Styvenson afirma que só iria para o PSL com garantia de que RN não será discriminado por ter governadora do PT

Styvenson afirma que o RN é a prioridade

O senador eleito Styvenson Valentim caminha para deixar a Rede Sustentabilidade por conta dos efeitos da cláusula de barreira que limitará o raio de ação do partido. Em entrevista ao Meio-Dia Mossoró da 95 FM ele declarou que foi sondado por alguns partidos e fará uma escolha nos próximos meses.

“Ficaria na REDE até por uma questão de gratidão e a permanência não está totalmente descartada”, disse.

Mas uma das alternativas será o Podemos, inclusive ele já foi sondado por Álvaro Dias, ex-candidato a presidente da República.

Sobre o PSL, ele disse que não há uma conversa concreta no sentido de migrar para o partido. No entanto ele deixou claro que em primeiro lugar está o Rio Grande do Norte e que não aceitará que diferenças políticas do presidente eleito Jair Bolsonaro e da governadora Fátima Bezerra (PT) prejudiquem o Estado. “Irei para onde for melhor para o Estado. Se houver discriminação contra o Rio Grande do Norte por diferenças políticas do presidente e da governadora eu não vou admitir que o povo seja prejudicado”, explicou.

O senador eleito reforçou que estará em defesa do Rio Grande do Norte independente de quem seja o governador ou o presidente.

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Capitão Styvenson diz desconhecer convite do PSL

Algumas especulações dão conta de que o senador eleito Capitão Styvenson (REDE) estaria de malas prontas para migrar para o PSL.

No entanto, em contato com o Blog ele disse desconhecer qualquer convite neste sentido. “Desconheço esse convite. O que houve é que liguei para Fátima Bezerra e para Jair Bolsonaro após o resultado eleitoral para parabenizar os dois”, explicou.

O capitão disse ainda que não tem nada definido quanto ao seu futuro partidário. No entanto, ele avisa que na próxima semana teremos novidades.

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Surgimento de uma nova direita no RN pode empurrar oligarquias de vez para o passado

Eliezer Girão e Kelps Lima podem puxar uma nova alternativa de poder no RN

As oligarquias acumulam derrotas acachapantes nas duas últimas eleições em nível de Rio Grande do Norte. A partir de 2019 não ocuparão nenhuma das três vagas do Senado nem os cargos de Governador e vice-governador.

É um fato inédito.

Mas isso não significa que elas deixaram de ser uma alternativa de poder. No entanto, as respostas nas urnas em 2018 foram mais duras que há quatro anos e o comando da oposição pode se perder nos próximos quatro anos.

Nas eleições de 2014, formaram um chapão para enfrentar Robinson Faria (PSD) em aliança com o PT/PC do B. A derrota foi humilhante.

A má gestão de Robinson não tornou os grupos tradicionais automaticamente uma alternativa de poder ao governador. Esse espaço ficou com a senadora Fátima Bezerra (PT) que liderou de ponta a ponta o processo eleitoral este ano. A petista, frise-se, rompeu com Robinson em outubro de 2015, logo no primeiro ano da gestão. Desde então ela se posicionou a frente dos oligarcas como alternativa de poder.

Em 2018, como em 2014, os grupos tradicionais para forças políticas que não estavam (ao menos oficialmente) no governo adversário empurrando-se para a condição de “alternativa da alternativa”.

Nas eleições de 2018, diferentemente de 2014, foi aberta uma nova fronteira eleitoral no Rio Grande do Norte com nomes de fora da elite política, eleitos sem grandes estruturas, e com um discurso renovador e moralizante em sintonia com a nova direita nacional.

Assim o general Eliezer Girão (PSL) se elegeu deputado federal. Para Assembleia Legislativa nomes como Coronel Azevedo (PSL) e Allyson Bezerra (SD) também se elegeram sem o apadrinhamento dos nomes tradicionais da política.

Trata-se de um grupo político novo que foi organizado no Rio Grande do Norte sob a liderança do deputado estadual Kelps Lima (SD) – que não necessariamente lidera os nomes do PSL – que procurou se apartar das oligarquias e fazer carreira política em voo solo, mas usando a estrutura partidária que possui para formatar novas lideranças no Estado.

O surgimento dessas novas lideranças no campo da direita dependerá do desempenho destes mandatos, mas é certo que atuarão de forma independente sem alinhamento com os oligarcas nem com a nova governadora. O foco será se tornar uma alternativa de poder no futuro.

Se isso acontecer ocuparão um espaço junto ao eleitorado conservador que é patrimônio eleitoral das famílias Alves, Maia (entenda-se agripinismo) e Rosado.

O candidato ao Governo deste grupo foi Brenno Queiroga (SD) que ficou em quarto lugar com 106.345 votos, um desempenho surpreendente para a candidatura de um ex-prefeito de uma cidade pequena do Alto Oeste Potiguar. Esse movimento tende a partir das três maiores cidades do Rio Grande do Norte (Natal, Parnamirim e Mossoró) onde Brenno surpreendeu ficando em terceiro lugar, à frente do governador Robinson Faria. Foram nessas cidades que os candidatos do PSL e Solidariedade tiveram seus melhores desempenhos na disputa proporcional.

Mesmo que Fátima Bezerra venha a fazer um bom Governo, esses grupos têm chances de ocuparem um vácuo como alternativa de poder. Mesmo ela governando bem a nova direita que surge pode, por exemplo, reforçar o discurso de que o RN se afundou em décadas de atrasos por causa das oligarquias e eles podem fazer mais.

Se o Governo dela não for bom eles ainda terão na manga o discurso “nem PT, nem oligarquia”. Tudo vai depender de como irão direcionar os mandatos a partir de 2019.

A Eliezer Girão há um plus chamado Jair Bolsonaro (PSL). O futuro deputado federal será o homem forte do presidente eleito dentro do Rio Grande do Norte. O desempenho do novo inquilino do Palácio do Planalto será fundamental para o general da reserva se postar como um nome forte para voos mais altos no Rio Grande do Norte.

Se a nova direita se manter coesa e tiver uma ação articulada nos próximos quatro anos pode se tornar uma alternativa de poder empurrando as oligarquias definitivamente para o passado.

Styvenson: atuação avulsa

Styvenson

O capitão Styvenson Valentim (REDE) é uma incógnita em relação a essa perspectiva de nova direita. Ele não se alinha ao grupo articulado por Kelps e faz questão de frisar que não tem ideologia e que é neutro. É preciso aguardar um pouco mais para saber por onde o senador mais votado em 2018 no RN vai se encaixar.

Até aqui o militar tem tido um comportamento exótico em relação à política. Tem apostado numa atuação avulsa sem proximidade com grupos políticos. Só o tempo dirá se ele terá apetite para tentar se colocar como alternativa de poder para cargos executivos.

Mas é inegável que o senador eleito é muito mais popular no eleitorado conservador do Rio Grande do Norte.

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Polícia cumpre mandado de busca e apreensão em comitês de Carlos Eduardo

Blog do BG

Por determinação da Justiça Eleitoral, policiais cumpriram no início da noite desta sexta-feira (26) mandados de busca e apreensão nos comitês de campanha de Carlos Eduardo Alves e do PSL em Natal. Ao todo, cinco locais foram alvos da determinação judicial.

O objetivo era apreender todo o material de campanha ilegal que vinha sendo distribuído com mentiras acerca da candidata Fátima Bezerra, ao Governo do Estado. Ao determinar a busca e apreensão, o juiz Ricardo Tinoco de Góes reforçou que ele contém “afirmações inverídicas” e que descumpre o que determina a lei.

“Decerto, verifica-se que o material gráfico, na configuração em que é apresentado, além de descumprir determinação judicial, carrega o potencial de confundir o eleitorado ao divulgar afirmações sabidamente inverídicas em relação à candidatura de Fátima”, disse.

O Blog não conseguiu confirmar se nas buscas realizadas pela polícia militar com os oficiais de justiças foram encontrados materiais irregular.

O PSL também soltou nota dizendo que todo material irregular já tinha sido recolhido e retirado de circulação.

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TRE proíbe que campanha Carlos Eduardo distribua panfleto com informações falsas

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE) proibiu ontem, sob pena de multa de R$ 50 mil reais, a distribuição de um folheto produzido pelo PSL-RN que trazia uma série de mentiras sobre a Fátima Bezerra, candidata ao governo do Rio Grande do Norte pela Coligação Do Lado Certo, e Fernando Haddad, candidato a presidente pelo PT.

O partido de Jair Bolsonaro no estado mandou imprimir 500 mil panfletos recheado de fake news para apoiar Carlos Eduardo Alves.

Ontem correligionários do candidato da família Alves foram flagrados distribuindo o material em Parnamirim, em ato com a presença da esposa do candidato, Andrea Ramalho.

O candidato Carlos Eduardo Alves já cedeu três direitos de resposta para a candidata Fátima Bezerra.

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Presidente do PSL/RN confirma que Carlos Eduardo é o candidato de Bolsonaro

Carlos Eduardo aposta tudo na parceria com Bolsonaro (Foto: Assessoria)

O presidente estadual do PSL, Brigadeiro Carlos Eduardo da Costa defendeu o voto casado em Jair Bolsonaro para Presidente e o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT) para governador. “Quem vota em Bolsonaro, vota Carlos Eduardo”, pontuou o presidente do PSL.

O Brigadeiro participou da tradicional descida do Alto de São Manoel e defendeu a aliança no segundo turno “para mudar o Brasil e o Rio Grande do Norte afastando os males do PT da vida dos cidadãos e cidadãs”.

O Brigadeiro Carlos Eduardo declarou que conversou com Jair Bolsonaro e este assegurou apoio à parceria no Rio Grande do Norte na campanha e durante seu governo “com a vitória de Carlos Eduardo sobre o PT”.

Acompanhado pelo vice Kadu Ciarlini (PP), o candidato a governador pelo PDT disse que está convicto da vitória da dobradinha que vai resgatar “nosso país e nosso Estado”.

Com informações da Assessoria do PDT

Nota do Blog: curiosamente a Assessoria de Imprensa do PDT omitiu a presença da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no evento.

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PSL do RN emite alerta para apoiadores de Bolsonaro

O Partido Social Liberal (PSL) do Rio Grande do Norte emitiu nota orientando os apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) a descartarem a propagação de mensagens agressivas que venham a ser confundidas com o programa de Governo do favorito nas eleições presidenciais.

Comitê do Partido Social Liberal (PSL/RN)

 

            NOTA

 

A Coordenação Geral do PSL-RN alerta a todos os eleitores do futuro Presidente Jair Bolsonaro sobre um grupo denominado OPRESSORES, que falsamente se define como sendo de eleitores de Bolsonaro e vem postando, nas redes sociais, mensagens dissimuladas e criminosas, impregnadas de termos chulos, difamatórios e contraditórios que comprometem a lisura do nosso candidato.

Comunica a todos que tais mensagens devem ser descartadas para que não venham a confundir o nosso eleitor com relação ao Programa do Governo Bolsonaro, direcionado, acima de tudo, para os bons costumes de toda a sociedade brasileira.

Pelo exposto, solicita que repassem esta nota para que o maior número de pessoas tenha ciência da existência do mencionado grupo e, com isso, tais mensagens falaciosas sejam definitivamente extirpadas das redes sociais. 

 

Natal, 16 de outubro de 2018.

 

General Araujo Lima

Coordenador Geral

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Capitão Styvenson foca no eleitor desiludido com a política e confunde atividade partidária com blitz de trânsito

Capitão Styvenson

Pouco se sabe sobre o que o capitão Styvenson Valentin pensa sobre diversos assuntos. Confesso que darei o benefício da dúvida se ele vai adotar teses bolsonaristas. Espero que não.

Candidato a fenômeno eleitoral em 2018, o militar deu uma entrevista na última sexta-feira (ver AQUI) dizendo que se alguém oferecer dinheiro a ele dará voz de prisão e uns tapas. A primeira atitude conquista o eleitor desiludido com a política. A segunda flerta com o bolsonarismo, um risco para quem vai se aventurar numa disputa majoritária.

Tentar conquistar o eleitor desiludido com a política é legítimo, diga-se. No entanto, é preciso ter um discurso realista. Vou dar um exemplo: não é ilegítimo o presidente de um partido procurar um pré-candidato forte como ele e oferece a estrutura financeira do fundo partidário. Pertence ao processo político. O capitão vai dar uns tapas no interlocutor? Creio que não. Quando adota o discurso fácil o capitão fica exposto a contradições que podem lhe expor lá na frente.

O moralismo de goela anda de mãos dadas com a hipocrisia. Quero crer que o capitão usou apenas uma figura de linguagem ou, na melhor das hipóteses, deu uma demonstração de desconhecimento de como funciona a política em seus intramuros.

Se realmente quer entrar na política Styvenson precisa entender que este ramo é uma ciência e como tal tem em torno de si uma carga pesada de complexidade. Bem diferente de aplicar multas em bêbados numa blitz.

Hoje o capitão está numa encruzilhada entre pintar na política como um nome alternativo no Solidariedade de Kelps Lima que tenta fazer um trabalho de renovação dos quadros do Rio Grande do Norte sem pregar o discurso hipócrita da antipolítica ou o PSL bolsonarizado.

O caminho escolhido mostrará muito de quem é Styvenson Valentin e se ele percebe que a política é mais complexa do que multar bêbados.

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Ação para expulsar Bolsonaro de Mossoró é flertar com fascismo

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A esquerda faz questão de registrar que combate o fascismo. Hoje o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL/RJ) por tudo que representa é quem encarna melhor o espírito fascista na política nacional por toda intolerância que expõe em suas falas.

Mas qual a melhor maneira de combater a intolerância? No meu entendimento é um conjunto de ações que reúnem confronto de ideias, ações judiciais quando necessário, censura moral, etc…

Mas um grupo de esquerda ligado ao PSTU em Mossoró estuda fazer uma movimentação para expulsar o polêmico pré-candidato a presidente da República. Isso é combater a intolerância com mais intolerância gerando ainda mais ressentimentos e menos sensação de democracia.

Mais confronto não agrega para a própria esquerda que flerta com o fascismo que se gaba de combater.

Nota do Blog: do mesmo jeito que critiquei os bolsonaristas que foram fazer zoada no comício de Lula em Mossoró critico a iniciativa no sentido inverso.

 

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MP Eleitoral vai requisitar investigação da PF sobre cobrança de propina em troca de apoio

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Ivar Schmidt é o autor da denúncia contra ex-presidente do PSL

Engana-se quem pensa que o caso PSL não vai dar em nada. O promotor Ítalo Moreira, com atuação na 34ª Zona Eleitoral, informou ao Blog do Barreto que vai requisitar a Polícia Federal investigação.

Ele informou que fez um levantamento preliminar com o promotor Daniel Robson (que atua na 33ª Zona Eleitoral) para identificar qual seria o suposto crime em tese e definir qual a promotoria que cuidaria do caso.

A requisição do trabalho à Polícia Federal deverá ser feita ainda esta semana.

No dia 24 de agosto, o Blog do Barreto trouxe denúncia do presidente do PSL, Ivar Schmidt, de que o antecessor Edson Lobão estaria fazendo leilão para levar o apoio do partido. Ele teria chegado a cobrar R$ 300 mil de propina em troca de apoio.

Lobão está apoiando o prefeito Francisco José Junior e o candidato a vereador João Gentil.

Veja a reportagem AQUI

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