Juízes do RN devem receber R$ 60 mil em média por licenças e férias vendidas. Servidores podem receber até R$ 20 mil

Penduricalhos da justiça do RN é um peso ao erário

Entre os dias 6 e 14 de novembro os servidores do judiciário puderam se cadastrar para o sistema de venda de férias e licenças-prêmio não gozadas em 2018. Os processos (pedidos e cálculos) foram realizados no sistema interno.

Esta é uma forma de utilizar os recursos das sobras orçamentárias sem a necessidade de devolver ao poder executivo.

O presidente do Tribunal de Justiça Expedito Ferreira já declarou que começa a fazer os pagamentos na próxima semana.

O cálculo leva em conta o salário mensal (30 dias) excluindo verbas indenizatórias e sem incidência de qualquer tributação. As estimativas calculadas pelo blog com ajuda de servidores do judiciário estadual aponam que em uma média aproximada: cada juiz deve receber uma média de R$ 60 mil caso não tenha tirado nenhum dia de férias em 2018. Já os servidores podem receber até R$ 20 mil.

Cada servidor e juiz pode vender até 90 dias de férias não gozadas. Acrescente-se a isso o fato de os magistrados terem direito a 60 dias de férias anuais.

O Tribunal de Justiça conta com aproximadamente 240 juízes ativos mais 15 desembargadores. São mais de 2000 servidores incluindo os cargos comissionados que também podem receber.

No ano passado o retroativo do auxílio-moradia dos juízes custou R$ 40 milhões ao Tesouro Estadual.

 

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12 opiniões sobre “Juízes do RN devem receber R$ 60 mil em média por licenças e férias vendidas. Servidores podem receber até R$ 20 mil

  • 16 de novembro de 2018 em 10:58
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    Isso também ajuda ao TJRN visto que os servidores deixam de gozarem as férias e licenças. Gostaria que o Sr não fosse parcial na sua informação. Coloque aí que no ano passado isso rendeu ao TJRN o prêmio de melhor tribunal do Brasil.

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    • 16 de novembro de 2018 em 12:49
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      Nao faz mais que obrigacao ser o melhor, com os mais altos salarios das justicas estaduais, vc ainda queria ser último?! Kkkkkkk

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    • 16 de novembro de 2018 em 13:59
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      Kkkkk piada esse seu ponto de vista.
      O povo precisa acordar
      Um judiciário ineficiente para um custo tão alto, principalmente aqui no RN aonde oficial de justiça chega a ganhar 15.000 reais, juiz tem 60 dias de férias, auxílio moradia e outras regalias, enquanto isso gr ande parte dos servidores clamam pelos seus míseros salários em dia.

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      • 16 de novembro de 2018 em 18:02
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        Pois é amigo, querua pelo menos receber meu décimo de 2017, que até agora não vi nem a cor! Olhem por nós Deus!

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  • 16 de novembro de 2018 em 13:30
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    É o executivo, com milhares de servidores sem receber 13 de 2017 e 2108, salarios atrasados ha mais de 2 anos que sustenta essa justica lerda (so é celere em proveito proprio) e corrupta do rn que vive num mundo de fantasia.

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    • 16 de novembro de 2018 em 19:21
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      Perfeitas suas palavras, Lauro Sousa. Não é possivel que não haja meios de se por fim a essa imoralidade praticada por quem deveria defender e promover a justiça.

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  • 16 de novembro de 2018 em 15:12
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    Quem critica, sem conhecer os direitos constitucionais dos servidores públicos que ralam diariamente para uma prestação jurisdicional célebre e eficaz deveria se preocupar em estudar e se qualificar para poder gozar de direitos dados pela Lei. Vao procurar algo produtivo paea fazer ao invés de ficar tentando denegrir a imagem do Tribunal de Justiça do RN, lembrando que a mão que afaga é a mesma que apedreja. Estamos de olhos abertos. Fica a dica!

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    • 18 de novembro de 2018 em 13:54
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      Senhor Ezequias, no executivo, também somos concursados, nos qualificamos para isso. O senhor sabe que, salvo os cargos comissionados, todos os outros servidores públicos são concursados. É lei. O que acontece é que o legislativo pode legislar em causa própria e o judiciário pode fazer a lei ser cumprida em seu benefício. E para nós, o que cabe?… Tão somente aguardar que um milagre aconteça?… Porque a justiça não tem se mostrado solidária e nem justa conosco. Então, o senhor, ainda se sente no direito de ameaçar um cidadão que usa esse espaço para fazer um desabafo!… Um pouco de humanidade é o que pedimos.

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  • 26 de novembro de 2018 em 14:52
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    Não se trata de privilégio, mas sim, de direito. O problema que, ao invés de adminitradores, coloca-se politicos incompetentes para admistrar o Estado. Estes, por sua vez, preenchem os cargos da alta cúpula com pessoas incompetentes, sem menor conhecimento para dirigir as principais pastas do do Poder Executivo.

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