Presidente da Câmara de Natal encaminha troca de partido

Paulinho Freire deve trocar o PSDB pelo PDT (Foto: web/autor não identificado)

O presidente da Câmara Municipal de Natal Paulinho Freire vai deixar o PSDB, legenda que ele preside na capital do Estado. A movimentação é de comum acordo com o presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

A chegada do prefeito de Natal Álvaro Dias ao ninho tucano gerou uma situação em que o chefe do executivo municipal estaria abaixo do presidente do legislativo na hierarquia partidária.

Assim, Paulinho encaminha migração para o PDT do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves.

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PDT segue no radar do rosalbismo

O PDT pode ou não ser o destino da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) em breve. As ligações estreitas com o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves facilitam a aproximação. A possibilidade segue em estudo.

No PP, a prefeita fica meio que refém do ex-deputado federal Betinho Rosado que vive às turras com o líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado.

Rosalba pode ficar no PP, mas exercendo o controle do PDT em Mossoró através de algum liderado.

A informação foi repassada ao Blog por uma fonte de dentro do grupo político da prefeita.

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Rosalba pode voltar ao partido por onde se elegeu pela primeira vez. Entenda a articulação

Rosalba foi eleita pela primeira vez pelas cores do PDT (Imagem: arquivo/Blog do Barreto)

Nos bastidores o assunto que circula é a possibilidade de a prefeita Rosalba Ciarlini trocar o PP pelo PDT. Foi pelo partido fundado por Leonel Brizola que ela se elegeu para administrar Mossoró pela primeira vez em 1988.

As negociações estariam sendo articuladas pelo filho de Rosalba, Kadu Ciarlini. Ele foi vice de Carlos Eduardo Alves, presidente estadual do PDT, na disputa pelo Governo do Estado em 2018.

O Blog do Barreto fez contato com deputado federal Beto Rosado que não confirma a informação.

O PDT em Mossoró está acéfalo desde as eleições do ano passado quando os ex-vereadores Genivan Vale e Tomaz Neto se afastaram do comando da legenda.

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Caso Kerinho: candidato segue sem conseguir tirar certidões no sistema do TSE

Kerinho virou protagonista de imbróglio

O candidato a deputado federal Kericlis Alves Ribeiro, o Kerinho (PDT), segue sem conseguir tirar a certidão de quitação eleitoral junto ao Tribunal Superior Eleitoral (STE).

O Blog do Barreto mais uma vez com a posse de documentos públicos do processo tentou tirar a certidão no site do TSE e recebeu a mesma resposta do dia 22 de outubro: “Procure o Cartório Eleitoral para regularizar a situação de sua inscrição”.

Desta vez filmamos para mostrar a realidade do momento (ver vídeo abaixo).

Kerinho teve o registro de candidatura rejeitado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por perda de prazos legais para entrega de documentação no registro de candidatura.

Ele obteve 8.990 votos que se forem validados farão a coligação 100% RN ultrapassar a coligação Do Lado Certo. Com isso Fernando Mineiro (PT) perderia a vaga para Beto Rosado (PP) na bancada do RN na Câmara Federal.

Saiba mais lendo as notícias abaixo:

Caso Kerinho: candidato não consegue comprovar que quitou multas eleitorais

“Caso Kerinho”: TSE adia julgamento de recurso que pode mudar resultado de eleição proporcional

Julgamento que pode mudar resultado de eleição para deputado no RN é adiado mais uma vez

Pedido recusado pelo TRE dificulta tese da defesa de Kerinho e validação de votos que podem garantir mandato de Beto

Beto pode herdar vaga de Mineiro. Entenda o caso

Rosalbismo tem histórico de vitórias improváveis no TSE

TSE já tem decisão que “corta o barato” de Beto

Caso Kerinho: Carlos Augusto está em Brasília atuando em favor de Beto

Kerinho consegue vitória no TSE que pode levar Beto à reeleição

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Kerinho consegue vitória no TSE que pode levar Beto à reeleição

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Jorge Mussi, relator do recurso de Kericlis Alves, o Kerinho (PDT), solicitou à Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE que especifique quais documentos foram entregues pelo candidato a deputado federal no registro da candidatura em 14 de agosto.

Jorge Mussi pede ainda que o órgão explique por quais motivos eventuais documentos não eram visualizados.

A informação foi dada em primeira mão pelo Blog de Gustavo Negreiros.

Para quem não conhece a história, Kerinho teve o registro de candidatura rejeitado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) porque não entregou a documentação dentro do prazo no ato formal do registro.

Ele alega que cumpriu todas as determinações, mas no sistema não aparece a documentação de que ele cumpriu os requisitos.

Agora o caso está assim: se a documentação dele estiver no sistema do TSE e por um erro técnico não apareceu durante o processo os 8.990 votos dele serão validados e a coligação 100% RN ultrapassa a Do Lado Certo levando Beto Rosado (PP) à reeleição tirando a vaga de Fernando Mineiro (PT). Se a diligência constatar que Kerinho realmente perdeu o prazo o petista seguirá com a vaga.

FATO NOVO

Em nível de TRE esse mesmo pedido foi feito por Kerinho, mas foi rejeitado pelo presidente da corte Glauber Rego. A decisão de Jorge Mussi indica que os advogados de Beto que prestam serviços ao candidato a deputado federal do PDT conseguiram apresentar algum fato novo.

Para saber mais sobre a história leia:

Caso Kerinho: candidato não consegue comprovar que quitou multas eleitorais

“Caso Kerinho”: TSE adia julgamento de recurso que pode mudar resultado de eleição proporcional

Julgamento que pode mudar resultado de eleição para deputado no RN é adiado mais uma vez

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Deputado, oito prefeitos e 40 vereadores anunciam apoio a Carlos Eduardo

Segundo mais votado nas eleições 2018 com 47.544 votos, o deputado estadual reeleito Gustavo Carvalho (PSDB) anunciou no final da tarde desta quinta-feira (18/10), seu apoio à candidatura do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo(PDT) a governador.

Em reunião no bairro de Mirassol, em Natal, Gustavo Carvalho reuniu o seu grupo político para se integrar na campanha de Carlos Eduardo. São oito prefeitos: Maria Olímpia (Paraú), Carlinho de Veri (Parazinho), Rosano Taveira (Parnamirim), Francisco Felipe (Tiquinho), de Ruy Barbosa, Anteomar Pereira (Babá), de São Tomé, Jorginho Bezerra (Tangará), Larissa Rocha (Tenente Ananias) e Maurício Filho, o Mauricinho (Grossos).

O grupo conta ainda com 19 ex-prefeitos e 40 vereadores. “Somos uma família que vira um exército nas ruas para ajudar na vitória do governador Carlos Eduardo”, declarou Gustavo Carvalho.

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Deputado e suplente declaram apoio a Carlos Eduardo

O deputado estadual reeleito Albert Dickson e a vereadora e primeira suplente de Carla Dickson, ambos do PROS, estão com Carlos Eduardo para governador no segundo turno. O anúncio foi feito no início da noite desta terça-feira(16/10) ao candidato do PDT.

Albert Dickson foi reeleito para a Assembleia Legislativa com 31.698 votos. Carla Dickson obteve 60. 590 votos para deputada federal. “Vamos entrar firmes para ajudar na vitória do futuro governador Carlos Eduardo”, afirmou Albert.

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Situação de Carlos Eduardo no PDT só será discutida após eleições

Extraído do Blog do BG

Horas depois de o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, cobrar publicamente um maior engajamento do PDT no segundo turno, o presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, afirmou que o partido não vai se empenhar na campanha do petista e que já começa a preparar a candidatura de Ciro Gomes para o Planalto em 2022.

Questionado sobre o apoio de candidatos do PDT a governos estaduais a Jair Bolsonaro (PSL) neste segundo turno, como Carlos Eduardo (RN) e Amazonino Mendes (AM), Lupi disse que o assunto será discutido depois das eleições. “Não vou sangrar o partido nas vésperas das eleições. Isso aqui não é o Terceiro Reich”, afirmou.

Especificamente sobre a posição no Rio Grande do Norte, Lupi aproveitou para, uma vez mais, criticar o PT. “Como eu vou exigir que o meu candidato suba no palanque do PT?”, afirmou, em referência à petista Fátima Bezerra.

“Nós já declaramos que estamos contra o fascismo. É clara a nossa posição. Agora, nós não vamos fazer campanha, discutir plano de governo”, afirmou Lupi ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Em entrevista coletiva mais cedo, Haddad disse que a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, já estava em contato com o líder do PDT para alinhar um apoio mais claro à candidatura petista. Lupi, porém, negou a conversa. Até o fechamento da reportagem, a assessoria da senadora não respondeu aos contatos. “Nem sei onde ela queria se reunir. Já tinha falado com ela que a minha posição era esta”, disse.

O presidente do PDT voltou a falar ainda que a sigla vai ser oposição ao governo que for eleito em 28 de outubro. “No dia 29 a gente já vai para a rua preparar a campanha do Ciro para 2022”, afirmou.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Líderes do PDT pedem expulsão do partido e cassação da candidatura de Carlos Eduardo

Um grupo de 12 membros do diretório nacional do PDT pediu a expulsão de Carlos Eduardo Alves dos quadros do partido além da cassação do registro de candidatura dele por infidelidade partidária por descumprir a determinação nacional de proibir que seus membros declarem apoio a Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial.

Carlos Eduardo é acusado de flerte com o neofascismo. “A necessidade de vencer as eleições não é maior que a IDENTIDADE IDEOLÓGICA EM DEFESA DO TRABALHISMO. Portanto, é inconcebível qualquer flerte ao neofascismo, em tempos graves como este, sob a iminência da vitória de Jair Bolsonaro. Para agravar a situação, o mesmo faria declaração pública a favor de Jair Bolsonaro no programa eleitoral do PDT do RN no segundo turno”, diz a nota.

Além de Carlos Eduardo, também foram enquadrados na Comissão de Ética do partido Amazonino Mendes que disputa o Governo do Amazonas e Odilon Oliveira que disputa o Governo do Mato Grosso do Sul.

Confira a nota na íntegra:

Aos membros da Comissão de Ética do PDT,

Resistir ao fascismo é preciso! Pelo Trabalhismo!

O atual momento conjuntural nos inspira responsabilidade em meio a escalada do neofascismo. Em meio aos erros coletivos da esquerda, entre o extremo pragmatismo e o sectarismo, a criminalização da política através da Lava Jato e os consecutivos erros do Partido dos Trabalhadores (PT) na gestão de Dilma Rousseff resultaram no crescimento do neofascismo e do ativismo político da nova direita desde as jornadas de junho de 2013.

É impensável e inadmissível, como Partido, nos silenciarmos e sermos cúmplices diante dos quase 47% dos votos válidos de Jair Bolsonaro (PSL) no 1º turno, além do assustador crescimento da bancada reacionária do PSL, de 8 deputados federais para 52 e elegendo dois senadores no Rio de Janeiro e em São Paulo. Inclusive, o eleito pelo estado paulista pertenceu as nossas fileiras e foi eleito deputado federal pela nossa organização em 2014.

Logo, em um momento insigne como este na História do Brasil Contemporâneo, o Partido precisa tomar medidas enérgicas. Até porque o PDT, como Partido, é um sujeito coletivo e, como tal, precisa externar em público as suas posições ao conjunto da sociedade. Como diria Leonel Brizola, o processo social é um fato presente na vida sociopolítica do país e cabe ao PDT tomar para si a postura de protagonismo político.

Sem a candidatura de Ciro Gomes, o fascismo teria vencido no primeiro turno.

Mas como o PDT não está no 2º turno, é preciso respeitar os 13.344.366 votos dados ao Ciro Gomes. Votos que apostaram no ressurgimento do trabalhismo no cenário político nacional e deram o novo rumo para a esquerda nacionalista. Hoje somos a alternativa de médio prazo para o povo brasileiro. E precisamos, mais do que nunca, passar uma mensagem clara, na condição de partido nacionalista, trabalhista e popular, contra o fascismo. Somos um partido de esquerda, antifascista e anti-imperialista!

Logo, a primeira medida que exigimos, em defesa da idoneidade ideológica do Partido e de sua imagem junto à sociedade é a EXPULSÃO PÚBLICA, SUMÁRIA E IRREVOGÁVEL de três candidatos a governador que ostensivamente externaram o seu apoio público a Jair Bolsonaro, conforme o que está previsto no Art. 64, alínea c do Estatuto do PDT e por não seguirem o previsto no Art. 9°, III e VIII do Estatuto do PDT, após a decisão tomada em Brasília pela Executiva Nacional do PDT no dia 10 de outubro de 2018 em apoio crítico a Fernando Haddad contra o fascismo.

– AMAZONINO MENDES

– CARLOS EDUARDO ALVES

– ODILON DE OLIVEIRA

No caso de Amazonino Mendes, além de boicotar sistematicamente a campanha de Ciro Gomes no Amazonas no decorrer do 1º turno, na manhã de 8 de outubro de 2018 ele externou em público o seu apoio oficial ao Jair Bolsonaro, recebendo o aplauso dos transeuntes. Não se importou em momento algum com qualquer princípio trabalhista e, sem qualquer decoro, age à revelia do Estatuto e das resoluções expressas pela Executiva Nacional e pela XXIV Convenção Nacional do PDT, realizada no dia 20 de julho de 2018 em Brasília.

Em relação a Carlos Eduardo Alves, já foi expresso em sites locais do Rio Grande do Norte as tentativas de articulação do candidato a Jair Bolsonaro no 2º turno, para se contrapor à Fátima Bezerra (PT). A necessidade de vencer as eleições não é maior que a IDENTIDADE IDEOLÓGICA EM DEFESA DO TRABALHISMO. Portanto, é inconcebível qualquer flerte ao neofascismo, em tempos graves como este, sob a iminência da vitória de Jair Bolsonaro. Para agravar a situação, o mesmo faria declaração pública a favor de Jair Bolsonaro no programa eleitoral do PDT do RN no segundo turno.

No que tange a Odilon de Oliveira, além do apoio dado a Bolsonaro, seus apoiadores fazem campanha aberta ao candidato do PSL à Presidência. E como não se bastasse isso, o mesmo Odilon chegou a afirmar, em uma rádio com bastante audiência em Campo Grande-MS, a sua apologia ao regime ditatorial pós-1964, afirmando que ela teve os seus saldos positivos ao país, em https://www.campograndenews.com.br/politica/odilon-chama-ditadura-de-governo-militar-e-provoca-polemica.  E os materiais de campanha, além da live feita no lançamento do Comitê Odilon/Bolsonaro, em https://www.facebook.com/juizodilon/videos/1314395152034759/

Se não bastasse apenas os três candidatos a governador, o Deputado Estadual Ênio Bacci apresentou em público em 8 de outubro de 2018, já no segundo turno o seu apoio oficial a Bolsonaro – o que é algo vergonhoso e inconcebível à nossa organização. A citação é expressa claramente em http://www.osul.com.br/deputado-enio-bacci-do-pdt-anuncia-apoio-a-bolsonaro-ele-nao-e-ladrao/ e em https://polibiobraga.blogspot.com/2018/10/deputado-enio-bacci-pdt-do-rs-abre.html?m=1.

E assim como ele, vários dirigentes municipais de Partido, vereadores e prefeitos espalhados pelo Brasil afora que, no uso de suas prerrogativas, externaram o seu apoio político a Bolsonaro no 1º turno.

Logo, solicitamos a expulsão imediata dos três candidatos a governador e a cassação imediata dos seus registros de candidatura, em defesa do trabalhismo. Transigir com o fascismo e com quadros de quinta coluna é o primeiro grande passo para a perda definitiva de nossa identidade político-ideológica, gerando precedentes para admitir até a filiação aberta de neonazistas que disputem cargos eletivos no PDT. Seria vergonhoso, na História do Brasil, um Partido com a história de lutas como o PDT abrigar em seu seio notórios oportunistas que flertam, paqueram e transam abertamente com o fascismo.

A expulsão de cada um dos três candidatos a governador e de Ênio Bacci é a defesa de todos aqueles que, como João Goulart, Leonel Brizola, Doutel de Andrade e Manoel Dias, foram proscritos por Atos Institucionais (AI’s) e/ou foram exilados. A expulsão de todos os que apoiam Bolsonaro é em respeito ao direito do trabalhador, ameaçado por propostas como o fim do 13º salário (conquista nossa no Governo Jango), o adicional de férias (conquista nossa com Vargas) e o aumento de 20% no Imposto de Renda, afetando a vida de trabalhadores e da classe média.

A expulsão de todos é em defesa dos Direitos Humanos do povo brasileiro. Defender a expulsão de todos os supracitados é defender a causa da mulher, do negro, do índio, da população LGBT, do jovem, do nordestino, do inválido e dos aposentados. O expurgo sumário de Amazonino Mendes, Carlos Eduardo Alves, de Odilon de Oliveira e de Ênio Bacci é em DEFESA DA NOSSA HISTÓRIA E DA NOSSA IDEOLOGIA TRABALHISTA!

Transigir com o fascismo, sem expulsar eles e quem quiser apoiar Bolsonaro, significa ESCARRAR E CUSPIR COM O NOSSO LEGADO. ASSASSINAR NOSSOS PRINCÍPIOS! ESTUPRAR A MEMÓRIA E O ENSINAMENTO DOS NOSSOS ÍCONES E LÍDERES TRABALHISTAS! JOGAR NA LATA DO LIXO A HISTÓRIA DE BRAVOS DIRIGENTES, PARLAMENTARES, TEÓRICOS E MILITANTES, CONHECIDOS OU ANÔNIMOS QUE DERAM A SUA VIDA EM PROL DO PDT E DO PAÍS!

Logo, queremos a expulsão sumária dos quatro e de qualquer um que, nos estados espalhados pelo Brasil afora, fizer campanha aberta ao Bolsonaro, com declaração midiática, pelas redes sociais ou qualquer outro meio que seja expresso esse apoio.

E queremos, em nome da nossa identidade ideológica, defender o voto de resistência ao fascismo. O nosso voto, como trabalhistas, é em defesa da nação e dos interesses do povo brasileiro. Não abriremos mão desse valor, mesmo sabedores que nem o PT e muito menos Bolsonaro possuem sequer qualquer projeto popular de libertação nacional e de desenvolvimento do país.

Logo, em face da iminência da vitória do neofascismo a ser legitimado nas urnas, o PDT precisa denunciar e alertar o povo brasileiro, orientando o voto crítico a Fernando Haddad (PT). O voto será dado não ao PT, mas contra a vitória do fascismo nas urnas.

E ao mesmo tempo, o Partido, em coerência com a sua linha, explicará ao povo brasileiro que o seu voto é em defesa do Estado Democrático de Direito. Mais ainda: o PDT assegurará que, eleito qualquer presidente, assumirá a sua posição como oposição independente, autônoma e nacionalista de esquerda. E mais: que a candidatura de Ciro Gomes à Presidência em 2022 é irrevogável e compromisso moral dos trabalhistas com o povo brasileiro.

É preciso coragem para assumir as posições!

Vamos honrar o nosso Partido! Sermos dignos de nossa História!

Combate aos quinta colunas, infiltrados, oportunistas e fascistas no seio da nossa organização!

O PDT pertence ao povo brasileiro!

O PDT é um partido popular de esquerda!

Nós somos nacionalistas! Somos um partido socialista!

Vamos honrar a memória de nossos líderes! Não vamos envergonhar a nossa história. Não podemos ser pusilânimes. Nem desfibrados!

SOMOS INIMIGOS DO FASCISMO!

Acabou o tempo do pragmatismo. É hora de assumirmos a nossa posição como trabalhistas!

Ousar lutar! Ousar resistir! Ousar vencer!

Logo, solicitamos a expulsão de Amazonino Mendes, Carlos Eduardo Alves, de Odilon de Oliveira e de Ênio Bacci de acordo com o previsto nos Art. 61, 62 e 64, alínea “c” do Estatuto do PDT.

Saudações Trabalhistas!

Brasil, 13 de outubro de 2018

Assinam o documento:

Wendel Pinheiro – Membro do Diretório Nacional do PDT

Júlio Rocha – Membro do Diretório Nacional do PDT

Rafael Galvão – Membro do Diretório Nacional do PDT

Lauri Bernardes – Secretário-Geral Nacional do MCDR

Joelma Santos – Vice-Presidente FLB-AP /Amapá e Membro do Diretório Nacional do PDT.

Jorge Eremites de Oliveira – Membro do Diretório Municipal do PDT Pelotas e do Movimento Cultural Darcy Ribeiro do PDT-RS.

Leonardo Moraes Jr. – Coordenador MCDR-PDT  do Sudeste / PR

Ricardo Pinheiro – Advogado Membro do Diretório Estadual RJ e da Executiva do PDT NITEROI

Felipe Pinheiro – Membro da Executiva Estadual do PDT/SP. Presidente Estadual do PDT Diversidade SP

Douglas Rafael Duarte – Secretário Geral da JS/RS e Presidente do PDT de Piratini-RS

Carla de Lima Maximila  – Vice presidente Diversidade RS /  Presidente PDT – Chuí-RS

Tiago Veras –  Membro do Diretório Nacional  do MCDR-PDT  / BA

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PDT mossoroense se rebela contra Carlos Eduardo

O que era um ato isolado do ex-vereador Tomaz Neto, presidente do PDT mossoroense, se converteu em uma ação coletiva de protesto contra o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, pré-candidato a governador.

Toda diretoria do PDT local decidiu entregar os cargos em protestos contra Carlos Eduardo que ignora os membros do partido em Mossoró.

Confira a nota abaixo:

Por decisão pessoal e conjunta nossa, integrantes da Comissão Provisória do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em Mossoró, comunicamos o afastamento dos respectivos cargos que ocupamos nesse colegiado.

Justificamos essa decisão, pela forma como a Executiva Estadual conduz decisões relativas à campanha deste ano, sem ouvir e respeitar suas bases, além de supervalorizar aliados de ocasião.

Nosso desligamento é uma forma de protesto, mas ao mesmo tempo de respeito à própria legenda e à sua história.

 

Antônio Tomaz Neto – Presidente

Genivan Vale – Vice-Presidente

Jeferson Daniel da Silva Araújo – Tesoureiro

Clélio José de Sena -Membro da Comissão Provisória

Jaedson Túlio da Silva Araújo – Membro da Comissão Provisória

Talita Suanny de Araújo Almeida – Membro da Comissão Provisória

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