Vereadora organiza Marcha do Sal

Clorisa está a frente da Marcha do Sal (Foto: Blog do Barreto)

A vereadora de Grossos Clorisa Linhares está organizando um movimento intitulado Marcha do Sal em defesa da indústria que gera mais de 10 mil empregos no Rio Grande do Norte.

A mobilização será sábado, dia 23, às 8h, em frente ao Marco Zero de Grossos.

Ontem ela foi entrevistada no Meio-Dia Mossoró onde explicou que o movimento partiu de trabalhadores que procuraram ela em busca de apoio. “É uma iniciativa popular”, frisa.

Ela explica que a indústria salineira vem sofrendo nos últimos anos afetando família que estão perdendo empregos. “A cada ano o número de famílias que não conseguem ser inseridas em outro mercado de trabalho só aumenta e isso ocorre, principalmente, porque o sal é o segundo produto do PIB do estado e, atualmente, encontra-se enfrentando dificuldades comerciais como a concorrência com o sal chileno e embargos por parte do Ministério Público Federal por questões ambientais”, diz.

O foco é buscar a compreensão das autoridades sobre a indústria salineira. “A Marcha pelo Sal busca prioritariamente sensibilizar as autoridades competentes para que enxerguem a questão sob uma ótica social, cultural e econômica, compreendendo a importância desse bem que é tão precioso na história de milhares de famílias e no sustento destas”, acrescenta.

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Uma opinião sobre “Vereadora organiza Marcha do Sal

  • 21 de março de 2019 em 15:19
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    Se esta marcha fosse feita aqui poderia ser mal interpretada e terminar em processo.
    O que não acontecer em Mossoró não acontece em nenhum lugar do mundo.
    Ou em algum lugar do mundo uma Câmara de Vereadores é presidida por uma condenada por prática de corrupção em segunda instância?
    Ou em algum lugar do mundo uma condenada por por prática de corrupção por um tribunal a vários anos de cadeia no regime semiaberto pode sair durante a noite para ir a teatro participar de evento festivo?
    Ou em algum lugar do mundo uma condenada no cumprimento de pena em regime semiaberto pode viajar para outra cidade?
    Nem em Sucupira isto aconteceu.
    A verdade é que a realidade supera a ficção.

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