Aduern descarta fim de greve sem reajuste para aposentados

Representantes da ADUERN e SINTAUERN estiveram hoje em Natal, em uma audiência de conciliação com o Governo do Estado, buscando avaliar a proposta enviada pelo Executivo e encontrar uma saída para a paralisação na instituição .

Na segunda-feira, a partir das 9h, os representantes da ADUERN participam uma reunião do Comando de Greve Docente onde irão repassar os detalhes da audiência com o Desembargador e Governo e discutir a proposição de encaminhada às categorias.

Na terça-feira, também a partir das 9h, os professores se reúnem na sede da ADUERN para uma assembleia geral da categoria. O encontro terá o propósito de avaliar a audiência de conciliação com o desembargador.

Na próxima quarta-feira (21) o desembargador Cornélio Alves vai anunciar a decisão a respeito do pedido de ilegalidade da greve, feito pelo Governo do Estado na última semana.

Nota oficial da DIRETORIA DA ADUERN acerca da audiência de conciliação:

“Não houve conciliação. A posição do sindicato foi rejeitar qualquer proposta que exclua os aposentados.
A convocação da assembléia tem como pauta “avaliação da audiência de conciliação”. Porque convocamos? Para evitar interpretações equivocadas na categoria. A diretoria quer expor para a categoria a situação com clareza. A ideia da assembléia foi também para ganharmos tempo e termos mais uma reunião com o governo na segunda feira na tentativa de sairmos do impasse.
Portanto, a categoria fique tranquila que a diretoria não está, nem nunca esteve negociando acordo que não obedeça o que foi aprovado em assembléia”

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Uma opinião sobre “Aduern descarta fim de greve sem reajuste para aposentados

  • 17 de outubro de 2015 em 11:26
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    Sem medo de ser criticado, acredito que o atraso da UERN não se deve somente aos sucessivos governos do estado, mas que também ao corpo docente altamente corporativista tem sua parcela de culpa.

    Só um cego não via que há tempos o governo do estado não tinha boa vontade e recursos à altura para bancar a UERN, então por que nunca foi encampada a saída via federalização da universidade, nos tempos das vacas gordas lá pelas bandas de Brasília, por que nenhum dos lados apoiou essa saída, acredito que por parte dos docentes a perspectiva de perder direitos e proventos frente ao PCCS federal não eram visto com bons olhos, pois os professores estaduais têm direitos e proventos superiores aos da instancia federal, e por parte dos sucessivos governos estaduais, acredito ser por incompetência, inabilidade, dissintonia e pouco prestigio junto ao governo federal.

    Analisando numa perspectiva pouco provável, quase utópica, se por um lado o PCCS federal é menos faustoso ao corpo docente, por outro a sustentabilidade financeira como também a perspectiva de investimentos gerais na mesma e o beneficio a população sem medo ou temores que hj se vive na universidade, compensaria o “sacrifício” de parte dos que fazem a UERN.

    Mas deixando “sonhos” à parte, o resultado é esse, uma instituição de ensino na berlinda, uma instituição que vive de um “passado glorioso”, mais de um presente claudicante, é a “gloria do passado dos flagelados do presente”, e sem perspectivas alguma no futuro.

    Pior é que hj não existe saída para a UERN a não ser de seu enxugamento, diminuição e perca por parte do corpo docente das conquistas do passado.

    E agora que existe uma “universidade federal em Mossoró”, talvez os mandatários vejam que a UERN hj não faria tanta falta caso não mais existisse, até parece que estão diminuindo a UERN para a UFERSA crescer, ocupando o espaço que um dia pertenceu a UERN, não digo isso numa perspectiva draconiana, mais puramente econômica e social, decerto mais econômica do que social.

    E o povo no buraco!!!!

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