Um país de distorções políticas

Numa ponta os petistas defendem Dilma, Lula e companhia de forma incondicional. Na outra os que dizem combater a corrupção. Os fatos mostram contradições de lado a lado.

Se alguém do PT se enrola a turma que é contra a corrupção comemora. Ontem Eduardo Cunha caiu. Os petistas comemoraram. Termos como “golpe”, “mandato popular usurpado”, dentre outros sumiram do discurso petista. Já os que dizem combater a corrupção preferem o silêncio ou no máximo cobrar dos petistas que digam que a queda de Cunha também foi um golpe.

No meio disso, os fatos. Petistas que cometeram crimes devem ser investigados e punidos tanto quanto os que odeiam o PT que estão envolvidos em escândalos.

Mas o comportamento mostra que a turma que espalha nas redes sociais que quem tem “bandido de estimação é petista” também tem o seu: é Cunha, o “malvado favorito” deles.

Num clima de radicalismo como o atual a maior derrotada é a verdade com sua amiga de sempre, a coerência.

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