Rosalba confirma nome anunciado pelo Blog para a saúde

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Benjamim Bento volta a ser secretário de saúde 

O nome de Benjamim Bento foi confirmado para a titularidade da Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Mossoró. Com ampla experiência no serviço público, Benjamim é mais um secretário anunciado pela prefeita Rosalba Ciarlini. Novos nomes serão divulgados nesta sexta (30).

Segue o perfil do futuro secretário:

Benjamim Bento de Araújo Neto – graduado em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Pós-graduado em Gestão de Sistemas Locais de Saúde pela Escola de Saúde Pública do Ceará, pós-graduado Saúde da Família pela Escola de Saúde Pública do Ceará, pós-graduado em Obstetrícia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, pós-graduado em Auditoria de Sistemas de Saúde pela Faculdade de Ciências da Saúde da Paraíba – FACISA  e pós-graduado em Enfermagem do Trabalho pela Faculdade de Enfermagem Nova Esperança – FACENE. Funcionário da Prefeitura de Mossoró desde 1999 e de carreira desde 2007. Exercia o cargo de Diretor de Planejamento da Gerência Executiva da Saúde e a função de Auditor de Saúde da Prefeitura Municipal de Mossoró. Foi também Secretário Municipal de Saúde.

Nota do Blog: já tínhamos cravado o nome de Benjamim Bento para o cargo. Veja AQUI

 

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Deputado lembra que Rosalba vetou lei que impediria problemas em transição de governo

Em discurso na Assembleia Legislativa ontem o deputado estadual Kelps Lima (SD) declarou que a prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) poderia ter evitado os problemas que enfrenta na transição de governo se tivesse sancionado a proposta que regulamentava a transição de Governo no Estado e prefeituras potiguares.

Segundo Kelps, Rosalba “come o pão que ela mesma amassou”. “Ela era a governadora, ela não tinha sido reeleita porque não foi candidata e se ela aprovasse tinha que entregar as documentações do Governo dentro do prazo para o governador eleito, o hoje governador Robinson Faria. O que Rosalba fez? Vetou a lei. Como Rosalba não pensou no Estado, né… não só nesse fato. Ela deixou de pensar no Estado num monte coisa ela vetou a lei para ela não entregar a documentação”, frisou.

Confira o pronunciamento de Kelps:

O parlamentar disse ter se surpreendido com as declarações de Rosalba na imprensa mossoroense reclamando na demora na entrega da documentação por parte de Francisco José Junior. “Ela pensou em ela não entregar a documentação ao governador Robinson Faria. Aí o castigo. Infelizmente não é só para ela porque se fosse para só para ela era bem pregado”, disparou.

O deputado lembrou que o veto está pronto para ser analisado em plenário. Se a rejeição a proposta for derrubada estará estabelecido um regime de regras com prazos estabelecidos para o período de transição.

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Rosalba tomará medidas duríssimas em janeiro e fará profunda reforma administrativa

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A prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) ainda não começou a fazer os convites para as secretarias. Mas já sabe o que fazer: tomará medidas duríssimas no início da gestão. O começo da gestão será marcado por ações impopulares.

Ela acredita que o desgaste inicial será revertido com o tempo na medida em que for recolocando a administração nos eixos.

Seguirá a máxima de Maquiavel: “Quando fizer o bem, faça-o aos poucos. Quando for praticar o mal, é fazê-lo de uma vez só”.

Ela também fará logo no começo da gestão uma profunda reforma administrativa. Muitas das secretarias serão convertidas em assessorias e não haverá mais a figura do secretário adjunto, gerentes ou até mesmo vice-diretores de escolas e unidades de saúde.

É o que garante uma fonte de livre trânsito na cúpula rosalbista.

Nota do Blog: quem está contando com uma vaguinha na viúva chamada Prefeitura de Mossoró precisa refazer os planos.

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Prefeitura afirma ter passado 88% dos dados da transição

As equipes de transição da atual e futura gestão de Mossoró se reuniram, mais uma vez, na Procuradoria Geral do Município, na manhã desta quinta-feira, 8. Durante o encontro, foram repassadas as seguintes informações: relação de bens e consumo existente no almoxarifado; relação de contratos administrativos de duração continuada com vigência que ultrapasse ao exercício de 2017; e relação de contratos administrativos firmados pelo município.

Relação dos servidores não estáveis, por força do não enquadramento – Art. 19 da ADCT/CF – (admitidos até 05 de outubro de 1983); relação dos servidores não estáveis, por força do não enquadramento – Art. 19 da ADCT/CF (admitidos sem concurso público entre outubro de 1983 e outubro de 1988); relação de pessoal admitido mediante contratação temporária, com contrato em vigor; relação dos concursos públicos homologados, que ainda se encontrem dentro do prazo de validade; relações dos bens imóveis que compõem o patrimônio do poder público municipal; relação de processos que tramitam na justiça e a Agenda de audiência com o poder judiciário e o Ministério Público também foram repassados à equipe da prefeita eleita.

“Com isso, já repassamos 88% das informações exigidas à equipe da prefeita eleita. Estamos fazendo tudo de maneira transparente e compartilhada. Temos total interesse em transmitir todas as informações”, garantiu Glaudionora Silveira, coordenadora da equipe de transição da atual gestão. Compareceram à reunião, Glaudionora Silveira, coordenadora, Tales Belém, procurador geral do município, Fábio Lúcio, controlador geral do município, e Fátima Marques, da equipe da prefeita eleita.

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Transição está emperrada em Mossoró

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Faltam 45 dias para Rosalba Ciarlini (PP) assumir pela quarta vez a Prefeitura de Mossoró. A transição que estaria aparentemente tranquila não está. As reclamações ainda são discretas, mas basta uma conversa com o coordenador da equipe de transição, Anselmo de Carvalho, para saber que o clima está carregado. “Não recebemos nenhum material da prefeitura; apenas cópias de algumas leis”, relatou.

Em conversa com o Blog do Barreto, Anselmo explicou que faz um mês que foi feita a indicação dos membros da equipe de transição. “Apesar de ter sido dito que seriam apresentados os dados e documentos, até agora nada”, acrescentou.

O propalado adiantamento do processo de transição no entendimento de Anselmo de Carvalho está apenas na retórica. “Lembro que o Prefeito havia divulgado que a primeira reunião estaria marcada para dezembro; pelo visto só receberemos os documentos a partir desse dia, o que poderá comprometer os trabalhos e a transparência do processo”, lamentou.

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Ação visa impedir Francisco José Junior de fazer aditivos em contratos da Prefeitura de Mossoró

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O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio dos promotores de Defesa do Patrimônio Público de Mossoró e do Grupo de Atuação Regional de Defesa do Patrimônio Público (Garpp), ajuizou Ação Civil Pública (ACP) visando impedir que o prefeito de Mossoró realize novos empenhos e assine novos aditivos e contratos até o final de seu mandato bem como requerendo a suspensão dos pagamentos empenhados referentes a contratos celebrados desde maio de 2016, em desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal.
Segundo os dados levantados e que constam na Ação, o Executivo municipal, entre maio e outubro de 2016, celebrou vários aditivos e contratos com valores significativos, totalizando R$ 33.879.216,70, sem a capacidade de honrar, até o término do mandato, com os compromissos financeiros já empenhados até outubro deste ano, ainda que se considere que a receita prevista para o próximo bimestre venha a se efetivar.
Conforme consta no Portal da Transparência, as receitas arrecadadas até outubro de 2016 totalizam R$ 368.819.934,79, enquanto os valores já empenhados até o referido mês somam R$ 479.996.621,51. Assim, o passivo é superior ao ativo no montante de R$ 111.176.686,72.
De acordo com os promotores que assinaram a ACP, não há notícia de providências efetivas do Executivo de Mossoró para amenizar a situação econômico-financeira do Município. Ao contrário, a atual gestão só vem agravando ainda mais o quadro, celebrando novos aditivos e contratos.
A conduta do prefeito de Mossoró, de acordo com os promotores, fere a Lei Complementar nº. 101/2000 (Lei de Responsabilidade Fiscal), especialmente o artigo 42, segundo o qual é vedado ao titular de poder ou órgão público, nos últimos dois quadrimestres de seu mandato, contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa.
A ação foi distribuída à Segunda Vara da Fazenda Pública de Mossoró, a quem cabe deliberar sobre a medida liminar pleiteada.
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