Sobre reunificação dos Rosados, Sandra afirma que “a população hoje clama e vê com naturalidade uma reunificação e uma parceria”.

Na entrevista no Jornal das Cinco da 105 FM, Sandra afirmou que a possibilidade de reunificação política da família Rosado é uma possibilidade e seria bem aceita pelo eleitor mossoroense. “A família é quase toda política. Tem famílias que têm médicos, doutores, advogados e professores. Tem família que tem uma marca e a da nossa família é a política. Trouxemos muita coisa para Mossoró. Tem Rosado na UFERSA, na luta pela universidade (referindo-se a UERN), na luta pela descoberta e exploração do petróleo e pela Faculdade de Medicina. Tem Rosado em todos os setores e em partidos diferentes. Eu acho que a população hoje clama e vê com naturalidade uma reunificação e uma parceria”, avaliou.

Para ela, independente do sobrenome, o importante é que as pessoas se unam em favor da cidade. “O povo pedindo eu posso avaliar. Acredito que seja importante se os Rosados e todos os partidos entenderem que seja importante sendo Rosado ou não que essa união seja importante. É ir para a Prefeitura para administrar”, frisou.

Em outro momento, Sandra destacou que o radicalismo político é coisa do passado. “A população lamenta muito o radicalismo político. Eu acredito que já houve uma evolução muito grande na política. Escuto muito da população que ‘está na hora dos Rosados se unirem’”, relatou.

A ex-deputada ainda explicou que só seria candidata a vereador por força de uma conjuntura política. “Para servir ao povo posso exercer um mandato de vereador. Mas nós temos dois grandes vereadores no PSB e mais outros companheiros importantes na oposição. Se houver uma composição em que a minha votação possa contribuir com a legenda eu vou avaliar”, explicou.

Ouça a entrevista completa AQUI

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2 opiniões sobre “Sobre reunificação dos Rosados, Sandra afirma que “a população hoje clama e vê com naturalidade uma reunificação e uma parceria”.

  • 23 de outubro de 2015 em 10:31
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    Clamor da população , como assim. Acho que o clamor da população foi pra vcs caírem fora da política.

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  • 25 de outubro de 2015 em 07:44
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    Após resultado desastroso nas eleições passada a tricotomia política da família mostrou-se inviável, então se houver “reunificação” será imposta pela conjuntura. Mas se alguém “clama” para família voltar a ser um grupo monolítico politicamente é com certeza é o grupo da ex-deputada. Oscar Wilde dizia “que a vida imita a arte muito mais do que a arte imita a vida.” A propósito da aliança entre Carlos Augusto e Sandra para o “bem de Mossoró” lembrei disto:”E em confidência, na solidão da Calçadinha, João Gouveia revelou ao Fidalgo que o Cavaleiro ansiava pela ocasião de reatar a velha fraternidade com o seu velho Gonçalo! Ainda na semana passada o Cavaleiro lhe afirmara (palavras textuais): – “Entre os rapazes desta geração nenhum com mais seguro e mais largo futuro na Política que o Gonçalo. Tem tudo! grande nome, grande talento, a sedução, a eloqüência… Tem tudo! E eu, que conservo pelo Gonçalo todo o carinho antigo, gastava ardentemente, ardentissimamente, de o levar às Câmaras
    – Palavras textuais, meu amigo!… Ainda há seis ou sete dias, em Oliveira, depois do jantar, a tomarmos ambos café no quintal.
    A face de Gonçalo ardia na sombra, devorando as revelações do Administrador. Depois, com lentidão, como descobrindo candidamente todos os recantos da sua alma:
    – Eu, na realidade, também conservo a antiga simpatia pelo Cavaleiro. E certas questões íntimas, adeus!… Envelheceram, caducaram, tão obsoletas hoje como os agravos dos Horácios e dos Curiácios… Como você lembrou há pouco, com razão, nunca se ergueu entre nós morte de homem. Que diabo! Eu fui educado com o Cavaleiro, éramos como irmãos… E acredite você,
    Gouveia! Sempre que o vejo, sinta um apetite doido, mas doido de correr para ele, de lhe gritar:
    “Oh! André! nuvens passadas não voltam, atira para cá esses ossos!” Creia você, não o faço por timidez… E timidez… Oh! não, lá por mim, estou pronto à reconciliação, todo o coração ma pede! Mas ele?… Porque, enfim, Gouveia, eu, nas minhas Correspondências para a Gazeta do Porto, tenho sido feroz com o Cavaleiro!
    João Gouveia parou, de bengala ao ombro, considerando o Fidalgo com um sorriso divertido:
    – Nas Correspondências? Que tem você dito nas Correspondências? Que o Sr. Governador Civil é um déspota e um D. Juan?… Meu caro amigo, todo o homem gosta que, por oposição política, lhe chamem déspota e D. Juan. Você imagina que ele se afligiu? Ficou simplesmente babado!
    […]
    – Ambos são constitucionais, ambos são cristãos… A questão é entrar, é furar. Ora você, agora, inesperadamente, encontra uma porta aberta. O que o pode embaraçar? As suas inimizades particulares com o Cavaleiro? Tolices!
    Atirou um gesto, largo e seco, como se varresse essas puerilidades:
    – Tolices! Entre vocês não há morte de homem. Nem vocês, no fundo, são inimigos. O Cavaleiro é rapaz de talento, rapaz de gosto… Não vejo outro, aqui no distrito, com quem você tenha mais conformidade de espírito, de educação, de maneiras, de tradições… Numa terra pequena, mais dia menos dia, fatalmente, se impunha a reconciliação. Então seja agora, quando a reconciliação o leva às Câmaras!…”Eça de Queirós, em ‘A Ilustre Casa de Ramires’

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