Rede afirma em nota que prefere coerência a matemática eleitoreira

Em resposta ao artigo do Blog do Barreto “A política ‘sebosa’ dá bom dia a Styvenson” (ver AQUI) a Rede Sustentabilidade envia a esta página a seguinte manifestação:

A REDE vem a público manifestar:

 

I – A mudança na segunda suplência, aconteceu para assegurar ordenamento jurídico. Atitude tomada justamente para garantir legalidade e segurança jurídica à chapa e não desfigurar as candidaturas cidadãs.

 

II – Antes de qualquer matemática eleitoreira e de ter mandatos à qualquer custo, a Rede está preocupada em manter sua coerência política, ideológica e programática, garantindo a manutenção da democracia e conquistas sociais e ambientais.

 

Comissão Executiva da REDE-RN

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Rede ameaça retirar candidatura de Capitão Styvenson

Em Carta aberta a Rede Sustentabilidade se manifesta a respeito dos últimos acontecimentos envolvendo a candidatura do capitão Styvenson Valentim ao Senado. O militar vem se recusando a declarar apoio aos candidatos do partido e passou a sofrer pressão por isso.

A direção do partido afirma que se ele mantiver a postura corre risco de ter a “candidatura desabonada”.

Abaixo a carta:

Carta Aberta Rede Sustentabilidade

 

Diante do que vem sendo divulgado na mídia na última semana, sobre a candidatura do capitão Styvenson, a Rede Sustentabilidade do Rio Grande do Norte vem a público expor a verdade dos fatos.

 

No período de pré campanha eleitoral, o capitão Styvenson Valentim procurou a executiva da Rede Sustentabilidade para se filiar ao partido. O militar optou pela candidatura cidadã: uma inovação política que permite a qualquer cidadão, membros de movimentos de renovação política, partidos sem registro na justiça eleitoral e figuras com atuação destacada na sociedade possam disputar um pleito eleitoral sem possuir militância partidária orgânica.

 

Entretanto, embora confira independência enquanto estratégia eleitoral, as diretrizes que regem a candidatura cívica, conforme o estatuto e as resoluções nacionais preveem, também estabelecem vínculo programático com o partido. Tratam-se de alianças onde os candidatos assinam um termo de compromisso público com os princípios norteadores e inegociáveis da Rede, que são cláusulas pétreas, conforme se vê no Artigo 4º do Estatuto da Rede:

 

I – da pluralidade política;

 

II – da dignidade da pessoa humana;

 

III – da justiça social;

 

IV – defesa dos direitos das minorias;

 

V – do respeito à natureza e à vida em todas as suas formas de manifestação e da promoção e defesa do meio ambiente ecologicamente equilibrado;

 

VI – da função social da terra e dos conhecimentos tecnológicos e científicos;

 

VII – da função social da propriedade;

 

VIII – da solidariedade e da cooperação;

 

IX – respeito às convicções religiosas e à liberdade para professá-las;

 

X – da transparência, eficiência e eficácia na gestão pública;

 

XI – da impessoalidade e do interesse público;

 

XII – da legalidade;

 

XIII – do pleno respeito às diversidades, à coisa pública e ao bem comum; e,

 

XIV – na construção de consenso progressivo nas deliberações da REDE.

 

Ademais, especificamente sobre a Candidatura Cidadã, a Resolução Elo nº 09, de 2017 preceitua atuação coerente com os princípios e valores da sigla onde a militância orgânica não seja preterida, nem passada para trás.

 

“Queremos uma equação de soma positiva, uma corresponsabilidade entre militância orgânica e candidaturas cidadãs. Queremos candidaturas cidadãs que defendam causas coerentes aos nossos princípios, o que certamente se traduzirão por entusiasmo com nossas candidaturas partidárias. No caso das candidaturas cidadãs para cargos majoritários, a identidade programática e a afinidade com o projeto nacional e com as demais candidaturas majoritárias e proporcionais da REDE são essenciais. As candidaturas cidadãs proporcionais não podem manifestar críticas aos candidatos (as) da REDE nem apoiar candidatos(as) adversários(as), na forma da Lei”, diz trecho da Resolução.

 

Em entrevista ao programa Momento Metropolitano, exibida no Facebook e que foi ao ar no dia 29 de Agosto, o capitão Styvenson violou flagrantemente a Resolução Elo nº 09, de 2017 ao ressaltar seu descompromisso programático com os candidatos orgânicos da REDE. Postura que adotou logo após a convenção partidária da Rede e que se acentuou nas últimas semanas.

 

No programa, o militar afirma que sua candidatura é isolada e que recebeu (SIC) liberdade para não subir em palanque, não dar apoio e nem falar em nome de político. “Político que aparecer ai falando que tá comigo é mentira, viu? Eu não tô com ninguém, eu tô só”.

 

Ainda na entrevista, o capitão afirma que essa liberdade teve um preço e que ele foi alto: recusou dinheiro público, horário eleitoral na TV e estrutura partidária.

 

Sobre propaganda eleitoral na TV e Rádio, a executiva da Rede externa que, mesmo isso não tendo sido tratado nas discussões iniciais, destinou 50% do tempo que dispunha para o capitão Styvenson. A outra metade foi reservada para o sindicalista Napoleão, candidato orgânico do partido ao senado.

 

A assessoria do militar sugeriu o horário integral, deixando de fora o candidato orgânico do partido, o sindicalista Napoleão, por ter, segundo eles, menos expressividade eleitoral. A Rede manteve a oferta de metade do tempo para ambos, de forma igualitária, como procede em todas as suas questões internas e externas.

 

Outro ponto importante é que a Rede não disponibilizou nem estrutura nem recursos partidários para nenhum dos seus candidatos majoritários até agora, uma vez que tais verbas ainda não foram disponibilizadas pela executiva nacional. Portanto, não foram sequer oferecidas tais condições.

 

Cabe salientar que, em tempos sombrios em que conquistas sociais e a democracia estão em risco, a Rede Sustentabilidade não abre mão de discursos e práticas políticas que estejam alinhados com os ideais partidários, com a figura de Marina Silva – pessoa ética, sem qualquer envolvimento com escândalos de corrupção – e com os candidatos majoritários do partido: Freitas Júnior, candidato ao governo, Flávio Rebouças, candidato a vice-governador e Napoleão, candidato ao Senado.

 

Desse modo, a Rede Sustentabilidade repudia a deturpação da candidatura cidadã feita pelo militar, assim como sua omissão no que tange à gestão do governo de Robinson Faria.

 

Sobre ética, reitere-se que a Rede é o único partido que acolhe e apoia incondicionalmente a Lei da Ficha-Limpa. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é o partido que mais combate a corrupção no Brasil. Por sinal, é o único partido que exige que todos os seus filiados estejam enquadrados nas hipóteses da Lei de Ficha Limpa.

 

Credibilidade que o capitão Styvenson pôde atestar: após o ingresso dele na Rede, passou a liderar as pesquisas.

 

Considerando todos os princípios que norteiam a Rede, é incompatível qualquer candidatura, orgânica ou cidadã, que mantenha alinhamento duvidoso com posições políticas conflitantes. Seja com o personalismo, com o apoio ao governo do Estado, com oligarquias estabelecidas, com práticas que a Rede condena ou com a própria identidade política. 

 

Desse modo, toda e qualquer candidatura dentro do partido precisa coadunar com o que foi exposto nesta carta, sob risco de ter a sua manutenção desabonada.

 

Cumpriremos o que foi acordado em todas as nossas discussões e esperamos que tais pontos expostos anteriormente também sejam respeitados.

 

Por último, é importante que se diga que, antes de qualquer vitória eleitoral ou cálculo eleitoreiro, a Rede prioriza sua identidade programática, protagonismo social e construções coletivas, fortalecendo nossas lutas por um Rio Grande do Norte e um Brasil justo e sustentável.

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Capitão Styvenson: O novo pode ser muito pior

Por Daniel Costa*

O cientista político e professor de Harvard, Steven Levitsky, autor do livro “Como as democracias morrem”, disse em entrevista à Folha de São Paulo que quando os cidadãos estão convencidos de que os políticos de todos os partidos são corruptos, eles se tornam mais propensos a votar em um outsider que prometa tirá-los do buraco. Pode ser um populista como Donald Trump ou Jair Bolsonaro, ou como Hugo Chávez ou Rafael Correa.

Aqui pelos lados da terra de Poti, parece que esse desencanto com os políticos tradicionais também repercute na cabeça do eleitorado, levando a crer que essa é uma das razões pelas quais o capitão Styvenson permanece à frente na corrida para ocupar a cadeira do senado federal. O capitão é um apolítico. Nunca pertenceu a qualquer partido e teve o seu nome exposto ao grande público por meio da propaganda obtida com o sucesso da blitz da lei seca.

O problema é que esses predicados não lhe conferem nenhuma aptidão para o exercício do cargo de senador. O trabalho na blitz é insuficiente para fazer de Styvenson alguém capaz de representar o Estado no poder legislativo. O simpático palhaço Tiririca, por exemplo, eleito deputado com mais de um milhão de votos em 2014, subiu pela primeira vez na tribuna da Câmara quando foi anunciar a sua saída, deixando explicitado o nada que pode ser a atuação de alguém que cai de paraquedas no parlamento, ainda que esse alguém esteja coalhado de boas intenções.

O que se quer dizer, é que não vivemos um bom momento para brincarmos de roleta russa com cinco balas no tambor. Ou vamos fazer do senado federal uma espécie de jardim de infância da política? Elegemos o capitão e se ele não produzir, não colocar o barco para andar, aí vamos dizer: “tudo bem, já estava uma bagunça mesmo”.

O nó, amigo leitor, é que estamos à beira do precipício. A bagunça pode virar caos. O novo pode ser uma tragédia. E é bem provável que venha a ser mesmo, principalmente quando essa novidade parte do nada para lugar nenhum. Qual o grande trabalho que o capitão já fez? Palestras para estudantes em escolas públicas? Prender uma dúzia de ébrios? Afinal, quais são, concretamente, os seus projetos para ajudar na solução dos graves problemas que castigam o Rio Grande do Norte?  Como ele vai se mobilizar para realizá-los? Ora bolas, o discurso populista de vender compromissos não deveria enganar mais ninguém

Precisamos urgentemente de pessoas versadas no métier político, de gente com propostas bem estruturadas, que conheça, de antemão, a dimensão das correntezas dos mares do Rio Grande do Norte e de Brasília. Não se está a dizer que não é preciso procurar pelas novas caras, ou que devamos nos conformar com os políticos provenientes das castas tradicionais, filhos, netos e bisnetos dos velhos coronéis. É urgente a renovação dos quadros. Mas isso deve acontecer entre as pessoas que fazem da política uma razão de viver. O voto no simpático herói não é uma saída. Não precisamos de mais decepções no poder.

*Artigo publicado no site Potiguar Notícias (http://www.potiguarnoticias.com.br/colunas/post/2435/Capito-Styvenson-O-novo-pode-ser-muito-pior)

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A política “sebosa” diz bom dia a Styvenson

Capitão Styvenson é apresentado a política

O capitão da PM Styvenson Valentim (REDE) nunca foi político e fez fama no Rio Grande do Norte como o agente durão da Lei Seca. O homem chegou a reter a habilitação do então poderoso ministro Henrique Eduardo Alves (MDB).

Após algum tempo resistindo decidiu entrar na política buscando se diferenciar dos demais com um discurso puro e encontrou abrigo para uma candidatura avulsa na Rede Sustentabilidade que garante esse direito em seus estatutos.

Styvenson caminha para ser um fenômeno nestas eleições. Está liderando as pesquisas desde o momento em que teve o nome incluído pelos institutos. Tem um desempenho em ascensão contínua na corrida ao Senado.

Desde a última quinta-feira surgem informações nos bastidores dando conta de uma eventual manobra para retirar a postulação dele.

Tudo muito estranho.

Um partido minúsculo com a Rede deveria estar empolgado com a chance de eleger um senador. Mas parece que a legenda busca problemas para a maior vitória de sua curta história no Rio Grande do Norte.

Há 48 horas os rumores ganham força. Ontem Marcos Dantas, respeitado jornalista do Seridó, publicou que a coronel Margarida será retirada da segunda suplência do capitão.

Se quisesse abafar a história a Rede já teria publicado uma nota oficial desmentindo tudo, mas parece que o partido decidiu esticar a corda desse noticiário.

A quem interessa retirar Styvenson do páreo pela via do próprio partido? Se querem que ele declare apoios aos seus candidatos que fizessem o acordo antes da filiação dele.

Tudo muito estranho, repito.

A política “sebosa” deu bom dia ao capitão.

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Jornalista denuncia manobra para retirar candidatura de Capitão Styvenson. Assessoria nega

A jornalista Thaísa Galvão está denunciando que a executiva nacional da Rede Sustentabilidade está fazendo uma manobra para retirar a candidatura ao Senado do Capitão Styvenson Valentim.

Confira o texto de Thaísa:

A decisão é da executiva nacional do partido Rede.

O partido estaria descontente com a relação com o Capitão Styvenson, candidato a senador.

Segundo a assessoria do partido no Rio Grande do Norte, a executiva nacional questiona a falta de aproximação de Styvenson com o partido.

A decisão é de cima para baixo, revela a assessoria do partido no RN.

E a retirada da candidatura do primeiro suplente pode ser a decisão de cima para matar o candidato de baixo.

 

*

 

Há pouco tempo se falou em interferências de partidos grandes sobre partidos pequenos.

E a candidatura de Styvenson tem incomodado partidos grandes.

Porém, a assessoria da Rede no RN disse não acreditar nessa possibilidade.

O Blog do Barreto entrou em contato com o capitão Styvenson e o candidato ao Governo pela Rede, Freitas Junior. Ambos não responderam as mensagens.

A assessoria de imprensa do candidato ao Senado informou desconhecer a informação.

Nota do Blog: não há justificativa para explicar essa manobra contra capitão Styvenson. Tudo muito estranho.

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Senado pode ter disputa plebiscitária

Segunda vaga para o Senado pode ter disputa plebiscitária

Se a tendência de ascensão do capitão Styvenson Valentim (REDE) prosseguir nas próximas pesquisas caminharemos para termos uma disputa plebiscitária pela segunda vaga para o Senado.

O capitão vem subindo acima da margem de erro nas pesquisas deixando os principais concorrentes para trás. O quadro, se mantido, impõe uma disputa à parte entre o senador Garibaldi Alves Filho (MDB) e a deputada federal Zenaide Maia (PHS).

Garibaldi se encontra com a maior rejeição entre todos candidatos ao Senado e por isso enfrenta um cenário adverso para crescimento. Ele está desgastado junto ao eleitorado pelo tempo de vida pública e por ter apoiado medidas impopulares do presidente Michel Temer como o teto de gastos, reforma trabalhista, a Medida Provisória que isenta petrolíferas estrangeiras de impostos, etc.

Já Zenaide tem como trunfo a posição oposta de Garibaldi em todas essas votações. Falta a candidata elevar o tom em relação ao assunto. Até aqui ela tem optado por uma estratégia “paz e amor” em relação ao principal adversário na disputa.

Parece-me que a meta inicial é subir nas pesquisas colando nas imagens da candidata ao Governo Fátima Bezerra (PT) e do ex-presidente Lula.

Pode ser pouco.

O caminho para Zenaide é puxar um debate plebiscitário com Garibaldi colocando o eleitor para comparar as posições de cada um.

Isso já deu certo contra Garibaldi no passado.

Em 2006, Wilma de Faria chamou o senador para esse tipo de comparação e elevou a melhor utilizando temas como a privatização da Cosern “vendendo” a ideia de que ele faria o mesmo com Caern. Garibaldi demorou a reagir e quando foi se explicar o estrago estava feito.

Aquela eleição ficou marcada como a “surra de saia” se tornando a única derrota da vitoriosa vida política de Garibaldi.

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Elegibilidade de capitão Styvenson é questionada em ação

Capitão Styvenson tem elegibilidade questionada

Tribuna do Norte

Um cidadão residente no município de Rafael Fernandes, a 400 Km de Natal, na Região Oeste, interpôs notícia de inelegibilidade contra a candidatura a senador do capitão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte Styvenson Valetim.

Em ação protocolada na quarta-feira (22), no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Maurício José da Silva Ferreira arguiu que o candidato do partido Rede Sustentabilidade não se desincompatibilizou do posto de comandante de unidade da PM no prazo de seis meses antes do primeiro turno das eleições, que ocorrerá em 7 de outubro deste ano.

Nos autos, o peticionante anexa portaria, na qual indica que o capitão Styvenson Valentim  só deixou a função de oficial e praça da PM em 6 de julho, conforme portaria n 298, da Diretoria de Pessoal da Polícia Militar, datada de 9 de julho.

Por intermédio do advogado Anderson Romão, o candidato do partido Rede ao Senado da República, disse que “é importante observar que é estabelecido em lei um regramento para a desincompatibilização dos militares em função de comando e outro para os comandantes de fato e de direito”.

Em nota, Anderson Romão afirmou que “quanto aos que ocupam apenas a função de comando e disputam mandato de senador, o prazo para se desincompatibilizar é igual aos demais servidores públicos: três meses, conforme entendimento recente da Justiça Eleitoral”.

Até ontem, o Ministério Público Eleitoral (MPE) não havia se manifestado sobre uma possível impugnação da candidatura majoritária de Styvenson Valentim, que tem como companheiro de chapa para o Senado, João Napoleão.

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Pesquisa Seta mostra cenário em aberto para o Senado com 65% dos eleitores sem candidatos definidos

Hoje o Blog do BG divulgou mais uma rodada de pesquisa do Instituto Seta. Na sondagem para o Senado um dado alarmante: 65,4% (soma de indecisos e os que dizem anular o voto) dos eleitores potiguares não definiram um nome para a alta câmara.

O Blog do Barreto seguindo a metodologia do Tribunal Superior Eleitoral somou os dois votos (divididos em primeiro e segundo pelo Seta) e dividiu tirando uma média percentual.

O Instituto apontou um tríplice empate entre Garibaldi Alves Filh (MDB), Zenaide Maia (PHS) e Capitão Styvenson (REDE) separados por apenas 0,2%.

Abaixo os números da sondagem estimulada:

 

Candidato 1º voto 2º voto Média/TSE
Garibaldi Alves Filho (MDB) 14,2% 2,5% 8,35%
Zenaide Maia (PHS) 14% 2,5% 8,25%
Capitão Styvenson (REDE) 13,3% 3% 8,15%
Geraldo Melo (PSDB) 6,1% 3,1% 4,6%
Antônio Jácome (PODE) 4,5% 1,3% 2,9%
Magnólia Figueredo (SD) 1,5% 0,5% 1%
Prof. Lailson (PSOL) 1,2% 0,5% 0,85%
Alexandre Mota (PT) 0,5% 0,2% 0,35%
Joanilson Rego (DC) 0,2% 0,1% 0,15
Ninguém/nulo/branco 36,9% 51,1% 44%
NS/NR 7,7% 35,2% 21,4%

 

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