RN terá em 2018 a maior oportunidade para mudar de rumos

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O ano de 2018 será de encruzilhada para o “sofrido elefante”

O Rio Grande do Norte é um Estado que parou no tempo. Segue num modelo administrativo implantado nos anos 1970 que foi se mantendo graças a maquiagem contábil, gambiarras orçamentárias e muito compadrio. Mesmo quando algo mudou foi para continuar do mesmo jeito.

O último governador que pensou o Rio Grande do Norte para as futuras gerações foi Cortez Pereira, primeiro chefe do executivo estadual do ciclo biônico (escolhido pela via indireta) potiguar. Ele planejou e executou um processo de desenvolvimento do Estado através da fruticultura irrigada e turismo de sol e mar, sobretudo no litoral próximo a Natal.

Foi sucedido pela dinastia Maia que emplacou três governadores consecutivos: Tarcísio, Lavoisier e José Agripino. O trio não inovou, mas manteve o projeto de Cortez.

O modelo estava cansado quando Geraldo Melo se tornou governador após a histórica vitória em 1986. Ele se desgastou porque não teve a capacidade de inovar. Foi considerado o pior da história potiguar até o surgimento da dupla “Ro-Ro” (Rosalba e Robinson).

De volta ao Governo do Estado após vitória em 1990, José Agripino conseguiu reajustar as contas com programas de combate à sonegação fiscal e demissões de servidores em situação irregular.  Mesmo assim não conseguiu evitar atrasos salariais.

Garibaldi foi governador entre 1995 e 2002. Também não inovou. Foi uma gestão marcada pelo congelamento de salários e as vendas da Cosern e Telern. Mesmo assim, o sufoco era grande a ponto de mudar o regime de tributação do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que passou a ser pago de forma antecipada.

Wilma de Faria chegou ao poder em 2002 e foi reeleita em 2006. Teve a maior chance de mudar os rumos do Rio Grande do Norte, mas foi uma gestão de muitas perdas por falta de infraestrutura. Foi na administração dela que o regime de distribuição de recursos para os poderes foi modificado. O Estado passou a fazer repasses acima dos limites estabelecidos pela Constituição Federal.

Foi com Wilma também que tivemos a aprovação de planos de cargos, carreiras e salários dos servidores sem estudo de impacto financeiro. Ela foi a última governadora sem desgaste estratosférico, mas também é responsável pelas tragédias administrativas que a sucederam.

Rosalba Ciarlini e Robinson Faria são legítimos representantes desse modelo ultrapassado de governar cuja marca maior é a incapacidade de inovar, atrair grandes investimentos e tornar a máquina pública menos ineficiente.

O Rio Grande do Norte precisa romper com esse modelo dos anos 1970 para reencontrar a trilha do desenvolvimento. O Estado teve muitas perdas nos últimos anos justamente por não ter infraestrutura para oferecer em troca de investimentos.

Não se trata apenas de uma mudança de mentalidade da pessoa que vai sentar na cadeira de governador, mas também de uma profunda revisão nos sobrenomes que ocupam espaços na bancada federal e Assembleia Legislativa.

O modelo atual chegou ao fundo do poço e 2018 será a grande oportunidade de o eleitor decidir se vai cavar mais ou jogará uma corda de esperança para mudar essa realidade.

ALTERNATIVAS

O problema são as alternativas que não são boas para o eleitorado. O prefeito de Natal, Carlos Eduardo, é um legitimo representante desse modelo administrativo. Sua vitória seria mudar para continuar do mesmo jeito.

O governador Robinson Faria já se mostrou incapaz de mudar os rumos do Rio Grande do Norte. Não soube aproveitar a própria chance. Uma eventual tentativa de reeleição seria uma subestimação a inteligência do eleitor potiguar.

A senadora Fátima Bezerra lidera as pesquisas, mas é um nome muito dependente de uma vitória presidencial de Lula para fazer um bom governo. Ele não demonstra, até aqui, ser uma alternativa capaz de fazer frente ao receituário da cartilha neoliberal para soluções de crises.

Fala-se em um outsider que seria o empresário Flávio Rocha. Seria uma alternativa para quem defende um “estado empreendedor”, mas é preciso lembrar que ele exerceu dois mandatos de deputado federal entre 1987 e 1995. Não se trata, necessariamente, de um nome novo. Ele, como o desembargador Cláudio Santos, seriam os legítimos representantes da proposta neoliberal que gera muita antipatia e desconfiança.

Até aqui ninguém se mostrou capaz de apresentar alternativas para que o Rio Grande do Norte se liberte desse modelo tradicional de gestão que tantos bons resultados rendeu ao Ceará e vai fazendo a Paraíba nos deixar para trás.

O ano de 2018 será decisivo para traçarmos um novo rumo ou mudarmos para continuar do mesmo jeito.

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O canteiro de Rosa vira um jardim de impostos num oásis de paciência do povo

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Um ano difícil, mas sem maiores desgastes. Essa frase resume bem o ano da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Mas o desgaste deveria ser muito maior se o povo de Mossoró mantivesse o espírito cidadão dos tempos de Francisco José Junior.

A mídia, via de regra, abandonou o estilo vibrante e fiscalizador do passado recente. Foram poucas denúncias, o povo se manifestou apenas em escassas postagens nas redes sociais.

Nada que se compare com o surto de cidadania do passado. O primeiro ano de governo foi um oásis de paciência.Betinha e Rosalba

Isso favoreceu a “Rosa”. Assim ela pôde iniciar o ano pagando o mico do ano anunciando para a amiga Betinha que Mossoró teria voos comerciais. A promessa não se cumpriu e nem era da prefeita, mas do governador.

Rosalba foi poupada.

Na Câmara Municipal ela fez o que quis. Escolheu quem seria governo e oposição bem ao estilo Carlos Augusto Rosado de fazer política. Na casa legislativa fez barba, cabelo e bigode aprovando a taxação de serviços de manicure e cabeleireiros. A base dela jura que não é bem assim.

O Canteiro da Rosa foi regado com muita água via aumentos que chegaram a 300% no IPTU. O povo de Mossoró aceitou resignadamente. Poucas foram as reclamações. A prefeita, claro, disse que não era bem assim e jogou a culpa em Francisco José Junior que encomendou o estudo que proporcionou aumento do tributo.

A passagem de ônibus subiu sem que os usuários fizessem protestos. Não teve pau de arara, só pau em cima de quem não tem transporte particular.

A prefeita foi eleita garantindo que fez e saberia fazer mais. Assumiu o cargo prometendo cortar 50% dos cargos comissionados num decreto que se autodesmentia. Não era bem assim, né? Os cortes excluíam diretores de escolas e unidades básicas de saúde. No fim das contas foram mais de 500 comissionados e nem mesmo ela sabia mais dizer quantos foram nomeados. O Ministério Público questiona o cumprimento do decreto.

A necessária Secretaria Municipal de Cultura foi recriada ampliando os quadros. Tudo bem confuso e não esclarecido. Até aqui a promessa do Rio Branco 2.0 da campanha não foi cumprida. A Praça da Convivência está aos cacos. Sem contar que o Mossoró Cidade Junina foi feito “nas coxas” como nos tempos silveristas.

A prefeita ainda suspendeu as cirurgias eletivas por quase todo o ano de 2017 e se viu envolvida num jogo de informação e contrainformação quanto ao número de procedimentos realizados após o retorno do serviço. Isso sem contar que os problemas do antecessor seguiram como a falta de medicamentos e médicos.

Um retrocesso com as digitais da prefeita foi a retirada das cirurgias ortopédicas da UPA do Belo Horizonte. Não teve protesto, mas aconteceu.

O ano se encerrou com o polêmico projeto que prevê a inclusão no SPC e Serasa dos cidadãos que atrasam impostos. A prefeita explica que não é bem assim mais uma vez.

A indústria da multa nunca esteve tão em alta como nesse primeiro ano de gestão. Até multa para quem dirigia “curioso” teve.

Na segurança Rosalba fechou as BICs sem anunciar. Ficou por isso mesmo. Sempre considerei duvidosos os resultados desse serviço, mas o fato é que Mossoró teve 249 homicídios em 2017. Um estouro no recorde anterior que era de 217. A prefeita teve culpa no cartório, mas encerrou o ano com mais um mico “padrão Betinha” tentando dizer que as tropas federais vieram graças a um pedido dela quando na verdade quem solicitou foi o governador Robinson Faria (PSD), única autoridade com prerrogativa constitucional para isso.

De positivo, a folha de pessoal em dia com alguns pagamentos fora do mês trabalhado. Mas alguns servidores alegam que não é bem assim…

As terceirizadas seguiram no destino trágicos de pais de família que passam necessidades. Mas a prefeita anunciou que pagou mais de R$ 20 milhões as empresas. Mas o rombo segue.

A quarta passagem de Rosalba pela Prefeitura de Mossoró é um reencontro com a governadora. O primeiro ano da prova dos nove para saber se ela é a gestora mítica das vacas gordas ou a ineficiente chefe do executivo estadual deixou um saldo negativo. Ela não foi bem.

Quem sabe com o caixa cheio graças ao aumento de impostos e indústria da multa no trânsito a todo vapor traga algum alento a uma gestão que não disse a que veio, ainda.

O canteiro da rosa virou um jardim de impostos no oásis de paciência do eleitor mossoroense.

Ainda hoje

Análise sobre o ano de Robinson

Prognósticos para as eleições de 2018 no RN

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FGTS dos servidores municipais finalmente vai ser pago, mas com dose de ironia

Audiência

Hoje o bom senso fez as pazes em Mossoró numa audiência na Justiça do Trabalho capitaneada pelo juiz Vladimir Paes de Castro quando a Prefeitura de Mossoró e o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SINDSERPUM) se entenderam e será assinado um Termo de Acordo de Pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

A previsão é de que os pagamentos sejam feitos a partir do segundo semestre de 2018. Serão beneficiados servidores que trabalharam na Prefeitura de Mossoró entre 1977 e 1991.

O irônico nisso tudo é que essa queda de braço começou em 1991 quando Rosalba Ciarlini exercia seu primeiro mandato de prefeita. A via crucis jurídica começou em 2003 quando a “Rosa de Mossoró” já estava no terceiro mandato.

Passaram pelo Palácio da Resistência Fafá Rosado (2005/2013), Cláudia Regina (2013) e Francisco José Junior (2013/2017). Rosalba foi eleita senadora e governadora, ficou sem mandato e se tornou prefeita pela quarta vez.

No fim será sob os auspícios dela que a conta finalmente será paga.

É muita ironia!

Para saber mais clique AQUI

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Gestão de Rosalba está indefesa

Rosalba Ciarlini tem gestão indefesa
Rosalba Ciarlini tem gestão indefesa

Faz alguns meses que observo que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) está com a gestão indefesa. Não é por falta de militância nem de bancada governista numerosa. Isso ela tem de sobra.

Mas não faz uso.

Eu tinha uma dúvida se seria por estratégia ou por dificuldades. Como na política os gestos são mais eloquentes que as palavras e os últimos acontecimentos mostram a segunda opção prevalecendo.

Primeiro a bancada governista, que oscila entre o silêncio e a concordância com a oposição nos debates na Câmara Municipal. Os aliados da prefeita são tímidos na hora de defende-la. Nem de longe lembra outras épocas. Dos bastidores emerge a informação dando conta da existência de focos de insatisfação.

Em outra ponta a sempre aguerrida militância rosalbista não rosna nas redes sociais como antigamente. Um observador otimista diria ser um sinal de maturidade. Não creio. Talvez seja falta de argumentos. Afinal de contas o discurso da terra arrasada não convence mais e os problemas são os mesmos da impopular gestão de Francisco José Junior (sem partido).

Mas nenhum sintoma da ausência de gente disposta a defender Rosalba chamou mais atenção quanto o filho da prefeita ter ido as redes sociais defender a gestão. Carlos Eduardo Ciarlini, conhecido como “Kadu”, é um nome cotado para as eleições do próximo ano e no beabá da política deveria estar sendo preservado para 2018. Defender o governo é desgastante, mas ele deixou a condição de príncipe de Cantópolis para fazer o papel do militante rosalbista aguerrido indo para as redes sociais expor as dores de uma gestão até aqui ineficiente.

No paradigma do líder rosalbista Carlos Augusto Rosado esse papel caberia a militância, aos aliados e vereadores governistas. Nunca o de um nome que pode vir a disputar eleições.

A gestão de Rosalba está definitivamente indefesa.

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Manifestação de filho de Rosalba contradiz promessa de cortes em cargos comissionados

Kadu e Rosalba

Ao ler a postagem de Carlos Eduardo Ciarlini, o “Kadu”, nas redes sociais fiquei intrigado com questionamento em tom de indignação: “Ninguém percebe que houve uma redução de quase 30% de comissionados?”.

Como? Quase 30%? Seria esse os números dos cortes anunciados pela Prefeitura de Mossoró na gestão da mãe dele, Rosalba Ciarlini? Pelo menos a essa última resposta eu posso responder que não.

No dia 2 de janeiro a Prefeitura anunciou por meio da Assessoria de Comunicação, em matéria reproduzida pelo Blog do Barreto (ver AQUI), que estaria cortando no mínimo 50% dos cargos comissionado.

Segue trecho da matéria:

“O Decreto 5025 de 02 de janeiro de 2017 será publicado na edição desta terça (03) do Jornal Oficial do Município. Entre outras medidas de contenção estão a suspensão de pagamento de horas extras, plantões e viagens, redução de no mínimo 50% do número de cargos comissionados por cada órgão, revisão e cancelamento de contratos e locações”.

A declaração de “Kadu” é uma confissão de que o decreto está sendo descumprido. Quase 30% é menor do que no mínimo 50%. Qualquer criança alfabetizada percebe isso.

Mas o decreto anunciado pelo município tinha algumas brechas que excluía dos cortes diretores de escolas e unidades de saúde. Em 7 de fevereiro, o Blog do Barreto, verificou que a Prefeitura de Mossoró disponibilizava (antes da recriação da Secretaria Municipal de Cultura) de 710 cargos de comissão (ver AQUI). Com todas as brechas ela poderia nomear até 448 cargos comissionados para ficar dentro do estabelecido no decreto.

Nas contas do blogueiro Tio Colorau a prefeita já nomeou 555 cargos comissionados (ver AQUI), 100 a mais do limite estabelecido por ela mesma.

No desabafo de “Kadu” nas redes nem ele mesmo, que foi chefe de gabinete nos primeiros dias da atual gestão, não soube precisar quantos existem atualmente. “Se antes havia mais de 700 cargos em comissão e hoje são cerca de 500 segundo o que noticiam, tirando os da nova, importante e necessária Secretaria criada, a de Cultura”, disse.

No meio dessa confusão o Ministério Público fez uma série de recomendações no último dia 10, dentre elas o corte de cargos comissionados na Prefeitura de Mossoró.

Até hoje a Prefeitura de Mossoró não se manifestou.

O filho da prefeita ao final das contas colocou ainda mais lenha na fogueira na crise de credibilidade da gestão da própria mãe.

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“Ninguém percebe que houve uma redução de quase 30% de comissionados?”, questiona filho de Rosalba

O filho da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), Carlos Eduardo Ciarlini, que num curto período foi chefe de gabinete do município, utilizou as redes sociais para escrever um desabafo sobre a exploração na mídia do excesso de cargos comissionados a Prefeitura de Mossoró. Confira:

Cadê o outro lado da informação?

Em Mossoró, foi alardeado em alto e bom som por parte da mídia (especialmente rádios) a notícia de que o município estaria com 60% dos gastos com folha de pessoal, que isto ultrapassaria o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal e que por essa razão havia ensejado uma recomendação por parte do MP recomendando a redução de gastos com pessoal. Num primeiro momento possível, em entrevista ao RN TV, o Consultor Geral do Município explicou e apontou que esse valor de 60% foi atingido porque nos gastos desse ano com pessoal, em dia diga-se de passagem, foi contabilizado também o gasto com os salários atrasados da gestão passada (mais de R$ 30 milhões) e que a nova administração já alcançou a grande maioria desses servidores que tiveram seus salários de novembro e dezembro de 2016 “esquecidos” pela administração anterior. E qual seria a postura mais digna da atual administração? A que está tendo: ao passo que paga servidores ao término de cada mês – uma exceção brasil afora nesses tempos de crise que gera atrasos – procura honrar também os salários lesados da administração anterior, administração esta que entre outros feitos temendo ver sua intenção de voto irrisória se comprovar nas urnas retirou a candidatura a reeleição do antigo “gestor”. Qual a minha estranheza diante desses fatos? Praticamente ninguém noticiou que este gasto de 60% com folha de pessoal foi de 60% porque foram somados as folhas atrasadas de novembro e dezembro de 2016, além do 13º salário de boa parte dos servidores efetivos e comissionados que a administração passada não pagou. Uma explicação relativamente simples e uma conclusão evidente. Vi em apenas um veículo de comunicação essa explicação que é um desdobramento do fato, uma vez que a prefeitura se pronunciou em entrevista através do seu Consultor Geral. Mais espantoso do que isso foi ver um programa de rádio da cidade convocar o ex-secretário de planejamento de Silveira para ensinar quantos cargos a prefeitura deveria ter , quantos deveria cortar , praticamente tentando ensinar a administrar. Se sabiam de tudo isso, por que não executaram na gestão que estavam sentados nas cadeiras que decidiam exatamente sobre estas questões? Por que o antigo planejamento, não planejou e o desastre aconteceu, percebido por todos os cidadãos da cidade. Por que não cortou, não geriu, não previu e terminou dando calote em novembro e dezembro, além de incontáveis terceirizadas (8 meses), suspensão de serviços essenciais como reposição de lâmpadas entre outros inúmeros que gastaria aqui horas escrevendo, mas para ser sucinto: a prefeitura em dezembro passado sequer podia abastecer uma ambulância porque devia muito ao fornecedor de combustível, sequer podia enviar uma correspondência porque devia aos correios.. É esse o pessoal que vai “ensinar” o que fazer? Será que não percebem que houve avanços substanciais se antes passavam 2 meses sem pagar salários e hoje se paga em dia e ainda se paga o atraso deles dentro das possibilidades financeiras existentes, será? Outra verdade mais que óbvia é que a prefeitura acertou no corte de cargos comissionados na medida certa e me orgulho de ter participado dessas decisões desde o período da discussão em torno do plano de governo. Num primeiro momento, numa fase inicial e de avaliação, 50% de cargos comissionados a menos e quando identificasse a capacidade de pagamento do município definisse até quantos cargos poderia preencher sem alterar significativamente o gasto com a folha corrente. E assim foi feito. Se antes havia mais de 700 cargos em comissão e hoje são cerca de 500 segundo o que noticiam, tirando os da nova, importante e necessária Secretaria criada, a de Cultura. Ninguém percebe que houve uma redução de quase 30% de comissionados? e Ninguém noticia ? Pelo contrário, ex-secretários de Silveira e ex-defensores dele (ex ou atuais) aparecem na mídia para criticar o “alto número de cargos comissionados”. Que alto número se na gestão de vocês tinha cerca de 2 centenas a mais de cargos desse
tipo do que tem hoje? Por que não noticiam isto? Cadê o contraponto da informação? Nesse caso, a verdade. Por que não é noticiada?

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