Larissa 2020 é mais “cavada” que possibilidade

Sandra e Larissa terão ano decisivo em 2020 (Foto: arquivo)

É indiscutível que a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) ainda é a segunda maior eleitora de Mossoró. Isso mesmo apesar de não vencer uma eleição desde 2010.

Esta condição se deve muito mais ao fato das lideranças políticas de Mossoró sem sobrenome Rosado ainda não estarem consolidadas.

Na condição de neorosalbista, o grupo da mãe de Larissa, a vereadora Sandra Rosado (PSDB), perdeu protagonismo na política mossoroense. Este espaço hoje ocupado pela ex-deputado a cada dia assume contornos de vácuo que tende a ser ocupado pelos deputados Allyson Bezerra (SD) e Isolda Dantas (PT), além dos empresários Tião Couto e Jorge do Rosário (ambos do PL).

Se o grupo de Sandra está acomodado dentro da base rosalbista por que cargas d’água ele permite que o nome de Larissa seja especulado? O desejo incontido é de vê-la na vaga de vice da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Sabe-se que em 2020 a prefeita vai precisar de um vice mais representativo do que em 2016 quando se deu ao luxo de pôr a desconhecida Nayara Gadelha (PP) como companheira de chapa.

São constantes os boatos de que Larissa seria candidata a prefeita em 2020 com o beneplácito do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Pode ser? Pode, mas não creio.

O que existe é uma “cavada” para valorizar o passe de Larissa e o grupo de Sandra não tem condições políticas e financeiras de engrossar o diálogo com o rosalbismo que por sua vez pode usar pode usar esses boatos como justificativa para romper com o sandrismo, caso julgue ser estratégico se afastar desta ala da família Rosado.

Nota do Blog: o pessoal de Larissa chegou a espalhar que divulgaria uma pesquisa incluindo o nome da ex-deputada como candidata a prefeita em 2020. Até hoje os dados não foram divulgados se é que foram coletados.

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Sandra cobra posição da bancada federal

A vereadora Sandra Rosado (PSDB), cobra, da bancada federal do Rio Grande do Norte, posicionamento mais firme, junto ao Governo Federal, uma semana após o presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciar prorrogação da suspensão da medida antidumping ao sal chileno, que prejudica diretamente a indústria salineira potiguar, responsável pela produção de 95% do sal produzido no Brasil.

“Passou-se uma semana desde que a medida altamente prejudicial ao sal do Rio Grande do Norte foi anunciada e não vimos nenhuma reação efetiva da bancada federal potiguar em defesa da indústria salineira do nosso estado. Medidas enérgicas precisam ser adotadas ou veremos o setor amargando sérios prejuízos, comprometendo, até mesmo, empregos de pais e mães de famílias potiguares”, cobra Sandra Rosado.

A parlamentar lembrou ainda a importância da união da bancada federal potiguar para o fortalecimento dos pleitos em defesa da indústria do sal no estado. “Quando deputada federal sempre defendi o setor salineiro, porque entendo que é essencial à economia estadual, e agora, como vereadora mossoroense, faço aqui um apelo, para que deputados federais e senadores se unam neste momento e busquem meios para que a medida antidumping seja revertida”, apela.

A prorrogação da suspensão de medida antidumping no preço de compra do sal chileno foi anunciada no último dia 12, pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. A ação antidumping proibia a importação de sal do Chile com valores mais baixos que a produção nacional.

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Vereadora afirma que vai fiscalizar cumprimento de promessas

 

Após este operário da informação apontar desconfiança (VER AQUI) sobre a carta de intenções assinada com o compromisso da Petrorecôncavo de revitalizar o setor petrolífero local, a vereadora Sandra Rosado (PSDB) envia comentário por meio da assessoria de imprensa garantindo que vai fiscalizar as promessas.

Confira:

“A Carta do Petróleo, como é denominado o documento, é o resultado da audiência pública, contendo prioridades, para nortear a revitalização a atividade petrolífera na região. É a compilação de sugestões/diretrizes, que surgiram ao longo da audiência pública, e que serão encaminhadas aos gestores municipais, estadual e federal, com o devido acompanhamento do nosso mandato, a fim de que sejam asseguradas condições para fortalecer o setor petrolífero de Mossoró e Região”.

Esta página reitera que ficará atenta e com a sensação de desconfiança e reforça: mesmo que tudo seja cumprido nada será como antes em termos de cadeia petrolífera em Mossoró.

 

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Vereador “usurpa” cadeira de presidente e sessão da Câmara Municipal é suspensa após tumulto

O vereador Rondinelli Carlos (PMN) sentou na cadeira de presidente da Câmara Municipal de Mossoró para conduzir a sessão que vota o Projeto de Lei Complementar proposto pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) com o objetivo de retirar o desconto da contribuição sindical dos contracheques dos servidores.

Na ausência da presidente Izabel Montenegro (MDB) e do primeiro vice-presidente Flávio Tácito (PC do B), a sessão deveria estar sob condução do vereador Alex do Frango (PMB) seguindo a ordem da mesa.

O tumulto começou no momento em que Rondinelli pôs o projeto em votação e passou a ignorar as manifestações dos vereadores da oposição. O líder oposicionista Gilberto Diógenes (PT) chegou a se alterar e partir para cima de Rondinelli e Alex Moacir (MDB), mas foi segurado por colegas.

Alex reivindicou assumir a condução dos trabalhos, mas Rondinelli se recusou a ceder a cadeira ao colega. Neste momento Raério Araújo (PRB) e Sandra Rosado (PSDB) discutiam de forma áspera.

Seguranças chegaram a entrar no plenário para evitar que o tumulto se tornasse ainda mais grave.

Aí houve mais tumulto e a sessão que chegou a ser encerrada por Alex do Frango em outro microfone da mesa terminou por ser suspensa para acalmar os ânimos.

Rondinelli sequer faz parte da mesa e só poderia presidir a sessão em caso de ausência dos membros da direção da casa conforme deixa claro o Regimento Interno da casa em seu artigo 38:

CAPÍTULO III Da Substituição da Mesa

Art. 38 – Em suas faltas ou impedimentos, o Presidente da Mesa será substituído pelo 1° Vice-presidente e, estando este ausente, pelo 2° Vice-presidente.

Parágrafo Único – Não estando presentes ambos substituirão o Presidente, sucessivamente, o 1° e o 2° Secretários.

Art. 39 – Ausentes, em Plenário, os Secretários, o Presidente convidara qualquer Vereador para a substituição em caráter eventual.

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Secretário tem discussão ríspida com Carlos Augusto Rosado

Dos bastidores emerge a informação de que o secretário municipal de administração Pedro Almeida teve uma discussão ríspida com o líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado.

O bate-boca teria sido provocado pela nomeação em bloco de 30 pessoas ligadas à vereadora Sandra Rosado (PSDB) em empresas terceirizadas que prestam serviços ao município.

As indicações deveriam passar pelo crivo do gabinete da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), o que irritou Carlos.

No meio do bate-boca, Pedro Almeida teria ameaçado entregar o cargo.

Pedro é pessoa da extrema confiança da família de Sandra Rosado. O clima pesou entre o sandrismo e o rosalbismo.

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Sugestão de Sandra expõe desgaste dela com Rosalba

 

Sandra defende inclusão de Larissa em pesquisa (Foto: arquivo)

Leio no Blog de Saulo Vale que a vereadora Sandra Rosado (PSDB) defende que a filha dela, a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB), seja incluída nas pesquisas de intenção de voto para 2020.

A iniciativa tem ares de recado.

Sandra não se sente confortável na condição imposta de ser liderada do rosalbismo. Quer mostrar a força que ela acha que tem.

Por trás disso, há também insatisfações. Nada é por acaso em política.

O grupo não conseguiu emplacar a indicação do vice de Rosalba Ciarlini (PP) nem teve apoio para levar Sandra a presidência da Câmara Municipal.

Com uma prefeita candidata à reeleição soa estranho que uma aliada sugira que um outro nome seja avaliado em pesquisas de intenção de votos.

Volto a fazer a pergunta feita em outro artigo: vai romper?

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Advogado explica porque Sandra reverteu condenação

Um dos advogados que esteve a frente da defesa da vereadora Sandra Rosado (PSDB), Fabiano Falcão, esclarece como se deu o processo e como não havia condições jurídicas de condenar a tucana no Tribunal Regional da 5ª Região.

Confira a entrevista:

 

Blog do Barreto:  Como o Senhor recebeu o resultado do julgamento da vereadora Sandra Rosado no TRF5?

Fabiano Falcão: Recebi a proclamação do resultado do julgamento com a satisfação de quem estava assistindo a correta aplicação da legislação processual penal. O MPF não poderia ter afirmado que Sandra Rosado teria realizado emendas ao orçamento geral da União com o intuito de beneficiar a APAMIM, através da celebração de um convênio com o Ministério da Saúde no ano de 2003, porquanto no ano de 2002, no qual deveria ter sido realizada referida emenda, ela não era Deputada Federal. O orçamento da União tem que observar o princípio da anualidade, ou seja, as emendas orçamentárias são realizadas para aplicação no exercício financeiro do ano subsequente.

Blog do Barreto: O processo acabou sendo anulado por um erro do MPF. O que acontece agora?

Fabiano Falcão: Conforme determinado pelo Relator, o Desembargado Federal Lázaro Guimarães, uma vez anulada a sentença condenatória, deverá ser devolvido ao primeiro grau de jurisdição para que o Ministério Público Federal, dessa vez com base nas premissas corretas, decida por aditar ou não a denúncia.

Blog do Barreto: É comum que erros deste tipo aconteçam por parte do MPF?

Fabiano Falcão: Não é comum. O Ministério Público Federal é uma instituição das mais prepardas e respeitadas nacionalmente, tendo em seus quadros excelentes profissionais.

 

Blog do Barreto: É possível um outro nome ser incluído já que foi comprovado que a emenda não era de Sandra Rosado?

Fabiano Falcão: Em tese é possível. Conforme dito anteriormente, o Ministério Público Federal terá que optar por uma denúncia substitutiva ou um aditamento à denúncia original, portanto, será ele quem vai decidir sobre eventuais inclusões de nomes.

 

Blog do Barreto: Há possibilidade de prescrição com o processo recomeçando em primeira instância?

Fabiano Falcão: Possibilidade existe. Considere-se que entre a realização dos fatos que estão sob apuração e os dias de hoje, temos quase 15 anos.

Veja a notícia sobre anulação da sentença contra Sandra Rosado (AQUI).

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Condenação contra Sandra é anulada

TRF 5 anula sentença que previa prisão de Sandra (Foto: Jornal O Mossoroense)

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 5º Região decidiu por unanimidade anular a sentença que condenava a vereadora Sandra Rosado (PSDB) e mais quatro outros réus.

A decisão da primeira instância tinha determinado prisão d e 9 anos e 2 meses para a tucana que foi acusada de desviar R$ 719.779,00 de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS) na Casa de Saúde Dix-sept Rosado.

O relator do caso, Lázaro Guimarães, entendeu que a base da denúncia e da condenação seria o desvio de recursos de uma emenda aprovada em 2002 e executada em 2003. Como Sandra não era deputada federal em 2002 houve o entendimento de que não haveria como condená-la.

A emenda seria de autoria do ex-deputado federal Laíre Rosado. No entanto, Ministério Público Federal não pode ajuizar novamente uma ação porque o caso está prescrito.

Assim ficam também anuladas as penas de Manuel Alves do Nascimento Filho (9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado), Maria Goreti Melo Freitas Martins (8 anos e 6 meses de prisão em regime fechado),  Francisco de Andrade Silva Filho (4 anos em regime aberto) e Cláudio Montenegro Coelho de Albuquerque (7 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto).

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Processo que pode levar Sandra Rosado à prisão será julgado próxima semana

Sandra estará na berlinda dia 26 (Foto: autor não identificado)

Blog Carlos Santos

A vereadora mossoroense Sandra Rosado (PSDB) e mais quatro pessoas vão ser julgadas no Tribunal Regional Federal (TRF) da Quinta Região, com sede em Recife-PE, na próxima terça-feira (26). A sessão na Quarta Turma do TRF5 – no pavimento norte dessa corte – começará às 13h30.

Será apreciada apelação dos réus à sentença de primeira instância em que foram considerados culpados.

O processo sob o número 0000877-53.2015.4.05.8401 foi julgado em primeiro grau na 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró, no dia 10 de maio de 2017, pelo juiz Orlan Donato Rocha – veja AQUI. Ela e os demais condenados foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF).

A parlamentar mossoroense foi condenada a 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado. Outros réus são Maria Goreti Melo Freitas Martins – 8 anos e 6 meses de prisão em regime fechado; Manuel Alves do Nascimento Filho – 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado; Cláudio Montenegro Coelho de Albuquerque – 7 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto; e Francisco de Andrade Silva Filho – 4 anos em regime aberto.

Conluio

Segundo o magistrado discorreu em sua sentença, teria ocorrido “um conluio para apropriar-se indevidamente de recursos repassados pela União (Convênio nº 1782/2003-FNS – SIAFI nº 495578) para APAMIM – Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró, no valor de R$ 719.779,00”. Estes recursos foram repassados em cinco parcelas de R$ 143.955,80. À época dos acontecimentos narrados, Sandra era deputada federal.

A Quarta Turma da TRF5 é formada por três titulares: desembargador-presidente Rubens Canuto, desembargador Edilson Nobre Pereira Júnior (de origem potiguar) e o desembargador Lázaro Guimarães (decano da corte e relator do processo. (Conheça-o AQUI).

Nota do Blog do Barreto: caso o tempo da condenação de Sandra seja mantido ou ampliado, ela será presa conforme a atual jurisprudência que prevê a prisão após condenação em segunda instância.

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