Secretária explica motivo da fila em unidade educacional

A secretária municipal Ieda Chaves se manifesta por meio de  comentário no Blog do Barreto a respeito de notícia sobre o sofrimento das pessoas para matricular os filhos numa escola (na verdade creche). Leia o texto da professora:

“Prezado Bruno
Boa tarde

Apenas uma correção, não é Escola Municipal Mário Negócio, na verdade essa Unidade é a Unidade de Educação Infantil Mário Negócio, uma Unidade que só atende crianças de creche, ou seja, de seis meses a três anos de idade. Ela tem poucas vagas pela sua especificidade, são apenas três salas e o número de crianças por professor é limitado em função do necessário cuidado e atenção às crianças, assim como funciona em tempo integral. Parabéns pelo seu trabalho jornalístico em todos as suas atuações, rádio, TV, jornal e mídia eletrônica. Sucesso!”.

Agradeço a correção, os elogios e o esclarecimento. Volte sempre, secretária.

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Uma opinião sobre “Secretária explica motivo da fila em unidade educacional

  • 22 de dezembro de 2015 em 08:34
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    Estranha a explicação da secretária. As unidades de Educação Infantil, ou creche, assim como queira denominar não deixam de ser escolas, afinal estão vinculadas à Secretaria de Educação, e são responsáveis por uma fase importante da aprendizagem, quando as crianças começam a vivenciar um mundo letrado. Acreditava que a Secretária explicaria o fato de mães estarem na madrugada numa fila, colocando-se sobre o papel da Secretaria e como estão fazendo para evitar esse problema. O problema é que o déficit de escolas com educação infantil é muito grande na cidade, e para Prefeitura não interessa esse nível de ensino porque é caro: são escolas em tempo integral (creche), há um número máximo de alunos por sala (se não me engano 13), são 5 refeições por dia, além de um número de servidores bem maior. Hoje, o Governo Federal financia a construção de creches / educação infantil com a maior facilidade: são escolas padrão/modelo cujos valores variam até 2 milhões de reais. Mas querer manter e atender uma demanda cada vez maior não é prioridade. O que me impressiona é que cidades menores que Mossoró aderiram ao programa e hoje possuem mais creches/educação infantil desse modelo. Acredito que em Mossoró apenas uma, no Vingt Rosado. Mas, fazer o quê?

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