Confiança do empresariado potiguar é a maior em cinco anos

A confiança do empresário industrial potiguar aumentou significativamente em novembro. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) atingiu 59,7 pontos este mês, o que representa aumento de 5,6 pontos na comparação com outubro. Com esse crescimento, o ICEI alcançou o patamar mais elevado desde fevereiro de 2013 – período anterior à crise econômica -, quando o indicador chegou a 60,3 pontos. Além disso, o ICEI chega ao quarto mês consecutivo de resultados positivos, acumulando alta de 10,3 pontos no período. A análise dos componentes do ICEI mostra que o índice melhorou por conta tanto das condições correntes de negócios, menos negativas, como das perspectivas para os próximos seis meses, mais otimistas. A pesquisa mostra ainda que os empresários de todos os portes e segmentos industriais do Rio Grande do Norte estão confiantes.

Quanto ao ICEI nacional, a tendência também foi de aumento da confiança. De acordo com a CNI, o ICEI subiu 9,5 pontos, passando de 53,7 para 63,2 pontos, mostrando que os empresários estão mais confiantes do que no mês anterior. Com isso, o indicador atingiu o maior valor desde setembro de 2010, quando registrou 63,3 pontos. A confiança dos industriais cresceu significativamente na passagem de outubro para novembro, entre todos os portes de empresa, segmentos industriais e regiões do país. A distinção em relação ao ICEI potiguar está em que o indicador nacional mostra que os empresários estão confiantes tanto no que diz respeito às condições atuais, quanto em relação aos próximos seis meses. A confiança potiguar, por sua vez, continua restrita às expectativas.

CONFIRA A ÍNTEGRA DO ICEI FIERN

Para maiores informações sobre o ICEI nacional, favor acessar o link:

http://www.portaldaindustria.com.br/estatisticas/icei-indice-de-confianca-do-empresarioindustrial/

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FIERN participa da 30ª da FICRO

Esta semana Mossoró sedia a 30ª edição da Feira da Indústria e Comércio da Região Oeste – FICRO 2019. A FIERN é parceira do evento e participa este ano com stand e minicursos. O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales de Araújo, diretores e gestores participaram da solenidade de abertura da FICRO 2018, que foi transmitida ao vivo pela TCM Telecom, e contou ainda com a presença da prefeita Rosalba Ciarlini.

“Aqui é uma oportunidade de fazer negócios, sim. E também de mostrar o talento, a qualidade e o esforço do nosso trabalho”, destacou a prefeita que enfatizou a importância da feira para fomentar a economia de Mossoró e da região.

A abertura contou ainda com a participação do presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (Acim), José Carlos, que agradeceu o apoio recebido pelas instituições parceiras. Também estiveram presentes os presidentes da Fecomercio, Marcelo Queiroz; da FCDL, Afrânio Miranda; José Nilson Lopes; e do superintendente do SEBRAE, José Ferreira de Melo Neto.

A FICRO 2018 acontece este ano de 7 a 10 de novembro, na Estação das Artes. São 225 expositores abertos a partir das 18h e a entrada é gratuita.

Reunião de diretoria

A reunião mensal de diretoria da FIERN aconteceu nesta quinta-feira (08), em Mossoró. Além da prestação de contas sobre as ações desenvolvidas no período, esta reunião abordou também o resultado das eleições 2018 e as expectativas em torno do executivo e do legislativo estadual e federal.

O presidente do Sistema FIERN, Amaro Sales, destacou a realização da edição especial do Fórum FIERN Caminhos do RN com os candidatos ao Governo do Estado no 2º Turno e também sobre o encontro que teve com a governadora eleita, Fátima Bezerra.

“Tivemos uma conversa produtiva e acredito que vamos conseguir trabalhar em prol do desenvolvimento do RN”, destacou Amaro Sales. É tradição da FIERN realizar anualmente uma reunião da diretoria em Mossoró.

Participaram este ano os diretores Pedro Terceiro de Melo, Roberto Serquiz, Heyder Dantas, Francisco Vilmar Pereira, João Lima, Euzim Santos, Vinícius Costa Lima, Ricardo Valença, Francisco Soares, Jorge Bastos, José Nóbrega, Francisco Assis de Medeiros, Francisco Souto Filho, Alberto Serejo, Vilmar Pereira Segundo, Silvio Torquato, José Zélito Nunes,

Além dos presidentes de sindicatos filiados: Dalton Cunha (Sindleite), Ivanaldo Maia (Sindipan Natal), Ednaldo Barreto ( Sindal) e Cenário Melo (Sindipan Mossoró).

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Senai/RN discute parceria com Governo Alemão

O CTGAS-ER recebeu hoje (06) comitiva alemã composta pela diretora do Ministério Federal de Economia e Energia da Alemanha, Ursula Borak, e do diretor-geral para Cooperação Política e Econômica em Assuntos Energéticos do Ministério Federal de Economia e Energia da Alemanha – BMWI, Klaus Hachmeier, para apresentar a estrutura do SENAI/RN na área de energias renováveis e a viabilidade para realização de uma parceria. O presidente da FIERN, Amaro Sales de Araújo, esteve presente e destacou a realização do Encontro Econômico Brasil – Alemanha (EEBA) no próximo ano, em Natal.

“O tema de energias será tratado no EEBA, assim como as micro e pequena empresas. Esperamos ter uma grande presença de empresários brasileiros e alemães”, disse Amaro Sales, enfatizando ainda que o evento irá apresentar o Nordeste brasileiro e não apenas o RN. Ele que também é presidente da Associação Nordeste Forte, afirmou que os nove estados da região estarão presentes; e que está viabilizando a participação do empresariado da região Norte.

A diretora do Ministério Federal de Economia e Energia disse que há o interesse de trazer recursos para região, e também de levar empresários brasileiros para investir na Alemanha. “Tive o prazer de participar dos últimos dois Encontros Econômicos Brasil-Alemanha e estamos muito ansiosos pelo próximo que será aqui”, afirmou Ursula Borak que foi corroborada pelo diretor-geral para Cooperação Política e Econômica, Hachmeier. “Queremos levar empresas daqui para a Alemanha e da Alemanha para cá, mas isso só pode funcionar com uma boa base na parceria, com troca de informação e tecnologia”, enfatizou ele.

O cônsul honorário da Alemanha no RN, Axel Geppert, que orientou a visita da comitiva ao RN, falou sobre as parcerias já existentes entre o Brasil e a Alemanha, com destaque para a “passivhaus” (“Casa Passiva”), inaugurada em julho, e construída na unidade do SENAI em São Gonçalo do Amarante. “Construímos recentemente uma casa voltada para a economia de energia. Ela consegue poupar até 75% da energia. Os tijolos vieram da Alemanha e já estão sendo certificados pelo SENAI. Podemos com esta tecnologia por um fim no déficit habitacional do Brasil”, disse.

Visita ao RN

Pela manhã a comitiva visitou as instalações da empresa de carcinicultura Camanor, no município de Canguaretama, e também conheceu os laboratórios e instalações técnicas do Centro de Tecnologias do Gás e Energias Renováveis do SENAI (CTGAS-ER). As visitas foram guiadas pela diretora Cândida Amália.

Também integram a delegação o conselheiro Econômico na Embaixada da Alemanha e Representante do Ministério Federal de Economia e Energia – BMWI na Embaixada em Brasília, Christian Segnitz; o cônsul Honorário da Alemanha no RN, Axel Geppert; o diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia – MME, Carlos Alexandre Pires; Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Ministério de Minas e Energia – MME, Eduardo Azevedo; a diretora do Escritório da Germany Trade & Invest (GTAI) no Brasil, Gloria Rosa.

Além de representantes da Sociedade alemã para a Cooperação Internacional – GIZ, entidade parceira do CTGAS-ER, Annelie Albers, Bernardo Doerr e Carmen Langner; o assistente da Cônsul Geral da Alemanha para o Nordeste, Bernardo Fialho, o representante da Câmara de Comércio e Indústria Brasil Alemanha – AHK São Paulo, Bernd dos Santos Meyer e o intérprete Frank Duesberg.

Também participaram do encontro os diretores do Sistema FIERN, Heyder Dantas, Djalma Barbosa Júnior e José Nóbrega; o diretor regional do SENAI, Emerson Batista; o gerente do Centro Internacional de Negócios, Luiz Henrique Guedes; e o superintendente de relações institucionais da FIERN, Helder Maranhão.

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Heróis da resistência

Por Amaro Sales de Araújo*

Apesar do Estado, a indústria nacional industrializou o Brasil. Sobreviveu, cresceu, e ajudou a transformar o país numa potência econômica no cenário internacional. Impossível se pensar no Brasil atual, sem reconhecer, em todas as áreas este legado.

Os industriais nacionais resistiram a inúmeros planos econômicos desastrosos; a inflações estratosféricas; ao cerco das licenças ambientais; medidas regulatórias e fiscalizações draconianas; ao chamado “Custo Brasil”; à burocracia (chegamos ao ponto de ter um “Ministério da Desburocratização”!), e ajudaram a inscrever o país como oitava economia do mundo. Infelizmente, muitos ficaram pelo caminho.

No entanto, apesar do generalizado ambiente hostil aos negócios, o setor empresarial nacional tem avançado. Os números mostram a pujança e importância deste segmento para a economia. A indústria, como um todo, representa 18,5% do PIB (1,2 trilhão de Reais); responde por 51,3% da receita de exportação (111,7 bilhões de dólares); por 68% da pesquisa e desenvolvimento do setor privado e por 32% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias).

Para cada R$ 1,00 produzido na indústria, são gerados R$ 2,32 na economia como um todo. Nos demais setores, o valor gerado é menor: R$ 1,67 na agricultura e R$ 1,51 nos comércio e serviços. A indústria contribui com R$ 1,2 trilhão para a economia brasileira; emprega 9,4 milhões de trabalhadores; e é de 20% sua participação formal no país.

Nesse contexto, chama atenção a força, coragem e criatividade do microempreendedor. O país conta hoje com 11.835.084 empresas ativas. Desse total, 99% são Micro e Pequenas Empresas (MPEs) e MEIs. As MPEs respondem por 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado (19 milhões).

Este ano, apesar da crise, o número de empresas optantes pelo Simples chegou a 11,4 milhões, sendo 6,6 milhões de MEI e 4,8 milhões de ME e EPP. Segundo dados do Sebrae este ano, as Micro e Pequenas Empresas (MPE) criaram 330 mil postos no período de 2017.

Somente o desconhecimento desses números pode levar alguém a diminuir a importância desse segmento para o país e menosprezar a epopéia em que se transformou ser empresário no Brasil.

Costuma-se dizer, com razão, que “O Brasil não é para amadores”. Os empresários que o digam! Esses anônimos “heróis da resistência” tem resistido como podem e jamais se negaram a dar sua contribuição para desenvolver o país.

Não defendemos privilégios para este ou aquele setor específico, mas regras claras e ambiente de negócio favorável. Defendemos, sim, a Democracia liberal e a livre iniciativa, aliás, cláusulas previstas na nossa Constituição, e imprescindíveis ao Capitalismo sustentável e com responsabilidade social.

O setor industrial é um grande termômetro da nossa economia. Se ele vai mal, a economia sofre, se ele vai muito bem, a economia avança. Não existe mágica para o país retomar o rumo do crescimento. As “invenções da roda” tentadas tantas vezes na economia todos sabemos como acabaram.

Todos os países têm política industrial. Têm uma estratégia para fortalecer seu setor industrial. É só observar como os governos dos Estados Unidos e da China cuidam dos seus respectivos setores industriais. O Brasil também deve tê-la, sempre que possível de forma horizontal, e, claro, podem existir mecanismos, que podem constantemente ser avaliados e ajustados.

Nesse momento de transição governamental, é necessário bom senso, humildade e diálogo para juntos construirmos o Brasil que todos queremos. Independente de quem seja o presidente ou os ministros, temos que produzir, gerar emprego e renda para manter a máquina pública funcionando.

Juntos e voltados para os mesmos objetivos, podemos fazer um país melhor para todos; desunidos e sem rumo não chegaremos a lugar nenhum.

* É presidente da FIERN (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte) e do COMPEM/CNI (Conselho da Micro e Pequena Empresa)

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Pesquisa Certus aponta vantagem de 13 pontos percentuais de Haddad sobre Bolsonaro no RN

O candidato a presidente da república Fernando Haddad (PT) teria uma vantagem de 13 pontos percentuais nos votos válidos sobre Jair Bolsonaro (PSL) no Rio Grande do Norte. É o que aponta a pesquisa do Instituto Certus realizada sob encomenda da Federação das Indústrias do RN (FIERN).

Votos válidos

Fernando Haddad 56,50%

Bolsonaro 43,50%

Nos votos totais (que incluem brancos, nulos e indecisos) a vantagem é de dez pontos.

Votos totais

Fernando Haddad 45,96%

Bolsonaro 35,39%

Nenhum 13,76%

Não sabe 4,61%

Não respondeu 0,28%

REJEIÇÃO

A pesquisa ainda avaliou a rejeição dos candidatos. Com relação a Fernando Haddad o quadro ficou assim:

Não votaria nele de jeito nenhum 44,47%

Votaria nele com certeza 40,71%

Poderia vir a votar nele 12,91%

Não respondeu 1,77%

Não sabe 0,14%

Já em relação a Jair Bolsonaro o quadro de rejeição ficou da seguinte forma:

Não votaria nele de jeito nenhum 54,61%

Votaria nele com certeza 33,48%

Poderia vir a votar nele 10,14%

Não respondeu 1,77%

A pesquisa Certus/FIERN foi realizada de 22 a 25 de outubro, com 1410 entrevistas, 40 municípios do RN, margem de erro 3%, intervalo de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral tem os protocolos BR-05145/2018 e RN-04070/2018.

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Pesquisa Certus traz 7 pontos percentuais de vantagem para Fátima

Foi divulgada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) mais uma rodada de pesquisa do Instituto Certus que traz uma vantagem de sete pontos percentuais nos votos válidos para Fátima Bezerra (PT) sobre Carlos Eduardo Alves (PDT) na corrida ao Governo do Estado.

Confira os números

Fátima Bezerra 53,50%

Carlos Eduardo 46,50%

Nos votos totais a vantagem é de seis pontos percentuais para a candidata do PT.

Fátima Bezerra 46,45%

Carlos Eduardo 40,35%

Nenhum 9,50%

Não sabe 3,55%

Não respondeu 0,14%

REJEIÇÃO

O Instituto Certus também avaliou a rejeição dos candidatos.

Sobre Fátima Bezerra 42,41% disseram que não votariam nela de jeito nenhum, 41,91% que votaria nela com certeza, 14,68% poderiam votar nela, 0,92% não responderam e 0,07% não sabe.

Já a respeito de Carlos Eduardo 41,42% não votariam nele de jeito nenhum, 36,60% votariam nele com certeza, 20,85% poderiam votar nele, 0,99% não respondeu e 0,14% não sabe,

A pesquisa Certus/FIERN foi realizada de 22 a 25 de outubro, com 1410 entrevistas, 40 municípios do RN, margem de erro 3%, intervalo de confiança de 95%. O registro na Justiça Eleitoral tem os protocolos BR-05145/2018 e RN-04070/2018.

 

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Pesquisa mostra “voto casado” no RN

A pesquisa Certus encomendada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) apontou que o voto de Fernando Haddad está “casado” com o de Fátima Bezerra e o de Jair Bolsonaro “casa” com o de Carlos Eduardo Alves,

A sondagem mostra que 76,60% do eleitorado de Fernando Haddad vota em Fátima Bezerra e 72,90% do de candidato Jair Bolsonaro vota em Carlos Eduardo.

Isto mostra que a polarização nacional se reproduz no Rio Grande do Norte.

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Carlos Eduardo herda mais votos de candidatos derrotados

Foi o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) quem mais herdou os votos dos candidatos derrotados no primeiro turno. É o que indica a pesquisa Certus/Fiern divulgada hoje.

Confira os números:

Robinson Faria: 47,57% para Carlos e 33,98% para Fátima

Brenno Queiroga: 62,71% para Carlos e 22,03% para Fátima

Prof. Carlos Alberto: 35,71% para Carlos e 28,57% para Fátima

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Fátima Bezerra inicia segundo turno mantendo dianteira sobre Carlos Eduardo

A senadora Fátima Bezerra (PT) iniciou o segundo turno com vantagem sobre o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT). É o que aponta a pesquisa Certus encomendada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN).

Nos votos válidos (que excluem brancos, nulos e indecisos) Fátima lidera com 53,62% seguida por Carlos Eduardo com 46,38%.

No cenário estimulado (que apresenta lista de candidatos) Fátima aparece com 44,61% contra 38,58% de Carlos Eduardo. Nenhum tem 9,72%, não sabe 6,88% e não respondeu 0,21%.

No cenário espontâneo (quando não é apresentada a lista de nomes) Fátima Bezerra tem 39,22%, Carlos Eduardo 34,40%, não Sabe 15,67%, nenhum 9,65%% e outro 0,35%.

A pesquisa Certus/FIERN ouviu 1.410 pessoas no Rio Grande do Norte entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018.

 

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Haddad lidera pesquisa Certus/FIERN no RN

Com 56,82% dos votos válidos (excluindo brancos, nulos e indecisos) o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT) seria o candidato a presidente mais votado no Rio Grande do Norte segundo a pesquisa Certus encomendada pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN).

O candidato do PSL Jair Bolsonaro aparece com 43,18% da preferência dos potiguares.

Na pesquisa estimulada (que apresenta a lista de candidatos) o petista tem 45,46% contra 34,54%% de seu adversário. Nenhum tem 11,42%, não sabe 8,37% e não respondeu 0,21%.

Na pesquisa espontânea (quando não é apresentada a lista de candidatos) Fernando Haddad tem 41,28%, Jair Bolsonaro 32,91%, não sabe 13,55%, nenhum 11,63%, outro 0,35% e não respondeu 0,28%.

A pesquisa Certus/FIERN ouviu 1.410 pessoas no Rio Grande do Norte entre os dias 10 e 13 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR – 00385/2018 e RN – 02146/2018.

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