Sindguardas alega ter tido voz cerceada pela presidente da Câmara

Abaixo nota do Sindguardas/RN que alega ter tido a voz cerceada na audiência pública que debateu a segurança em Mossoró:

Nota a sociedade mossoroense

Na tarde de ontem, 16/03, foi realizada uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Mossoró para discussão da SEGURANÇA PÚBLICA em Mossoró. Se fizeram presentes autoridades representantes das Polícias Federal, Civil e Militar, Bombeiros Militar, Secretarias Estadual e Municipal de Segurança Pública, o juiz Herval Sampaio e representantes da sociedade civil.
Em espaço oportuno foi dado a palavra ao presidente do SINDGUARDAS/RN, Sousa Jr, que começou sua fala questionando o ato de ilegalidade do governo municipal em descumprir a Lei 13.022/14 no tocante ao comando da GCM onde foi colocado no cargo uma pessoa alheia aos quadros dá GCM. Imediatamente o Sr Girão, Secretário Municipal de Segurança ameaçou se retirar da tribuna e daí começou as interrupções na fala do representante do SINDGUARDAS. Sousa Jr tentou seguir apresentando dados de como funcionava a estrutura de segurança em 2016 e logo em seguida no atual governo Rosalba mas daí em diante não pôde mais seguir em sua fala por ordem da presidente da casa, a vereadora Izabel Montenegro. A presidente atrapalhou a fala várias vezes alegando que o tempo havia sido estrapolado. Anteriormente a fala de Sousa Jr, o juiz Herval Sampaio usou quase 12 minutos quando o tempo máximo deveria ser de 5 minutos e em nenhum momento foi interrompido. Nos dados apresentados pelo presidente do SINDGUARDAS/RN estavam que no mandato de Silveira a cidade de Mossoró contava com o funcionamento de 11 BICs, 19 UBSs com GCMs fixos, 3 UPAs com guardas 24 horas e patrulhamento nos logradouros públicos do município e que hoje na atual gestão os serviços BICs, nas UBSs e UPAs haviam sido interrompidos e o efetivo de rua muito diminuído. É notório o descaso com a segurança na atual gestão Rosalba que insiste em jogar a responsabilidade para o Estado e União. O mais duro disso tudo é que na “Casa do Povo” um representante de categoria, cidadão brasileiro cumpridor de suas obrigações tenha seus direitos cerceados por questões políticas. Fica registrado aqui nossa indignação com mais esse ato de arbitrariedade na cidade de Mossoró.

Direção
SindGuardas/RN

Mossoró, 17 de março de 2017.

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