Candidato a deputado deve perder apoio de vereador

Pressão palaciana deve levar vereador a recuo

A inusitada aliança entre o candidato a deputado estadual Jorge do Rosário (PR) e o vereador Manoel Bezerra de Maria (PRTB) não deve durar muito tempo.

Bezerra é governista. Rosário oposição.

A pressão palaciana é para que o vereador recue do apoio e integre a campanha da deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), candidata preferencial do rosalbismo.

Ainda voltaremos ao assunto.

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Retirada de candidatura de Sandra ganha força. Grupo também encaminha apoio a Carlos Eduardo

Recuo de Sandra facilitaria reeleição de Larissa
Recuo de Sandra facilitaria reeleição de Larissa

O grupo da vereadora Sandra Rosado (PSDB) vive horas decisivas na véspera da convenção tucana em Natal. A pressão do líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado é para que ela retire a candidatura a deputado federal e apoie a reeleição de Beto Rosado (PP).

Em troca a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), filha de Sandra, seria a candidata do rosalbismo/Palácio da Resistência a uma cadeira na Assembleia Legislativa.

A proposta foi lançada por Carlos Augusto Rosado. Segundo o Blog apurou houve inclusive ameaça de ruptura política entre as alas da família Rosada simbolizada pela demissão do ex-vereador Lahyre Neto do comando da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Além disso, o rosalbismo lançaria um nome para deputado estadual, no caso o presidente estadual do PP Betinho Rosado.

Discute-se internamente no sandrismo que o anúncio da desistência seria amanhã após a convenção tucana. Na próxima semana seria realizado um evento para lançar a dobradinha Larissa/Beto em Mossoró.

No entanto, o clima está tenso porque Sandra não está aceitando passivamente a possibilidade de desistir do pleito. A vontade dela é realmente ser candidata.

O irônico nisso tudo é que o material de campanha de Sandra está pronto para ser apresentado na convenção tucana de amanhã em um hotel de Natal.

Carlos Eduardo

Ontem Sandra esteve reunida na sede estadual do PDT com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) para discutir aliança. Na última segunda-feira Sandra chegou a admitir que seguiria a orientação partidária, o que indicaria um apoio à reeleição do governador Robinson Faria (PSD).

No entanto, o grupo dela teria acertado com o presidente do PSDB e da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza a liberação para firmar alianças sem necessariamente seguir a orientação do partido.

O apoio a Carlos Eduardo passa também pelo entendimento com o rosalbismo. Afinal de contas, o filho de Rosalba, Kadu Ciarlini (PP), é o vice do ex-prefeito de Natal.

Nota do Blog: o recuo de Sandra seria estratégico para as reeleições de Larissa e Beto Rosado.

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Sandra afirma que seguirá PSDB no apoio a Robinson e nega desistência de candidatura

Sandra Rosado

O Blog do Barreto fez contato com a vereadora Sandra Rosado (PSDB) que confirmou seguir a orientação partidária no apoio a Robinson Faria (PSD) para o Governo do Estado. “Acompanho meu partido, que ainda não realizou sua convenção”, justificou.

Sobre a possível desistência da tentativa de voltar à Câmara dos Deputados, Sandra disse desconhecer qualquer acordo de desistência firmado para apoiar a reeleição de Beto Rosado (PP) em troca do apoio palaciano a filha, Larissa Rosado (PSDB). “Não tenho conhecimento desse comentário. Sou candidata a deputada federal e Larissa a estadual pelo nosso partido o PSDB”, frisou.

A tucana informou que nada disso interfere na parceria política com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP). “Continuo a apoiar na CMM”, frisou.

Foto: Edilberto Barros

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Sem rosalbismo, Robinson segue em busca de um vice de Mossoró

Robinson busca um vice em Mossoró
Robinson busca um vice em Mossoró

O governador Robinson Faria (PSD) já está ciente de que não terá o rosalbismo em seu palanque nas eleições deste ano. As chances são remotas, mas o pessedista acredita que um vice de Mossoró será uma boa compensação.

Sem o apoio da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) o chefe do executivo estadual até encara (nos bastidores) como uma situação “não tão ruim assim” por causa da crescente impopularidade da pepista.

Na última terça-feira Robinson desembarcou no Aeroporto Dix-sept Rosado num avião particular e se deslocou a Baraúna onde participou do aniversário da ex-candidata a prefeita Divanize Oliveira. Depois retornou a capital do Oeste para discutir o cenário político.

O desejo do governador é de ter um vice de Mossoró indicado por PR ou PSDB. Dentro desse cenário dois nomes despontam: a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) e o empresário Tião Couto (PR).

No entanto, há um oceano de circunstâncias que pesam contra qualquer uma dessas parcerias.

Larissa sempre resistiu a possibilidade de integrar alguma chapa majoritária como vice-governadora. Além disso, o quadro eleitoral de Robinson Faria não lhe oferece segurança em trocar uma reeleição ainda que difícil por uma aventura que colocaria em risco o que resta de seu capital eleitoral.

Já Tião é quem encarna melhor o antirosalbismo apesar de explorar muito mal essa situação. Ele jogaria na lata do lixo o discurso de críticas ao governador.

Os dois teriam muito a perder fechando com Robinson. O governador teria muito a ganhar.

O governador tende a ter um vice do PR ou PSDB. A preferência é por alguém identificado com Mossoró. Pode não ser um desses nomes citados como preferenciais.

É uma situação em aberto.

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Chapa proporcional vira “nó” para principais candidatos ao Governo

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Os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado Federal estão também preocupados com as chapas proporcionais que serão decisivas para atraírem as melhores alianças majoritárias. O famoso quociente eleitoral é o fator decisivo para cada deputado, seja estadual ou federal. Uma coligação ou partido terá que ter cerca de 70 mil votos para eleger a primeira vaga na Assembleia Legislativa. Já para a deputado federal o cálculo é estimado em 200 mil votos para cada uma das oito vagas em questão.

Lembrando que esse ano tem um fator novo. As sobras eleitorais beneficiarão partidos que não atingiram o quociente eleitoral. A medida, neste caso, beneficia pequenos partidos.

Somando a votação de todos os candidatos por coligação, aí gera quanto cada aliança fará para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. A Justiça Eleitoral não considera eleito para deputado, quem tem mais votos, mas sim a soma dos votos de todos os candidatos por coligação. Em 2014, por exemplo, Vivaldo Costa, Larissa Rosado, Adan Eridan, Major Fernandes, Bispo Francisco de Assis, Amazan e Leonardo Nogueira tiveram mais votos que os deputados Souza Neto (PHS) e Carlos Augusto Maia (PCdoB), que conseguiram pouco mais de 20 mil votos em alianças menores.

A “chapa fechada” Carlos Eduardo (Governo), Garibaldi Filho e José Agripino (Senado) estão enfrentando problemas na questão das nominatas do PDT, MDB e DEM. É que baseados em pesquisas e comparando o resultado de 2014, só tem medalhões para concorrer a Assembleia Legislativa: Hermano Morais, Adjuto Dias e Nelter Queiroz pelo MDB, além do deputado Getúlio Rego no DEM, que almejam mais de 50 mil votos. Álvaro Dias foi o menos votado do MDB com 34 mil votos, mas quando assumiu a Prefeitura do Natal em abril decidiu lançar o filho, Adjuto Dias, que tem perspectiva, graças a máquina pública municipal, para sair somente da capital com 20 mil votos, segundo analistas eleitorais. O PDT de Carlos Eduardo só tem a vereadora Nina Souza como postulante a Assembleia Legislativa.

O PSB do vice-governador Fábio Dantas só tem o deputado Ricardo Motta e analisa lançar a ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado. Alguns nomes menores foram incentivados como o jovem empresário Artur Maynard, de Caicó e o vereador Franklin Capistrano em Natal, mas juntos não conseguem 20 mil votos em todo Estado. Existe a possibilidade de lançar Fábio Dantas a estadual e tentar emplacar a deputada Cristiane Dantas do PPL como vice-governadora na chapa de Fátima Bezerra, do PT. Falta só convencer o PT aceitar uma aliança do PSB de Ricardo Motta, com o PHS de Souza Neto e o PCdoB de Carlos Augusto Maia.

O PT da senadora Fátima Bezerra tem nominata própria, mas não aceita aliança com o PHS do deputado Souza Neto e talvez faça com o PCdoB do deputado Carlos Augusto Maia. Os nomes do ex-prefeito de Parelhas, Francisco Medeiros, da vereadora Isolda Dantas (Mossoró), do vereador de São Gonçalo, Eraldo Paiva, da jovem Mada Maia, filha da deputada federal Zenaide Maia, além do vereador de São Paulo do Potengi, João Cabral, entre outros estão sendo mobilizados em cada região do Estado.

Já o PSD do governador Robinson Faria, tem uma chapa reforçada na proporcional. Os deputados Galeno Torquato, que atua no Alto Oeste, Vivaldo Costa no Seridó, Dison Lisboa no Agreste Potiguar e  Jacó Jácome em Natal e no segmento evangélico são postulantes à reeleição. Ederlinda Dias que parte com o apoio do prefeito de Macaíba, Fernando Cunha, e os ex-prefeitos Ivan Júnior (Assu) e Wellinson Ribeiro (Canguaretama), além de Raimundo Costa, ex-secretário estadual de Assuntos Fundiários e Reforma Agrária, também serão postulantes.

O PSB de Fábio Dantas, o PDT de Carlos Eduardo e o PSD de Robinson Faria devem ter a melhor chapa proporcional para desembarcar o PSDB que tem nove deputados, o PR de João Maia e o PP de Rosalba Ciarlini, que prioriza a reeleição do deputado federal Beto Rosado e a candidatura do publicitário Kadu Ciarlini a estadual.

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Rosalba e Carlos Augusto discutem parceria política com PSDB

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A prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP) e o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado foram recebidos hoje pelo presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

A conversa também contou com a presença dos deputados estaduais Gustavo Carvalho e Larissa Rosado.

Na pauta a possibilidade de parceria política para as eleições de 2018 e a análise das conjunturas eleitorais para 2018.

O PSDB tem 8 deputados estaduais, um federal e almeja lançar Geraldo Melo para a majoritária, tendo como uma possibilidade uma das vagas para o Senado.

Nos bastidores se comenta, e isso nunca foi desmentido por Rosalba, que o grupo da prefeita de Mossoró descarta totalmente apoiar a reeleição do senador José Agripino (DEM), o que facilitaria um entendimento.

Contas

A fonte que revelou a conversa não disse que o assunto foi abordado, mas estão em análise na Assembleia Legislativa as contas do ano de 2014, último da gestão de Rosalba.

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Para leitores do Blog mandato de Larissa oscila entre a aprovação e a falta divulgação

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O Blog do Barreto questionou esta semana a respeito do desempenho do mandato da deputada estadual Larissa Rosado (PSDB).

A maioria dos entrevistados disse não acompanhar o mandato de Larissa: 42,30%. “Não acompanho por falta de propaganda. Ela devia agilizar um marketing melhor”, disse Darly Alves.

Num dos resultados mais apertados das enquetes desta página, a neotucana recebeu a aprovação de 39,23% dos leitores num raro caso de político/política com a aprovação maior que a desaprovação. “Não adianta fechar os olhos e dizer que ela não faz nada como deputada, independente de lado político sabemos que Larissa é muito atuante em causas como a nossa tão sofrida UERN, sem contar outras ações. Infelizmente a maioria dos que diz não acompanhar o mandado dela tem um político de estimação e é justamente isso que atrasa a nossa vida. Temos que acompanhar o mandato dos nossos políticos, principalmente os da nossa terra Mossoró, lembrando que só temos Larissa como nossa representante na AL. Já votei em Larissa em campanhas passadas e torço por sua permanência na assembleia legislativa, além disso espero que outros mossoroenses sejam eleitos para se somar ao trabalho que Larissa desenvolveu e desenvolve”, avaliou Thiago Bento.

Apenas 18,47% desaprovam o mandato de Larissa. “Não tem atuado bem em trazer melhorias pra sua região, e está na cadeira de Deputada por acordos políticos pra retornar a AL. Num passado recente”, alegou o leitor Francisco Cesar.

Todas as terças-feiras o Blog do Barreto lança um enquete no grupo desta página no Facebook. Entre e participe.

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Blog pergunta: como você avalia o mandato de Larissa Rosado?

 

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Na semana passada o blogueiro Erasmo Firmino, o “Tio Colorau”, levantou a questão: a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) está fazendo um mandato aquém dos anteriores.

Faz sentido? O Blog do Barreto quer saber se o mandato de Larissa vai bem ou não. Mas também apresenta a alternativa para saber se a neotucana tem sido acompanhada pelos leitores.

A enquete está no grupo desta página no Facebook. Entre no grupo e vote clicando AQUI.

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Robinson é rejeitado pela classe política em Mossoró

Robinson apostou tudo em  Rosalba
Robinson apostou tudo em Rosalba

O governador Robinson Faria (PSD) segue com uma situação difícil em Mossoró. A começar com a relação com a elite política da cidade. Ele não consegue juntar em torno de si nem mesmo as forças mais enfraquecidas (e quase esquecidas) da cidade.

O governador deu de ombros ao ocaso do então prefeito Francisco José Junior na aventura da reeleição em 2016. Apostou todas as fichas numa parceria improvável com a hoje prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Não recebeu a atenção esperada. Pelo contrário, levou até uma “chamada” dela em um evento público no Santo Antônio durante lançamento do Ronda Cidadã (ver vídeo abaixo) em março do ano passado.

O passo seguinte foi uma tentativa de aproximação com o enfraquecido grupo da vereadora Sandra Rosado (PSDB). As tratativas não avançaram mesmo com o histórico de amizade pessoal com a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB).

A última trincheira que Robinson tentou montar em Mossoró foi com a ex-prefeita Fafá Rosado, um nome pouco comentado nas rodas políticas da cidade e que está no ostracismo desde 2014 quando tentou sem sucesso se eleger deputada federal. Fafá escolheu o esvaziado PSB que está politicamente alinhado com o PSDB do arqui-inimigo sandrismo.

Hoje o principal apoio de Robinson em Mossoró é o vereador João Gentil que está deixando o PV.

O governador terá muitas dificuldades para andar em Mossoró se realmente quer ser reeleito. Em 2014 ele se aproveitou da popularidade estratosférica de Francisco José Junior e do apoio velado de Rosalba para ter uma vitória fundamental no segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte. Foram 52.886 (57,82%) votos no primeiro turno.

Agora tudo pesa contra.

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Um novo destino partidário em nome da sobrevivência política do sandrismo

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O ano de 2018 é crucial para o grupo da vereadora Sandra Rosado, um dos mais importantes do Rio Grande do Norte que nos últimos anos vem perdendo fôlego ao acumular seguidas derrotas.

O sandrismo foi rebaixado de status político em Mossoró após fechar parceria política com o rosalbismo. O natural quando dois grupos antagônicos se unem é o aderente indicar o vice. Isso não aconteceu e nem mesmo foi dada uma compensação como o apoio para presidir a Câmara Municipal.

O líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado foi diminuindo o sandrismo ao impor seis derrotas em sete eleições disputadas pela Prefeitura de Mossoró. Cada derrota, um desgaste e a doença do ocaso político foi cada dia se alastrando.

Hoje o grupo de Sandra respira por aparelhos. Não tem recursos próprios para uma campanha e a reeleição de Larissa Rosado está em risco. A própria Sandra Rosado tem chances remotas de se eleger deputada federal.

Os aparelhos que mantêm o sandrismo respirando estão sob controle político de Carlos Augusto Rosado. Ele não cedeu a vice-prefeitura ao grupo da prima nem lhe deu apoio para comandar a Câmara Municipal justamente para não dar um remédio que curasse as dificuldades de um grupo político que no fundo continua rival.

Ir para o ninho tucano é uma oportunidade para o sandrismo sair da UTI e repousar numa enfermaria política. O PSDB está sob comando do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza, um amigo de longa data para Larissa Rosado e pode lhe garantir alguma estrutura para as eleições desse ano.

O “partido do presidente da Assembleia” é sempre forte nas eleições proporcionais e Larissa, que tem tudo para ser bem votada novamente em Mossoró, pode ter em 2018, com a ajuda de Ezequiel, os apoios que lhe tiraram a reeleição em 2014.

O sandrismo fez uma escolha segura para ganhar uma sobrevida e tirar do controle de Carlos Augusto Rosado os aparelhos que lhe dão alguma sobrevida política.

Resta saber se teremos a “melhora da morte” ou a retomada da saúde política. Vamos esperar para ver como as urnas vão reagir a essa medicação.

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