Allyson se posiciona contra fechamento de templos religiosos

Allyson pede que governadora repense decreto sobre templos religiosos (Foto: Redes Sociais)

O prefeito Allyson Bezerra (SD) usou as redes sociais no final de semana para se posicionar em defesa da abertura de igrejas. Ele discordou da decisão da governadora Fátima Bezerra (PT) que decretou o fechamento dos templos religiosos liberando apenas atendimentos individuais.

Em nota postada no Instagram ele defendeu que as igrejas sejam ouvidas pelo Governo do Estado e argumentou que elas cumprem importante papel de conforto espiritual:

AS IGREJAS PRECISAM SER OUVIDAS PELO GOVERNO DO ESTADO

As igrejas estão adotando os protocolos de segurança sanitária contra a Covid-19 e seguindo todas as regras do decreto municipal. O ambiente da igreja é controlado e segue às normas.

As igrejas também ajudam as pessoas a vencer as doenças da mente e são fundamentais para orientação e ajuda social das pessoas.

Respeito o decreto do Governo do Estado sobre as igrejas, mas espero que a Governadora possa rever essa decisão e dialogar com as instituições, pois há uma disposição e boa vontade nos líderes em cumprir todos os protocolos de biossegurança.

Allyson Bezerra

Prefeito de Mossoró

Em reunião realizada no último sábado com o Comitê Municipal de Prevenção e Enfrentamento à Covid-19 ficou decidido que o prefeito não vai editar nenhum decreto atualizado em relação as novas medidas adotadas pelo Governo do Estado.

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Uma opinião sobre “Allyson se posiciona contra fechamento de templos religiosos

  • 1 de março de 2021 em 20:18
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    Prefeito Alisson, para de fazer proselitismo com seus eleitores religiosos. Eles não precisam disso. Seu papel de gestor é assegurar num momento de crise sanitária como essa, que o cidadão a cidadã, as crianças e principalmente, os idosos; estejam em isolamento social e seguros. AAs instituições religiosas tem um aparato muito grande, de rádios, TVs e redes sociais para levar a sua mensagem. Não seja um negacionista, nem um seguidor do presidente. Honre seu mandato. Respeite o sofrimento de quem está doente, dos profissionais, das UTIS.

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