Fátima venceu com 90% em um município. Carlos Eduardo por um voto em outro

Acima os placares extremos do segundo turno

Algumas curiosidades do resultado eleitoral seguem em aberto. Algumas delas passam pela maior e menor diferença percentual entre os candidatos.

Por coincidência os dois casos aconteceram em pequenas cidades do Alto Oeste.

A maior vantagem foi de Fátima Bezerra (PT) na cidade de José da Penha 90,62% a 9,38% de Carlos Eduardo Alves (PDT). Em Pilões, ela venceu por 90,11% contra 9.89%.

Já a vitória mais apertada foi em São Francisco do Oeste onde Carlos Eduardo venceu por apenas um voto.

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Fátima vence em três das quatro mesorregiões do RN. Confira as votações

A governadora eleita Fátima Bezerra (PT) além de vencer em 154 municípios com mais de 60% dos votos válidos em 123 deles, foi a mais votada em três das quatro mesorregiões do Estado conforme a divisão do Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE).

Conforme o IBGE, o Rio Grande do Norte se divide em quatro mesorregiões subdivididas em microrregiões. Por exemplo: Mossoró está na mesorregião Oeste e na microrregião de Mossoró. O Seridó é uma microrregião da Mesorregião Central e assim por diante.

A Grande Natal é uma região metropolitana de caráter administrativo cuja maior parte das cidades se encontram na mesorregião Leste, mas por exemplo Vera Cruz faz parte da Grande Natal, no entanto na divisão do IBGE está enquadrada na região Agreste.

Feitos devidos esclarecimentos vamos aos resultados por mesorregião:

 

Votações nas quatro regiões

Mesorregião Fátima Bezerra Carlos Eduardo Diferença
Leste 391.805 (48,09% 422.944 (51,91%) – 31.139
Agreste 164.644 (63.55%) 94.519 (36,45%) + 70.125
Central 146.775 (65.5%) 77.260 (34,5%) + 69.515
Oeste 319.686 (66,91%) 158.878 (33,09%) + 161.651
Total 1.022.910 (57,60%) 753.035 (42,40%) + 269.875

 

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Carlos Eduardo vence com maioria de quase 60 mil na Grande Natal

Votação de Carlos Eduardo foi maior na Grande Natal

A governadora eleita Fátima Bezerra (PT) foi a mais votada em 12 dos 14 municípios da Grande Natal nas eleições de domingo. Mesmo assim, as votações expressivas de Carlos Eduardo Alves (PDT) nos dois maiores municípios, Natal e Parnamirim, foram suficientes para que ele fosse o mais votado na região.

Na Grande Natal, Carlos Eduardo teve 400.534 (53,87%) votos contra 342.932 (46,13%) de Fátima.

Somando somente Natal e Parnamirim Carlos Eduardo o 310.568 (60.83%) votos contra 199.965 (39,17%) de Fátima.

Já excluindo as duas cidades maiores da região, Fátima recebeu 142.968 (61.37%) e Carlos Eduardo ficou com 89.966 (38,63%).

Confira os números em cada uma das cidades da Grande Natal e a votação total.

 

 

Cidade Fátima Bezerra  Carlos Eduardo Diferença
Arês 5.244 (63,13%) 2.807 (34,87%) + 2.437
Ceará-Mirim 28.739 (73,58%) 10.321 (26,42%) + 18.418
Extremoz 8.515 (52,27%) 7.776 (47,73) + 739
Goianinha 9.181 (63,55%) 5.267 (36,45%) + 3,914
Ielmo Marinho 5.197 (68,13%) 2.431 (31,87%) + 2.766
Macaíba 23.355 (63,68%) 13.321 (36,32%) + 10.034
Maxaranguape 3.775 (60,36%) 2.479 (39,64%) + 1.296
Monte Alegre 7.247 (60,69%) 4.694 (39,31) + 2.553
Natal 164.135 (39,24%) 254.199 (60,76%) – 90.064
Nísia Floresta 7.580 (54,05%) 6.445 (45,95%) + 1.113
Parnamirim 35.829 (38,86%) 56.369 (61,14%) – 20.540
São Gonçalo do Amarante 26.699 (53,25%) 23.443 (46,75%) + 3.256
São José de Mipibu 12.842 (60,78%) 8.287 (39,22%) 4.555
Vera Cruz 4.394 (61,21%) 2.785 (38,79%) 1.609
Total 342.932 (46,13%) 400.534 (53,87%) – 57.602

 

 

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Rosalbismo precisa de fisioterapia política após fratura do desgaste ser exposta nas urnas

A necessidade de esconder Rosalba chegou ao ponto de o anúncio de evento no Sítio Cantópolis esconder o nome dela. Sintomas de um desgaste profundo 

As duas pernas que sustentam o rosalbismo na política estão fincadas em Mossoró, seu berço político. Os membros foram quebrados no primeiro e no segundo turno. A fratura exposta escancara um desgaste perceptível a olho nu para quem vive em Mossoró e escondido atrás de ausência de pesquisas para quem vive fora.

Agora não tem mais como esconder para o Rio Grande do Norte que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) está profundamente desgastada em Mossoró e que isso tem reflexo eleitoral.

Quem tinha de cair no conto da invencibilidade do rosalbismo caiu no primeiro turno. Carlos Eduardo Alves (PDT) apostou tudo na surrada tese de que Rosalba tinha licença para governar ruim e mesmo assim contar com a paciência dos mossoroenses.

Não foi por falta de aviso. Em 7 de junho o Blog do Barreto avisava que existia (e existe) um nicho eleitoral a ser conquistado que não depende das bênçãos da “Rosa” (ver AQUI).

O resultado do primeiro turno trouxe uma derrota humilhante com a vitória de Fátima Bezerra (PT) com 46.634 (43,02%) contra 37.243 (34,36%) de Carlos Eduardo. A petista mal fez campanha em Mossoró e de quebra o PT estava completamente dividido por problemas internos.

No segundo turno, Carlos Eduardo Alves decidiu deixar Rosalba mais escondida. Apostou todas as fichas na parceria com Jair Bolsonaro (PSL), presidenciável mais votado em Mossoró no primeiro turno com 44.402 (34,17%) contra 39.212 (30,17%) de Fernando Haddad (PT) que ficou em terceiro lugar. O próprio rosalbismo colou no candidato do PSL.

O general Eliezer Girão (PSL), deputado federal eleito, se tornou seu companheiro de fotos nas movimentações em Mossoró.

Carlos Eduardo discursa em Mossoró sem presença de Rosalba no segundo turno

Mesmo assim o segundo turno trouxe um resultado ainda mais desastroso para o rosalbismo, principal avalista da candidatura de Carlos Eduardo e, na nova etapa eleitoral, de Bolsonaro em Mossoró. Primeiro, Fátima ampliou a margem sobre Carlos Eduardo vencendo por 68.713 (54,17%) x 58.145 (45,83%). A vantagem cresceu de 9.391 para 10.568. Depois Jair Bolsonaro em vez de ser impulsionado foi puxado para baixo levando uma virada de Haddad que teve 77.547 (59,22%) contra 53.391 (40,78%). Maioria de 24.156 votos para o petista.

A prefeita de Mossoró saiu menor das eleições 2018 e muitos já fazem contagem regressiva para tirá-la do poder nas eleições de 2020. Para evitar um desastre maior, o rosalbismo terá que fazer fisioterapia política para sobreviver ao desejo pelo novo que pode ganhar corpo nos próximos dois anos.

Por dois anos a “Rosa” terá que conviver com as digitais colocadas num jardim de derrotas políticas na capital do Oeste potiguar.

A fisioterapeuta do rosalbismo é a Prefeitura de Mossoró. Se o desempenho administrativo melhorar ela certamente vai recuperar a capacidade eleitoral para 2020. Caso contrário o tratamento sugerido pelo eleitor será o da mudança.

Saiba mais sobre a decadência eleitoral do rosalbismo clicando em:

Números mostram capital eleitoral de Rosalba em corrosão

Bolsonaro vira tábua de salvação para o rosalbismo

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Oligarquias pagam o preço por subestimar eleitor

Chapa Alves/Rosado desafiou a insatisfação do eleitor

Os grupos tradicionais se tornaram reféns de seus próprios métodos nos últimos anos e não pararam para refletir sobre as estratégias de sempre em um mundo cada vez mais digital.

Os políticos de sobrenome Alves, Maia e Rosado apostaram tudo nas táticas analógicas que deram certo nos anos 1980 e 1990 e já demonstravam certo cansaço na década passada.

As famílias tradicionais da política potiguar apostaram tudo no de sempre: estrutura, poder econômico, cabos eleitorais e prefeitos. Carlos Eduardo Alves (PDT) foi oferecido em sacrifício nas urnas em 2018 abrindo mão da Prefeitura de Natal para mergulhar na incerteza de uma disputa ao Governo do Estado usando uma estratégia que desafiava a política moderna. No dia 8 de fevereiro este operário da informação alertava sobre o risco desta repetição de estratégia terminar em um desastre eleitoral (ver AQUI).

Na eleição, Carlos Eduardo apostou tudo numa tática ultrapassada. Preferiu acreditar que o intermédio de lideranças seria um atalho rumo ao voto. Evitou o máximo que pôde e ainda se deu ao luxo de faltar a debates, coisa que até dá certo, mas com quem lidera as pesquisas de intenção de voto.

Sobre Mossoró ele acreditou que tudo se resolveria com o apoio da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Carlos Eduardo acreditou no clichê político das rodas políticas da capital de que a “Rosa” faz milagres políticos por estas bandas. Faltou se informar a respeito da decadente popularidade dela e do desempenho sofrível da administração. A resposta veio nas urnas no primeiro turno com uma derrota humilhante que o levou a escondê-la no segundo turno.

Na reta final das convenções, Carlos Eduardo tentou dar uma amenizada na chapa distópica trocando José Agripino (DEM) por Antônio Jácome (PODE) para o Senado. A leveza esperada foi uma miragem que só existia nos olhos míopes de um sistema político fincado no passado.

Deu no que deu.

As oligarquias sofreram duas derrotas seguidas nas eleições de 2014 e 2018 e estão reduzidas como nunca antes na política potiguar. Estão unidas em um afogamento abraçado.

Se as oligarquias apostarem unicamente no fracasso do Governo de Fátima Bezerra como apostaram no de Robinson correm o risco de em vez de voltarem ao poder abrir espaço para o surgimento de uma nova direita que seria o fim da política familiar no Rio Grande do Norte. A vitória da petista não foi por acaso.

As famílias de sempre precisam modernizar as estratégias. O recado das urnas foi dado pela segunda vez.

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Vantagem de Fátima na média das pesquisas é de 7,6%

A senadora Fátima Bezerra (PT) seria eleita governadora nas eleições de hoje com uma vantagem de 7,6% nos votos válidos. Pelo menos é o que aponta a média das pesquisas calculada pelo Blog do Barreto.

O estudo leva em consideração os números das pesquisas Consult, Seta, Certus e Ibope. O instituto Big Data que trouxe um cenário de 54% x 46% pró-Fátima foi excluído da somatória por adotar uma metodologia de realizar exclusivamente por telefone o que é questionamento pela Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP).

Confira os números dos institutos e a média na tabela abaixo:

Candidato Seta Consult Certus Ibope Média
Fátima Bezerra 54% 52,7% 53,5% 55% 53,8%
Carlos Eduardo Alves 46% 47,3% 46,5% 45% 46,2%

 

Confira o resultado de cada pesquisa clicando nas matérias

Pesquisa Seta traz oito pontos de vantagem para Fátima

Pesquisa Certus traz 7 pontos percentuais de vantagem para Fátima

IBOPE traz vantagem de 10% para Fátima Bezerra

Pesquisa Consult mostra Fátima a frente de Carlos Eduardo

Fátima amplia vantagem em pesquisa

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Pesquisa Consult mostra que Fátima sustenta liderança em Mossoró

Na disputa pelo Governo do Estado Mossoró é uma cidade estratégica. Segundo a pesquisa do Instituto Consult encomendada pela 98 FM de Natal Fátima Bezerra (PT) lidera com 53,6% dos votos válidos contra 46,4% de Carlos Eduardo Alves (PDT).

Nos votos totais Fátima aparece com 44,2%, Carlos Eduardo tem 38,3%, brancos e nulos 12,5% e não sabe aparece com 5%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 22 de outubro em 57 municípios de 12 regiões com margem de erro de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos. Foram ouvidos 1.700 eleitores sendo 120 em Mossoró. O protocolo na Justiça eleitoral é o: RN 04167/2018 e BR-00123/2018.

Primeiro turno

Nas eleições do dia 7 de outubro, Fátima recebeu em Mossoró 46.634 (43,02%) votos e Carlos Eduardo 37.243 (34,36 %).

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Polícia cumpre mandado de busca e apreensão em comitês de Carlos Eduardo

Blog do BG

Por determinação da Justiça Eleitoral, policiais cumpriram no início da noite desta sexta-feira (26) mandados de busca e apreensão nos comitês de campanha de Carlos Eduardo Alves e do PSL em Natal. Ao todo, cinco locais foram alvos da determinação judicial.

O objetivo era apreender todo o material de campanha ilegal que vinha sendo distribuído com mentiras acerca da candidata Fátima Bezerra, ao Governo do Estado. Ao determinar a busca e apreensão, o juiz Ricardo Tinoco de Góes reforçou que ele contém “afirmações inverídicas” e que descumpre o que determina a lei.

“Decerto, verifica-se que o material gráfico, na configuração em que é apresentado, além de descumprir determinação judicial, carrega o potencial de confundir o eleitorado ao divulgar afirmações sabidamente inverídicas em relação à candidatura de Fátima”, disse.

O Blog não conseguiu confirmar se nas buscas realizadas pela polícia militar com os oficiais de justiças foram encontrados materiais irregular.

O PSL também soltou nota dizendo que todo material irregular já tinha sido recolhido e retirado de circulação.

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Carlos Eduardo duela com a história e a própria biografia no que deveria ser um debate

Carlos Eduardo trava duelo com a história em debate

O ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) em vez de ter debatido propostas para o Rio Grande do Norte preferiu fazer um duelo com história recente da política potiguar.

Pior: rasgou a própria biografia.

Bom de retórica ele deixou a adversária Fátima Bezerra (PT) atordoada em todo o debate da Intertv Cabugi. Foram tantas informações improcedentes que ele soltou que basta um breve passeio no Google para descobrir a verdade. A maioria das declarações do ex-prefeito podem ser desmentidas no site da Tribuna do Norte, jornal de propriedade da família dele.

O candidato do PDT preferiu fingir não ter um passado de aliado do PT. Um eleitor que estava em coma desde 2002 e acordou ontem certamente teria na cabeça a certeza de que Carlos Eduardo Alves passou os últimos 16 anos combatendo firmemente o PT.

Ao acusar Fátima de não trazer recursos para o Rio Grande do Norte ele esqueceu de afirmar que quando era prefeito de Natal, na década passada, teve uma forte parceria com a então deputada federal. Quem lembra dessa história se assustou com o discurso do “neoantipetista”.

Tanto que a senadora foi candidata a prefeito de Natal com apoio de Carlos em retribuição aos recursos liberados por ela junto ao Governo do ex-presidente Lula (http://www.thaisagalvao.com.br/2007/12/28/fatima-articula-em-silencio-apoio-do-prefeito-a-sua-candidatura/).

O vídeo abaixo confirma a gratidão devolvida em apoio nas eleições de 2008 para Prefeitura de Natal:

No passado Carlos Eduardo foi apoiado e apoiou o PT a ponto de brigar para ser o candidato de Lula no Rio Grande do Norte nas eleições de 2010 (http://www.thaisagalvao.com.br/2010/08/16/nem-ai-para-os-adversarios-carlos-eduardo-faz-carreata-se-apresentando-como-candidato-de-lula/).

Ontem ele cuspiu no prato de quem o ajudou a ter gestões bem avaliadas no passado assumindo-se um antipetista de ocasião em um apoio não retribuído por Bolsonaro que declarou neutralidade num vídeo postado ontem nas redes sociais.

A história recente foi reescrita pelo ex-prefeito de Natal no debate de ontem. Por diversas vezes ele acusou Fátima de ter sido aliada do governador Robinson Faria (PSD) por quatro anos. O problema é que Fátima rompeu com pessedista ainda em 2015 como atesta o jornal da família de Carlos (http://blog.tribunadonorte.com.br/heitorgregorio/senadora-fatima-bezerra-rompe-com-o-governador-robinson-faria/).

Em outro momento do debate Carlos Eduardo se contradiz afirmando que Fátima só deixou de apoiar Robinson por causa do voto de Fábio Faria (PSD) favorável ao impeachment. A data da matéria cujo link encontra-se acima por si só já vale como desmentido porque o impeachment foi em março de 2016.

Outra arenga de Carlos Eduardo com a história recente do Rio Grande do Norte foi a acusação de que os saques ao fundo previdenciário começaram no Governo Robinson Faria. Na verdade, por diversas vezes a então governadora Rosalba Ciarlini tentou mexer nos recursos, mas só conseguiu ter autorização da Assembleia Legislativa em dezembro de 2014 quando sacou R$ 234.157.272,33 para pagar a folha daquele mês e o 13º salário.

Carlos acusou o deputado Fernando Mineiro (PT) de votar favorável ao projeto que permitiu os saques ao Fundo Previdenciário. A informação não procede. Ele foi o único a votar contra (http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/assembleia-aprova-projeto-que-unifica-fundos-previda-ncia-rios-dos-servidores/301223).

Entre setembro de 2013 e novembro de 2014 a governadora não conseguiu quitar a folha dentro do mês trabalhado como prevê a constituição estadual. Cerca de 10% dos servidores conviveram com salários atrasados.

Rosalba é mãe do vice de Carlos Eduardo, Kadu Ciarlini (PP).

Resultado de imagem para Carlos Eduardo kadu e rosalba

O próprio Carlos, sacou recursos do NatalPrevi para pagar a folha chegando a ser obrigado a devolver os recursos pelo Tribunal de Contas do Estado (http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/tce-manta-m-proibia-a-o-de-saques-ao-natalprev-e-determina-devolua-a-o-de-r-15-8-milha-es/377629). Mesmo assim ele tentou passar a imagem de que não mexe em recursos da previdência para pagar a folha.

Foram muitos momentos de desafio à memória dos eleitores potiguares menos atentos. Sorte dele que a adversária não estava preparada o suficiente nem conseguiu ter rapidez de raciocínio nem boa memória para desconstruir as declarações do pedetista.

O máximo que ela conseguiu foi chama-lo de cínico.

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