Caso Kerinho: Carlos Augusto está em Brasília atuando em favor de Beto

Carlos Augusto atua em favor de Beto

O julgamento do recurso do candidato a deputado federal Kerinho (PDT) não foi pautado esta semana no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Coincidência ou não, Carlos Augusto Rosado, líder do rosalbismo, está em Brasília realizando diligências no sentido de garantir um resultado que permita a recondução de Beto Rosado (PP) ao mandato de deputado federal em 2019.

O líder do rosalbismo, considerando um craque dos bastidores, tem circulado pela capital federal focado na prioridade número um de seu grupo: reverter a decisão desfavorável no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) a Kerinho e garantir os 8.990 votos dele para a coligação 100% RN.

A validação dos votos de Kerinho faria a coligação Do Lado Certo ser ultrapassada pela 100% RN com Fernando Mineiro (PT) cedendo a vaga para Beto.

O julgamento do processo que trata de uma perda de prazo, ponto pacífico na jurisprudência eleitoral, já foi adiado duas vezes à pedido da defesa de Kerinho, leia-se de Beto.

Kerinho já teve o registro de candidatura indeferido por não entregar a documentação necessária dentro do prazo mesmo sendo intimado para isso. Ele também não conseguiu retirar a certidão de quitação eleitoral no site do TSE.

Para saber mais sobre a história leia:

Caso Kerinho: candidato não consegue comprovar que quitou multas eleitorais

“Caso Kerinho”: TSE adia julgamento de recurso que pode mudar resultado de eleição proporcional

Julgamento que pode mudar resultado de eleição para deputado no RN é adiado mais uma vez

Pedido recusado pelo TRE dificulta tese da defesa de Kerinho e validação de votos que podem garantir mandato de Beto

Beto pode herdar vaga de Mineiro. Entenda o caso

Rosalbismo tem histórico de vitórias improváveis no TSE

TSE já tem decisão que “corta o barato” de Beto

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Prefeita pretende fazer modificações no secretariado além da área da saúde

Casal governamental pretende fazer mudanças no secretariado

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e o líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado estudam fazer modificações além do noticiado no secretariado municipal. É público que a pasta da saúde, onde Benjamim Bento está demissionário há meses, outras pastas passarão por modificações.

Entre elas, está a chefia de gabinete atualmente ocupada por Edna Paiva. Carlos Augusto quer um nome mais político e capaz de cuidar da articulação política, principalmente na Câmara Municipal onde o Palácio da Resistência enfrenta dificuldades com a base aliada.

Mais nomes estão correndo risco de perder os cargos. Outros podem ser remanejados para outras funções.

Nota do Blog: os blogs de Christiane Alves e Carlos Santos noticiaram que a enfermeira Saudade Azevedo será a nova titular da saúde.

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Secretário assume cargo em pasta esvaziada

Rosalba acomoda sandrismo em pasta esvaziada (Foto: Secom/PMM)

A foto acima mostra o “climão” na posse de Pedro Almeida como secretário municipal de administração. Não é por acaso. Além da decisão política ser fruto de tensas negociações com o grupo de Sandra Rosado (PSDB), o novo auxiliar da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), recebe uma pasta esvaziada.

O novo secretário cuidará praticamente apenas dos Recursos Humanos do Município e dos problemas inerentes a essa área.

A parte que dava mais poder a Secretaria de Administração ficou com a nova Secretaria Municipal de Finanças que ficou com os setores de compras e licitações.

A pasta das finanças fica sob controle de Herbênia Rosado, que age sob influência do líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado.

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Carlos Augusto reivindica (e consegue) apoio de Izabel para Beto

O líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado fez um apelo ao senador Garibaldi Alves Filho (MDB) e ao ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) para que a presidente da Câmara Municipal Izabel Montenegro (MDB) apoiasse a candidatura do deputado federal Beto Rosado (PP) a reeleição.

A presidente da Câmara Municipal estava direcionando o apoio ao deputado federal Walter Alves (MDB), que também tenta a reeleição.

Agora mudou de posição.

Ao Blog Izabel negou que tenha existido influência dos líderes da família Alves. “Não houve nenhuma pressão, lhe garanto. Decidi por que acho importante termos pelo menos um Federal de Mossoró”, frisou.

Nota do Blog: o deputado estadual de Izabel Montenegro é Hermano Morais (MDB) cuja base eleitoral é Natal.

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Irritada, bancada governista boicota candidatura de Carlos Eduardo

A bancada governista está amuada com o casal governamental Carlos Augusto Rosado/Rosalba Ciarlini (PP). Nenhum vereador da bancada da prefeita esteve sábado em Natal na convenção que confirmou a candidatura de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao Governo do Estado tendo como vice o filho da Rosa, Kadu Ciarlini (PP).

A única exceção foi a presidente da Câmara Municipal que esteve no evento por ser delegada do MDB e por ser parceira política do senador Garibaldi Alves Filho (MDB).

A relação entre o casal governamental e a bancada a cada dia se deteriora. Segundo o Blog apurou há uma irritação por parte dos vereadores por falta de diálogo sobre a campanha. As queixas também giram em torno de falta de prestígio se comparado com secretários.

Existem relatos nos bastidores de reuniões apenas para “encher linguiça” e outras audiências em que o casal conversa às pressas com os vereadores sem sequer convidá-los para sentar.

Nota do Blog: há anos afirmo que o casal governamental tem profundo desprezo por vereadores, jornalistas e servidores públicos. São verdadeiros estorvos para eles.

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Retirada de candidatura de Sandra ganha força. Grupo também encaminha apoio a Carlos Eduardo

Recuo de Sandra facilitaria reeleição de Larissa
Recuo de Sandra facilitaria reeleição de Larissa

O grupo da vereadora Sandra Rosado (PSDB) vive horas decisivas na véspera da convenção tucana em Natal. A pressão do líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado é para que ela retire a candidatura a deputado federal e apoie a reeleição de Beto Rosado (PP).

Em troca a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), filha de Sandra, seria a candidata do rosalbismo/Palácio da Resistência a uma cadeira na Assembleia Legislativa.

A proposta foi lançada por Carlos Augusto Rosado. Segundo o Blog apurou houve inclusive ameaça de ruptura política entre as alas da família Rosada simbolizada pela demissão do ex-vereador Lahyre Neto do comando da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Além disso, o rosalbismo lançaria um nome para deputado estadual, no caso o presidente estadual do PP Betinho Rosado.

Discute-se internamente no sandrismo que o anúncio da desistência seria amanhã após a convenção tucana. Na próxima semana seria realizado um evento para lançar a dobradinha Larissa/Beto em Mossoró.

No entanto, o clima está tenso porque Sandra não está aceitando passivamente a possibilidade de desistir do pleito. A vontade dela é realmente ser candidata.

O irônico nisso tudo é que o material de campanha de Sandra está pronto para ser apresentado na convenção tucana de amanhã em um hotel de Natal.

Carlos Eduardo

Ontem Sandra esteve reunida na sede estadual do PDT com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) para discutir aliança. Na última segunda-feira Sandra chegou a admitir que seguiria a orientação partidária, o que indicaria um apoio à reeleição do governador Robinson Faria (PSD).

No entanto, o grupo dela teria acertado com o presidente do PSDB e da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza a liberação para firmar alianças sem necessariamente seguir a orientação do partido.

O apoio a Carlos Eduardo passa também pelo entendimento com o rosalbismo. Afinal de contas, o filho de Rosalba, Kadu Ciarlini (PP), é o vice do ex-prefeito de Natal.

Nota do Blog: o recuo de Sandra seria estratégico para as reeleições de Larissa e Beto Rosado.

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Vingança da Rosa: José Agripino não disputa reeleição por exigência da prefeita de Mossoró

Convenção do DEM foi último ato de Agripino e Rosalba como colegas de partido. A vingança veio com o tempo
Convenção do DEM foi último ato de Agripino e Rosalba como colegas de partido. A vingança veio com o tempo

Há quatro anos, em plena Copa do Mundo, o senador José Agripino (DEM) costurou o resultado da polêmica convenção do DEM que resultou na rejeição a proposta de candidatura a reeleição da então governadora Rosalba Ciarlini.

Por 121×63 os delegados demistas escolheram salvar o mandato de Felipe Maia (DEM) a arriscar uma reeleição dificílima de Rosalba que estava inelegível àquela altura do campeonato do voto. Além disso, ela era até então a governadora mais impopular da história do RN com quase 80% de desaprovação e tinha apenas um punhado de partidos pequenos lhe dando sustentação política.

Foi uma decisão pragmática de Agripino que preferiu garantir as condições de reeleição do filho Felipe Maia e dos deputados estaduais do partido. Deu certo, mas quatro anos depois a fatura seria cobrada.

Nos bastidores Rosalba jurou vingança. Carlos Augusto Rosado também.

A lei do retorno veio com força e no momento certo para o casal rosalbista. O Blog do Barreto apurou junto a várias fontes em Natal que nas negociações com Carlos Eduardo Alves (PDT) foi oferecido a indicação do vice na chapa do pacto oligárquico. No entanto, Rosalba e Carlos Augusto quiseram mais: exigiram que Agripino fosse excluído da chapa majoritária. Daí iniciou-se uma longa negociação que passou por um jogo de gato e rato em que a prefeita e o marido atuaram com maestria sugerindo em diversas ocasiões que poderia se entender com a senadora Fátima Bezerra (PT) ou com o governador Robinson Faria (PSD). A dupla se deixou iludir atendendo as necessidades do rosalbismo se deixando fotografar com eles durante o Mossoró Cidade Junina.

Nem mesmo uma improvável “neutralidade” (ver AQUI) foi descartada no trabalho para atrair o ex-prefeito de Natal.

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Até a “eterna” adversária Fátima Bezerra “chegou perto” de ter o apoio de Rosalba no jogo de cena

Carlos Eduardo mordeu a isca porque colocou na cabeça que Henrique Alves perdeu as eleições em 2014 porque não tinha o apoio de Rosalba em Mossoró. Isso deu a prefeita de Mossoró as condições de impor exigências.

As coisas aconteceram rapidamente na semana passada. Na sexta-feira Agripino anunciou que não disputaria a reeleição. No mesmo dia Rosalba convidou Carlos Eduardo para passar o Boca da Noite em sua companhia indicando o acasalamento político.

Ao leitor menos interessado na política uma questão dessa passa despercebido, mas em política as ações falam mais que as palavras.

Agora as discussões giram em torno da escolha do nome do vice que será indicado por Rosalba. Segundo o Blog apurou o acordo está muito próximo e Carlos Eduardo tem um plano B caso a prefeita não faça a indicação: o nome é Felipe Maia.

Agripino

José Agripino é pragmático.  Sabia que tinha uma reeleição difícil. Excluído da chapa ele tinha um discurso: dizer que se sacrificou para fortalecer a chapa de Carlos Eduardo. Não era bem assim.

Quando surgiram os rumores de que ele desistiria por meio da assessoria ele disse: “O que está em cogitação são apoios de novos partidos à candidatura de Carlos Eduardo. Isso abre negociações em torno da chapa. Essa negociação é que está sendo cogitada”. O plural na frase não deixa dúvidas sobre o que estava acontecendo.

O ato seguinte confundiu a cabeça de quem acompanha o noticiário político: Agripino desistiu da reeleição para acomodar o deputado federal Antônio Jácome (PODE) candidato ao Senado.

Mas repare que Agripino não disse “novo partido”, mas “novos partidos” e isso significa que além do PODEMOS de Jácome estava em jogo o PP de Rosalba. Foi a exigência dela quem abriu o espaço para atrair Jácome que estava se entendendo com Robinson.

O sacrifício político de Agripino não foi necessariamente para atrair o deputado e a força dele no segmento evangélico, mas para garantir o apoio de Rosalba. A consequência foi a ocupação do espaço na majoritária por um outro ator político.

A intepretação de que Agripino desistiu de ir à reeleição por conta dos problemas no Supremo Tribunal Federal (STF) onde ele é réu em dois processos não é de todo errada. Afinal de contas candidato a deputado federal ele tem um caminho mais fácil para manter o foro privilegiado. Essa é a versão, até pelo fundo de verdade, mais consistente serve para esconder o fator determinante para a desistência de Agripino: a condição de Rosalba para apoiar Carlos Eduardo.

Por ironia, se Agripino tirou Rosalba do páreo há quatro anos para salvar o mandato de Felipe Maia desta vez é Felipe que ficará sem mandato de deputado federal por causa da exigência da agora prefeita de Mossoró.

Pensar que há 12 anos Agripino exigiu desalojar Geraldo Melo da chapa de Garibaldi Filho para colocar Rosalba candidata ao Senado, condição que levou ela, após vencer uma eleição apertada em cima de Fernando Bezerra, a se viabilizar para ser eleita governadora em 2010. Só falta agora a “Rosa” votar no “Tamborete”, o que não é de todo descartado, diga-se.

Agripino colhe as consequências do que fez de bom e ruim para Rosalba no passado.

Em 2018 a vingança é dela.

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Por que não CEI?

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A resposta ao título deste texto é simples. A prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP) precisava estancar a sangria no começo.

Uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) geraria um palanque para a oposição além de expor auxiliares em possíveis convocações para prestar depoimentos.

Essa é a grande diferença para a investigação que o Ministério Público de Contas faz junto aos contratos de limpeza urbana.

Para a bancada governista foi uma ótima chance para ficar de boa com a prefeita. Foi só Carlos Augusto Rosado entrar na história que tudo se resolveu.

Melhor deixar esse negócio de lixo é para ficar embaixo do tapete.

Tudo em paz.

CEI!

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Rosalba e Carlos Augusto discutem parceria política com PSDB

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A prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP) e o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado foram recebidos hoje pelo presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

A conversa também contou com a presença dos deputados estaduais Gustavo Carvalho e Larissa Rosado.

Na pauta a possibilidade de parceria política para as eleições de 2018 e a análise das conjunturas eleitorais para 2018.

O PSDB tem 8 deputados estaduais, um federal e almeja lançar Geraldo Melo para a majoritária, tendo como uma possibilidade uma das vagas para o Senado.

Nos bastidores se comenta, e isso nunca foi desmentido por Rosalba, que o grupo da prefeita de Mossoró descarta totalmente apoiar a reeleição do senador José Agripino (DEM), o que facilitaria um entendimento.

Contas

A fonte que revelou a conversa não disse que o assunto foi abordado, mas estão em análise na Assembleia Legislativa as contas do ano de 2014, último da gestão de Rosalba.

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O filho da Rosa

Kadu

Carlos Eduardo Ciarlini ou simplesmente Kadu, como a mãe, sempre omitiu o sobrenome Rosado, quem sabe para evitar o peso que o clã carrega. Ele, tudo leva a crer, será o nome para iniciar o processo de sucessão do rosalbismo e dando continuidade ao sobrenome dos descendentes de Jerônimo na política.

A geração dos bisnetos de Jerônimo Rosado já está na política há bastante tempo, ao contrário do que se imagina. Começou com Laíre Rosado no final dos anos 1970 quando presidiu a Arena (depois PDS) e mais efetivamente em 1986 quando ele foi eleito deputado estadual e depois federal por três vezes (1990, 94 e 98). Ele disputou a última eleição em 2002 quando foi candidato derrotado a vice-governador.

Seus filhos, Larissa e Lairinho Rosado, são ao mesmo tempo bisnetos e trinetos de Jerônimo. Vingt-un Neto também é outro bisneto que andou pela política assim como o ex-deputado estadual Frederico Rosado. Agora é a vez de Kadu Ciarlini.

Como se vê a terceira geração dos descendentes do “Velho Rosado” não tem repetido o mesmo brilhantismo da primeira e segunda. Nenhum deles, por exemplo, conseguiu eleger-se para a Prefeitura de Mossoró ou alçar voos políticos em faixa própria sem a tutela da primeira e segunda geração.

Esse será o desafio de Kadu Ciarlini que tentará muito mais como filho da Rosa do que como um Rosado, mesmo sendo filho de Carlos Augusto, o “Ravengar”.

O jovem tem experiências no marketing político bem-sucedida no Amazonas onde atuou na campanha do governador eleito e depois cassado José Melo (PROS).

Nas eleições de 2016 ele coordenou a campanha da mãe, Rosalba, obtendo sucesso mais uma vez. Agora é a vez de cuidar da formatação do próprio nome.

Na primeira experiência no serviço público a frustração. Durou pouco mais de dois meses na função de chefe de gabinete do governo da própria mãe.

Na “aristocrática” política potiguar onde os nomes se sucedem, mas os sobrenomes se perpetuam ele chega a disputa com a máquina municipal na mão e o peso de ser filho de uma ex-governadora e ex-senadora e de um ex-presidente da Assembleia Legislativa (1981-82).

A Prefeitura de Mossoró sempre fez um deputado estadual. Com Kadu não deve ser diferente.

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