntou não fui eu essas provas. Esses documentos eu não tive acesso”, explicou o delator. Barradas disse que vai providenciar a documentação que falta. “Já anotei aqui”, acrescentou.

O delator falou ainda que não tem chance de ele ter errado os números. “Esse é um caso único, num lugar isolado. Não tenho a menor dúvida”, garantiu.

Para ver esse trecho clique AQUI. O diálogo que motivou esta matéria começa aos 54 minutos do depoimento.

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