Prefeitura garante ter pago Liga do Câncer e outras entidades

Abaixo a nota da Prefeitura de Mossoró sobre garantindo pagamento a entidades que prestam serviços na área de saúde.

A Prefeitura de Mossoró repassou hoje o equivalente a R$ 2.889.410 para entidades como a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) e demais hospitais e prestadores de serviço da Saúde.

Para a Liga, o montante repassado só essa semana foi de R$ 760.619,82. Sendo o primeiro pagamento efetuado na terça (12), de R$ 366.033,82, e o restante hoje de R$ 394.586,00, que correspondem aos meses de janeiro e abril, respectivamente. 

A atual administração tem feito grande esforço para efetuar os pagamentos, com o objetivo de dar continuidade à prestação de serviços de saúde, que tem se mantido estável nesse período de um ano e meio. Os repasses também obedecem à trâmites burocráticos, o que impediram o pagamento na última quarta-feira.

A Prefeitura ratifica o compromisso com os prestadores e assegura a parceria com essas entidades, bem como com os pacientes que necessitam de inúmeros serviços na área de saúde.

Nota do Blog: a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) informou que a paralisação prevista para o dia 18 está suspensa.

 

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Governo e Prefeitura prometem fazer repasses à Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer

A Prefeitura de Mossoró prometeu pagar a amanhã. O Governo do Estado garante que quita a dívida em cinco dias. Agora é esperar que sejam cumpridas as palavras da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e do governador Robinson Faria (PSD) com Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer.

Ontem a entidade anunciou por meio de nota que iria suspender as atividades no dia 18 (ver AQUI) diante das dívidas dos dois entes do poder público.

Nota do Blog: nada como uma boa pressão.

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Serviços de radioterapia e quimioterapia serão suspensos em Mossoró

Hospital

Abaixo a nota da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) anunciando a suspensão dos serviços de radioterapia e quimioterapia.

A Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) comunica a imprensa e a sociedade Potiguar que em razão da falta de pagamentos paralisará seus serviços de radioterapia e quimioterapia a partir do dia 18 de junho, caso não haja solução quanto ao efetivo pagamento. A direção da LMECC já comunicou por meio de ofício aos órgãos competentes e lamenta o descaso por parte de algumas autoridades e reforça que se os repasses não forem feitos até a data citada, infelizmente as atividades serão paralisadas. Atualmente a instituição atende cerca de 210 pacientes oncológicos diariamente.  

A produção já auditada que deveria ter sido repassada pelo Governo do RN, referente aos meses de janeiro, fevereiro, março e abril soma aproximadamente 2 milhões e 700 mil reais. Já a Prefeitura Municipal de Mossoró ainda não fez o repasse de um plus que é utilizado para complementação de cirurgias e diárias de UTI, referente aos meses de dezembro, janeiro e fevereiro, que somados chegam a aproximadamente 790 mil reais, bem como, não repassou a produção de abril, que é de aproximadamente 450 mil reais.

 

Atenciosamente,

 

Sérgio Catardo

Diretor Administrativo

Paulo Henrique Lima do Monte

Presidente da LMECC

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Prefeitura culpa burocracia por atraso de aluguel

Abaixo a nota de esclarecimento da Prefeitura de Mossoró sobre a UBS (ver AQUI) fechada por falta de pagamento de aluguel do imóvel localizado no bairro Bom Jesus.

A Secretaria Municipal de Saúde vem a público esclarecer que questões orçamentárias e burocráticas ao serviço público comprometeram a continuidade do pagamento do prédio alugado da Unidade Básica de Saúde Dr. Antônio Soares Júnior, do bairro Bom Jesus. O orçamento do ano de 2017, aprovado no ano de 2016, não comportava todas as despesas da Saúde do Município.
O prédio, onde funciona a UBS do Bom Jesus, foi alugado para que a sede da UBS pudesse ser reformada e entregue à população com uma melhor estrutura física.
É importante ressaltar ainda que a atual gestão encontrou diversos prédios alugados para a saúde em situação de inadimplência e precisou atualizar os pagamentos em 2017, mesmo com o orçamento aquém das necessidades.
Os processos seguem fluxos determinado por resolução do Tribunal de Contas, devendo percorrer instâncias do Município para dar seguimento ao pagamento. A Secretaria de Saúde encaminhou à Controladoria do Município e aguarda a liberação, que deve ocorrer o mais rápido possível.

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Com um ano e três (quase quatro) meses de mandato, gestão de Rosalba ainda não fez prestação de contas da saúde

rosalba-eleita
Discurso de campanha não se confirma na gestão

Em campanha a transparência e a austeridade nas contas públicas não saem da boca da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), mas após as eleições a coisa muda. Estamos com quase um ano e quatro meses de mandato ela ainda não fez a prestação quadrimestral das contas da saúde.

Nenhuma prestação de contas quadrimestral de 2017 foi feita até hoje. A legislação prevê que a cada quatro meses as prefeituras devem ir à Câmara Municipal apresentar o balanço dos investimentos em saúde.

De repente, pegando a bancada de oposição de surpresa, o secretário Benjamim Bento daqui a pouco, às 9h, na Câmara Municipal para apresentar as contas de 2017 a toque de caixa.

Teremos três quadrimestres com contas apresentadas de uma vez só sem ter as condições de se debater um por vez como estabelece a legislação.

Coincidência ou não, a saúde municipal está na berlinda desde ontem quando a Defensoria Pública da União entrou com uma ação pedindo a suspensão dos gastos com o Mossoró Cidade Junina (ver AQUI).

Sobre o assunto leia mais AQUI e AQUI.

PS: a Prefeitura de Mossoró fez a prestação de contas do primeiro quadrimestre em agosto do ano passado. A própria assessoria de comunicação informou que a audiência envolveria as contas do ano de 2017 sem especificar os quadrimestres dando a entender que seria o ano inteiro. Ver AQUI

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Usuário de serviço de saúde apresenta informação que coloca nota da Prefeitura em dúvida

O usuário dos serviços da Prefeitura de Mossoró para diabéticos Francisco César relatou a falta dos insumos que a administração municipal garantiu em nota (ver AQUI) estarem disponíveis. Ele destaca a ausência da entrega das fitas e as agulhas em seu depoimento.

Bruno boa tarde comecei a ler a notícia agora. Vibrei com a iniciativa, é uma sensacional atitude do MPU, contra essa maldade que a Prefeitura impõe a centenas de pessoas que tem essa terrível doença. Passo pra você Bruno essa informação. A meses que a Secretaria de saúde não entrega as fitas testes da glicose aos diabéticos cadastrados na Secretaria de Saúde, e desde o final de março não tem também as agulhas utilizadas nas aplicações das insulinas. Portanto, as pessoas diabéticas tem que se virar pra comprar esses fitas de testes e as agulhas. Em média 120,00 reais mensais que os diabéticos tem que ter . Sou a favor das festas juninas em Mossoró, e se tem dinheiro pra bancar festas, obrigatoriamente tem que ter também pra saúde da nossa população sofrida. Os mossoroenses agradecem ao Ministério Público da União.

Nota do Blog: conversei através do telefone com o leitor que reafirmou a informação através do texto acima.

Veja outras informações AQUI

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Prefeitura desmente DPU e culpa SUS em problema com insulinas que provocou ação contra Cidade Junina

A Prefeitura de Mossoró emitiu nota dizendo ser improcedente a informação da Defensoria Pública da União (ver AQUI) de que estão faltando insumos para os diabéticos de Mossoró. O município também informa que o fornecimento dos medicamentos é responsabilidade do Governo Federal.

A respeito do pedido da Defensoria Pública da União à Justiça Federal quanto ao fornecimento de insulinas aos pacientes do Município, a Prefeitura de Mossoró esclarece que o atendimento se dá no âmbito do Sistema Único de Saúde. 

Conforme reconhecido e divulgado em ocasiões anteriores no site da Prefeitura (www.prefeiturademossoro.com.br), o Município garante o estoque anual. Ao todo foi contratada a aquisição de 36 mil unidades da insulina Degludeca e de 18 mil unidades da insulina Asparte, com investimento superior a R$ 3.600.000,00 (três milhões e seiscentos mil reais). Além desses dois tipos especiais, outras insulinas e insumos foram adquiridos, incluindo lancetas, fitas e agulhas, através de processo legal.

Desta maneira, não são procedentes as informações divulgadas, e com isso, a Prefeitura de Mossoró reafirma e assegura a regularidade do atendimento aos pacientes diabéticos.

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Defensoria Pública da União pede suspensão de gastos com o Mossoró Cidade Junina

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A Defensoria Pública da União entrou com uma ação pedindo a suspensão dos gastos de nível nacional do Mossoró Cidade Junina até que a disponibilidade de insumos médicos em Mossoró seja regularizada.

A medida também atinge o Governo do Estado e União, mas no tocante aos gastos com publicidade.

O foco principal é na falta de insumos da farmácia básica do município ligada aos diabéticos.

Já existe uma liminar com mais de seis meses arbitrando uma multa que vem se acumulando. “Diante dessa medida ser ignorada a Defensoria Pública da União decidiu tomar uma medida mais drástica pedindo a suspensão de gastos com publicidade do governo do estado e união e a suspensão dos gastos com shows do Cidade Junina”, disse ao Blog do Barreto o defensor público Hélio Cabral.

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Já pensou se a gestão de Rosalba tivesse na saúde o mesmo planejamento para reerguer o Cidade Junina?

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O Mossoró Cidade Junina é um patrimônio dos mossoroenses. Mas o evento estava entrando num perigoso declínio. As três últimas edições foram constrangedoras.

Para este ano temos um sopro de organização e planejamento. O evento já está com as atrações anunciadas em abril quando nos anos anteriores as licitações e contratos eram fechados na semana do “Pingo da Mei Dia”.

Mas nesse momento uma reflexão é inevitável: já pensou se essa mesma eficiência fosse reproduzida na saúde? Não teríamos as reclamações de sempre sobre falta de médicos, medicamentos e equipamentos quebrados nas Unidades Básicas de Saúde e UPAs.

Lógico que a saúde é um tema bem mais complexo que um evento junino. Mas para a população é um problema diário enquanto a festa na Estação das Artes é durante um mês.

Mas vale a reflexão para os que fazem a gestão municipal.

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