Prefeitura evita paralisação de médicos, mas dívida ainda é superior a R$ 2 milhões

A SAMA, cooperativa médica que reúne os médicos que atendem nas UPAs e no Serviço de Verificação de Óbito (SVO), recebeu R$ R$ 687.908,00 da Prefeitura de Mossoró na última sexta-feira.

Foram pagos também mais R$ 51 mil pelos serviços no SVO.

Os pagamentos foram suficientes para evitar a paralisação prevista para amanhã. No entanto, a Prefeitura de Mossoró está longe de estar em dia com os compromissos com a entidade. A dívida está na casa dos R$ 2 milhões.

Amanhã, às 9h, tem uma reunião entre SAMA e Prefeitura de Mossoró mediada pelo juiz Pedro Cordeiro Junior.

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POR QUE ALGUNS MÉDICOS ACEITAM “ BANCAR “ A OBSTETRICIA DE MOSSORÓ? 

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Por Clínica de Anestesiologia de Mossoró – CAM

 

“ A Obstetrícia  reflete o grau de civilização e moral de um povo, pois revela o zelo que se tributa à mãe e ao futuro cidadão, finalidade suprema da política social de todos os tempos. “

Vivemos em épocas de Constituição Cidadã, ( CF – Art. 5º XXXV ) de forma que apenas relatamos uma parcela das dificuldades encontradas para praticar anestesia. Um vendaval de desesperança.  Não sabemos aonde encontrar proteção jurisdicional nunca.

Dentro da estrutura da Maternidade Sob  Intervenção Federal , autofinanciável, segundo divulga a Diretoria da maternidade,   realizamos um trabalho de excelente padrão técnico científico. Lidamos com  situações obstétricas críticas diuturnamente, superando adversidades e salvando vidas. As Anestesias no complexo materno fe tal exigem quase a perfeição.

Deficiências relacionadas as condições técnicas próximas do ideal interferem em nosso trabalho acarretando riscos. Em anestesia não há como improvisar e nem aguardar as devidas providências ou inspeções agendadas. E agora,  além de grande vigilância durante o ato anestésico devemos  atentar para escorregão, queda e trauma; água dentro das calhas dos focos cirúrgicos, danos em equipamentos e quem sabe eletrocussão.

 Não TEMOS O DEVER E NEM A OBRIGAÇÃO  DE FINANCIAR UMA MATERNIDADE SOB INTERVENÇÃO FEDERAL . Somos técnicos especializados em Anestesiologia. Uma arte, uma vocação.  Estamos amparados no direito irrefutável de receber nossos honorários  ( aproximadamente 300 plantões sem nenhum pagamento é cruel . Dias especiais como Na tal, passagem do Ano, Domingos, feriados e noites sem remuneração é inaceitável e no mínimo revoltante. Não permaneceremos calados ) . Nenhuma Lei neste País, nem mesmo no País de  Mossoró,   obriga um anestesiologista a trabalhar sem uma remuneração justa e possível. Não é aceitável, que na maternidade sob intervenção Federal , o injusto , criminoso e insuportável atraso do pagamento dos plantões , comprovadamente realizados com muito zelo e responsabilidade pelos componentes da Clínica  de Anestesiologia de Mossoró, ocor ra. Ainda esta semana, iremos utilizar OUTDOOR DIGITAL GIGANTE nas ruas para exibir o tratamento dispensado aos anestesiologistas. 

O atraso de pagamento dos plantões  transcende princípios de razoabilidade . Por analogia estamos bancando a anestesia para a assistência obstétrica de Mossoró e região. Gestão Plena ? Gestão da CAM ou descumprimento constitucional    ( Art. 196 – C F )  ou a certeza da impunidade eternamente ?

Ensina o Professor  Dr.  Genival Veloso: “  A recompensa pelo trabalho médico não é soldo, ou um salário, e sim honorários, ou seja, algo que se recebe por honra e gratidão por relevantes serviços prestados “  É manutenç& atilde;o da família, é sobrevivência, é pagamento de moradia, aquisição de medicação, etc, etc. O Estado descumpre compromissos formalizados através de contratos de prestação de serviço. O Estado comete crime ( Art. 168 – CPB ) ao arrepio da Lei. Os gestores da saúde  jamais serão responsabilizados pessoalmente.

A postura repugnante dos Gestores da Saúde:  A – Financia a obstetrícia sem transparência; B – Não possibilita a discussão de indicadores de qualidade; C – Desrespeita, ofende e humilha os anestesiologistas;  D – Exclui o principio da publicidade; E – Induz um tipo de administração através de recomendações judiciais; F – IMPEDE UM CRONOGRAMA DE REPASSE OU PAGAMENTO DOS ANESTESIOLOGISTAS ( Uma incompetência CRÕNICA ) ;  G – Estabelece um tipo de escravidão; H – possibilita a esdrúxula solicitação de prisão dos anestesiologistas em virtude de uma tipificação criminal grave: não aceitar trabalhar sem a contrapart ida do pagamento dos plantões. Nenhuma categoria profissional deve tolerar este padrão de ofensa ou agressão nos dias atuais.  Precisamos reagir ENERGICAMENTO, COM TOLERÂNCIA ZELO E ALTIVEZ. Este trabalho tem valor e salva vidas.

Trabalhamos com a certeza da   ausência total de qualquer segurança jurídica. Torna-se inviável e precário este formato de relação laboral, onde os deveres e obrigações são unilaterais. Sem previsão ou garantia de recebimento de honorários não há satisfação no trabalho.  Isso é injusto e juridicamente incorreto. A incapacidade proposital de estabelecer um calendário de pagamento é a maior demonstração de incompetência. É um  absurdo. É perverso. Não acreditamos mais no que vivenciamos, tem que haver um interesse que ainda permanece na escuridão.

A emissão de notas fiscais sem receita e o não pagamento de juros ou multas , quando  por acaso ocorre   um pagamento, estabelece dificuldades econômicas em qualquer empresa, mesmo nas empresas sem fins lucrativos.  Aonde encontra-se o DINHEIRO DO PAGAMENTO DOS PLANTÕES DOS ANESTESIOLOGISTAS? Há de se ter o bom senso que esta importante especialidade n&atild e;o dever permanecer inerte diante deste ABUSO.  

Diante do exposto, lamentavelmente só vislumbramos uma única solução. Paralisação total deste serviço e retirada imediata de todos os profissionais da CAM da Maternidade Sob Intervenção Federal, ou Casa de Saúde Dix-Sept Rosado ou Almeida Castro ou APAMIM.  Quem será responsabilizado pelo caos que vai  apenas se INTENSIFICAR OU POR ÓBITOS QUE PODEM  OCORREM QUANDO NÃO HÁ ASSISTÊNCIA NA HORA DO PARTO ? Os “  atuantes “  gestores da Saúde ? O Diretor Técnico da Maternidade ? A Diretoria da Junta Interventora ? Os médicos da cidade ?   E, a sentença sem caber recurso: Os anestesiologistas !!!!!!!!????

É necessário ter praticado anestesia, salvando milhares de vidas diante das  situações mais graves possíveis, para conhecer, sentir o que significa essa injustiça.

É a omissão oficial e impune do Estado.

 Em tempo:

Os Anestesiologistas trabalharam comprovadamente, dentro da estrutura de uma maternidade sob intervenção federal,  sem receber um centavo ( aproximadamente 1.000 anestesias ) durante meses.   Outras especialidades não percebem ( ?? )  a gravidade desta situação. É uma ameaça perigosa a toda a classe médica.  O  normal é tentar massacrar os médicos.

           Governo do Estado do Rio Grande do Norte – SESAP

           Esqueceu de quitar os plantões de NOVEMBRO, DEZEMBRO ( 2016 ) E JANEIRO E FEVEREIRO ( 2017 )

           Prefeitura Municipal de Mossoró – SMS

           Esqueceu de quitar os plantões de DEZEMBRO ( 2016 ) E JANEIRO E FEVEREIRO ( 2017)

          O nosso salário agora depende de bloqueios de verbas publicas. As decisões podem ser questionadas ?  

      “ Quem não luta pelos seus direitos não é digno deles “.

 

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Juiz pode bloquear recursos da Prefeitura para garantir funcionamento de maternidade

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O juiz Orlan Donato deu um prazo até dia 19 de dezembro para a Prefeitura de Mossoró se manifestar a respeito dos atrasos nos repasses para as clínicas médicas que atuam na Maternidade Almeida Castro.

Neste mesmo dia ele decide o que fazer se bloqueia e como vai bloquear porque já existem outros bloqueios para pagar aos médicos das três clínicas.

Ele ouviu hoje a CAM, NEO e NGO. Também esteve presente ao encontro os interventores e o secretário de saúde do município, Antonio Almeida.

O juiz também informou o agendamento de uma reunião com os futuros gestores do município para o dia 12 de janeiro para que sejam informados a respeito da decisão judicial da intervenção. O objetivo é evitar a descontinuidade dos serviços na maternidade.

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Ex- candidato a prefeito reclama por não conseguir exame pelo SUS

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O ex-candidato a prefeito de Mossoró “Cinquentinha” faz contato com o Blog do Barreto para relatar que em pleno Novembro Azul tentou fazer um exame de próstata pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e não conseguiu. Abaixo o relato:

BOM DIA BRUNO. Como eu gostaria hoje de gritar para Mossoró que não posso desistir, mesmo sabendo que estou nadando num mar repleto de ladrões dos direitos do trabalhador. Novembro Azul terminou, e mesmo eu sendo servidor da saúde do Estado e do Município não consegui uma consulta para um urologista pelo SUS, e alguns procedimentos vou ter que pagar por que o SUS não dar na boca dos gestores. Imagine se eu tiver que fazer uma cirurgia de PRÓSTATA. Ai eu tenho trés opções: Vender o carro, fazer um empréstimo consignado, ou esperar a morte chegar. Eu trabalho no HRTM e ao perguntar por que lá no HRTM não fazia uma cirurgia de próstata alguém me respondeu: Por que aqui não faz cirurgias eletivas, só de urgência e emergência. Não faz em lugar nenhum em Mossoró. ” ou alguém sabe informar que durante o novembro Azul foi feita alguma cirurgia de Próstata pelo SUS em Mossoró. Enquanto isso lá no HOSPITAL REGIONAL DA POLÍCIA MILITAR, tem um centro cirúrgico desativado por Rosalba e Robson os melhores gestores para Mossoró. Com duas mesas de cirurgia o HRPM poderia esta realizando cirurgias eletivas de Próstata, Esterrectomia, vesícula, Apendicite, e tantas outras, e não precisava de muito, bastava se ter compromisso com a saúde da população. Mais os políticos covardes sabendo que a maioria da população vende sua cidadania por 100 reais, não tão nem ai. Ai sofrem todos. Cobro explicações de todos os políticos covardes com mandatos e do comando a Polícia Militar que mantém um patrimônio Público desativado dentro do HRPM, se deteriorando e se calam. Até quando vamos conviver com essa inércia das autoridades, enquanto o povo padece. Alô MP.

Assinado RAIMUNDO NONATO SOBRINHO. Inconformado!

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“A tortura dos pacientes da metrópole Mossoró e uma dose letal de incompetência”, diz entidade

Por meio de nota, a Clínica de Anestesiologia de Mossoró criticou a crise na saúde que assola a cidade. Abaixo o texto:

Quem vai ser o responsável moral  por tantas mortes e tanta omissão . A Secretaria de Saúde do Município de Mossoró conseguiu a sua maior proeza: induzir o coma e a morte da Saúde Publica da Metrópole Mossoró.  Um anexo do inferno retratado nas Unidades da Doença, nas UPAS ( super sucesso administrativo aplaudido em todo o planeta ) e nos frios corredores dos hospitais. Um luxo, digamos um lixo.  

A situação tornou-se insustentável, cruel, desumana e fatal. Até mesmo os   médicos estão adoecendo  e os pacientes agonizando  até a morte. A previsão de melhorias passaria por multas e prisão de todos os responsáveis pela S aúde Pública. Por que isso não acontece? Por menos do que isso a Junta Interventora Federal da C S D Rosado solicitou a prisão de todos os anestesiologistas de Mossoró. O crime ? Calote de  6 meses.

Agora até os esquizofrênicos vão as ruas ou morrem  de inanição ( Fome e loucura é uma mistura explosiva estilo S M S ).  Qual o verdadeiro propósito destes maldosos dublês  de Gestores da Saúde? Ao apagar das luzes  um Teatro ridículo e cômico na S M S. No esquete atrizes toscas apenas deixaram um rastro de arrogância e incompetência inconteste. Tudo decadente e deprimente até o ocaso. Penúria moral !

Para completar a baixaria só falta mesmo a Câmara de Vereadores  “ cassar   “ o senhor Prefeito faltando uma semana para o final da tragédia administrativa. E aqueles  “ caríssimos senhores “ ( como já dizia não sei quem … ) que nunca fiscalizaram a aplicação de um c entavo, agora   “ cassando    um Prefeito. Deixem ele contratar sem licitação em paz e deixem ele construir o oratório de Santa Luzia  lá dentro da floresta. Deixem ele “ juntar “ o lixo ! Quem chorou ?

Acreditamos que os Gestores da Saúde Pública ( Estado e Município ) devem ser responsabilizados pessoalmente ( multa e prisão ) pelo câncer que carcome a Saúde Pública de Mossoró e do Estado. Centenas de vidas são ceifadas pela incompetência dos gestores da saúde,  pela omissão dos órgãos fiscalizadores  competentes, e a  culpa não pertence aos anestesiologistas.   E o mais grave e inadmissível é que O CRM-RN ( tem até delegacia do CRM em Mossoró  ?  ) O Ministério Publico, o Judiciário, clubes de Serviços, etc, etc, permanecem anestesiados.

Dezenas de obstetras agora tem plantão no Tarcisio Maia.?  È desprezar a inteligência de todos ou será que todos vão atuar na Saúde do Trabalhar?    

 Fazemos verdadeiros milagres anestésicos com poucas condições técnicas de trabalho na rede pública. As vezes falta até a contra partida de um salário. O calote institucional é a norma. Agora os salários serão parcelados sem juros e sem correção monetária. É o crediário da doença.

Mas, calote em Maternidade sob Intervenção Federal não tem justificativa. E fizemos uma pesquisa:  Aonde os anestesiologistas conseguem  víveres, medicação, combustível, roupa, alugueis, água, luz, telefone , enfim sem pagar um tostão ?? Tudo incide juros e correções monetárias além da publicação do seu nome nos Editais de Intimação ( cartórios )  com prazo para justificar as razões porque não pagaram seus títulos .

Do  pré-natal,  passando pelo “ parto “   ao óbito ( maternidades, cirurgias eletivas  hospital de emergência, internamento em UTI, ITEP-SVO  ) tudo simboliza o descaso e mentiras.  A Secretaria de Saúde de Mossoró  (  S M S ) merece o prêmio de Secretaria Inimiga dos Pacientes. 

Em Mossoró existem mais de 150 pacientes sequelados em virtude da impossibilidade de realizar cirurgias ortopédicas. Existem muitos  pacientes aguardando cirurgias eletivas. ( hérnia, histerectomia, cirurgias oncológicas,  cirurgias ortopédicas, etc, etc, etc.) Conseguir realizar uma tomografia é um tormento.Conseguir uma  cirurgia eletiva é tarefa árdua. Realizar uma cirurgia oncológica é impossível . Senhores isto não é justo, não é humano. Mas quem são os responsáveis  pela  implantação de  um sistema letal?

Os valores  pagos pelos procedimentos ( anestésicos e cirúrgicos )   em Natal são diferentes dos valores praticados em Mossoró. Em Natal são  maiores  os valores dos honorários .  Os cirurgiões de Natal são Melhores ou mais capacitados que os de Mossoró. ? Um paciente em Natal é diferente de um paciente em Mossoró ?

Em Mossoró diariamente encontramos pacientes intubados nas macas, em corredores frios  e locais completamente inadequados . Omissão cruel e fatal . Omissão total. O espetáculo para quem tem conhecimento em medicina é digno de indignação. Os Diretores Técnicos dos hospitais são os responsáveis. Em Mossoró não existe Comissão de Ética nos hospitais e nem eleição para escolha do Diretor Médico, por que ? Será um  conflito de interesses políticos escusos  ?  

Aqui  facilmente encontramos  pacientes com diagnóstico de morte cerebral durante vários dias e nada é feito no sentido de realizar uma captação de órgãos para doação ,( transplante ) . Varias pacientes seriam beneficiados.

Pacientes são transportados ( carga viva ) para fazer tratamento fora do Município. Até os transplantados são empurrados para Natal ou Fortaleza.  Aquele SISREG – Sistema de Regulação é tirano. Uma idosa vem de Ze da Penha para ser atendida em Mossoró. Após o primeiro atendimento volta para Ze da Penha para algum dia ser chamada para Natal numa espécie limbo torturante  que muitas vezes o desfec ho é a morte.

Belos exemplos para a cidade polo que tem uma “  moderna  rede hospitalar “:  a super estrutura do Hospital da Polícia ? ( em um ano produziu   uma  AIH ??? )   O Duarte Filho ?  A Santa Luzia ? E aquele hospital da Mulher que nasceu sob a égide de falcatruas, irregularidades, etc, etc ),e ninguém foi exemplarmente punido .   O hospital Psiquiátrico … é a verdadeira decadência do Sistema de Saúde Pública .

A Prefeitura Municipal de Mossoró mantém ( para demonstrar poder e para desvalorizar o trabalho do Anestesiologista ) débitos ( calotes )  de anestesias realizadas em junho, julho, agosto, setembro, além de plantões de dezembro de 2015. A Prefeitura Municipal de Mossoró deve o pagamento dos plantões de agosto e setembro de 2016. Outubro já acabou .   Que pro fissional aceita passivamente este tipo de agressão proposital ?  ( Artigo 168 CPB ).

Fico a imaginar o Judiciário, o Ministério Público com o salário atrasado durante três meses… haveria expediente de 07h00 – 07h00 como a jornada de trabalho dos anestesiologistas ?  

A CAM já solicitou bloqueio de verbas  da Rica Prefeitura de Mossoró ( alguém sabe alguma informação sobre os royalites que P M M já tinha uma data para receber ? )  A  data da paralisação de todas as atividades anestésicas na única maternidade existente em Mossoró já foi definida.  O Calote Institucional agora duplicou. O Estado imita o Município !!!!!!! Nem Robson nem Francisco pagam os  anestesiologistas . Agora sim os anestesiologistas  ( 17 profissionais ) de Mossoró serão presos sem direito a fiança e na forma da Lei .  O hediondo crime: não aceitar passivamente trabalhar sem receber uma remuneraç ão justa, possível . Contratos e TAC aqui em Mossoró são feitos  para ser descumprido mesmo.  Desafiador !!!

Este ano haverá um bando de vereadores  em  frente da C S D R acusando os anestesiologistas de mercenários  e defendendo a Prefeitura   ? Esse ano haverá uns obtusos e jurássicos da  S M S em frente a maternidade ? Este ano alguns motoristas ( da SMS ) serão orientados para “ meter o pau nos anestesiologistas ! Mas já perdoamos estes são uns apaniguados, como milhares de outros  fedidos e analfabetos.   

Quem seleciona  os fenomenais gestores, administradores hospitalares , gerentes, adjuntos, comissionados para a S M S ?  ) fantasiados de santos ( santos sem pau e  oco ) provavelmente usa drogas ilícitas por que não se justifica dose letal de  aberração.

Os anestesiologistas alertam:  A S M S faz mal a sua saúde.

 

                CLINICA DE ANESTESIOLOGIA DE MOSSORÓ

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Mossoró terá secretário de saúde até o fim do ano

O prefeito Francisco José Junior (PSD) mudou de ideia.  Decidiu que vai ter secretário de saúde nesta reta final de mandato. Será Antônio Almeida, que era o gerente executivo da atenção básica. Ele toma posse hoje, às 8h30, no Palácio da Resistência.

Antonio, que é enfermeiro, será substituído na gerência por Jane Vidal.

Quem também toma posse hoje é Micael Melo já tinha sido nomeado secretário municipal de planejamento.

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OAB estuda medidas para impedir fechamento do Hospital São Camilo

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, estudará quais as medidas poderão ser adotadas para garantir o funcionamento do hospital psiquiátrico São Camilo de Lellis, que atende cerca de 70 pacientes e enfrenta dificuldades financeiras. Os servidores temem pelo seu fechamento, a exemplo do que está acontecendo com o Hospital da Mulher de Mossoró (HMM), e por isso resolveram pedir o apoio da OAB e de outras entidades para evitar a medida extrema. Representantes da Ordem terão uma reunião hoje (19) à tarde com servidores do hospital psiquiátrico e participarão também de uma audiência pública que será realizada amanhã (20) na Câmara Municipal de Mossoró.

Na tarde de hoje, a OAB receberá o diretor-técnico do hospital psiquiátrico, o psiquiatra João Batista, a enfermeira Helena Rebouças e a terapeuta ocupacional Elaine Rodrigues. A campanha pelo não fechamento do hospital psiquiátrico começou após a notícia do encerramento das atividades no Hospital da Mulher de Mossoró, conforme Helena Rebouças. “Passamos por uma situação de penúria aqui. A Prefeitura de Mossoró está desassistindo o hospital. Isso vem ocorrendo há bastante tempo, mas nós vínhamos contornando e chegou ao ponto de faltar alimentos e não termos mais como funcionar”, relata a enfermeira, citando o exemplo do HMM, que enfrentou dificuldades financeiras.

Segundo Canindé Maia, presidente da OAB/Mossoró, a reunião de hoje servirá para que os servidores expliquem o quadro atual do hospital psiquiátrico. “Ouviremos o que eles têm a dizer e a partir disto tomaremos as medidas cabíveis”, explica o presidente, acrescentando que a Ordem estará presente na audiência pública que será realizada amanhã, na Câmara dos Vereadores de Mossoró, com a finalidade de discutir a situação do hospital psiquiátrico São Camilo de Lellis. “Estaremos presentes na audiência pública e faremos o que for possível para evitar que Mossoró perca mais uma unidade hospitalar”, adiantou o presidente, reforçando a posição da OAB na defesa dos direitos fundamentais.

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Situação do Hospital São Camilo é desesperadora

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Sob o controle da Prefeitura de Mossoró há alguns anos, o Hospital São Camilo agoniza. Os relatos recebidos pelo Blog do Barreto são preocupantes.
Os servidores contratados ainda não receberam os salários de setembro e a feira foi suspensa pelos fornecedores por falta de pagamento da Prefeitura. “Para os pacientes não ficarem sem comida os funcionários e Dra Fátima (psiquiatra) se reuniram numa campanha pra arrecardar doações”, relata uma funcionária.
Apesar dos salários atrasados, os funcionários ainda estão levando comida de casa quando vão dar plantões.
O Blog ainda foi informado que na semana passada limpeza do Hospital só foi realizada graças as doações de produtos de limpeza feita pelo médico e empresário Milton Marques, que controlava o hospital até a cessão ao município.

A assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde foi acionada pela manhã para se pronunciar sobre o caso.

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Salários de médicos das UPAs estão atrasados desde julho

O médico Leonardo Pereira Sena faz contato com o Blog do Barreto para relatar os atrasos salariais dos médicos que trabalham nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e as péssimas condições de trabalho.

Ele relata que os atrasos alcançam o mês de julho. “Há atraso dos salários desde de julho e, por mais incrível que pareça, não estão pagando as parcelas divididas dos salários do mês de Novembro e dezembro de 2015. Estamos trabalhando em uma total insegurança financeira e desmotivado devido uma situação dessa. Vale frisar, que muitos profissionais trabalham exclusivamente nas UPAS e depende desse trabalho para sobreviver”, revelou.

Indignado, ele disse que o mais próximo de uma negociação diz respeito ao parcelamento do pagamento dos salários de julho. “Estamos em outubro e falta pagar julho, agosto e setembro. A secretária de finanças fez um acordo para parcelar o mês de julho…. É brincadeira”, criticou.

 A insegurança é grande e o médico afirma que não sabe se a próxima gestão assumirá a dívida. “Está Horrível e sem condições de trabalhar aqui….Nem sabemos como vai ficar os meses de outubro, novembro e dezembro….A próxima gestão vai assumir essa dívida? Acho difícil”, analisou.

 Além dos atrasos salariais, os médicos ficam de mãos atadas por conta da falta de material. “Ainda trabalhamos sem as mínimas condições, com a falta de insumos, medicamentos e locais insalubres”, frisou.

O Blog do Barreto fez contato com a assessoria de comunicação da Secretaria Municipal de Saúde que ficou de repassar a explicação.

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Secretário afirma que Estado atrasa repasses ao Centro de Oncologia por questões burocráticas

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A convite do vereador Genivan Vale (PDT), o secretário estadual de Saúde, George Antunes, participou de reunião com servidores e pacientes do Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró (COHM) para discutir a questão do pagamento do débito com a unidade. O encontro ocorreu na manhã desta quinta-feira, 13, no gabinete do parlamentar.

Na ocasião, o secretário estadual George Antunes explicou que o atraso no pagamento dos procedimentos ocorreu devido a questões burocráticas relacionadas a certidões apresentadas pelo prestador de serviço. Todavia, diante da urgência da situação, cuja continuidade do serviço do hospital depende diretamente do repasse dos recursos, Antunes se comprometeu em efetuar o pagamento de julho, que representa uma parcela de R$ 700 mil, até esta segunda-feira, 17, condicionando o repasse das demais parcelas à regularização da documentação.

De acordo com os servidores, o atraso no repasse dos recursos faz com que o Centro de Oncologia fique com pendências na documentação, impedindo que o Governo conclua o procedimento para o pagamento dos procedimentos. “Cria-se assim, um ciclo vicioso que acaba prejudicando à população”, observa os trabalhadores.

Com o intuito de quebrar este ciclo, ficou acertado que o Estado irá analisar possíveis mudanças na forma de pagamento aos procedimentos feito ao Centro de Oncologia. Atualmente, o pagamento é feito após auditoria do serviço apresentado na prestação de contas, a ideia é inverter esse procedimento, ou seja, primeiro pagar e depois auditar os serviços, a fim de agilizar o repasse dos recursos ao hospital.

Para o vereador Genivan Vale, o resultado do encontro foi bastante positivo. “Conseguimos a garantia do pagamento e o compromisso de que o Estado buscará formas para não mais atrasar os repasses. Esperamos que o Governo possa cumprir com este compromisso para que os serviços aos pacientes com câncer não sejam mais interrompidos”, frisa.

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