Tião sinaliza apoio ao Governo, mas alerta: “vai depender do projeto”

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O empresário Tião Couto (PR) esteve hoje no Meio-Dia Mossoró da 95 FM. Ele não poupou críticas a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) que o derrotou nas eleições de 2016.

Ele disse estar disposto a abdicar de tentar um mandato de deputado federal em 2018 caso o PR feche com PP ou PSDB. “Já avisei que não subo num palanque com Rosalba e Ezequiel (Ferreira, presidente da Assembleia Legislativa). Prefiro manter a coerência”, frisou.

Sobre o candidato ao Governo ele disse não se sentir empolgado por nenhum dos nomes postos e que só conversou com a senadora Fátima Bezerra (PT) de quem não descarta o apoio. Fora ela, só apoiaria Carlos Eduardo Alves (PDT) entre os nomes postos. “É preciso ter um projeto. A gente elegeu um governador sem projeto e deu nisso”, disse.

Ele também fez muitas críticas ao governador Robinson Faria (PSD) que na opinião dele está mais preocupado em viabilizar a reeleição do que em governar.

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Câmara de Mossoró tem três vereadores colocados como pré-candidatos em 2018

Eleições-2018

Faz muito tempo que um vereador de Mossoró não dá um salto político para cargos maiores na política estadual. A última tentativa exitosa foi há 24 anos quando o então edil Francisco José foi eleito deputado estadual.

De lá para cá acumulam-se tentativas frustradas de subir de patamar na política potiguar.

Para esse ano, a vereadora Sandra Rosado, que pode trocar o PSB pelo PC do B, trabalha para voltar à Câmara dos Deputados. Não é uma tarefa fácil devido à falta de estrutura de seu grupo. Daí a possibilidade de mudar de partido para ganhar algum fôlego.

Em outra ponta, Flávio Tácito (PPL) e Isolda Dantas (PT) se colocam como candidatos a uma vaga na Assembleia Legislativa. O primeiro terá o desafio de provar que a candidatura é para valer porque em outros pleitos ele “ameaçou” ser candidato e recuou em seguida. A segunda depende muito da estratégia do partido dela na disputa proporcional.

É fundamental que Mossoró recupere espaços na política estadual. Não só a cidade como a região sofre muito com a baixa representatividade e o discurso do bairrismo tem que ser apenas uma das armas para a conquista dos votos. Usá-la como única alternativa pode ser revelar um erro até porque em outras eleições o eleitor mossoroense mostrou que prefere os nomes locais (ver AQUI).

Dica do Blog: confira também essa matéria produzida pela jornalista Carol Ribeiro.

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Candidatura de Fábio Dantas ao Governo é articulada de cima para baixo

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O presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) e o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) são os fiadores da inclusão do vice-governador Fábio Dantas (PC do B) na lista de governadoráveis que não para de crescer.

O projeto em curso tenta ocupar um vácuo bem ao estilo “novo” travestido de velho. Nos bastidores as informações sobre as articulações são variadas e imprecisas, mas uma coisa é certa: o trabalho está sendo feito para valer. Se vai se converter em chapa nas convenções de julho só o tempo dirá.

Especulou-se que seria formada uma chapa Fábio Dantas para o governo tendo um vice indicado de Mossoró que seria o deputado federal Beto Rosado (PP) mais Garibaldi Filho (MDB) e o empresário Luís Roberto Barcellos preenchendo as vagas para o Senado.

A interlocutores Garibaldi bem ao seu estilo disse nunca ter sido conversado sobre esse assunto. Por Mossoró, a informação é que o ex-deputado federal Betinho Rosado descarta ver o filho vice.

Oficialmente Fábio Dantas está rompido com o governador Robinson Faria (PSD) alegando não ter condições de esperar pela decisão do chefe do executivo estadual de ir ou não à reeleição.

O destino do vice-governador deverá ser o PSB e o da esposa dele, a deputada estadual Cristiane Dantas (PC do B), o PPL. Segundo o Portal Agora RN, Ezequiel ofereceu a Fábio Dantas o apoio de 89 prefeitos e 14 partidos, formando um dos palanques mais poderosos do pleito de 2018. O próprio Ezequiel pode ser candidato ao Senado caso não avance a aproximação com Garibaldi.

Como se vê mais um projeto político de cima para baixo tenta se impor ao povo do Rio Grande do Norte.

É muita falta de sintonia com os anseios dos potiguares!

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