Chapa proporcional vira “nó” para principais candidatos ao Governo

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Os pré-candidatos ao Governo do Estado e ao Senado Federal estão também preocupados com as chapas proporcionais que serão decisivas para atraírem as melhores alianças majoritárias. O famoso quociente eleitoral é o fator decisivo para cada deputado, seja estadual ou federal. Uma coligação ou partido terá que ter cerca de 70 mil votos para eleger a primeira vaga na Assembleia Legislativa. Já para a deputado federal o cálculo é estimado em 200 mil votos para cada uma das oito vagas em questão.

Lembrando que esse ano tem um fator novo. As sobras eleitorais beneficiarão partidos que não atingiram o quociente eleitoral. A medida, neste caso, beneficia pequenos partidos.

Somando a votação de todos os candidatos por coligação, aí gera quanto cada aliança fará para a Assembleia Legislativa e a Câmara dos Deputados. A Justiça Eleitoral não considera eleito para deputado, quem tem mais votos, mas sim a soma dos votos de todos os candidatos por coligação. Em 2014, por exemplo, Vivaldo Costa, Larissa Rosado, Adan Eridan, Major Fernandes, Bispo Francisco de Assis, Amazan e Leonardo Nogueira tiveram mais votos que os deputados Souza Neto (PHS) e Carlos Augusto Maia (PCdoB), que conseguiram pouco mais de 20 mil votos em alianças menores.

A “chapa fechada” Carlos Eduardo (Governo), Garibaldi Filho e José Agripino (Senado) estão enfrentando problemas na questão das nominatas do PDT, MDB e DEM. É que baseados em pesquisas e comparando o resultado de 2014, só tem medalhões para concorrer a Assembleia Legislativa: Hermano Morais, Adjuto Dias e Nelter Queiroz pelo MDB, além do deputado Getúlio Rego no DEM, que almejam mais de 50 mil votos. Álvaro Dias foi o menos votado do MDB com 34 mil votos, mas quando assumiu a Prefeitura do Natal em abril decidiu lançar o filho, Adjuto Dias, que tem perspectiva, graças a máquina pública municipal, para sair somente da capital com 20 mil votos, segundo analistas eleitorais. O PDT de Carlos Eduardo só tem a vereadora Nina Souza como postulante a Assembleia Legislativa.

O PSB do vice-governador Fábio Dantas só tem o deputado Ricardo Motta e analisa lançar a ex-prefeita de Mossoró, Fafá Rosado. Alguns nomes menores foram incentivados como o jovem empresário Artur Maynard, de Caicó e o vereador Franklin Capistrano em Natal, mas juntos não conseguem 20 mil votos em todo Estado. Existe a possibilidade de lançar Fábio Dantas a estadual e tentar emplacar a deputada Cristiane Dantas do PPL como vice-governadora na chapa de Fátima Bezerra, do PT. Falta só convencer o PT aceitar uma aliança do PSB de Ricardo Motta, com o PHS de Souza Neto e o PCdoB de Carlos Augusto Maia.

O PT da senadora Fátima Bezerra tem nominata própria, mas não aceita aliança com o PHS do deputado Souza Neto e talvez faça com o PCdoB do deputado Carlos Augusto Maia. Os nomes do ex-prefeito de Parelhas, Francisco Medeiros, da vereadora Isolda Dantas (Mossoró), do vereador de São Gonçalo, Eraldo Paiva, da jovem Mada Maia, filha da deputada federal Zenaide Maia, além do vereador de São Paulo do Potengi, João Cabral, entre outros estão sendo mobilizados em cada região do Estado.

Já o PSD do governador Robinson Faria, tem uma chapa reforçada na proporcional. Os deputados Galeno Torquato, que atua no Alto Oeste, Vivaldo Costa no Seridó, Dison Lisboa no Agreste Potiguar e  Jacó Jácome em Natal e no segmento evangélico são postulantes à reeleição. Ederlinda Dias que parte com o apoio do prefeito de Macaíba, Fernando Cunha, e os ex-prefeitos Ivan Júnior (Assu) e Wellinson Ribeiro (Canguaretama), além de Raimundo Costa, ex-secretário estadual de Assuntos Fundiários e Reforma Agrária, também serão postulantes.

O PSB de Fábio Dantas, o PDT de Carlos Eduardo e o PSD de Robinson Faria devem ter a melhor chapa proporcional para desembarcar o PSDB que tem nove deputados, o PR de João Maia e o PP de Rosalba Ciarlini, que prioriza a reeleição do deputado federal Beto Rosado e a candidatura do publicitário Kadu Ciarlini a estadual.

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Carlos Eduardo passa despercebido em Mossoró

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Foto: BCS

Rendeu pouca repercussão política a passagem do ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves (PDT) em Mossoró na última sexta-feira. O pedetista se limitou a correr atrás do apoio da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) que faz charme. Os dois posaram para fotos no show de Alceu Valença na Estação das Artes.

Publicamente Rosalba não deu tanto cabimento ao ex-prefeito e pré-candidato ao Governo do Estado. Nos bastidores eles conversaram.

Carlos Eduardo erra estrategicamente ao demonstrar tamanha dependência de Rosalba para penetrar no eleitorado mossoroense (entenda lendo AQUI). O apoio dela deve ser cobiçado por se tratar da maior eleitora da cidade, mas ela não tem o mesmo poderio de antes e está em baixa por conta de uma série de problemas da própria gestão.

Em termos de mídia, Carlos Eduardo optou por falar com escassos veículos de comunicação ao invés de usar uma tática de ocupar vários espaços de forma articulada como fazem vários políticos que visitam Mossoró.

Isso só reforça a tese equivocada que basta ter e, apenas ter, o apoio de Rosalba para se sair bem na cidade. Não necessariamente é assim.

Como já escrevi neste espaço: Mossoró e Carlos Eduardo ainda não deu “liga”. Um ignora o outro.

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Entidade expõe promessa não cumprida pela Prefeitura de Mossoró

Abaixo a nota da  Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) informando que a Prefeitura de Mossoró não cumpriu a promessa de fazer os repasses.

 

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) vem a público comunicar a imprensa e a sociedade Potiguar que os repasses prometidos pela Prefeitura Municipal de Mossoró e pelo Governo do Estado do RN ainda não foram realizados.

A PMM tinha prometido repassar os valores em atraso até ontem (13), onde iria depositar uma parte na terça-feira (12) e o restante ontem (13), mas o que a prefeitura repassou foi o valor referente a 60% do plus do mês de janeiro (366.033,82), proveniente do Estado, que é pago via prefeitura.

Caso os recursos não sejam repassados, a direção da instituição não vê outra alternativa, a não ser a da paralisação das atividades, que pode acontecer a partir da próxima segunda-feira (18), caso os valores não sejam repassados. Atualmente a instituição atende cerca de 210 pacientes oncológicos diariamente.  

O que está em atraso

A produção já auditada que deveria ter sido repassada pelo Governo do RN, referente aos meses de janeiro, fevereiro, março e abril soma aproximadamente 2 milhões e 700 mil reais. Já a Prefeitura Municipal de Mossoró ainda não fez o repasse de um plus que é utilizado para complementação de cirurgias e diárias de UTI, referente aos meses de dezembro de 2017, janeiro e fevereiro de 2018, que somados chegam a aproximadamente 790 mil reais, bem como, não repassou a produção de abril, que é de aproximadamente 450 mil reais.

Atenciosamente,

Sérgio Catardo

Diretor Administrativo

Paulo Henrique Lima do Monte

Presidente da LMECC

Nota do Blog: o Governo do Estado prometeu pagar em cinco dias. A promessa ainda não foi descumprida.

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Cuidado com o voo da galinha

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Muitos políticos pegando carona no retorno dos voos comerciais a Mossoró

Ontem foi um dia de folia política. Todo mundo posando de pai e mãe da criança chamada retorno dos voos comerciais em Mossoró. Uma conquista importante, mas que em vez de ser encarada de forma festiva deveria ser vista com status de alívio.

Era uma vergonha uma cidade do porte de Mossoró não ter um aeroporto funcionando a pleno vapor.

Foi em 2011, quando Rosalba Ciarlini (PP) era governadora, que o aeroporto perdeu os voos da Noar Linhas Aéreas. O problema começou na gestão dela e como prefeita ela não fez nada significativo para querer aparecer como “mãe” da criança.

Faça-se justiça!

Com 14 meses de atraso (ele tinha prometido para 12 de abril de 2017) os voos comerciais retornaram a Mossoró com o DNA do governador Robinson Faria (PSD). É uma criança com pai e sem mãe, diga-se.

Mas como já disse acima, o retorno dos voos comerciais é motivo mais de alívio que de festa. O projeto, diria, está em recuperação. Temos o exemplo dos voos da Noar Linhas Aéreas que duraram apenas nove meses entre outubro de 2010 e julho de 2011.

Cuidado para não termos apenas mais um voo da galinha.

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Assembleia autoriza antecipação de royalties e aprova contas de Robinson e Rosalba

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Os deputados aprovaram o Projeto de Lei que autoriza o Executivo a ceder às instituições financeiras, públicas, créditos decorrentes de royalties e participações especiais, relacionados à exploração de petróleo e gás natural e autoriza a substituição da fonte de recursos para a constituição de garantia de contraprestação do Fundo Garantidor das Parcerias Público Privadas.

Com a emenda do deputado Mineiro Lula (PT) encartada na Comissão de Finanças e Fiscalização (CFF) e aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), os recursos terão que ser aplicados, exclusivamente, para pagamento de pessoal. São estimados cerca de R$ 162 milhões.

As prestações de contas das administrações do governador Robinson Faria (PSD), estas referentes aos anos de 2016 e 2015, bem como da então governadora Rosalba Ciarlini (PP), de 2013, também foram aprovadas, além de outros projetos de iniciativa parlamentar.

Na discussão das matérias, o líder governista, deputado Dison Lisboa (PSD), ressaltou a necessidade dos recursos para colocar a folha de pagamento dos aposentados em dia. O deputado afirmou que as parcelas não irão comprometer 100% do valor. “Temos a menor dívida do País, uma dívida pequena e esse recurso será destinado para um importante fim, colocar a folha dos aposentados em dia”, afirmou.

De iniciativa parlamentar foi aprovado projeto da deputada Cristiane Dantas (PPL), que institui o dia 7 de abril como de Combate ao Bullying e violência na escola; do deputado Carlos Augusto (PCdoB) projeto que denomina de “Aroldo Augusto Paiva” ginásio poliesportivo situado em Natal e o que institui o Dia Estadual do Costureiro; de iniciativa conjunta dos deputados José Dias (PSDB) e Dison Lisboa (PSD) projeto que denomina de Monsenhor Francisco de Assis Pereira, o Monsenhor Assis, trecho da rodovia estadual 269, que liga Canguaretama a Nova Cruz. Da deputada Márcia Maia (PSDB) projeto que institui no calendário de ventos do RN o Dia Estadual do Gestor Público; do deputado Carlos Augusto.

Outros projetos aprovados dizem respeito à concessão de auxílio alimentação e saúde para os servidores da Procuradoria Geral do Estado (PGE) e do Gabinete Civil e auxílio alimentação para os servidores do IDEMA. “Já discutimos à exaustão essa matéria, os servidores estão com o salários defasados e o Estado busca diminuir essas perdas”, afirmou o deputado Jacó Jácome (PSD).

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Tião sinaliza apoio ao Governo, mas alerta: “vai depender do projeto”

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O empresário Tião Couto (PR) esteve hoje no Meio-Dia Mossoró da 95 FM. Ele não poupou críticas a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) que o derrotou nas eleições de 2016.

Ele disse estar disposto a abdicar de tentar um mandato de deputado federal em 2018 caso o PR feche com PP ou PSDB. “Já avisei que não subo num palanque com Rosalba e Ezequiel (Ferreira, presidente da Assembleia Legislativa). Prefiro manter a coerência”, frisou.

Sobre o candidato ao Governo ele disse não se sentir empolgado por nenhum dos nomes postos e que só conversou com a senadora Fátima Bezerra (PT) de quem não descarta o apoio. Fora ela, só apoiaria Carlos Eduardo Alves (PDT) entre os nomes postos. “É preciso ter um projeto. A gente elegeu um governador sem projeto e deu nisso”, disse.

Ele também fez muitas críticas ao governador Robinson Faria (PSD) que na opinião dele está mais preocupado em viabilizar a reeleição do que em governar.

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STF torna Agripino réu mais uma vez. Rosalba escapa

UOL

Por três votos a dois, a 2ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta terça-feira (12) aceitar denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) e abrir um processo penal contra o senador José Agripino Maia (DEM-RN). A decisão tornou o parlamentar réu pela suposta prática dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade documental.

A PGR acusa Agripino de ter recebido R$ 1.150.000 em propina para influenciar na escolha de uma empresa pelo governo do Rio Grande do Norte para um contrato de inspeção veicular. O valor teria sido usado para custear despesas das campanhas eleitorais do senador e da ex-governadora do estado Rosalba Ciarlini (DEM) em 2010. Ainda de acordo com a denúncia, o senador teria apresentado documentos particulares e públicos ideologicamente falsos em sua defesa.

Iniciado em 8 de maio, o exame da denúncia durou três sessões e foi retomado para o proferimento do quinto e último voto, do ministro Celso de Mello, que desempatou o placar contra Maia ao se dizer “convencido da viabilidade da denúncia em análise”. Segundo o magistrado, há elementos suficientes para abrir uma ação penal.

O relator, Ricardo Lewandowski, votou para receber a denúncia e foi acompanhado pelo ministro Edson Fachin. Já os ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli rejeitaram a peça da PGR.

Segundo Lewandowski, a denúncia indica de forma minuciosa as condutas imputadas a Agripino, baseada em informações da delação premiada do empresário George Olímpio. Gilmar Mendes, que abriu a divergência, avaliou que não havia tipicidade formal do delito de corrupção passiva, pois Agripino Maia é parlamentar federal, e o ato apontado seria de competência do Executivo estadual.

A ex-governadora do RN Rosalba Ciarlini também foi denunciada pela Procuradoria, mas os ministros da 2ª Turma rejeitaram as acusações contra ela por unanimidade, já que ela não teria se envolvido pessoalmente com os delatores, diferentemente de Agripino Maia.

Após decidir transformar o senador em réu, o STF agora dará início à fase de instrução do processo, quando são ouvidas testemunhas e indicadas provas.

Apenas ao final dessa fase é que o senador será julgado e poderá ser declarado culpado ou inocente.

Antes, porém, a defesa ainda pode recorrer da decisão desta terça-feira de abrir a ação penal. Durante o julgamento, a defesa do senador afirmou que não há provas contra Agripino e que o contrato de inspeção veicular foi rescindido pelo governo potiguar, o que provaria que não houve acerto de propina vinculado à empresa.

Réu pela segunda vez

Essa é a segunda vez que o Agripino se torna réu no STF por corrupção. Em dezembro, a 1ª Turma do STF aceitou denúncia de corrupção contra o senador e o tornou réu em processo que o acusa de ter influenciado a mudança deparecer do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte com o objetivo de conseguir liberar o financiamento da construtora OAS para a obra do estádio Arena das Dunas.

A defesa do senador afirmou que não há provas contra Agripino na denúncia aceita nesta terça-feira pelo STF e que o contrato de inspeção veicular foi rescindido, o que provaria que não houve acerto de propina vinculado à empresa.  Sobre a denúncia relativa à Arena das Dunas, o senador tem negado a prática de irregularidades e afirma que, por ser um político da oposição na época, não teria força para influenciar decisões do BNDES.

“Que força teria eu, então líder de oposição, para facilitar a liberação de recursos no BNDES, à época órgão financeiro impenetrável do PT? Repilo esta acusação com veemência, mas me mantenho à disposição da Justiça para os esclarecimentos que se fizerem necessários”, disse Agripino.

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Um nicho eleitoral ignorado em Mossoró pelos pré-candidatos ao Governo

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Nas eleições de 2016, Rosalba Ciarlini (PP) foi eleita pela quarta vez prefeita de Mossoró com 67.476 votos num universo de 167.120 eleitores. Em números absolutos mais de cem mil eleitores deixaram de votar na chefe do executivo estadual.

Os adversários da prefeita somaram 65.114 votos. O restante se distribuiu entre brancos, nulos e abstenções.

Hoje é perceptível a olho nu que a popularidade da prefeita não é das melhores. Falta apenas uma pesquisa para materializar isso, mas a oposição parece fazer questão de não explorar isso.

Resultado: a fama de maior eleitora de Mossoró está intacta e os pré-candidatos ao Governo do Estado não estão se atentando a isso.

O antirosalbismo existe mesmo com uma oposição desarticulada. A preguiça e o desconhecimento sobre como está o quadro político em Mossoró criou uma falsa dependência do apoio de Rosalba para conquistar o eleitorado mossoroense.

Trata-se de um equívoco estratégico que até mesmo a senadora Fátima Bezerra (PT), tradicional adversária do rosalbismo, está cometendo.

Há um vácuo de liderança em Mossoró desde que as duas principais alas da família Rosado se uniram após mais de 30 anos de arengas. Ninguém ocupou.

Passado

Quando os Rosados eram um bloco monolítico, não existia adversários em Mossoró com potencial para derrota-los. Na ausência de uma liderança forte, Aluízio Alves mesmo com base na capital acabou se tornando o principal contraponto ao rosadismo na cidade. Sua atuação por aqui era intensa.

O mesmo acontece hoje em Mossoró, mas com a diferença de que até mesmo uma liderança de nível estadual poderia ocupar esse vácuo formando um grupo na cidade como Aluízio fez no passado.

Os tempos são outros, mas a história mostra que é possível conquistar uma boa votação em Mossoró sem o apoio da prefeita (e Prefeitura).

Os números estão aí para mostrar que é possível. Basta deixar o óbvio de lado e usar um pouco de criatividade e ousadia.

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Governismo barra ação em favor dos servidores terceirizados

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Aline Couto evitou realização de audiência pública que ela mesma sugeriu

Hoje pela manhã um cidadão aos prantos procurou os vereadores para relatar que este ano não recebeu um único centavo da terceirizada onde trabalha prestando serviços ao município.

Isso mesmo. Em pleno mês de junho ele não recebeu um único salário relativo a 2018.

Ele trabalha na Prime que presta serviços à Prefeitura de Mossoró, repito.

A vereadora Aline Couto (PHS) tinha proposto e conseguido a aprovação de uma audiência pública para debater a situação.

A audiência nunca aconteceu.

Absurdo?

Agora vem o pior da história.

O vereador Raério Araújo (PRB) sugeriu a audiência para o próximo dia 21. O plenário aprovou.

Ao perceber que deu um vacilo, Aline Couto interviu apresento um requerimento “desaprovando” a proposta sugerida por ela há um ano. A bancada corrigiu a “falha” (com o Palácio da Resistência) e derrubou a audiência.

Aline alegou que só ela poderia marcar a danada da audiência.

A pergunta que fica é: então por que Aline não marca da danada da audiência?

O que menos importa nessa história é o desespero dos terceirizados. Que passem fome desde que o assunto fique no esquecimento e não traga problemas para a prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Nota do Blog: nos tempos de Francisco José Junior o massacre aos terceirizados era diariamente exposto na mídia. Hoje ninguém aborda o assunto.

Foto: Edilberto Barros

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