Sandra Rosado admite que ela e Rosalba podem estar em palanques separados

WhatsApp Image 2018-05-30 at 12.37.54

Hoje no Meio-Dia Mossoró da 95 FM a entrevistada foi a vereadora Sandra Rosado (PSDB). A parlamentar ao ser provocada a analisar o cenário político a tucana informou que vai seguir as diretrizes partidárias nas eleições deste ano.

Questionada se poderia ficar em um palanque diferente do da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) ela admitiu que essa possibilidade existe, mas não necessariamente seria um rompimento. “Mas acredito que estejamos juntas”, ponderou explicando que PP e PSDB estão em processo de entendimento político.

Para majoritária Sandra afirma que está fechada apenas com o ex-senador Geraldo Melo (PSDB). “Meu único voto definido é o primeiro para o Senado que será de Geraldo Melo. Os demais seguirei meu partido”, explicou.

Sobre a candidatura a deputada federal ela classificou a postulação como irreversível e alegou que não atrapalha o deputado federal Beto Rosado (PP). “Mossoró precisa ter mais deputados”, explicou.

Vetos

Com relação ao projeto que estabelece que 70% dos trabalhadores da construção civil residam em Mossoró, Sandra lamentou que o veto da prefeita Rosalba Ciarlini fosse mantido, negou que a proposta fosse inconstitucional e descartou a existência de qualquer distanciamento político com a prefeita motivado pela proposição. “Não recebemos qualquer pressão”, declarou.

Compartilhe:

Robinson é rejeitado pela classe política em Mossoró

Robinson apostou tudo em  Rosalba
Robinson apostou tudo em Rosalba

O governador Robinson Faria (PSD) segue com uma situação difícil em Mossoró. A começar com a relação com a elite política da cidade. Ele não consegue juntar em torno de si nem mesmo as forças mais enfraquecidas (e quase esquecidas) da cidade.

O governador deu de ombros ao ocaso do então prefeito Francisco José Junior na aventura da reeleição em 2016. Apostou todas as fichas numa parceria improvável com a hoje prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Não recebeu a atenção esperada. Pelo contrário, levou até uma “chamada” dela em um evento público no Santo Antônio durante lançamento do Ronda Cidadã (ver vídeo abaixo) em março do ano passado.

O passo seguinte foi uma tentativa de aproximação com o enfraquecido grupo da vereadora Sandra Rosado (PSDB). As tratativas não avançaram mesmo com o histórico de amizade pessoal com a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB).

A última trincheira que Robinson tentou montar em Mossoró foi com a ex-prefeita Fafá Rosado, um nome pouco comentado nas rodas políticas da cidade e que está no ostracismo desde 2014 quando tentou sem sucesso se eleger deputada federal. Fafá escolheu o esvaziado PSB que está politicamente alinhado com o PSDB do arqui-inimigo sandrismo.

Hoje o principal apoio de Robinson em Mossoró é o vereador João Gentil que está deixando o PV.

O governador terá muitas dificuldades para andar em Mossoró se realmente quer ser reeleito. Em 2014 ele se aproveitou da popularidade estratosférica de Francisco José Junior e do apoio velado de Rosalba para ter uma vitória fundamental no segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte. Foram 52.886 (57,82%) votos no primeiro turno.

Agora tudo pesa contra.

Compartilhe:

Veto coloca Sandra e Rosalba em rota de colisão

1

O veto ao projeto de lei que estabelece que 70% dos trabalhadores da construção civil devem residir em Mossoró colocou a vereadora Sandra Rosado (PSDB) em rota de colisão com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

A iniciativa, venhamos e convenhamos, é inconstitucional porque matérias trabalhistas só podem ser legisladas em nível federal.

A pressão dos empresários da construção civil levou Rosalba a vetar a proposta de sua mais célebre aliada na Câmara Municipal. Agora Sandra articula-se nos bastidores da casa para derrubar o veto.

Sandra nega qualquer problema com Rosalba por causa disso, mas nenhum governante gosta de ter vetos derrubados e nenhum parlamentar gosta de ter seus projetos vetados. No meio disso temos uma eleição onde as duas caminham para adotar caminhos distintos.

Compartilhe:

A aliança “pescoço e machado” entre PSDB e PSB no RN

img_0385 (1)

Quando o vice-governador Fábio Dantas trocou o PC do B pelo PSB e rompeu com o governador Robinson Faria (PSD) fez isso recebendo apoio do comando do PSDB do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza.

De lá para cá, o PSDB não fez outra coisa a não ser esvaziar o PSB. Primeiro tirou o grupo de Sandra Rosado da agremiação. Agora é a vez do deputado estadual Tomba migrar para o ninho tucano. Sem contar que há dois anos Márcia Maia também fez exatamente a mesma travessia.

Enquanto o PSB trabalha uma candidatura ao Governo do Estado seu principal aliado esvazia o partido.

É uma aliança em que uma sigla entra com o pescoço e a outra com o machado.

O PSDB está robustecido para encontrar uma aliança que lhe proporcione conforto caso naufrague o projeto de Fábio Dantas, o que é uma possibilidade concreta. O PSB ficou totalmente esvaziado no Estado.

Compartilhe:

Um novo destino partidário em nome da sobrevivência política do sandrismo

04f116aea5604fdafeb809f07def08fd

O ano de 2018 é crucial para o grupo da vereadora Sandra Rosado, um dos mais importantes do Rio Grande do Norte que nos últimos anos vem perdendo fôlego ao acumular seguidas derrotas.

O sandrismo foi rebaixado de status político em Mossoró após fechar parceria política com o rosalbismo. O natural quando dois grupos antagônicos se unem é o aderente indicar o vice. Isso não aconteceu e nem mesmo foi dada uma compensação como o apoio para presidir a Câmara Municipal.

O líder do rosalbismo Carlos Augusto Rosado foi diminuindo o sandrismo ao impor seis derrotas em sete eleições disputadas pela Prefeitura de Mossoró. Cada derrota, um desgaste e a doença do ocaso político foi cada dia se alastrando.

Hoje o grupo de Sandra respira por aparelhos. Não tem recursos próprios para uma campanha e a reeleição de Larissa Rosado está em risco. A própria Sandra Rosado tem chances remotas de se eleger deputada federal.

Os aparelhos que mantêm o sandrismo respirando estão sob controle político de Carlos Augusto Rosado. Ele não cedeu a vice-prefeitura ao grupo da prima nem lhe deu apoio para comandar a Câmara Municipal justamente para não dar um remédio que curasse as dificuldades de um grupo político que no fundo continua rival.

Ir para o ninho tucano é uma oportunidade para o sandrismo sair da UTI e repousar numa enfermaria política. O PSDB está sob comando do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza, um amigo de longa data para Larissa Rosado e pode lhe garantir alguma estrutura para as eleições desse ano.

O “partido do presidente da Assembleia” é sempre forte nas eleições proporcionais e Larissa, que tem tudo para ser bem votada novamente em Mossoró, pode ter em 2018, com a ajuda de Ezequiel, os apoios que lhe tiraram a reeleição em 2014.

O sandrismo fez uma escolha segura para ganhar uma sobrevida e tirar do controle de Carlos Augusto Rosado os aparelhos que lhe dão alguma sobrevida política.

Resta saber se teremos a “melhora da morte” ou a retomada da saúde política. Vamos esperar para ver como as urnas vão reagir a essa medicação.

Compartilhe:

Como fica o grupo de Sandra Rosado após a prisão de Laíre?

a-100

Não precisa ser gênio da análise política para dizer que o grupo da vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) vem perdendo capital político nos últimos anos. O pós-eleição de 2012, quando o grupo esteve muito próximo de ganhar a Prefeitura de Mossoró, só registrou retrocessos.

Embora bem votadas em Mossoró, Sandra e a deputada estadual Larissa Rosado não se reelegeram em 2014. Hoje a mãe é vereadora com votação muito aquém das expectativas e a filha só está no exercício do mandato graças a um acordo político em 2016 que colocou Álvaro Dias na condição de vice do prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, abrindo uma vaga na da coligação que apoiou Henrique Alves em 2014.

O grupo hoje é um apêndice do rosalbismo numa união de rosados com ares de mera mistura política de ocasião. Sandra não teve força para indicar o vice da prefeita Rosalba Ciarlini em 2016. Também não conseguiu apoio para ser presidente da Câmara Municipal. A própria indicação de Lairinho Rosado para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico foi a duras penas e ele assumiu uma pasta que mais lhe traz problemas do que alguma oportunidade de evolução política.

A aliança com outrora arqui-inimigo rosalbismo não trouxe dividendos políticos ao grupo de Sandra. Pelo contrário, a facção política se apequenou, perdendo o comando da oposição em Mossoró, ao se submeter como mero penduricalho de Carlos Augusto Rosado.

O rosadismo também não está bem situado dentro do PSB, tanto que a própria Sandra chegou a admitir a possibilidade de trocar de partido. O grupo não tem estrutura financeira e está com a aguerrida militância desanimada com a aliança com o rosalbismo onde poucos foram indicados na estrutura do município.

A prisão de Laíre é um fator a mais para o enfraquecimento do capital político do grupo de Sandra Rosado.

O futuro de um dos mais tradicionais grupos políticos do Rio Grande do Norte é incerto e recheado de percalços colocando em risco a reeleição de Larissa Rosado e o retorno de Sandra à Câmara dos Deputados.

Talvez a parceria política com o PSDB do presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira de Souza pode ser a luz no fim do túnel (tema para outro texto).

Hoje é difícil mensurar qual o tamanho do grupo de Sandra em Mossoró, mas a olho nu percebe-se a inanição política.

Compartilhe:

Câmara de Mossoró tem três vereadores colocados como pré-candidatos em 2018

Eleições-2018

Faz muito tempo que um vereador de Mossoró não dá um salto político para cargos maiores na política estadual. A última tentativa exitosa foi há 24 anos quando o então edil Francisco José foi eleito deputado estadual.

De lá para cá acumulam-se tentativas frustradas de subir de patamar na política potiguar.

Para esse ano, a vereadora Sandra Rosado, que pode trocar o PSB pelo PC do B, trabalha para voltar à Câmara dos Deputados. Não é uma tarefa fácil devido à falta de estrutura de seu grupo. Daí a possibilidade de mudar de partido para ganhar algum fôlego.

Em outra ponta, Flávio Tácito (PPL) e Isolda Dantas (PT) se colocam como candidatos a uma vaga na Assembleia Legislativa. O primeiro terá o desafio de provar que a candidatura é para valer porque em outros pleitos ele “ameaçou” ser candidato e recuou em seguida. A segunda depende muito da estratégia do partido dela na disputa proporcional.

É fundamental que Mossoró recupere espaços na política estadual. Não só a cidade como a região sofre muito com a baixa representatividade e o discurso do bairrismo tem que ser apenas uma das armas para a conquista dos votos. Usá-la como única alternativa pode ser revelar um erro até porque em outras eleições o eleitor mossoroense mostrou que prefere os nomes locais (ver AQUI).

Dica do Blog: confira também essa matéria produzida pela jornalista Carol Ribeiro.

Compartilhe:

Futuro do grupo de Sandra Rosado depende de julgamento em Recife

O julgamento do recurso da vereador Sandra Rosado (PSB) no Tribunal Regional Federal da 5ª Região será um divisor de águas para o futuro político do grupo dela nas eleições deste ano. Esse foi o tema do nosso comentário no Bom Dia Mossoró (TCM) de hoje. Ela foi condenada ano passado a nove anos e dois meses de prisão por desvios de recursos na Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (Apamim).

Compartilhe: