Ex-secretária lança Portal do Artesão

Juliane Faria lança portal (Foto: autor não identificado)

O Portal do Artesão é uma iniciativa da ex-secretária estadual do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social, Julianne Faria, que levantou a bandeira do artesanato e encontrou uma forma de fomentar e valorizar o artesanato no estado. Julianne é analista de sistema e viu a necessidade de uma plataforma digital que pudesse contribuir para que o artesanato potiguar fosse divulgado a nível estadual, no Brasil e até no exterior.

O lançamento do Portal do Artesão será amanhã, dia 19 de setembro, às 18h30, no Cuxá Recepções e Eventos. “É um portal de divulgação do artesanato Potiguar. Um espaço para que os artesãos possam se comunicar e expor seus produtos de forma mais eficiente. Ele também tem o lado social de capacitar pessoas, principalmente mulheres de todo RN. É focando nos grupos sociais que precisam de algum ofício para complementar sua renda.

No Portal, os próprios artesãos são voluntários em repassar as técnicas para outros artesãos ou pessoas que nunca tiveram contato com esse ofício. Já capacitamos cerca de 130 pessoas, antes mesmo do portal ser lançado. Além disso, pretendemos também dá apoio para que os novos artesãos possam criar seus negócios como alternativa de trabalho e geração de renda”, explica Julianne Faria.

Nos três anos que esteve à frente da Sethas-RN, ela trabalhou intensamente para resgatar o artesanato e garantir que os artesãos tivessem um apoio para comercializar seus produtos. Na sua gestão ela desenvolveu as feiras Talentos, que foi realizada nas regiões do Seridó, Agreste, Vale do Assu, Mossoró e Costa Branca, beneficiando milhares de artesãos. Ela também idealizou o Dia do Artesão, um evento comemorativo para celebrar esses profissionais.

Outra grande conquista que ela trabalhou para conseguir foi a Lei do Artesão, aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo Governo do RN. A lei estabeleceu um percentual mínimo de comercialização de produtos artesanais, genuinamente potiguar, em estabelecimentos públicos; criou o Fundo Estadual do

Artesanato; regulamentou o Programa Estadual de Artesanato (Proarte-RN) e criou o selo oficial do artesanato potiguar. Além disso, outras ações fomentaram a participação dos artesãos em feiras estaduais, nacionais e internacionais.

O endereço será www.portaldoartesao.com.br

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Informações sobre renúncia de Robinson Faria não fazem sentido

No Bom Dia Mossoró (TCM) de hoje comentei a respeito das informações que tratam de uma eventual renúncia do governador Robinson Faria (PSD). Não faz sentido político pelo menos antes do dia 7 de abril, data limite para desincompatibilização para disputas de outros cargos eletivos.

Confira:

Nota do Blog: a saída de Robinson Faria do Governo colocaria a ex-primeira dama Juliane Faria em condições de elegibilidade dando vazão a teorias da conspiração de que o divórcio deles seria de fachada.

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Lei não sustenta teoria da conspiração sobre crise político-conjugal entre Juliane Faria e Robinson

Casal do RN

Desde o anúncio feito por Juliane Faria de que estava deixando a Secretaria Estadual de Trabalho, Habitação e Ação Social muitas teorias da conspiração surgiram.

A primeira delas apontava uma “jogada genial” visando as eleições do próximo ano. Quem defendeu essa ideia falava que Juliane sairia do cargo para se afastar do desgaste do governo e chegar fortalecida em 2018. Não fazia sentido porque ela é parte do governo. Também não tinha lógica porque deixar o cargo antes do prazo de desincompatibilização passaria a imagem de uma pessoa que não conclui projetos.

Além de não fazer sentido, a hipótese não resistiu ao post seguinte da ainda oficialmente primeira-dama. Era uma crise conjugal com efeitos em casa e na Governadoria.

Nas rodas de conversa há quem aposte numa mirabolante articulação política para deixar a esposa de Robinson Faria elegível sem a necessidade de o governador se desincompatibilizar.

Não é bem assim.

O Blog do Barreto consultou o advogado Olavo Hamilton. Ele foi taxativo: “A dissolução do casamento no curso do mandato não afasta a inelegibilidade relativa”.

Trocando em miúdos: mesmo separada formalmente do governador, Juliane Faria continuaria inelegível pelo simples fato de a decisão ter sido tomada em pleno exercício do mandato do chefe do executivo estadual.

Resumindo: a única maneira de a primeira-dama ser candidata em 2018 é com a saída de Robinson Faria do Governo do Estado.

Se tem simulação de crise conjugal é uma tática juridicamente inviável. Não faz sentido.

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Na briga de comadres ninguém mentiu, mas omitiu “com força”

comadres-dois

O fato mais marcante da disputa eleitoral mossoroense foi a briga de comadres (no sentindo literal do termo) envolvendo as primeiras damas Juliane Faria (que também é secretária de estado) e Amélia Ciarlini (que foi secretária municipal) numa troca de lamúrias nas redes sociais.

Amélia não contou nenhuma mentira quando lamentou a ingratidão do governador Robinson Faria (PSD) que até aqui não “chegou junto” na campanha de Francisco José Junior (PSD), que tenta quixotescamente a reeleição. Tudo que ela disse no desabafo é a mais pura verdade.

O que ela não disse e ninguém ainda compreendeu é que o prefeito nunca foi 100% fiel nesses 11 anos de aliança com Robinson. Na campanha de 2006, Robinson apoiava Wilma de Faria (PSB), mas os “Franciscos” (pai e filho) abriram dissidência para apoiar Rosalba Ciarlini (então no PFL, atual DEM) para o Senado e Garibaldi Filho (PMDB) para o governo. Depois todo mundo se entendeu não sem antes, Francisco José Junior passar um curto período na base de apoio da então prefeita Fafá Rosado.

amelia_ciarliniÉ bem verdade que quando Robinson se tornou vice dissidente de Rosalba em 2011, Francisco José Junior (então presidente da Câmara), seguiu o líder. Pelo menos do ponto de vista moral. Porque é bem verdade que a mãe de “Francisco” manteve-se no comando do Hospital Regional Rafael Fernandes até o final da gestão rosalbista. O próprio Robinson já chegou a dizer que só Jório Nogueira (atual presidente da Câmara Municipal) andava com ele em Mossoró num tempo em que o atual governador era motivo de chacota no segundo maior colégio eleitoral da cidade.

Por sua vez, Juliane Faria falou a verdade quando disse que o prefeito detém o controle de todos os cargos comissionados em Mossoró. Isso é indiscutível. Inclusive ele indicou Mairton França para a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos.

Por outro lado, Juliane omitiu e ignorou um dos apelos de Amélia: a questão da saúde. A primeira dama mossoroense tem razão quando reclama da falta de apoio da gestão estadual. Juliane levou a questão para o compadrio. Nisso, “Francisco” não pode reclamar. Administrativamente, sim.

juliane_fariaA Prefeitura de Mossoró assumiu responsabilidades na alta e média complexidade que deveriam ser do Estado. Por isso, os 32% do orçamento destinados à saúde não são suficientes para cumprir as demandas obrigatórias para o município.

O Governo do Estado também praticamente deixou nas mãos do município a responsabilidade com a segurança. Juliane também omitiu.

Como toda briga de comadres faltou autocrítica entre as duas partes. Tanto uma como a outra só viu… o lado do marido.

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Esposa de Robinson acusa Silveira de querer responsabilizar Robinson por impopularidade

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Enquanto o governador Robinson Faria (PSD) está em silêncio, a esposa dele, a secretária estadual de trabalho, habitação e ação social, Juliane Faria, chutou o pau da barraca.

Em resposta a provocações no Facebook ela disse o prefeito Francisco José Junior (PSD) e a primeira dama Amélia Ciarlini tentam transferir culpa ao governador pelo mau desempenho do prefeito. “Silveira teve sim o apoio de Robinson. Inclusive posso pedir que listem para vcs (linguagem de Internet). Teve a prerrogativa de indicar os técnicos para os cargos do Governo em Mossoró!! Se eles não estão atendendo as expectativas da população acho que o governador deve repensar mesmo e mudar para a melhoria dos serviços!”, disparou.

A secretária/primeira dama também disse que ainda não veio a Mossoró porque não foi convidada. “Com relação a minha ida a Mossoró seria um enorme prazer!”, avisou.

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No entanto, ela reconheceu que ela e o marido não possuem qualquer influência no pleito mossoroense. “Quanto a apoiar Silveira, não influenciaria na decisão do povo! Ele precisa provar a população que fez um bom trabalho e não ficar procurando alguém para culpar!”, frisou.

Ela disse ainda que o povo não gosta de encenação e aconselhou o casal a arregaçar as mangas e trabalhar. “O governador não pode ser responsabilizado se não estão aprovando a gestão de Silveira!”, disse em resposta a outra postagem.

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