Eleição em Mossoró está judicializada

A eleição de 2020 não terminou com a decisão do eleitor no dia 15 de novembro. Na verdade estão se desenhando batalhas jurídicas que prometem agitar o noticiário político em 2021.

Uma sigla deve entrar no vocabulário mossoroense com muita força no alvorecer do ano que vem: AIJE que significa Ação de Investigação Judicial Eleitoral.

São muitos processos que vamos ter em curso. A ainda prefeita Rosalba Ciarlini (PP) é alvo de quatros AIJEs, sendo que uma delas transcorre em segredo de justiça.

O prefeito eleito Allyson Bezerra (SD) que assume dia 1° de janeiro, que conviveu com as comparações com o ex-prefeito Francisco José Junior (PSD) durante as eleições, vai ter que lutar nos tribunais para não ser a versão 2020 do que Cláudia Regina foi em 2012. Ele responde a três AIJEs.

Mas a judicialização não para por aqui. Pelo menos sete vereadores estão com problemas que podem lhe trazer dores de cabeça por. São 15 AIJEs que denunciam candidaturas laranjas de mulheres para preencher a cota de gênero.

Se todas as ações prosperarem Pablo Aires (PSB), Naldo Feitosa (PSC), Lamarque (PSC), Gideon Ismaias (Cidadania), Edson Carlos (Cidadania), Omar Nogueira (Patriotas) e Raério Araújo (PSD) podem perder os respectivos mandatos.

Outras AIJEs podem surgir. Investigações estão em curso. A política mossoroense vai ferver mesmo sem eleição.

Confira na imagem abaixo o que é uma AIJE:

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