Jean Paul consegue convite para ministros irem ao Senado (Foto: reprodução)

Jean consegue aprovar convites para Guedes e Ministro de Minas e Energia explicarem aumentos dos combustíveis

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou, nesta terça-feira (21), a pedido do senador Jean Paul Prates (PT-RN), convites para que os ministros da Economia, Paulo Guedes, e de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, expliquem à população brasileira os aumentos constantes nos preços dos combustíveis no Brasil.

“Ninguém está entendendo nada. O governo se nega a admitir que o problema dos combustíveis está na PPI. Ele [governo] culpa todos e todas e esquece que a raiz do problema está na política de preços adotada pelo governo Temer, em 2017”, afirmou o também Líder da Minoria.

“Queremos entender quem defende o PPI, porque defende e a quem defende. Certamente não é o povo brasileiro, que tem sofrido com os aumentos dos combustíveis”, completou.

Jean afirmou ainda que o governo e a Petrobras devem explicar melhor a distribuição de dividendos pela empresa. Em 2021, a estatal brasileira distribuiu mais de R$ 100 bilhões de dividendos aos seus acionistas.

“Nunca na história se viu essa distribuição de dividendos. Deu lucro e entregou aos seus acionistas e ao governo. Precisamos recuperar e entender toda essa história. Enquanto a Petrobrás distribui dividendos para acionistas, ela deixa de fazer investimentos e a população brasileira sofre com o preço alto da gasolina, diesel e gás de cozinha”, argumentou.

As reuniões com os ministros devem ser realizadas nas próximas semanas.

Fornecimento

A CAE ainda aprovou, a pedido do Senador Jean, a realização de uma audiência pública para debater a política de fornecimento e preços do gás natural comercializado pela Petrobrás.

“Essa política de distribuição, fornecimento e preço do gás natural da Petrobrás gerou o reajuste de US$ 12 por milhão de BTU para contratos a partir de 1° de janeiro de 2022. Isso impacta diretamente a sociedade e aparenta em muito exceder a obrigação legal de equilíbrio econômico-financeiro dos contratos. O povo brasileiro, acionista majoritário da empresa, exige mais explicações da Petrobras”, finalizou.

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