Fátima recebe apoio de prefeito do partido de Robinson

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Um apoio simbolicamente importante para a senadora Fátima Bezerra (PT). O prefeito de Pedra Preta Luiz Antônio Bandeira do PSD do governador Robinson Faria vai apoiar a petista.

Ele justificou que mantém uma parceria antiga com a pré-candidata ao Governo do Estado. “Desde 2012 caminhamos juntos e nunca houve nada que me causasse arrependimento. Se eu quero o melhor pro meu município tenho que estar ao lado de Fátima”, explicou.

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Sinal vermelho para Fátima Bezerra e Carlos Eduardo

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A pesquisa do Instituto Consult divulgada no último domingo mostrou que a senadora caiu de 29,24% para 26,06%. São três pontos percentuais a menos numa margem de erro de 2,3% para mais ou menos.

É um sinal vermelho para a candidatura petista. Tanto que ela se impôs para fechar com PC do B e PHS também na chapa proporcional. Além de garantir aos comunistas a indicação do vice.

O cenário só não é pior porque o principal adversário, Carlos Eduardo Alves (PDT), caiu de 18,88% para 16,06%. O pedetista também precisa ficar com o sinal vermelho aceso. A solução dele foi dar mais leveza a chapa trocando José Agripino (DEM) por Antônio Jácome (PODE) além de avançar na conquista do apoio da prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP).

Só quem apresentou crescimento entre os principais candidatos foi o governador Robinson Faria (PSD), ainda assim insignificantes 0,41%.

O quadro mostra ainda um grande desinteresse do eleitorado em relação ao pleito de 2018, mas a ausência de crescimento dos candidatos principais mostra há espaço para o surgimento de outros nomes, o que é muito improvável.

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Fátima usa Twitter para avisar que a porta está aberta para mais alianças

Fátima admite candidatura ao Governo (Foto: Tribuna do Norte)
Foto: Tribuna do Norte

A pré-candidata ao Governo do Estado Fátima Bezerra (PT) usou a conta dela no Twitter para negar que tenha fechado as portas para entendimentos com outros partidos.

A senadora pontuou o que ficou definido ontem: o vice será indicado pelo PC do B. A proporcional está fechada com PC do B e PHS. “Gente, na reunião de hoje, o Diretório Estadual do PT se limitou a analisar a proposta do PCdoB de indicar o vice e a aliança em todos os níveis com PCdoB e PHS. Quaisquer outras propostas de outros partidos, terão que ser objeto de novas avaliações por parte do DE”, frisou.

Trocando em miúdos: o PT está aberto para alianças com outros partidos e a indicação da segunda vaga ao Senado na chapa majoritária não está garantida para o partido.

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PT desata nó com aliados, mas fecha porta para atrair novos parceiros

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O PT se fechou em copas com o PHS e o PC do B. Fará coligação com os dois partidos na disputa proporcional e deixará os comunistas indicarem o vice da chapa de Fátima Bezerra (PT).

O PC do B tem uma lista de nomes para apresentar a Fátima: Antenor Roberto, Canindé França, Airene Paiva e Gutemberg Dias.

Uma vaga ao Senado já tem apoio definido há tempos: será Zenaide Maia (PHS). A outra será indicada pelo próprio PT que vai escolher entre três nomes: Hugo Manso, Alexandre Mota e Zé Rodrigues.

Chapa proporcional com alianças para federal e estadual definidas. Majoritária com origem das indicações definidas. Com isso as portas para atrair novos aliados estão fechadas. Se o PT tem algum interesse em atrair mais aliados vai ficar mais complicado. Terá muito pouco a oferecer.

Se deliberou caminhar abraçado apenas com esses parceiros é uma estratégia arriscada.

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PT de Mossoró defende candidatura ao Senado

O diretório municipal do PT definiu que o partido deve reivindicar a segunda vaga ao Senado na chapa majoritária nas eleições deste ano. Em nota os petistas de Mossoró reforçaram o apoio ao nome da deputada federal Zenaide Maia (PHS) e a prioridade a candidatura ao Governo do Estado de Fátima Bezerra (PT).

Dois nomes disputam a indicação petista ao Senado: o ex-vereador de Natal Hugo Manso e o médico Alexandre Mota.

Hugo já foi candidato ao Senado em três oportunidades: 1998, 2002 e 2010. Alexandre Mota nunca disputou eleições.

Abaixo a nota do PT:

O Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores de Mossoró, reunido no dia 23 de junho de 2018, aprova resolução política sobre as eleições do corrente ano, na busca de contribuir com o debate da chapa majoritária:

 

  1. Fortalecer e impulsionar nos municípios a candidatura do PT ao governo no nome da Senadora Fátima Bezerra, com reais possibilidades de vitória.

 

  1. Sobre o Senado, o PT precisa avançar no debate. Hoje, reflexo do passado recente a partir de 2016, apoiamos e defendemos o nome da Deputada Federal e pré-candidata ao Senado, Zenaide Maia. A deputada federal votou contra o Golpe de 2016 e tem votado contra todas as medidas do Governo golpista ilegítimo de Michel Temer, que retiram direitos da classe trabalhadora e de seguimentos sociais historicamente excluídos.

 

  1. Contudo, é necessário definirmos nossa política e tática para o pleito e aprimorar o debate sobre a segunda vaga, construindo politicamente um segundo nome, devendo ser do Partido dos Trabalhadores.

 

  1. Entendemos que existem nomes de companheiros louváveis para fazermos o debate. Assim, o PT precisa compreender politicamente a relevância e urgência para enfrentar o momento atual, elaborando a tática mais acertada para viabilizar eleitoralmente nossas candidaturas e reforçar nossa política construindo a vitória do nosso projeto político com Lula Presidente e Fátima Governadora.

 

Mossoró, junho de 2018.

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A Rosa vai murchar em cima do muro nas eleições?

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Li no Blog de Saulo Vale a informação da jornalista Anna Ruth Dantas que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) cogita adotar uma postura de neutralidade nas eleições deste ano. A prioridade seria eleger o filho deputado estadual e o sobrinho ser reeleito federal.

Fala-se nos bastidores que ela só desceria do muro no segundo turno, de preferência votando em que tiver mais chances de vitória.

Não seria a primeira vez que ela adotaria tal postura. Há quatro anos Rosalba era uma governadora impopular e cheia rancor no coração. Não queria apoiar o “acordaço” de Henrique Alves nem queria estar vinculada ao vice-governador dissidente Robinson Faria (PSD). Cinco meses antes do pleito, ela já ficara neutra nas eleições suplementares para a Prefeitura de Mossoró.

Encerrados os dois pleitos, sua militância deixou claro que ela dera apoio por “debaixo dos panos”. Fazia sentido. Mas veja a matreirice rosalbista. Ela ficou oficialmente neutra, mas ao final do pleito se posicionou ao lado dos vencedores. A fama de maior eleitora de Mossoró ficou intacta.

A história pode se repetir? Pode.

Faz sentido? Não deveria fazer.

Política é movida também por simbologias. Rosalba vai passando a impressão de ter se tornando uma política que só apoia candidatos majoritários se ela for o nome escolhido ou se tiver alguém de dentro de casa no meio da parada.

Mas tem outro problema aí: o medo de apoiar um candidato derrotado no primeiro turno dentro de Mossoró. Isso colocaria em xeque a sua posição de “maior eleitora” de Mossoró. É esse mito que faz com que o apoio dela seja disputado por todos os candidatos mesmo ela amargando impopularidade.

Não seria a primeira vez que a Rosalba prefeita veria seu candidato ao Governo do Estado não ser o mais no primeiro turno em Mossoró. Em 2002, o marido dela, Carlos Augusto Rosado, era o vice de Fernando Bezerra. Mas o mais votado na segunda maior cidade do Estado foi outro Fernando, o Freire, que tinha como vice o então deputado federal Laíre Rosado.

A diferença foi apertada: 30.017 x 28.465. Wilma de Faria que terminaria vencendo o pleito, e sendo a mais votada em Mossoró no segundo turno com apoio de Rosalba, ficou com 21.968.

Evitar um susto desses talvez ajude a explicar a possível neutralidade. Afinal de contas temos um cenário bem parecido com 2002 com três candidaturas fortes: Fátima Bezerra (PT) que lidera as pesquisas, Carlos Eduardo Alves (PDT) com a estrutura oligárquica do RN e o governador Robinson Faria (PSD) com a máquina pública a todo vapor.

O badalado desdém de Rosalba aos candidatos ao Governo do Estado no fundo pode visar esconder o que é perceptível a olho nu: a Rosa não é a mesma de antes (para saber mais clique AQUI).

Não se trata de subestimá-la, mas de trazer os fatos ao devido lugar. A prefeita governa com muitos problemas e o Mossoró Cidade Junina que sempre ajuda o inquilino de plantão do Palácio da Resistência se revelou um gol contra em ano de Copa de Mundo.

Por enquanto Rosalba é de todo mundo e não é de ninguém num jogo de cena que pode terminar em apoio declarado ou numa capciosa neutralidade como em 2014.

Plantar a Rosa em cima do muro pode ser a confissão sem palavras da queda do potencial de transferência de votos da prefeita.

Em cima do muro a Rosa murcha.

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Chapa proporcional vira “nó” para principais candidatos ao Governo

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Os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado Federal estão também preocupados com as chapas proporcionais que serão decisivas para atraírem as melhores alianças majoritárias. O famoso quociente eleitoral é o fator decisivo para cada deputado, seja estadual ou federal. Uma coligação ou partido terá que ter cerca de 70 mil votos para eleger a primeira vaga na Assembleia Legislativa. Já para a deputado federal o cálculo é estimado em 200 mil votos para cada uma das oito vagas em questão.

Lembrando que esse ano tem um fator novo. As sobras eleitorais beneficiarão partidos que não atingiram o quociente eleitoral. A medida, neste caso, beneficia pequenos partidos.

Somando a votação de todos os candidatos por coligação, aí gera quanto cada aliança fará para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. A Justiça Eleitoral não considera eleito para deputado, quem tem mais votos, mas sim a soma dos votos de todos os candidatos por coligação. Em 2014, por exemplo, Vivaldo Costa, Larissa Rosado, Adan Eridan, Major Fernandes, Bispo Francisco de Assis, Amazan e Leonardo Nogueira tiveram mais votos que os deputados Souza Neto (PHS) e Carlos Augusto Maia (PCdoB), que conseguiram pouco mais de 20 mil votos em alianças menores.

A “chapa fechada” Carlos Eduardo (Governo), Garibaldi Filho e José Agripino (Senado) estão enfrentando problemas na questão das nominatas do PDT, MDB e DEM. É que baseados em pesquisas e comparando o resultado de 2014, só tem medalhões para concorrer a Assembleia Legislativa: Hermano Morais, Adjuto Dias e Nelter Queiroz pelo MDB, além do deputado Getúlio Rego no DEM, que almejam mais de 50 mil votos. Álvaro Dias foi o menos votado do MDB com 34 mil votos, mas quando assumiu a Prefeitura do Natal em abril decidiu lançar o filho, Adjuto Dias, que tem perspectiva, graças a máquina pública municipal, para sair somente da capital com 20 mil votos, segundo analistas eleitorais. O PDT de Carlos Eduardo só tem a vereadora Nina Souza como postulante a Assembleia Legislativa.

O PSB do vice-governador Fábio Dantas só tem o deputado Ricardo Motta e analisa lançar a ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado. Alguns nomes menores foram incentivados como o jovem empresário Artur Maynard, de Caicó e o vereador Franklin Capistrano em Natal, mas juntos não conseguem 20 mil votos em todo Estado. Existe a possibilidade de lançar Fábio Dantas a estadual e tentar emplacar a deputada Cristiane Dantas do PPL como vice-governadora na chapa de Fátima Bezerra, do PT. Falta só convencer o PT aceitar uma aliança do PSB de Ricardo Motta, com o PHS de Souza Neto e o PCdoB de Carlos Augusto Maia.

O PT da senadora Fátima Bezerra tem nominata própria, mas não aceita aliança com o PHS do deputado Souza Neto e talvez faça com o PCdoB do deputado Carlos Augusto Maia. Os nomes do ex-prefeito de Parelhas, Francisco Medeiros, da vereadora Isolda Dantas (Mossoró), do vereador de São Gonçalo, Eraldo Paiva, da jovem Mada Maia, filha da deputada federal Zenaide Maia, além do vereador de São Paulo do Potengi, João Cabral, entre outros estão sendo mobilizados em cada região do Estado.

Já o PSD do governador Robinson Faria, tem uma chapa reforçada na proporcional. Os deputados Galeno Torquato, que atua no Alto Oeste, Vivaldo Costa no Seridó, Dison Lisboa no Agreste Potiguar e  Jacó Jácome em Natal e no segmento evangélico são postulantes à reeleição. Ederlinda Dias que parte com o apoio do prefeito de Macaíba, Fernando Cunha, e os ex-prefeitos Ivan Júnior (Assu) e Wellinson Ribeiro (Canguaretama), além de Raimundo Costa, ex-secretário estadual de Assuntos Fundiários e Reforma Agrária, também serão postulantes.

O PSB de Fábio Dantas, o PDT de Carlos Eduardo e o PSD de Robinson Faria devem ter a melhor chapa proporcional para desembarcar o PSDB que tem nove deputados, o PR de João Maia e o PP de Rosalba Ciarlini, que prioriza a reeleição do deputado federal Beto Rosado e a candidatura do publicitário Kadu Ciarlini a estadual.

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Fátima enfim esquece assuntos nacionais e se envolve na política local

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Em entrevista ao Agora RN a senadora Fátima Bezerra (PT) finalmente falou como pré-candidata ao Governo do Estado. Lula, Temer e cia ficaram em segundo plano na conversa.

Ela criticou o governador Robinson Faria (PSD) acusando-o de ser incompetente. “O Rio Grande do Norte é uma tragédia. Há incompetência nessa atual gestão. Dois anos sem o servidor ter o direito de chegar ao final do mês e receber o seu salário em dia. Fornecedor nem se fala. Capacidade de investimento é zero no Rio Grande do Norte. Temos, ainda, um rombo fiscal por mês, segundo a Tributação do Estado, que ultrapassa R$ 130 milhões”, explicou.

Ela ainda acrescentou que o governador traiu o PT.

Sobre o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) as críticas giraram em torno do palanque oligárquico que ele montou. “Carlos Eduardo representa a mesmice, o mesmo projeto conservador e oligárquico que vem predominando nesse estado há décadas. A nossa candidatura vai quebrar paradigmas”, disparou.

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Estagnação nas pesquisas é recado para Fátima Bezerra

Fátima esteve em Mossoró na semana passada. Ela começou a circular pelo Estado
Fátima esteve em Mossoró na semana passada. Ela começou a circular pelo Estado

A senadora Fátima Bezerra (PT) lidera todas as pesquisas para o Governo do Rio Grande do Norte e tem até alguma chance de vencer no primeiro turno, mas o salto alto pode indicar o caminho da derrota.

A líder nas pesquisas não conseguiu ultrapassar a média de 29% nas pesquisas. O desempenho é praticamente o mesmo da virada do ano. Enquanto isso até mesmo o governador mais impopular da história do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD), conseguiu crescer.

O principal adversário, o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT), também apresentou crescimento nas sondagens.

Essa situação é um recado para a pré-candidata ao Governo do Estado. Ela precisa se inserir no debate político local.

Se Fátima Bezerra seguir estagnada os adversários tendem a conquistar os eleitores indecisos e os mais arredios que tendem a deixar o “fora todos” de lado.

A causa mais óbvia para o não crescimento de Fátima Bezerra reside na distância dela nos assuntos do Rio Grande do Norte. A petista tem focado suas ações nos temas nacionais. Essa tese pode ser derrubada nas próximas pesquisas caso a senadora siga estagnada. É que nos últimos dias ela tem mudado o foco e estado mais presente no Estado.

O antipetismo, sobretudo na classe média, é outro fator que colabora com a estagnação de Fátima nas pesquisas. Mas é preciso ficar atento que ela não depende desse eleitorado para vencer as eleições nem teria esse voto.

Uma vitória eleitoral passa por uma série de fatores e um dos mais importante é a política de alianças. Até aqui o PT fechou questão com PHS e PC do B. É preciso ter parcerias com outros partidos para ter tempo de TV e ampliar o palanque.

Há a possibilidade remota de uma parceria política com o Solidariedade. Os entendimentos com o PSB ficaram mais mornos após a vaia dada pela militância petista ao deputado federal Rafael Motta, presidente estadual do partido.

Fátima lidera, mas se não crescer até as convenções pode iniciar a campanha sobre a sombra de uma virada. Carlos Eduardo Alves é a principal ameaça.

 

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Média de Carlos Eduardo nas pesquisas eleitorais apresenta oscilação. Fátima Bezerra tem números estáveis

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No domingo o site Agora RN publicou uma pesquisa eleitoral do Instituto Seta apontando que a senadora Fátima Bezerra (PT) segue liderando para o Governo do Estado. No dia seguinte, a Consult anunciou através da 98 FM uma sondagem apontando a petista com um percentual praticamente idêntico.

O Blog do Barreto tirou a média percentual das duas pesquisas dos seis nomes que seguem no cenário eleitoral, excluindo da tabulação nomes que os institutos insistem em incluir nas listas políticos que já desistiram da disputa como o deputado estadual Kelps Lima (SD) e gente que nunca se colocou como candidato ao Governo como o ex-senador Geraldo Melo (PSDB). Nos limitamos aos que seguem na disputa considerando como nulos os votos em quem não é pré-candidato.

Os institutos utilizam metodologias diferentes e nem sempre visitam as mesmas cidades, mas seguindo uma estratégia comum nas coberturas eleitorais americanas, foi tirada uma média.

Sendo assim somente o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) ficou com uma variação elevada no comparativo entre os números dos dois institutos. Os demais pré-candidatos ficaram bastante aproximados.

Lembrando que a pesquisa do Instituto Consult foi realizada entre os dias 17 e 20 de maio e a do Instituto Seta aconteceu entre os dias 11 e 13 de maio.

Confira abaixo o boxe com a média dos dois candidatos nas pesquisas.

Média dos candidatos ao Governo do Estado

Candidato Seta Consult Média
Fátima Bezerra 29,3% 29,24% 29,27%
Carlos Eduardo Alves 12% 18,88% 15,44%
Robinson Faria 8,4% 9,06% 8,73%
Fábio Dantas 0,5% 3,12% 1,81%
Carlos Alberto 1% 1,35% 1,75%
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