Fátima não fechou aliança com o PSDB, mas com o maior partido do RN: o “PPA”

Aliança não é com o PSDB, mas com o “PPA”

Quem ficou só no título certamente estará me chamando de petista, doente mental, esquerdista, bolivariano, tendencioso, parcial e qualquer outro adjetivo pejorativo que os estúpidos costumam usar quando culpam este operário da informação pela própria preguiça de ler.

Mas aqui não se trata de tapar o sol com a peneira ou esconder um fato inegável: políticos do PSDB estão apoiando a candidata ao Governo que veste as cores do PT. No entanto, é jornalismo preguiçoso cravar que os partidos antagônicos fecharam uma aliança formal neste segundo turno.

Como assim?

Oficialmente o PSDB optou pela neutralidade liberando seus membros a apoiarem quem quiserem. Foi um típico acordo de tucanos, mas nem todos que estão no partido são tucanos raiz.

Como assim?

Simples os tucanos de verdade no Rio Grande do Norte são Geraldo Melo (fundador do partido no Estado) e Rogério Marinho (um convertido há dez anos). O restante do exército não é tucano de origem nem de adesão, mas de conveniência.

O presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza como todos que ocuparam o cargo antes dele montaram uma estrutura partidária própria.

Vejamos: Robinson Faria, atual governador, foi presidente da Assembleia por oito anos. Lá fez do minúsculo PMN uma super partido elegendo sempre a maior bancada da casa. Quando presidente, Ricardo Motta fez do PROS uma potência partidária no Estado por quatro anos. Ambos elegeram os filhos, Fábio e Rafael, deputados federais.

Hoje é o PSDB o partido hospedeiro do grupo do presidente da Assembleia de plantão. Lá sempre está gente como Raimundo Fernandes, que até fica na oposição, mas nunca contra o comando da mesa diretora da casa.

Não há uma identidade tucana nos que fazem o PSDB na Assembleia. Os verdadeiros tucanos, Geraldo Melo e Rogério Marinho, pregam o voto contra o PT no dia 28.

Ontem, Fátima Bezerra recebeu a adesão do maior partido do RN: o Partido do Presidente da Assembleia (PPA). É um grupo suprapartidário que inclui nomes do PTC do deputado federal eleito Benes Leocádio que trouxe os deputados estaduais eleitos Eudiane Macedo e Ubaldo Fernandes.

Benes foi o candidato preferencial de Ezequiel no pleito do dia 7, frise-se. Os estaduais do PTC certamente estarão alinhados com Ezequiel na eleição da mesa diretora da Assembleia.

Não há uma aliança PT/PSDB como se apregoa, mas uma parceria entre “PPA” e Fátima Bezerra que vai além da nossa sopa de letrinhas.

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Presidente da Assembleia e grupo de deputados declaram apoio a Fátima

O deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), mais votado com 58.221 votos, anunciou apoio ao projeto governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice-governador Antenor Roberto (PCdoB), nesta sexta-feira (19), no Hotel Arituba, em Natal, em ato político acompanhado por deputados federais, deputados estaduais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças políticas.

Participaram do ato de apoio a candidatura de Fátima Bezerra os deputados estaduais, Galeno Torquato, Raimundo Fernandes, Marcia Maia e Dison Lisboa.  O deputado federal mais votado, Benes Leocadio e os deputados Estaduais eleitos Eudiane Macedo e Ubaldo Fernandes, o prefeito de Santana do Matos, Edivaldo Jr, o prefeito de Goianinha, Berg Lisboa, o vice-prefeito de Macau, Rodrigo Aladim, o ex-prefeito de Assú, Ivan Júnior, o presidente da Câmara Municipal de Natal, Raniere Barbosa, o presidente da Câmara Municipal de Ceará Mirim, Ronaldo Venâncio, o vereador em Mossoró João Gentil, o vereadores Ítalo e Rhalessa de Parnamirim, o vereador de Extremoz, Eduardo Motta e dezenas de lideranças e correligionários partidários da capital e do interior do Estado.

“O Rio Grande do Norte precisa unir as bandeiras. E bandeiras de todas as cores. Chega o momento de união de forças, definição e decisão. É preciso empenho das lideranças deste Estado. O projeto é o Rio Grande do Norte unido para superar as dificuldades que necessitam de soluções urgentes”, anunciou Ezequiel Ferreira, enfatizando que chega para arregaçar as mangas e assegurar a vitória de Fátima governadora do Estado.

Fátima Bezerra se mostrou fortalecida com a chegada dos novos apoios.  Disse que do fundo do coração reconhecia o ato de apoio de Ezequiel, do conjunto de deputados e lideranças que estavam se juntando ao projeto governamental como o mais importante fato político deste 2º turno.

“Ezequiel este ato de coragem nos estimula nesta reta final. Digo com toda sinceridade: Estes apoios somam para a busca de soluções para o Estado. Vamos governar em harmonia, serenidade e enfrentando os problemas. O RN quer paz, emprego, tranquilidade, gestão e governabilidade, sem pensamentos menores e contribuindo para a reversão de nossas dificuldades”, externou Fátima Bezerra ao valorizar e reconhecer que a chegada deste novo grupo de aliados representa a ampliação de alianças, a capacidade de fazer mais pelo povo do Rio Grande do Norte e o fortalecimento político na bancada federal e estadual.

Eleita no próximo dia 28 de outubro, Fátima Bezerra terá dois senadores: Zenaíde Maia (eleita no dia 7) e Jean-Paul Prates (que deixará a condição de suplente); já tinha três deputados federais: Fernando Mineiro, Natália Bonavides e Rafael Motta e, passou a contar a partir de hoje com Benes Leocádio do PTC, que ainda assegurou o apoio dos recém-eleitos deputados estaduais do partido: Eudiane Macedo e Ubaldo Fernandes.

“Fizemos a opção para juntos construirmos a vitória. Existem sentimentos que afloram, principalmente, numa campanha como esta. Primeiro o respeito a quem votou e mim, depois a lealdade à liderança de Ezequiel Ferreira que reconheceu em mim o potencial para ser deputado federal e defender a bandeira da municipalidade em Brasília. E, por fim, saber ouvir o clamor da minha região que me concedeu mais de 18 mil votos e fez a opção por Fátima Bezerra governadora do Rio Grande do Norte”, disse Benes Leocádio.

Ao final do evento o grupo de aliados passou a definir ações e estratégias de campanha para os últimos dias do segundo turno. Parafraseando o ex-governador Cortez Pereira (1971-1975), Ezequiel Ferreira disse: “Os que se encantam com a beleza da árvore, muitas vezes se perde com o contexto da floresta. É isto que este ato representa. Temos que pensar no todo. Pensar grande. Pensar no Rio Grande do Norte”, disse Ezequiel.

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Geraldo Alckmin terá agenda em Natal amanhã

Alckmin terá agenda em Natal

O candidato a presidente da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin estará em Natal na sexta-feira (14). O tucano fará uma visita à Liga Norte-rio-grandense contra o Câncer, às 9 horas, seguida de entrevista coletiva. Às 10h30 fará uma visita à Fábrica Guararapes Confecções S/A.

Geraldo Alckmin encerra agenda após reunião com a bancada do PSDB no Rio Grande do Norte, embarcando em seguida no aeroporto internacional Aluízio Alves, dando sequência à agenda de candidato a presidente da República.

PSDB NO RN

O PSDB chega ao cenário político de 2018 sendo o 3º maior partido do Rio Grande do Norte. Tem como candidato a senador, Geraldo Melo e como suplentes, Ezequiel Ferreira de Souza e Haroldo Azevedo, suplentes de senador. Tem um deputado federal (Rogério Marinho), um senador suplente (Valério Marinho), oito deputados estaduais (Ezequiel Ferreira, Gustavo Carvalho, Márcia Maia, José Dias, Raimundo Fernandes e Larissa Rosado, Gustavo Fernandes, Tomba), 109 vereadores, 33 prefeitos e vice-prefeitos, e conta com 150 diretórios e comissões provisórias em 167 municípios do Estado.

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Prefeitos do PSDB fecham em bloco com Garibaldi

Garibaldi recebe apoio em bloco de prefeitos tucanos

A campanha de reeleição do senador Garibaldi Filho (MDB/RN), pela coligação 100%RN, ganhou a adesão de prefeitos do PSDB/RN, nesta segunda-feira (20). O apoio foi oficializado em reunião na sede do diretório do MDB, em Natal, com presença de lideranças de diversas regiões do estado.

Para o senador Garibaldi Filho, o apoio maciço à sua candidatura, que conta com mais de 100 prefeitos do Rio Grande do Norte, evidencia a continuidade de seu mandato como uma causa justa e legítima.

“Vários prefeitos já declararam apoio a nossa candidatura e hoje contamos aqui com o apoio de quase 10 prefeitos do PSDB. Agradeço a todos, pois o apoio deles vai se somar ao dos demais que já estão conosco em prol da continuação de um mandato eficiente no Senado Federal”, destaca.

Estiveram presentes na reunião os seguintes prefeitos do PSDB: Sueleide Araújo (Tenente Laurentino), Sérgio Fernandes (Serra Negra), Clécio Azevedo (Bom Jesus), Miguel Cabral (São Pedro do Potengi), Neto Mafra (Barcelona) e os vice-prefeitos; Flávio Teixeira (Touros) e Rodrigo Aladin (Macau), além das lideranças do partido em Canguaretama: Targino e Renato Tavares, de Serra de São Bento, Chico de Erasmo e de Nova Cruz, Flávio Azevedo.

Acompanharam a reunião, os prefeitos Marcão Fernandes (MDB – Lajes), Boba Macedo (MDB – Coronel Ezequiel), Wanessa Morais (MDB – Serra Negra de São Bento) e Valdemar de Gois (DEM -Poço Branco) compareceram.

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Deputados rejeitam seguir coligação

Os deputados estaduais George Soares (PR) e Tomba Faria (PSDB) não seguiram seus partidos na orientação partidária no apoio à reeleição de Robinson Faria (PSD). Cada um foi para um lado.

George anunciou apoio a senadora Fátima Bezerra (PT). Tomba a Carlos Eduardo (PDT).

Ambos liberados pelos respectivos comandos partidários.

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O tempo de Sandra

Sandra sem pressa. O rosalbismo em compasso de espera

Pela manhã surgiu a informação de que a vereadora Sandra Rosado (PSDB) iria desistir da candidatura a deputado federal ainda hoje.

O blog faz contato com ela e recebe a reposta: “até quarta”. Em até 48 horas teremos desfecho da última novela eleitoral antes do início propriamente dito da campanha.

O rosalbismo que tantas frustrações impôs a Sandra negando-lhe a indicação do vice de Rosalba Ciarlini em 2016 e depois impedindo neotucana de ser presidente da Câmara Municipal agora recebe o troco ao precisar da desistência de Sandra para descomplicar a reeleição de Beto Rosado (PP).

Tudo ao tempo de Sandra que agora tem o controle da situação.

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Alckmin concede ao centrão um habeas poesia

Por Josias de Souza

Depois que o centrão colocou suas nuvens sobre a campanha de Geraldo Alckmin, alguma coisa subiu à cabeça do presidenciável tucano. Na noite desta quinta-feira, espremido por perguntas sobre a radioatividade que o grupo transmite, Alckmin concedeu aos aliados tóxicos um habeas poesia. Disse que nenhum time tem “só gente boa” ou só “gente ruim”. Rodeado de valdemares e outros azares, o candidato evocou o príncipe dos poetas brasileiros. “É de Olavo Bilac: há no interior de cada homem e de cada mulher um Deus que chora e um demônio que ruge”.

O poema que inspirou Alckmin durante sabatina na Globonews chama-se “Não és Bom, nem és Mau”. Nele, Bilac discorre sobre a alma humana, “capaz de horrores e ações sublimes.” Leia abaixo:

Não és bom, nem és mau: és triste e humano…

Vives ansiando, em maldições e preces,

Como se a arder no coração tivesses

O tumulto e o clamor de um largo oceano.

Pobre, no bem como no mal padeces;

E rolando num vórtice insano,

Oscilas entre a crença e o desengano,

Entre esperanças e desinteresses.

Capaz de horrores e de ações sublimes,

Não ficas com as virtudes satisfeito,

Nem te arrependes, infeliz, dos crimes:

E no perpétuo ideal que te devora,

Residem juntamente no teu peito

Um demônio que ruge e um deus que chora.

O centrão não se afeiçoa muito a poesias, disse um dos entrevistadores, tentando trazer os pés de Alckmin para o chão enlameado de sua coligação. E o candidato: “Queremos ter maioria para trabalhar. Do contrário, não acreditamos na democracia.” Retomando o timbre lúdico, Alckmin afirmou que “o Brasil está com muito ódio, muito nós contra eles.” Para avançar, disse o tucano, “precisamos nos unir.”

União com criminosos?, indagou outro jornalista. “Nós fazemos alianças com partidos políticos”, desconversou Alckmin. “Não tem democracia sem partidos políticos.” Súbito, a repórter que mediava a sabatina anunciou a exibição de uma cena gravada na convenção em que o PTB formalizara dias antes  seu apoio a Alckmin. No vídeo, o tucano transborda em elogios ao presidente da legenda, um ex-presidiário do mensalão.

“Conheço o Roberto Jefferson há 30 anos, fomos constituintes juntos”, declarou Alckmin. ”Ele é um homem de coragem. Aliás, teve um papel importante, colocando o dedo na ferida, mostrando os problemas do PT.” O candidato referia-se ao escândalo do mensalão. Em verdade, Jefferson implodiu o esquema não por coragem, mas por vingança.

Sob Lula, um apadrinhado do PTB foi pilhado plantando bananeira dentro do cofre dos Correios. O esquema ganhou as manchetes. E Jefferson enxergou no noticiário as digitais do grão-petista José Dirceu, então chefe da Casa Civil. Defendeu-se atacando. Levou os lábios ao trombone numa célebre entrevista à repórter Renata Lo Prete. Jefferson confessaria que ele próprio recebeu um mimo de mais de R$ 4 milhões. Disse que a verba foi rateada com correligionários. Mas sonegou os nomes dos beneficiários.

Sob Michel Temer, o PTB foi brindado com o controle do Ministério do Trabalho. Deitou e rolou. Hoje, Jefferson, sua filha Cristiane Brasil e prepostos enfiados pela dupla no organograma da pasta são protagonistas de um inquérito da Polícia Federal sobre a venda ilegal de registros de sindicatos na pasta do Trabalho.

Na sabatina desta quinta, além de conceder uma biografia nova a Jefferson, Alckmin torturou a história ao vincular o trabalhismo de resultado$ do seu aliado ao trabalhismo nascido sob Vargas: “O PTB é um partido que tem história, desde Getulio Vargas. É um partido importante na industrialização do Brasil, reformas de base. […] É um partido das reformas, da mudança, compromissado com o trabalhador, com a trabalhadora, com a retomada do crescimento do Brasil.”

Os primeiros 50 minutos da sabatina foram mais constrangedores pelas perguntas que Alckmin teve de ouvir do que pelas respostas que não conseguiu dar. Afora os escândalos alheios, o candidato foi submetido a questionamentos sobre malfeitorias que explodiram ao seu redor e no quintal do tucanato federal: a verba que migrou do departamento de propinas da Odebrecht para a caixa da campanha do entrevistado, os milhões enviados clandestinamente para o estrangeiro pelo operador tucano Paulo Preto, o superfaturamento no Rodoanel, o derretimento moral de Aécio Neves…

Alckmin declarou que não tem apenas a ficha limpa, mas uma “vida limpa”. A certa altura, perguntou-se ao candidato: Vale a pena participar da política? E ele: “Um dia desses, um colega meu, governador, falou: ‘olha, não vou ser candidato, porque a política no Brasil está totalmente criminalizada. Infelizmente, o resultado disso não vai ser bom, porque vai afastar as melhores pessoas da vida pública. Não é adequado, não é correto. E há um intuito de jogar todo mundo na vala comum. Não é tudo igual.”

A banda podre da política, de fato, foi criminalizada. O que o presidenciável tucano finge não ter notado é que a PF, a Procuradoria e a Justiça estão enviando para trás das grades corruptos que se meteram em transações políticas que visavam assaltar cofres públicos. Ou seja, a política foi criminalizada pelos criminosos. Sabe-se que há políticos piores e melhores. Contudo, ficou mais difícil discernir uns dos outros. E os gatunos ficam ainda mais pardos quando diferentes presidenciáveis disputam o apoio de partidos financiados pelo déficit público.

Definitivamente, alguma coisa subiu à cabeça de Alckmin depois que o centrão encostou seu lixão na candidatura do tucano. Considerando-se que o candidato se apresenta ao eleitorado como uma opção renovadora, sua hipotética Presidência se liquefaz antes mesmo de virar algo sólido. Alckmin enganou-se na escolha do poeta. Os versos que mais se encaixam à aliança que celebrou com o centrão não são os de Bilac, mas os de Antonio Carlos de Brito, o Cacaso. Em “Jogos Florais”, ele anotou:

“Minha terra tem palmeiras onde canta o tico-tico.

Enquanto isso o sabiá vive comendo o meu fubá.

Ficou moderno o Brasil ficou moderno o milagre: a água já não vira vinho, vira direto vinagre”.

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Desistência de Sandra tem roteiro pronto. Vereadora resiste

Sandra esteve ontem na convenção tucana. Ela quer ser candidata. O bom senso recomenda desistência

Os dias têm sido tensos no grupo político familiar da vereadora Sandra Rosado (PSDB). Ela quer ser candidata a deputada federal, mas não tem grandes chances de ser vitoriosa nas urnas.

O bom senso indicaria a parceria política com o rosalbismo para garantir a preservação dos atuais mandatos de sobrenome Rosado.

O rosalbismo pressiona para que ela desista da postulação para apoiar a reeleição do deputado federal Beto Rosado (PP). O jogo nos bastidores tem sido duro (ver AQUI), mas Sandra resiste.

Nas idas e vindas o roteiro da desistência está traçado. Ela ser homologada candidata a deputado federal pelo PSDB como aconteceu ontem já estava no script por causa das circunstâncias internas do partido.

O próximo capítulo é Sandra ao final ceder e desistir da candidatura para garantir a estrutura palaciana a Larissa Rosado (PSDB) que tenta a reeleição e manter o ex-vereador Lairinho Rosado na condição de secretário de desenvolvimento econômico. Cogita-se, como compensação, uma outra pasta para o professor Pedro Almeida, aliado de longa data do sandrismo.

Está previsto para ainda nesta semana um evento para celebrar a dobradinha Larissa/Beto. Tudo dependerá da palavra final de Sandra. Ela resiste, repito.

Os bastidores fervem.

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Desiste ou não? Banner de Sandra Rosado está exposto em local da convenção do PSDB

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O banner com a imagem da vereadora Sandra Rosado está exposto no local onde será realizada a convenção do PSDB.

Mas isso não significa que ela será candidata a deputada federal mais uma vez. O Blog do Barreto informou ontem (ver AQUI) que está sendo fechado um acordo em que Sandra desiste para apoiar a reeleição de Beto Rosado (PP) em troca Larissa Rosado (PSDB) seria a deputada estadual do rosalbismo/Palácio da Resistência.

Sandra não estaria satisfeita com o entendimento.

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