Prefeita acompanha operação tapa-buraco na Avenida João da Escóssia

Prefeita vai mais uma vez a Avenida João da Escóssia (Foto/Secom/PMM)

Durante a manhã desta sexta-feira, 12, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) acompanhou o trabalho de recuperação na Avenida João da Escóssia.

A Prefeitura informa que os serviços foram iniciados na semana passada pela Avenida João da Escóssia e chegarão em várias ruas e avenidas de Mossoró, sobretudo nas vias que precisam de reparos e que tenham um maior fluxo de veículos.

Na visita, a prefeita destacou que o trabalho está sendo realizado gradativamente. “O serviço está sendo gradativo, esse período chuvoso também dificulta, pois a equipe não pode realizar esse trabalho quando está chovendo. Começamos aqui pela João da Escóssia que está prevista para terminar na próxima semana e daqui a equipe segue para a Rio Branco, que está precisando. Gradativamente chegaremos a outras ruas da cidade”, explicou.

Segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura de Mossoró, o asfalto utilizado na pavimentação é o Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) e deve estar com 120º a 170° graus no momento da aplicação. Por isso, em caso de ocorrência de chuvas, o trabalho pode ser suspenso para não prejudicar a qualidade do serviço. A Avenida Rio Branco e a rua Frei Miguelinho serão as próximas vias a receberem a operação tapa-buraco.

O investimento do executivo municipal na recuperação asfáltica da cidade é da ordem de 3 milhões de reais.

Nota do Blog: ainda bem que a Assessoria de Comunicação do Município trocou os termos. Operação tapa-buraco não é recuperação da malha asfáltica como constava no discurso inicial. A diferença entre um e outro é enorme. Tapa-buraco é paliativo. Recuperação da malha asfáltica é a solução.

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Prefeitura de Mossoró impõe calote milionário em empresas de tapa-buraco

Prefeitura atrasa pagamento de terceirizadas (Foto: Assecom/PMM)

A badalada operação da tapa-buraco da Prefeitura de Mossoró se sustenta com calote milionário sobre as empresas que prestam o serviço.

Desde outubro que os pagamentos não são realizados e algumas empresas já suspenderam o serviço.

São três empresas que se dividem em seis lotes de serviços.

A dívida chega a quase R$ 2 milhões.

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