MP Eleitoral contesta candidaturas de Geraldo Melo e Magnólia

Candidaturas são contestadas pelo MP Eleitoral

Os candidatos ao Senado Geraldo Melo (PSDB) e Magnólia Figueredo (SD) tiveram suas respectivas postulações contestadas pelo Ministério Público Eleitoral.

A ex-atleta é funcionária da Prefeitura de Natal e não teria se desincompatibilizado dentro do prazo para a disputa e não apresentou quitação eleitoral relativa ao pleito de 2016 quando foi candidata a vice-prefeita de Natal.

O ex-senador tem uma questão mais complexa. Ele está na lista de inelegíveis do Tribunal de Contas da União (TCU) por causa de falhas na prestação de contas do PSDB em 1997. A condenação estaria em vigor dentro do que está estabelecido na lei da ficha limpa.

Com informações da Agência Saiba Mais

Compartilhe:

Pesquisa Seta mostra cenário em aberto para o Senado com 65% dos eleitores sem candidatos definidos

Hoje o Blog do BG divulgou mais uma rodada de pesquisa do Instituto Seta. Na sondagem para o Senado um dado alarmante: 65,4% (soma de indecisos e os que dizem anular o voto) dos eleitores potiguares não definiram um nome para a alta câmara.

O Blog do Barreto seguindo a metodologia do Tribunal Superior Eleitoral somou os dois votos (divididos em primeiro e segundo pelo Seta) e dividiu tirando uma média percentual.

O Instituto apontou um tríplice empate entre Garibaldi Alves Filh (MDB), Zenaide Maia (PHS) e Capitão Styvenson (REDE) separados por apenas 0,2%.

Abaixo os números da sondagem estimulada:

 

Candidato 1º voto 2º voto Média/TSE
Garibaldi Alves Filho (MDB) 14,2% 2,5% 8,35%
Zenaide Maia (PHS) 14% 2,5% 8,25%
Capitão Styvenson (REDE) 13,3% 3% 8,15%
Geraldo Melo (PSDB) 6,1% 3,1% 4,6%
Antônio Jácome (PODE) 4,5% 1,3% 2,9%
Magnólia Figueredo (SD) 1,5% 0,5% 1%
Prof. Lailson (PSOL) 1,2% 0,5% 0,85%
Alexandre Mota (PT) 0,5% 0,2% 0,35%
Joanilson Rego (DC) 0,2% 0,1% 0,15
Ninguém/nulo/branco 36,9% 51,1% 44%
NS/NR 7,7% 35,2% 21,4%

 

Compartilhe:

Saída de Agripino turbina Geraldo. Entrada de Styvenson prejudica Zenaide

A eleição para o Senado caminha para ser a mais emocionante dos últimos anos. Neste momento quatro nomes despontam como viáveis e outros dois ainda podem chegar dependendo do desenrolar da campanha que começa dia 16 de agosto.

Até o mês de maio, o pleito caminhava para uma disputa entre o senador Garibaldi Alves Filho (MDB) e a deputada federal Zenaide Maia (PHS) para saber quem seria o mais votado. O senador José Agripino (DEM) corria por fora.

Mas o quadro mudou bastante por dois fatos novos. Primeiro a desistência de José Agripino. Depois a entrada de capitão Styvenson Valentim (sem partido).

A saída de Agripino deu fôlego a Geraldo Melo que estava distante dos principais concorrentes. O “Tamborete” acabou absorvendo a boa parte do eleitorado agripinista. Ele passou a parecer em segundo lugar nas duas últimas pesquisas (IBOPE e Certus).

Por outro lado, a entrada de Capitão Styvenson atrapalhou Zenaide. Ela caiu de segundo (em algumas pesquisas chegou a liderar) para quatro lugar. O capitão ficou em terceiro na última sondagem do Instituto Certus.

Ainda dois nomes podem ganhar fôlego (ou não) nos próximos dias: Antônio Jácome (PODE) e Alexandre Mota (PT).

A disputa para definir dois representantes do Rio Grande do Norte no Senado tem tudo para ser das mais emocionantes das últimas décadas.

Compartilhe:

Pesquisa mostra cenário embolado para o Senado

1532870741447015

A pesquisa FIERN/Certus apontou que quatro nomes estão empatados tecnicamente para o Senado na soma do primeiro e segundo voto.

Quatro nomes disputam o cargo com intenções de voto variando dentro da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Apenas 3,1% separam o líder Garibaldi Alves Filho (MDB) da quarta colocada Zenaide Maia (PHS). Entre eles Geraldo Melo (PSDB) e Capitão Styvenson (sem partido).

Já no item rejeição o campeão é Garibaldi com 14,91% seguido por Geraldo Melo com 9,51%.

Veja os números tabulados para o Senado;

Soma de primeiro e segundo voto:

DjO3M1eXgAAoXJ5

Rejeição:

DjRYHvuVAAAinOk

Compartilhe:

Geraldo rebate TCU

Abaixo nota do ex-senador Geraldo Melo  (PSDB) sobre a notícia de que ele estaria inelegível.

A propósito de notícia que está sendo veiculada sobre alguma divida eleitoral que impediria a minha candidatura ao Senado Federal este ano, tenho a informar o seguinte:
1. O fato se refere a uma prestação de contas do PSDB apresentada em 1997 à justiça eleitoral, quando eu era Senador da República e residia em Basilia, estando, assim, inteiramente afastado da Administração do dia a dia do partido, embora permanecesse como seu presidente no Rio Grande do Norte;
2. A tesouraria do partido era ocupada pelo então Deputado estadual Petrônio Tinôco;
3. O assunto está entregue aos meus advogados, por mim autorizados a tomar as medidas que forem necessárias para solução do problema, inclusive com o pagamento das multas a que se refere o Tribunal de Contas da União, se for o caso.

Compartilhe:

Geraldo Melo aparece em lista de inelegíveis do TCU

Geraldo em lista de inelegíveis do TCU
Geraldo em lista de inelegíveis do TCU

Agência Saiba Mais

O ex-senador Geraldo Melo (PSDB) está na lista de inelegíveis divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A relação tem 7,4 mil nomes de gestores públicos que tiveram as contas rejeitadas por tribunais de contas em razão de irregularidades insanáveis. A lista completa pode ser acessada aqui

No Rio Grande do Norte, 270 contas foram julgadas irregulares pelo TCU e envolvem 189 pessoas, consideradas inelegíveis para o pleito de outubro.

Aos 83 anos, Geraldo Melo é pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada pelo atual governador Robinson Faria (PSD), que concorrerá à reeleição.

O processo que levou o TCU a classificá-lo como inelegível para as eleições de outubro é referente à prestação de contas do diretório estadual do PSDB em 1997. Geraldo Melo era o presidente do Partido naquele ano.

Além dele, também foram considerados responsáveis José Ferreira de Melo Neto, Pedro Ferreira de Melo Filho e Petrônio Tércio Bezerra de Melo Tinôco.

Com base nas informações repassadas pelo Tribunal de Contras da União (TCU) a Justiça Eleitoral poderá barrar a candidatura nas eleições de outubro de quem estiver na lista.

As contestações poderão ser feitas na Justiça Eleitoral a partir do dia 15 de agosto, quando termina o período de registro das candidaturas.

Geraldo foi senador da República e Governador do Estado do Rio Grande do Norte.

Defesa perdeu prazo

A defesa do ex-senador perdeu o prazo de 5 anos para pedir o recurso do acordão que rejeitou as contas dele. Ele foi notificado da decisão em 12 de novembro de 2012, mas só apresentou recurso de revisão em 29 de dezembro de 2017, ou seja, um mês após o prazo final.

O acordão nº 402/2018 divulgado pelo TCU em 7 de março deste ano afirma que o Tribunal não reconhece o recurso apresentado. O parecer do ministro relator do TCU Augusto Nardes afirma:

– Considerando que o recorrente foi notificado da deliberação recorrida na data de 12/11/2012; Considerando que o prazo para a interposição de recurso de revisão é de cinco anos, nos termos do art. 288 do Regimento Interno do TCU; Considerando que o recorrente apresentou o recurso contra o Acórdão nº 4.393/2009- 2ª Câmara, em 29/12/2017; Considerando, dessa maneira, que o presente recurso de revisão foi apresentado intempestivamente; Considerando os pareceres uniformes da Secretaria de Recursos e do Ministério Público junto ao TCU no sentido do não-conhecimento do presente recurso; Os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos quanto ao processo a seguir relacionado, ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. 143, inciso IV, alínea “b” e § 3º; 277, inciso IV, e 288, do Regimento Interno do TCU, em não conhecer do recurso de revisão, e em dar ciência ao recorrente e aos órgãos/entidades interessados do teor desta decisão.

De acordo com Lei de Inelegibilidades (LC 64/1990), conhecida como Lei da Ficha Limpa, quem exerceu cargo ou função pública e teve as contas de sua gestão rejeitadas, e não há mais como recorrer da decisão, não pode se candidatar a um cargo eletivo nas eleições que ocorrerem nos oito anos seguintes após a data da decisão final do tribunal de contas.

Compartilhe:

Pesquisa IBOPE mostra Garibaldi na dianteira em cenário embolado

Tribuna do Norte

O senador Garibaldi Filho (PMDB) está em primeiro lugar na pesquisa Ibope/Tribuna do Norte na corrida por uma das vagas em disputa para o Senado nas eleições deste ano. Ele aparece com 24%, no cenário estimulado na soma das duas opções que o eleitor fez na sondagem, uma vez que são duas cadeiras em disputa, nas eleições deste ano, por Estado. Em seguida, fica o ex-governador Geraldo Melo (PSDB), com 22%. Esses números se referem ao cenário estimulado.

O Capitão Styvenson (sem partido), com 19%; está em terceiro lugar. E a deputada Zenaide Maia (PHS), em quarto, com 18%. O deputado Antônio Jácome (Podemos) tem 12%.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos, o que indica uma disputa apertada.

Os demais pré-candidatos citados foram Alexandre Motta (PT), com 7%; Professor Lailson (PSOL), com 7%; Magnólia Figueiredo (Solidariedade), com 6%; e Joanilson de Paula (PSDC), com 2%.  Todos os percentuais são a soma das duas opções que podem ser feitas ao Senado.

As intenções de voto em branco ou nulo totalizam 68%, dos quais 28% da primeira vaga ao Senado e 40% da segunda vaga. Os eleitores indecisos atingem 15% da amostra.

Espontânea

Na pergunta espontânea para o Senado, os eleitores que não sabem ou preferem não opinar somam 47% das menções, enquanto aqueles que demonstram a intenção de votar em branco ou anular o voto são 36%.  Dentre os pré-candidatos, Capitão Styvenson, Garibaldi Filho e Zenaide Maia são lembrados por 4% dos eleitores, cada um.  Por sua vez, Antônio Jácome, Geraldo Melo, Fátima Bezerra e José Agripino (DEM) são citados por 2% dos entrevistados, cada um. Alexandre Motta e Magnólia Figueiredo recebem 1% de menções, cada um.

Compartilhe:

Enquete aponta Robinson como o pior governador desde a redemocratização

Robinson-Faria-2

Na enquete desta semana o Blog do Barreto perguntou aos leitores qual o pior governador desde a redemocratização. O “peso do presente” acabou sendo determinante para o governador atual, Robinson Faria (PSD), que ficou com 58% das citações.

Detentor dos piores índices de impopularidade já registrados no Rio Grande do Norte, Robinson Faria não foi poupado nas justificativas dos votos. “Robson (sic) bateu recorde em tudo de ruim, principalmente na segurança, e era o que mais ele dizia que ia ser o governador da segurança, imagine kkkk”, disse o ex-vereador Nogueira de Dodoca.

Mas a atual prefeita de Mossoró não foi esquecida pelos leitores do Blog, principalmente pelo fato dos problemas que hoje marcam a gestão de Robinson terem começado no Governo dela. “Vou votar em Rosalba porque ela preparou o caminho pro (sic) Robson Faria. Com certeza são os dois piores, não troco um pelo outro”, justificou Francisco Luiz Souza.

A história de Geraldo Melo, atual pré-candidato ao Senado pelo PSDB, foi lembrada por 8% dos leitores. A relação ruim com os servidores estaduais não foi esquecida mesmo quase 30 anos após o fim do seu governo. “É evidente que o Robson ou a Rosalba tenham mais indicações. Pela distância temporal, poucos lembrarão do tão terrível governo do ” vento forte”. Se as pessoas reclamam, por exemplo, dos atrasos de salários, não há comparação com os 4 meses de atraso do governo Geraldo Melo, com a humilhação de ficar horas e horas no estádio Nogueirão, no sol, para receber o vencimento”, disse Antonio Damasceno.

Na próxima terça-feira o Blog do Barreto lança uma nova enquete.

Resultado

Robinson Faria (PSD): 58%

Rosalba Ciarlini (PP): 34

Geraldo Melo (PSDB): 8%

Compartilhe:

Qual o pior governador da história do RN desde a redemocratização?

O trio dos governadores lembrados como "case" de má gestão no RN
O trio dos governadores lembrados como “case” de má gestão no RN

Na enquete desta semana o Blog do Barreto quer saber qual o pior governador da história do RN desde a redemocratização? Esse período conta a partir de 1985 quando o país voltou a ter eleições democráticas e ficou livre do jugo dos militares.

Deste período três nomes se destacaram como campeões de impopularidade.

Por mais de 20 anos Geraldo Melo reinou sozinho como “pior governador da história”. Ele teve uma gestão marcada por embates com os professores e pelos famosos pagamentos de salários atrasados em estádios de futebol.

A partir de 2010 ele passou a ter Rosalba Ciarlini (PP) como companheira. A gestão dela foi marcada pela explosão dos índices de violência, caos na saúde e o retorno dos atrasos salariais ainda que de forma tímida se comparado com o quadro atual.

O terceiro nome é Robinson Faria (PSD) que deixou praticamente todo o funcionalismo estadual com salários atrasados ao longo do mandato, viu a violência bater recordes e é atualmente o mais impopular governante da história potiguar.

Entre no grupo do Blog no Facebook e vote AQUI.

Compartilhe:

Pesquisa mostra Capitão Styvenson com viabilidade eleitoral e isso diz muito sobre qualidade da política potiguar

Capitão Styvenson

O Instituto Consult revelou no Blog do BG mais números sobre a eleição no Rio Grande do Norte. A disputa pelas duas vagas para o Senado tende a ser emocionante.

Um dado que eu já esperava com base no monitoramento que faço nas redes sociais se materializou: Capitão Styvenson está eleitoralmente viabilizado. Na pesquisa ele aparece tecnicamente empatado com Garibaldi Alves Filho (MDB) e Zenaide Maia (PHS) tidos como favoritos para o pleito de outubro.

Vou delimitar os números dos cinco primeiros colocados somando os percentuais de primeiro e segundo voto da pesquisa para dar embasamento aos argumentos que virão na sequência deste artigo:

Candidato Soma de primeiro e segundo votos
Garibaldi Filho 20,24%
Zenaide Maia 18%
Capitão Styvenson 17,53%
Geraldo Melo 11,18%
José Agripino 11,11%

Veja que o senador José Agripino (DEM) fez bem em desistir da reeleição. Ele estava definhando nas pesquisas e caindo em pontos percentuais acima da margem de erro e Geraldo Melo mesmo com a viabilidade política imposta pela estrutura atual do PSDB potiguar também fica para trás. Capitão Styvenson sem partido, espaço na mídia e qualquer estrutura política está tecnicamente empatado com Zenaide e Garibaldi.

Qual a explicação para um fenômeno como esse? A carência de líderes políticos no Rio Grande do Norte. A reposição de quadros é sempre para pior e o eleitor está cansado dos sobrenomes de sempre. Agripino afundou com essa circunstância e entendeu isso fazendo um recuo inteligente para sobreviver na política. Garibaldi ainda tem viabilidade em virtude do carisma pessoal, mas ele mesmo reconhece que esta é a eleição mais difícil da vitoriosa carreira política dele.

Já Zenaide surgiu forte, mas cresce lentamente muito com base no comportamento dela nas reformas propostas por Michel Temer (MDB).

E Styvenson? Ele fez fama por ter uma atuação considerada implacável em fiscalizações fazendo cumprir a Lei Seca. Na verdade, ele não fez nada além das suas obrigações como policial. Mas se diferenciou num cenário de bagunça institucional que rege a segurança pública no Rio Grande do Norte. Ele na verdade é apenas a nova versão de Zenaide que também não fez nada além do que cumprir o compromisso de não atuar contra os mais humildes.

Mas no imaginário das pessoas, policiais cobram propina para livrar o cidadão de multas e os políticos trabalham contra o povo.

Num cenário com péssimos quadros, Styvenson acaba se sobressaindo por multar bêbados, coisa, inclusive, que ele nem faz mais. Mas ficou no imaginário popular como alguém de caráter inabalável. Ele passa seriedade e essa qualidade é obrigação em qualquer pessoa, mas não pode ser o único fator para fazer surgir um fenômeno político. Pelo menos não poderia.

A política é muito mais complexa do que multar bêbados numa blitz, mas o eleitor está tão carente no Rio Grande do Norte que acaba encontrando no capitão uma referência e fazendo dele um nome capaz de aposentar as velhas raposas da vida pública potiguar.

Styvenson é um nome competitivo. A pesquisa prova isso. Mas há algo que os números não dizem em sua frieza. O eleitor que repulsa a velha guarda da política parece ter encontrado um segundo nome para o Senado.

Compartilhe: