TRE aprova contas de deputados eleitos

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aprovou as contas dos deputados estaduais Galeno Torquato (PSD) e Gustavo Carvalho (PSDB).

Os processos estiveram respectivamente sob relatoria dos juízes André Pereira Luís Gustavo Smith. A corte eleitoral aprovou as contas por unanimidade.

Já são seis prestações de contas julgadas pela Justiça Eleitoral potiguar referentes ao pleito de 2018. As outras quatro, que foram analisadas na sessão da última quinta-feira (28), se referiram aos seguintes candidatos eleitos para o cargo de deputado estadual: Cristiane Dantas (PPL), Ubaldo Fernandes (PTC), Tomba Farias (PSDB) e Albert Dickson (PROS).

 

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Deputado estadual é condenado na Justiça Federal

Galeno sofre condenação por atos de quando era prefeito de São Miguel

O Ministério Público Federal (MPF) conseguiu a condenação do ex-prefeito de São Miguel (RN) e atual deputado estadual José Galeno Diógenes Torquato. Além do político, cinco pessoas e três construtoras também foram condenadas por improbidade administrativa. Em 2010, Galeno e os demais envolvidos participaram de um esquema que desviou recursos públicos destinados à construção de uma Unidade Básica de Saúde.

Aproximadamente R$ 34 mil (em valores atualizados até 2016) foram recebidos pelo Município de São Miguel, através de um convênio celebrado com o Ministério da Saúde, e deveriam ter sido usados para custear a construção de um posto de saúde. Galeno Torquato não realizou a licitação pública exigida por lei e repassou parte da verba para uma empresa “escolhida a dedo”. A beneficiada foi a Construser Construção e Serviços de Terraplanagem Ltda, administrada por José Audísio de Morais.

Na tentativa de ocultar o desvio de dinheiro público, o ex-prefeito contou com a ajuda do ex-presidente de sua Comissão Permanente de Licitação (CPL), Walkei Paulo Pessoa Freitas, que forjou uma série de documentos para fazer crer que a escolha da empresa teria ocorrido através de uma licitação, tentando dar “aparência de legalidade” à contratação. As irregularidades foram descobertas através do trabalho da Corregedoria-Geral da União (CGU).

A partir das investigações, mais atividades suspeitas envolvendo a Construser vieram à tona. Entre elas, o fato de a organização já ter sido contemplada em outras licitações, inclusive com empresas administradas por familiares de José Audísio. O esquema também envolveu vínculos empresariais e beneficiou uma terceira pessoa jurídica – a Construtora Aurorense, administrada pelo réu Francisco Barbosa Lima.

Para o Ministério Público Federal, “a participação das mesmas empresas, que, por sua vez, eram administradas por familiares e parceiros comerciais, em várias cartas convites, alternando-se apenas as vencedoras, sinaliza que os agentes públicos do Município de São Miguel atuaram efetivamente em todo o esquema”.

O desvio dos recursos fez com que o posto de saúde não fosse concluído como previsto. O engenheiro do município na época, Antônio Lisboa Sobrinho, até assinou o Termo de Recebimento Definitivo da Obra, mas uma visita da CGU comprovou que ocorreu superfaturamento. O Ministério da Saúde utilizou essas informações para exigir que Galeno Torquato restituísse parte dos recursos que correspondiam à parcela inacabada da obras, no total de cerca de R$ 24 mil. No entanto, o ex-prefeito não cobrou tais valores da empresa contratada, fazendo a devolução, segundo afirmou, com recursos próprios, o que, porém, não foi comprovado.

Sentença

Walkei Paulo Pessoa Freitas, Francisco Barbosa Lima e Alberico Medeiros Martins, sócio-administrador da empresa Constep Construção e Serviços de Terraplanagem, foram condenados a pagar multa civil no valor de R$ 10 mil, não poderão contratar com o Poder Público por cinco anos, e ainda tiveram os direitos políticos suspensos pelo mesmo período. As construtoras Constep e Aurorense também foram sentenciadas a pagar multas no valor de R$ 10 mil cada, além de impedidas de negociar com o Poder Público por cinco anos.

Tanto Antonio Lisboa Sobrinho quanto Galeno Torquato, José Audísio de Morais e a construtora Construser foram condenados a promover o ressarcimento ao erário, em solidariedade, de mais de R$ 24 mil. Antonio Lisboa também deverá pagar multa civil no valor de R$ 5 mil, enquanto que José Audísio, o ex-prefeito e a Construser foram multados em R$ 20 mil. Os quatro não poderão contratar com o Poder Público por cinco anos e tiveram os direitos políticos suspensos pelo mesmo período. Da decisão ainda cabem recursos.

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Grupo empresarial garantiu votos de Galeno em Mossoró

Galeno é amigo de empresários que deram “uma força” em Mossoró

Foram meros 315 votos no domingo. Nada que se compare com os 12.306 sufrágios de quatro anos atrás. Mas mesmo assim teve quem achou muita boa vontade de Mossoró com o deputado estadual Galeno Torquato (PSD) que prometeu defender os interesses da cidade e terminou por ignorá-la.

O eleitor de Mossoró retribuiu o desprezo, mas a colônia de São Miguel (terra de Galeno) capitaneada pelos empresários do Grupo Santa Clara garantiu alguns votos para ele na cidade.

Os proprietários do Grupo Santa Clara são amigos pessoais de Galeno e deram aquela força ao deputado.

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Eleitor mossoroense devolve desprezo de Galeno nas urnas

Blog Carol Ribeiro

Qual é o mossoroense que não lembra de Galeno Torquato? O ex-prefeito do município de São Miguel, que conseguiu ascender à Assembleia Legislativa em 2014 graças a ajuda dos eleitores da cidade.

Como candidato a tiracolo do ex-prefeito de Mossoró, Francisco José Junior (PSD), Galeno conseguiu uma votação recorde para um candidato de fora: 12.306 votos em Mossoró.

Ficou atrás só da mossoroense Larissa Rosado (então PSB), que obteve 24.585 votos, e não foi eleita.

Depois disso, a população, que não tem tradição de escolher nomes de fora, viu o deputado eleito evaporar. O colega de partido de Robinson Faria poucas vezes voltou ao município e mal levantou bandeiras que beneficiassem Mossoró.

A resposta do eleitor da maior cidade do Oeste Potiguar foi devolver o desprezo. Nas eleições do último domingo (07), Galeno Torquato teve apenas 315 votos dos mossoroenses.

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Parceiros políticos vão relatar contas de Robinson e Rosalba

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A análise das gestões de Rosalba Ciarlini (PP) e do atual governador Robinson Faria (PSD) estarão com relatorias sob os auspícios de parceiros políticos na Comissão de Orçamento, Finanças e Fiscalização.

As contas da ex-governadora referentes ao ano de 2013 ficarão sob relatoria do ex-líder da gestão rosalbistas na Assembleia Legislativa, Getúlio Rego (DEM).

As contas de 2015, já da gestão de Robinson, ficam sob relatoria de Galeno Torquato (PSD). Já a polêmica análise dos números de 2016 (ver AQUI), que pode levar o governador a ser punido por crime de responsabilidade, ficam com José Dias (PSDB), parceiro de longa data do chefe do executivo estadual.

Nota do Blog: as contas de 2014 foram aprovadas antes das de 2013.

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Suplente de vereador nega parceria política com Galeno e revela apoio a outro candidato

Cícera-Nogueira

A ex-vereadora Cícera Nogueira (PSD), agora na condição de suplente, ela esteve conversando com o deputado estadual Galeno Torquato (PSD), mas garantiu que não foi nada no sentido de fechar parceria política.

A suplente explicou que nas eleições deste ano o candidato dela será o deputado estadual Carlos Augusto Maia que está trocando o PSD pelo PC do B segundo a mídia natalense. “Meu compromisso é com Carlos Augusto Maia e, inclusive, estaremos realizando um evento juntos em Mossoró”, explicou.

Cícera Nogueira teve duas passagens pela Câmara Municipal. A primeira por pouco mais de um ano entre 2006 e 2007, substituindo Renato Fernandes, que estava licenciado para dirigir a Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN) e outra, em definitivo, entre 2014 e 2016 quando herdou a vaga de Francisco José Junior, que fora eleito prefeito de Mossoró em pleito suplementar.

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Conheça o trio de suplentes que estão fechando parceria política com deputado Galeno em Mossoró

Galeno x Sandra
Passagem mais marcante de Galeno por Mossoró foi um “bate-boca” com a vereadora Sandra Rosado

O deputado estadual Galeno Torquato está montando um staff político para sustentar a candidatura dele à reeleição este ano.

O trio de suplentes é formado pelo ex-presidente da Câmara Municipal Jório Nogueira (PSD), Cícera Nogueira (PSD) e o polêmico Tomaz Neto (PDT). O grupo somou 5.098 votos nas eleições de 2016, menos da metade dos 12.306 sufrágios recebidos há quatro anos por Galeno em Mossoró.

Neste ano, Galeno não terá o apoio importante da Prefeitura de Mossoró nem de um expressivo grupo de vereadores. Ainda pesa contra ele o desgaste por ter decepcionado os eleitores locais como “deputado de Mossoró”.

Em recente enquete do Blog do Barreto no grupo desta página no Facebook, ele foi escolhido o político com mandato mais “ingrato” com os eleitores da cidade (ver AQUI).

Apesar disso, ele sabe do peso de Mossoró nas eleições. Na segunda cidade do Rio Grande do Norte ele recebeu 19,44% dos 63.286 votos que conquistou no Estado.

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Galeno é escolhido o político com mandato mais ingrato com o eleitor de Mossoró

Francisco José Junior no auge da popularidade prometendo que Galeno seria o "deputado de Mossoró"
Francisco José Junior no auge da popularidade prometendo que Galeno seria o “deputado de Mossoró”

O deputado estadual Galeno Torquato (PSD) foi escolhido com 56,48% dos votos pelos leitores do Blog do Barreto como o político mais ingrato com o eleitor de Mossoró.

O percentual é expressivo partindo do pressuposto de que a disputa contou com a presença de outros oito políticos. Juntos eles obtiveram 43,52%.

A decepção com Galeno em Mossoró não é por acaso. Nas eleições de 2014, ele obteve 12.306 votos na segunda cidade do Rio Grande do Norte, ficando atrás apenas da deputada estadual Larissa Rosado (PSB). O desempenho teve papel fundamental do então prefeito Francisco José Junior (PSD) e um grupo de vereadores.

A votação de Galeno em Mossoró equivaleu a 19,44% dos 63.286 sufrágios conquistados pelo deputado em todo o Estado nas eleições de 2014. Tanto que mesmo com atuação apagada na cidade ele tenta formar um grupo de apoio aqui e já fechou com três suplentes de vereador que vão cuidar da campanha dele na cidade.

Galeno foi eleito prometendo ser um “deputado de Mossoró”, mas com exceção do Restaurante Popular do Campus Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) não há registro de outras benfeitorias trazidas para a cidade pelas suas mãos. E olhe que o deputado prestigiadíssimo no governo Robinson Faria (PSD), o segundo colocado na enquete realizada pelo Blog no Grupo no Facebook.

O terceiro lugar foi do senador José Agripino (DEM) e o quarto da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Seguida por Sandra Rosado (PSB), Fábio Faria (PSD), Larissa Rosado (PSB) e os senadores Fátima Bezerra e Garibaldi Filho (MDB).

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Galeno articula grupo de apoio em Mossoró

Galeno foi o candidato de Francisco José Junior e Robinson em Mossoró
Galeno foi o candidato de Francisco José Junior e Robinson em Mossoró

Uma das perguntas mais frequentes da política mossoroense nos últimos anos é: o deputado estadual Galeno Torquato (PSD) terá coragem de aparecer em Mossoró atrás de votos em 2018?

Já posso responder a pergunta. Na semana passada ele esteve discretamente na cidade reunido com um trio de suplentes de vereador em um hotel.

Galeno está formando um grupo de apoio em Mossoró que lhe deve render uma votação bem mais modesta que a de 2014 quando contou com o apoio do então prefeito Francisco José Junior no auge da popularidade.

Há quatro anos, o parlamentar saiu da condição de ilustre desconhecido para a de segundo deputado estadual mais votado com 12.306 votos, ficando à frente de nomes locais como o então deputado estadual Leonardo Nogueira.

De lá para cá, Galeno pouco apareceu pela cidade e não cumpriu a promessa de ser o “deputado de Mossoró”.

Em enquete do Blog do Barreto no Facebook, Galeno lidera como o político com mandato mais ingrato com os mossoroenses (ver AQUI).

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