Cuidado UERN, cuidado!

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Nas palavras do presidente da Associação dos Docentes da UERN, Lemuel Rodrigues, a audiência pública da última quinta-feira serviria para sepultar de vez qualquer possibilidade de a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte ser privatizada.

Para mim as barbas precisam ficar de molho. Não há segurança de nada enquanto Robinson Faria (PSD) for governador. Ele não nutre qualquer simpatia pela universidade e a elegeu como culpada pela crise do Estado.

As declarações dele se posicionando contra a ideia defendida pelo presidente do Tribunal de Justiça, Cláudio Santos, são palavras ao vento. Tanto que o próprio magistrado chegou a dizer que a maioria dos técnicos do governo defendem a ideia e o governador não desautorizou seus auxiliares.

Outro ponto: na audiência Robinson Faria não foi. A secretária de educação, Cláudia Santa Rosa mandou a adjunta Mônica Guimarães que se limitou a dizer que o governador é contra a proposta.

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Na sexta-feira, Robinson recebeu pessoalmente os estudantes para negociar o fim das ocupações das escolas da rede estadual de ensino. Desde o início dessa polêmica ele sequer recebeu uma comitiva da UERN. Não há interesse em manter qualquer proximidade com a instituição de ensino superior.

Somente os deputados estaduais Fernando Mineiro (PT) e Souza Neto (PHS) foram incisivos em se posicionarem contra a ideia. Por mais que tenhamos 15 assinaturas de parlamentares em manifesto que será entregue ao governador, há motivos para desconfiar da palavra dessa  turma. O presidente Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), por exemplo, nunca fez uma manifestação pública.

No site da Assembleia Legislativa a notícia foi colocada em posição secundária e logo saiu da página principal. O texto não traz qualquer declaração da representante do governo.

São nesses pequenos detalhes que é possível perceber que a luta em defesa da UERN não pode parar. A universidade carece de união interna para poder superar a rejeição da elite política da capital.

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Presença de Cláudio Santos faz Mossoró viver “dia de guerra” por causa de uma opinião

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Mossoró viveu um dia tenso devido ao grande aparato de segurança adotado pelo presidente do Tribunal de Justiça Cláudio Santos. Para onde ele se movia havia um grande contingente de policiais. Tudo para mantê-lo longe dos manifestantes que não concordam com a proposta do magistrado de privatizar a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Ele ficou distante das manifestações. Chegou a usar uma estratégia para “driblar” o grupo que estava em frente ao fórum. Deu certo.

De todas as palavras proferidas pelo comandante do Judiciário em uma delas é coberta de razão: ele tem direito a ter a opinião dele. O problema é que não se trata de uma mera visão de mundo. Trata-se do presidente de um poder que tem fortes ligações com o governador Robinson Faria (PSD) a ponto de ser visto como o plano B do pessedista caso ele não reúna condições de tentar a reeleição em 2018.

Esse quadro, ainda que no campo das especulações, torna legítima a manifestação em defesa da UERN.

Então ficamos assim: Cláudio Santos tem o direito de manifestar a opinião dele. Os mossoroenses têm o dever de defender a UERN, um dos maiores patrimônios potiguares.

Foto: Luciano Léllys/O Mossoroense

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Presidente do TJ classifica como “histeria” reação contra privatização da UERN

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O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), Cláudio Santos, classificou como “histeria” a revolta dos mossoroenses com a proposta defendida por ele de privatizar a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. “Há uma histeria desnecessária”, afirmou.

Com agenda marcada para amanhã em Mossoró, Cláudio Santos fez um apelo para que as manifestações fiquem no campo das ideias. A preocupação com o que pode acontecer amanhã não está apenas nas palavras. O Blog de Carol Ribeiro (AQUI) noticiou que está sendo montado um forte aparato de segurança para o magistrado.

Cláudio Santos defende a privatização de outros órgãos do Estado como a CAERN, CEASA e Potigás. “É uma questão ideológica”, argumenta.

Hoje à tarde ele chegou a ligar para o reitor da UERN, Pedro Fernandes, para reforçar o reconhecimento da importância UERN. “O reitor ajuda muito o poder judiciário”, disse o presidente que reforçou que manteve a cessão do antigo fórum para sediar a prática jurídica da UERN.

Sobre a privatização ele reforçou que se trata apenas de uma opinião pessoal embora encontre ecos dentro do governo (veja AQUI). “Eu não tinha ideia que tivesse tanta repercussão. É apenas uma opinião pessoal”, justificou.

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Cláudio Santos afirma que parte da equipe de Robinson concorda com privatização da UERN

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Em entrevista exclusiva ao Blog do Barreto, o presidente do Tribunal de Justiça (TJ) Cláudio Santos explicou que na última reunião que esteve com o governador Robinson Faria (PSD), o vice-governador Fábio Dantas (PC do B) e a equipe do executivo estadual defendeu a privatização não só da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), mas também da CEASA, Potigás e CAERN.

Alegando ser uma posição ideológica, Cláudio Santos explicou que parte do governo apoia a proposta de privatizar a UERN. “Não tenho a dimensão exata, mas uma boa parte concordou (privatizar a UERN), mas não vai dar a opinião de público até porque o governador já disse ser contra”, frisou.

O presidente do Tribunal de Justiça falou ainda que o corpo técnico do governo entende ser prioritária as áreas essenciais.

Nota do Blog: em instantes a segunda parte da conversa entre Cláudio Santos e o Blog do Barreto.

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OAB estadual manifesta apoio a UERN

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O Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN) aprovou ontem (3) por unanimidade a Moção de Apoio e Trabalho de Excelência em favor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). A Moção foi proposta pela OAB/Mossoró, que decidiu manifestar o seu apoio à Instituição de Ensino Superior (IES) em razão das dificuldades econômicas que vêm sendo enfrentadas e a hipótese de privatização que foi sugerida pelo presidente do Tribunal de Justiça do RN, desembargador Cláudio Santos. A Moção será encaminhada à Reitoria da Uern, reforçando o apoio que já havia sido externado pela OAB/Mossoró, em defesa da IES.

O presidente da OAB de Mossoró, Canindé Maia, participou da reunião do Conselho Estadual da OAB no RN e defendeu a Uern. Em sua manifestação oral, apresentou dados que comprovam a importância da Universidade para o desenvolvimento sociocultural e econômico do RN e dos demais estados da região Nordeste. A universidade é formada por 1.029 professores, 1.059 técnicos e cerca de 15 mil alunos espalhados pelos seis campi e 11 núcleos. Ao todo, são 32 cursos de graduação. Além disto, oferece ainda 22 cursos de pós-graduação como mestrados e doutorados no interior do estado potiguar. “São números que demonstram a grandeza da Uern”, destacou o presidente de Mossoró.

O curso de Direito da Uern é um dos poucos no país que conseguiram receber o Selo OAB Recomenda, nas duas últimas edições. O Selo é o reconhecimento da Ordem dos Advogados do Brasil para os melhores cursos do país. O Núcleo de Prática Jurídica (NPJ), que promove atendimentos para pessoas de baixa renda, é outro serviço de grande relevância prestado pela instituição à comunidade potiguar, promovendo e garantindo o direito fundamental do acesso à justiça. Em Mossoró e Natal são inúmeros atendimentos realizados pelos estudantes. “O trabalho que é desenvolvido na Prática Jurídica é fundamental, beneficiando centenas de famílias de baixa renda”, frisa Canindé.

O retorno social não é uma exclusividade do curso de Direito. Essa é uma preocupação da instituição, que desenvolve inúmeros outros projetos que visam melhorar a qualidade de vida da população. Em sua sustentação oral em defesa da Moção de Apoio à Uern, Canindé Maia citou o Ambulatório de Medicina de Mossoró, que atende cerca de 250 pacientes por mês. Em Caicó, o Ambulatório atende 600 paciências ao mês. Já o Núcleo de Línguas Estrangeiras, no campus central de Mossoró, matricula 600 alunos por semestre, que pagam valores bem menores do que os que são cobrados pelos cursos locais. Em Natal, o Conservatório oferta 400 vagas de música por semestre.

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Vivaldo Costa apoia privatização da UERN, mas acumula aposentadorias sendo uma delas como deputado

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Já pensou exercer uma função e ao mesmo tempo ser aposentado por ela? O nome disso é desaposentação, que foi considerada ilegal recentemente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Pois bem. O Vivaldo Costa (PSD), que disse ontem ser favorável a privatização da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) alegando estar preocupado com as contas públicas, acumula o salário de deputado estadual com a aposentadoria de (com o perdão pela repetição da palavra) deputado estadual.

Isso mesmo. No mês de setembro ele recebeu R$ 25.322,25 do salário de parlamentar e mais R$ 20.257,81 como parlamentar aposentado. Os dados são do Portal da Transparência da Assembleia Legislativa.

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Ele ainda acumula outra aposentadoria no serviço público. Essa bem mais modesta em relação às vantagens que possuem os políticos. Ele recebe 2.996,48 como aposentado do cargo de auxiliar finanças e contas do Governo do Estado. O curioso é que a formação de Vivaldo Costa é de médico.

Mais um caso de político que se posiciona contra a UERN “em nome do equilíbrio das finanças”, mas não faz a sua própria parte. As aposentadorias do deputado em atividade dariam para custear 22 alunos da universidade.

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Cláudio Santos volta a atacar UERN e apresenta números irreais

O presidente do Tribunal de Justiça Cláudio Santos deu entrevista à TV Ponta Negra defendendo mais uma vez a privatização da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). No vídeo abaixo ele apresentou alguns números que não correspondem a realidade orçamentária da instituição de ensino superior.

Na condição de cidadão, jornalista e servidor concursado da universidade me senti na obrigação de apresentar a realidade dos números.

Cláudio Santos fala que a UERN custa R$ 30 milhões por mês ao Estado. Não procede. O custeio da UERN em é média é de R$ 1,4 milhão, excluindo a folha de pagamento que é de responsabilidade do Governo. Mesmo que se inclua a folha os investimentos na instituição não chegam a R$ 20 milhões segundo dados que chequei com pró-reitor adjunto de planejamento Adonias Vidal.

Outro ponto abordado pelo magistrado é que a UERN custa R$ 317 milhões anuais. Até 28 de outubro (última atualização do sistema) os custos não ultrapassam R$ 183 milhões, incluindo a folha de pagamento que ocupa 94% do orçamento uerniano.

Se a UERN fosse privatizada, como defende o presidente do TJ, esses servidores seriam deslocados para órgãos do Governo do Estado. Em resumo a economia seria de 0,01% no Orçamento Geral do Estado (TCE).

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Vice-prefeito, CORECON e Fórum de Reitores e Sinte saem em defesa da UERN

Mais notas em defesa da UERN foram enviadas ao Blog do Barreto. Desta vez foi o vice-prefeito Luiz Carlos Martins (PT), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (SINTE/RN), Fórum de Reitores do RN e Conselho Regional de Economia.

Abaixo as notas:

NOTA DE APOIO À UERN
 
Na condição de vice-prefeito de Mossoró, ex-aluno e professor aposentado da UERN, ex-presidente da ADUERN e do SINTE-RN, manifesto publicamente meu repúdio e indignação contra as declarações proferidas recentemente pelo Senhor Presidente do Tribunal de Justiça do RN Cláudio Santos, quando defendeu abertamente a privatização da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).
 
Certamente, a política de austeridade defendida pelo Presidente do TJRN para os órgãos públicos estaduais está fundamentada na perspectiva do estado mínimo, onde os neoliberais advogam que as políticas públicas para a educação devem ser assumidas pelo mercado, materializando, deste modo, uma postura elitista, conservadora e discriminatória para com os filhos e filhas das famílias mais carentes da nossa sociedade.
 
A UERN é um patrimônio do povo potiguar e deve continuar sendo pública, gratuita, laica e de qualidade.
 
A Universidade presta inestimáveis serviços ao desenvolvimento sócio-econômico, educacional e cultural de nossa cidade, de nossa região e do nosso Estado, bem como, alavanca os nossos índices de desenvolvimento humano e é responsável pela formação de milhares de profissionais todos os anos.
 
 
Mossoró/RN, 03 de novembro de 2016.
 
Luiz Carlos de Mendonça Martins
Vice-prefeito de Mossoró
O FÓRUM DOS REITORES DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO RIO GRANDE DO NORTE vem a público se manifestar em defesa da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) como Instituição pública, gratuita e de qualidade.
Há 48 anos, a UERN vem levando ensino superior público e de qualidade para o interior do Rio Grande do Norte, nos mais de 31 cursos de graduação (Bacharelado, Licenciatura e Tecnólogo) e 52 cursos de Pós-graduação (Mestrado, Doutorado, Especialização e Residência Médica). Atualmente, a UERN preenche 50% de suas vagas com o egresso das escolas municipais e estaduais do RN e devolve profissionais formados, em sua maioria, para atuarem na educação básica do RN e seus municípios, minimizando o déficit de formação do ensino superior, ainda muito expressivo na Região Nordeste.
É inquestionável que as Universidades Públicas do Estado atuam como permanente propulsoras da geração de conhecimento e da redução da desigualdade social. Desse modo, é com preocupação que recebemos a proposta de privatização da UERN como solução para os problemas financeiros do Estado.
A educação sempre será um caminho transformador. É por meio da ciência, do saber e do ensino, da pesquisa e da extensão que serão formuladas as propostas verdadeiramente úteis e viáveis para o enfrentamento dos problemas econômicos e sociais que o Estado vivencia. Um Estado que se pretende forte e estruturado não pode, de forma alguma, prescindir de uma instituição de ensino superior.
Acreditamos que juntas, as universidades públicas do Estado do Rio Grande do Norte reúnem o que há de melhor da educação superior do Estado e emergem como um patrimônio vivo de valor imensurável. Reiteramos, portanto, nosso total e irrestrito apoio à manutenção da UERN como instituição pública e gratuita. E mais que isso, que a instituição receba do Governo do Estado do RN a valorização e o financiamento necessários ao crescimento da UERN.
Mossoró (RN), 31 de outubro de 2016.
Ângela Maria Paiva Cruz
Reitoria da UFRN
Wyllys Abel Farkatt Tabosa
Reitor da IFRN
Pedro Fernandes Ribeiro Neto
Reitor da UERN
José de Arimatea de Matos
Reitor da UFERSA
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte – SINTE-RN Regional Mossoró manifesta seu apoio e solidariedade à Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e repudia qualquer conotação de proposta para a instituição, que venha ferir o direito ao ensino público, gratuito, laico e de qualidade.
O SINTE Regional Mossoró rechaça veementemente e considera descabida a proposta do Presidente do Tribunal de Justiça, Senhor Claudio Santos, de privatizar nossa Universidade.
A UERN tem relevantes e inúmeros serviços prestados ao povo potiguar.  Portanto, nós, professores e professoras da Rede Pública de Ensino do Estado, devemos em muito ao trabalho desta Universidade, uma vez que a maioria dos nossos educadores e nossas educadoras foram formados/as nesta valorosa instituição de ensino.
Queremos sim, uma UERN fortalecida, com autonomia político-pedagógica-financeira e de gestão, aberta para estudantes, professores, servidores e comunidade em geral.
Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte – SINTE Regional Mossoró.
Comunicação / SINTE-RN Regional Mossoró

NOTA OFICIAL

CONSELHO REGIONAL DE ECONOMIA DO RIO GRANDE DO NORTE

O  Conselho  Regional de Economia do Rio Grande do Norte  – CORECON/RN e o Sindicato dos Economistas – SINDECON/RN, entidades  representativas dos profissionais de Ciências Econômicas,  tendo orgulhosamente registros de centenas desses que se formam nos campus da Universidades Estadual do Rio Grande do Norte – UERN, desbravando, com extrema visão de futuro, as oportunidades para o Desenvolvimento Sustentável do Estado, se solidarizam integralmente com os Professores, alunos e face a proposta de  privatização dessa quase cinquentenária entidade educacional.

Atribuir a UERN, uma instituição de Ensino Público gratuito, universal e voltada para a pesquisa e desenvolvimento do RN, dando uma designação de um instituto “pesado aos cofres públicos”, sem uma análise e um amplo debate sobre a importância, representatividade e contribuição desse centro do saber para o acréscimo do conhecimento científico nas várias microrregiões do nosso Estado, é uma qualificação infeliz, sem amparo de uma sustentação de princípio da razoabilidade, do bom senso e economicidade.

A nossa UERN é um respeitado Centro de Excelência na formação de milhares de potiguares, notadamente em quase todas regiões do interior do Rio Grande do Norte. Como Economistas, concordamos com o argumento que a máquina do Estado deva passar por enxugamento, com possíveis fusões de secretarias e extinção de órgãos poucos operacionais, bem como com a pactuação de uma melhor distribuição dos recursos entre os três poderes, de forma transparente, analisada, ponderada, mais equitativa e equilibrada.

Vivenciamos a poucos dias a promulgação da Declaração de intenções entre Católicos e Luteranos, cuja principal mensagem traduz: “o diálogo nos permitiu aprofundar a compreensão mútua e gerar confiança recíproca. Como duas organizações que trabalham pela dignidade humana e justiça social decidimos dar as mãos. Do mesmo modo o CORECON/RN e o SINDECON/RN se dispõem em participar de um amplo debate, buscando alternativas para superar o atual momento dessa intensa crise financeira.

             Ricardo Valério Costa Menezes

Presidente CORECON/RN

Sérgio Cunha de Aragão Mendes

Presidente do Sindicato dos Economistas do RN

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Vivaldo Costa apoia proposta de Cláudio Santos para UERN

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O deputado Vivaldo Costa (PROS) fez pronunciamento na manhã desta quinta-feira (3) defendendo a abertura de um debate a fim de encontrar soluções para minimizar a crise financeira pela qual passa o Rio Grande do Norte. A fala do parlamentar foi motivada pela declaração feita, no início da semana, pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Cláudio Santos, sugerindo a privatização da UERN como medida de contenção de despesas no Estado.

“Cláudio Santos abriu a discussão. Minha sugestão é que façamos dessa Casa um fórum de debates. A UERN é orgulho do povo Norte-riograndense, mas nos deparamos com uma situação de greve e os alunos são sempre os mais prejudicados. O desembargador demonstrou uma solução que poderia ser tentada, era uma maneira que desse condições de funcionar. Precisamos analisar as possibilidades com frieza, analisar a situação da UERN, mas isso não quer dizer que é obrigada ser privatizada”, disse Vivaldo.

Os deputados Gustavo Carvalho (PSDB) e Getúlio Rêgo (DEM) contribuíram com a fala. Gustavo Carvalho acrescentou que é preciso a elaboração de um estudo por parte do Governo do Estado para apontar resolutividades em setores que estão com dificuldades. Getúlio Rêgo enfatizou que esse “debate significa a sobrevivência das pessoas” pois está preocupado com os problemas da saúde pública, redução dos índices de violência e outros problemas.

Em outro momento, o deputado Vivaldo Costa usou a tribuna para agradecer as homenagens que recebeu pela passagem do seu aniversário, comemorado no dia 1º de novembro. “Tive a felicidade de receber homenagens gratuitas de pessoas como o prefeito eleito de Jardim de Seridó, Amazan e do forrozeiro Rodolfo Lopes. Também recebei o melhor presente: a consolidação da adutora Armando Ribeiro Gonçalves”, comemorou.

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