Quantos votos Izabel Montenegro precisa para derrotar Alex do Frango? Sandra pode fazer a diferença?

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Se a eleição para presidente da Câmara Municipal fosse agora Alex do Frango (PMB) venceria Izabel Montenegro (PMDB) por 12×8.  Como se trata de uma disputa com poucos eleitores o voto tem peso dobrado, principalmente para a peemedebista.

Cada voto que ela tirar de Alex vale dois. Por que? Simples: se Izabel tirar dois votos salta de oito para dez e o adversário cai de 12 para 10. Como ela (11/06/1959) é 22 anos mais velha que o adversário (29/06/1981), levaria a melhor em caso de empate.

Esta semana os votos de Zé Peixeiro (PTC), Emílio Ferreira (PSD) e Flávio Tácito (PPL) foram dados como certo para Izabel, mas a oposição conseguiu segurar os apoios. Os três votos levariam Izabel a uma vitória por 11 x 9.

Mas se ela conseguir apenas dois desses três apoios, o placar ficaria 10 x 10. Aí o voto de Sandra seria decisivo. Se ela pender para Alex ele venceria. Até a abstenção dela favoreceria Izabel.

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Maturidade ao estilo Sandra Rosado diante de mais um constrangimento imposto pelo rosalbismo

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A vereadora eleita Sandra Rosado (PSB) deixou o estilo guerreira de lado e optou pela sobriedade. Ao estilo dela, mas sobriedade sim. Em entrevista a Carol Ribeiro (ver AQUI) ela declarou que não votará em Izabel Montenegro (PMDB), mas seguirá na base rosalbista.

Até o mundo mineral sabe que Izabel contou com a articulação do líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado para ser a ungida do grupo. “Revangar” não quer dar asas a “Poderosa”. Sandra sabe disso, mas em vez de chutar o pau da barraca preferiu evitar polêmica.

Como em política todos os gestos possuem pelo menos duas interpretações surgem duas linhas de raciocínio: 1) Sandra se apequenou; 2) ela adotou maturidade. Para mim são as duas coisas. Ela enfraqueceu a posição de líder política para sobreviver politicamente num momento delicado do grupo dela. Para isso, adotou maturidade dentro do estilo Sandra de ser.

Isso não significa dizer que as relações com o rosalbismo não possam estremecer. Isso vai acontecer naturalmente.

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Qual a parte que cabe ao PMDB e sandrismo no latindúdio rosalbista?

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Hoje vários nomes foram definidos para a equipe da prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP). Todos considerados da cota pessoal da futura chefe do executivo municipal. Nomes da cozinha rosalbista.

Qual parte ficou para os principais aliados PMDB e o grupo de Sandra Rosado (PSB)? Até aqui nada foi mostrado aos aliados?

Estão em aberto a problemática pasta da saúde, as técnicas administração e planejamento e atrativa Secretaria Municipal de Cultura. A pasta do esporte e lazer também está sem nome anunciado bem como a agricultura cuja vaga deve ser ocupada por um nome da cota do presidente estadual do PP, Betinho Rosado.

O latifúndio rosalbista está diminuto. Resta saber se o que se encontra sem nomes anunciados (a prefeita revelou ao Blog do Barreto que fez todos os convites – ver AQUI) está reservado aos aliados.

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MP Federal pede condenações de Sandra, Larissa e Laíre

O Ministério Público Federal (MPF) em Mossoró apresentou alegações finais em ações movidas contra o ex-deputado federal Laíre Rosado Filho, contra a esposa dele, Sandra Maria da Escóssia Rosado, e contra a filha do casal, Larissa Daniela da Escóssia Rosado. Para o MPF, os réus devem ser condenados e ter as penas aumentadas, diante do valor e da natureza dos recursos envolvidos, destinados à saúde pública. Em uma, das duas ações em que as alegações finais foram apresentadas, a pena sugerida pelo MPF a Laíre Rosado é de 12 anos e seis meses, em regime fechado.

O grupo é acusado de desviar recursos do Ministério da Saúde, em convênios celebrados com a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (Apamim), entidade filantrópica e sem fins lucrativos, na época dos fatos, de responsabilidade de Laíre Rosado. O valor do convênio firmado com a Apamim na Ação Penal nº 0000877-53.2015.4.05.8401 é de R$ 719.779,00. Já na Ação Penal nº 0000862-84.2015.4.05.8401 os convênios, que originaram os desvios, somam mais de R$ 1,6 milhão.

Para o MPF, os crimes contribuíram para o sucateamento da Apamim, que hoje funciona sob intervenção judicial. “As investigações demonstraram que os membros da família atuaram em conjunto com empresários da cidade de Mossoró, objetivando a apropriação/desvios de recursos públicos, mediante a simulação de licitações e contratos para encobrir as operações ilícitas”.

O esquema de desvio funcionava com o direcionamento de emendas parlamentares pela então deputada federal Sandra Rosado à Apamim. Após, simulava-se uma licitação apara encobrir a escolha direta das empresas integrantes do esquema. As empresas selecionadas recebiam os recursos do convênio, lastreados em notas fiscais que atestavam a suposta aquisição de medicamentos e insumos não fornecidos efetivamente. Ao fim, um dos representantes da “empresa vencedora” da licitação sacava os valores repassados pela entidade para, em seguida, realizar a partilha dos recursos entre os envolvidos, no próprio banco.

Os envolvidos são acusados dos crimes de fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro. “Os recursos que não eram imediatamente repartidos entre os integrantes do esquema criminoso eram branqueados através da utilização da Apamim, sendo também destinados às contas bancárias dos membros da família Rosado, antes passando por assessores parlamentares ou assessores pessoais. O branqueamento de capitais, assim, assumia essas duas formas: 1) ocultação através do depósito na conta de interpostas pessoas (assessores parlamentares e pessoais); 2) utilização das contas da APAMIM para a mesma finalidade”, destaca o procurador da República Emanuel de Melo Ferreira, que assina as alegações finais.

Além de Laíre, Sandra e Larissa Rosado, o MPF pede a condenação de outras oito pessoas envolvidas no esquema. Já em relação a outros quatro réus o MPF pediu a absolvição por não ter ficado comprovado que tinham ciência da ilicitude dos recursos que eram depositados nas contas bancárias deles.

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Sandra admite candidatura a presidente da Câmara Municipal

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Em entrevista ao Meio-Dia Mossoró a vereadora eleita Sandra Rosado (PSB) confirmou que é sim candidata a presidente da Câmara Municipal. “Coloco à disposição a minha experiência para colaborar”, justificou.

Ela enalteceu os colegas eleitos em 2 de outubro e afirmou que todos têm condições de presidir a casa.

Antes mesmo de ser eleita, Sandra é apontada como nome natural para presidir a casa. Outros nomes estão no páreo como Alex do Frango (PMB) e Zé Peixeiro (PMDB). Isso sem contar as incontáveis surpresas que marcam as disputas pela presidência da casa.

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Próxima legislatura começará sob o comando de Sandra Rosado

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A partir da zero hora de 1° de janeiro de 2017 a Câmara Municipal estará sob a presidência da ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB). Caberá a ela presidir a solenidade de posse dos parlamentares eleitos no último domingo e o processo de eleição do novo presidente da mesa diretora.

Nascida em 23 de maio de 1951 ela é a parlamentar mais velha da legislatura que começa no alvorecer de 2017. Portanto, caberá a ela presidir a solenidade conforme prevê o Regimento Interno da casa. Em 2013 quem exerceu esse papel foi o atual vice-prefeito Luiz Carlos Martins (PT).

Se ela estará no final da tarde de 1° de janeiro presidindo a solenidade de posse de Rosalba Ciarlini (PP) como prefeita de Mossoró quem vai decidir é o restante da Câmara Municipal.

Vontade para isso é o que não falta.

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