Desavenças com Carlos Augusto provocaram saída de Cadu da chefia de gabinete

Cadu Ciarlini

“Cadu tem personalidade forte. Não suportou a falta de autonomia”. Essa foi a revelação de um fonte governista ao Blog do Barreto. Segundo a mesma fonte que transita bem no rosalbismo, o agora ex-chefe de gabinete do Palácio da Resistência estava se desentendendo com o líder do rosalbismo Carlos Agusto Rosado.

“Cadu estava muito chateado com a falta de autonomia”, explicou a fonte.

A informação faz sentido e complementa a notícia dada pelo radialista Joãozinho GPS da Difusora em fevereiro. A informação foi prontamente desmentida pela Prefeitura de Mossoró.

Nota do Blog: o caso é bem parecido com a saída de Paulo de Tarso Fernandes que deixou a chefia de gabinete do governo Rosalba em 2011. Na época ele saiu atirando ao revelar ao Rio Grande do Norte que quem dava a última palavra na gestão era Carlos Augusto Rosado.  Claro que declarações como essa não vão partir de Cadu Ciarlini por se tratar de uma questão que envolve pai e filho. Ele não vai prejudicar a própria mãe. Mas a história se repete com as devidas proporções.

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cadu-ciarlini

Durou menos de três meses a permanência de Carlos Eduardo Ciarlini, o “Cadu”, na chefia de gabinete da Prefeitura de Mossoró.

A versão oficial é de que ele não estava conseguindo conciliar as atividades profissionais com o cargo público. E desde quando um chefe de gabinete de uma prefeitura do porte da de Mossoró tem condições de se dedicar a outras atividades?

O fato, conforme o Blog apurou, é que ele não suportou a pressão nem conseguiu demonstrar a habilidade necessária para o exercício da função estratégica.

Carlos Eduardo Ciarlini em princípio não teria um cargo oficial. Ele ficaria atuando nos bastidores, mas terminou sendo alçado ao cargo.

Ao lado da secretária municipal de desenvolvimento social Lorena Ciarlini ele era um dos nomes cotados para a sucessão no rosalbismo. O casal Carlos Augusto Rosado/Rosalba Ciarlini ainda não tinha se arriscado a por os filhos na política. Era uma exceção em sua geração de políticos cujas maiores lideranças já tinha alçado seus filhos ao exercício de mandatos eletivos.

O curto período de Cadu na chefia de gabinete demonstra que ele não passou no primeiro teste.

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