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“A gente não quer impedir que eles reabram, mas queremos uma data pra que eles paguem a gente”, afirma presidente da Associação dos Funcionários da Porcellanati

A promessa de retorno das atividades da Porcellanati em Mossoró é vista com desconfiança pelo presidente da Associação dos Funcionários da empresa, Ronaldo Silva, que há sete anos luta para receber os direitos trabalhistas.

Em conversa com o Blog do Barreto ele explicou que não tem nada contra a reabertura da empresa, mas quer isso venha acompanhado da quitação das dívidas trabalhista. “Eles chamaram a gente para uma conversa e a gente não quer impedir que eles reabram, mas queremos uma data pra que eles paguem a gente. Eles acham que a gente é besta com essas enganações”, avisou

A alegação para não pagar é de que existe um recurso do Banco do Nordeste e enquanto não for julgado em terceira instância não podem pagar. “Não sou inimigo deles. Quero que reabram e gerem os empregos, mas eles têm que nos pagar”, reforçou Ronaldo.

No entando ele enxerga com desconfiança o retorno da Porcellanati somente após a Prefeitura de Mossoró (ver AQUI) tomar medidas para tomar o terreno. “No meu modo de ver é mais uma enganação para não perderem o terreno. Estão trabalhando forte com muita gente terceirizada, mas se tratando deles a gente sempre fica com o pé atrás”, declarou.

São 250 trabalhadores prejudicados pela Porcellanati numa dívida que supera R$ 5 milhões.

Retorno

O radialista Joãozinho GPS gravou uma entrevista com o gerente industrial da Itagrês, dona da Porcellanati, Marcelo Marcon.

Confira: