Raimundo Alves analisa candidatura dupla no governismo (Foto: reprodução)

Raimundo admite que governismo pode conviver com duas candidaturas ao Senado, mas acha difícil liberação dentro do PT para votar em Motta

O secretário chefe do gabinete civil Raimundo Alves em conversa com o Foro de Moscow disse que o governismo foi pego de surpresa com a candidatura do deputado federal Rafael Motta (PSB) ao Senado e que é possível conviver com duas candidaturas de aliados ao Senado. “Nós ainda vamos discutir como isso vai se dar. Legalmente é possível isso (apoio de duas candidaturas ao Senado), mas politicamente a gente vai ter que discutir e ver como vai encaminhar isso”, complementou.

Por outro lado ele deixou bem claro que a aliança é com o PDT do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves. “O PT deverá ter uma posição no dia 21 de apoio ao PDT tendo a candidatura do ex-prefeito Carlos Eduardo, mas isso não impede uma aliança em separado com o PSB”, declarou.

Questionando se há chances de o PT liberar os filiados para votar em Carlos ou Rafael para o Senado ainda que com a aliança formal com o PDT, Raimundo descartou essa possibilidade. “O PT nunca tomou esse tipo de posição (liberar a bancada). O PT sempre verticaliza as suas posições. Não é tradição e não creio nessa liberação. O que está em pauta no encontro de tática do dia 21 é a candidatura de Carlos Eduardo”, argumentou.

Ele admitiu existir um incômodo com a dupla postulação ao Senado no governismo, mas respeita a decisão do PSB. “Essa questão evidentemente é um incômodo não há como negar, mas é uma situação que a gente tem que respeitar os limites e as autonomias dos partidos”, analisou. “A candidatura de Rafael Motta não foi colocada para dentro dos partidos que fazem parte da base da governadora”, complementou.

Assista a entrevista completa a partir dos 20 minutos da transmissão do Foro de Moscow:

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