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Sinte/RN cala críticos

Acusado de ser pelego, principalmente por parte de figuras conservadoras, nas redes sociais o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE/RN) deu uma bela resposta quando a oportunidade de ter sua honra testada surgiu.

Diante a proposta pífia (ver AQUI) da governadora Fátima Bezerra (PT) os professores cruzaram os braços e entraram em greve.

Em Mossoró praticamente todas as escolas estão 100% paradas até que a governadora apresente uma proposta aceitável para o cumprimento do reajuste de 12,84% do piso nacional da categoria.

Ainda não vi quem atacou a honra dos que fazem o SINTE aplaudir a coerência da entidade que quando não teve seus pedidos atendidos cruzou os braços como fez com outros governantes.

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Professores do Estado podem entrar em greve após o carnaval

Professores discutem greve após o carnaval (Foto: Assessoria Sinte/RN)

Vem aí a greve dos professores da rede estadual de ensino. A negociação não avançou com o Governo do Estado em relação ao pagamento do piso da categoria.

Segundo o site do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (SINTE/RN) a proposta do Governo do Estado de reajuste de 12,84% prevê divisão em três parcelas sendo a primeira de 4,28 % em maio de 2020, a segunda de 4,28% em janeiro de 2021 e terceira de 4,28% em abril do ano que vem.

A decisão sobre greve será discutida nas assembleias previstas para os dias 28 de fevereiro e 3 de março.

Nota do Blog: a proposta do Governo é muito ruim.

 

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Fim de greve em Mossoró

Professores encerram greve (Foto: Assessoria/Sindserpum)

Blog Diário Político

Durante assembleia realizada na manhã desta quarta-feira, 17/04, as professoras e professores da rede municipal de ensino aprovaram o fim da greve iniciada em 8 de março.

O acordo veio depois de uma audiência entre Prefeitura e sindicato por intermédio do Ministério Público Estadual ocorrida na tarde dessa terça-feira, 16 de abril. O movimento paredista durou 39 dias.

“A greve foi encerrada por causa do diálogo”, afirmou a presidente do Sindiserpum, Marleide Cunha.

Sobre os pontos reivindicados ficou para dia 1° de agosto apresentação de estudo técnico-financeiro sobre os impactos do reajuste de 0,42%. Neste ano a prefeitura reajustou os salários em 3,75% quando o piso do MEC foi de 4,17%.

A mediação da audiência foi do promotor de justiça Olegário Gurgel. Sobre as mudanças de classe e pagamentos de 14° atrasados um calendário está sendo montado. “O município tem responsabilidade e tem feito as publicações obedecendo a ordem cronológica dos requerimentos à educação”, indicou Magali Delfino, secretaria municipal de educação.

Durante a assembleia do sindicato os servidores viram a greve como sendo positiva e denominaram a luta como “A democracia venceu a tirania”.

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Reunião no MP: Prefeitura de Mossoró se manifesta. Sindicato se cala

Prefeitura vende ideia de atendimento de reivindicações. Sindicato se cala (Foto: Assessoria PMM)

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDSERPUM) não se manifestou a respeito da reunião com os representantes da Prefeitura de Mossoró mediada pelo Ministério Público.

A presidente do Sindserpum, Marleide Cunha não respondeu aos contatos feitos pelo Blog do Barreto no Whatsapp nem atendeu as nossas ligações.

A Assessoria de Comunicação da entidade informou que não tinha informações sobre o resultado da reunião realizada a portas fechadas.

Já a Prefeitura de Mossoró tratou do assunto por meio da sua Assessoria de Comunicação tratando a reunião como positiva e destacou o cumprimento das pautas dos servidores.

O MP mediou a reunião por meio do promotor Olegário Gurgel.

Os professores estão oficialmente em greve desde 8 de março. Foram nove pedidos de audiência com a prefeita. Todos ignorados.

Nota do Blog: o silêncio do Sindserpum é ensurdecedor. Indicativo de que a Prefeitura de Mossoró, de fato, ganhou a parada.

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MP vai intermediar solução para greve dos professores

Na última terça-feira (09) o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum) requereu ao Ministério Público (MP) a realização de uma Audiência Conjunta de Negociação para discutir junto à representantes da Prefeitura Municipal de Mossoró a pauta de reivindicação dos servidores públicos e, em especial dos professores, que estão em greve já há mais de um mês.

O MP atendeu à reivindicação do sindicato e a audiência foi agendada para a próxima terça-feira (16), às 14h30, tendo em vista que nenhuma abertura de diálogo foi possível com a Prefeitura, mesmo após o envio de nove ofícios.

Numa assembleia realizada na tarde desta sexta-feira (12), foram repassadas todas as informações acerca da audiência e, até lá, a greve continua. Na quarta-feira (17), um uma nova assembleia marcada para às 8h na sede do Sindiserpum, serão repassadas as informações sobre a audiência e será novamente deliberada os rumos do movimento grevista.

Envolvendo vários segmentos da sociedade, esta greve de professores já se configura como um marco negativo da atual gestão da prefeita Rosalba Ciarlini. Com apoio da população, vários foram os atos que contaram com a presença de pais e mães de alunos. Além de manifestações de populares e atos de solidariedade aos professores.

O desgaste também atingiu a base de Rosalba na Câmara Municipal, que votou seguindo as orientações da prefeita, e aprovou, sem qualquer oportunidade de negociação um reajuste desastroso para todos os servidores públicos, mas principalmente, os professores, que tiveram negado o seu reajuste do Piso abaixo do que determina o Ministério da Educação, de 4,17% para 3,75%.

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Sindserpum perde “time” da greve

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Presidente do Sindserpum aponta sete mentiras contadas pela Prefeitura de Mossoró

 

A greve dos professores da Rede Municipal de Ensino segue sendo pauta. Ontem a Prefeitura de Mossoró divulgou nota minimizando os efeitos da greve. Agora a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SINDSERPUM), Marleide Cunha, aponta sete mentira contadas pera gestão de Rosalba Ciarlini (PP).

Confira:

 

DESMENTINDO A NOTA DA PREFEITURA

4 PILARES DA GESTÃO ROSALBA NA GREVE  DOS PROFESSORES: MENTIRA, REJEIÇÃO AO DIÁLOGO, TIRANIA, IRRESPONSABILIDADE

Uma greve que poderia ter se resolvido facilmente não fosse a gestão desmascarar-se revelando a sua incompetência humana para o diálogo. Essa rejeição ao diálogo é um obstáculo ao funcionamento da sociedade, prejudicando o bem comum. A prefeitura de Mossoró mente compulsivamente para minimizar as consequências desastrosas de uma greve que já passa dos 30 dias sem ter ocorrido uma única reunião para se buscar um entendimento. Os professores têm um compromisso com a verdade, por isso vamos DESMENTIR mais uma vez as notas publicadas pela gestão, ponto a ponto:

1 – É MENTIRA dizer que a escola Manoel Assis tem 4 professores em greve. A VERDADE é que tem 28 professores em greve. Apenas 2 efetivos e um temporário estão trabalhando.

2 – É MENTIRA dizer que a escola Marineide Pereira voltou a trabalhar 100%. A VERDADE é   que 10 professores continuam em greve e 7 não resistiram à crueldade da Gestão Rosalba.

3- É MENTIRA dizer que paga o Piso Salarial Nacional. A VERDADE é que o Piso Nacional é  o alicerce da carreira do professor e a prefeita  Rosalba está destruindo esse alicerce implantado a desvalorização da carreira docente.

4- É MENTIRA insinuar que quem não está em greve é porque apoia a gestão. A VERDADE é que a gestão Rosalba diminuiu a quantidade de professores efetivos, contratando professores temporários, horas extras e professores em permuta, o que precariza as relações de trabalho e os vínculos de afetividade com a comunidade escolar.

5- É MENTIRA dizer que há 94 UEIS na rede. A VERDADE é que esse número é relacionado a toda a rede municipal de ensino urbana e rural.

6- É MENTIRA que a prefeita está pagando as classes. A VERDADE é que ela publicou apenas 50 ( por força da greve) e existem mais de 300 atrasadas desde 2017.

7- É MENTIRA que a prefeita pagou todo o prêmio  14 salário. A VERDADE é que esta gestão nem publicou ainda a lista das escolas  premiadas no ano base 2017. Outra VERDADE é que a quantidade das escolas premiadas diminuem a cada ano.

É toda essa verdade que a gestão Rosalba Ciarline esconde da população e usa dinheiro público pra fazer prevalecer as mentiras que constrói.

Nessa ânsia de maquiar a realidade a gestão Rosalba  está sendo extremamente irresponsável com o direito a educação das crianças e tentando impor uma tirania contra os professores. Trilhar esse caminho não é a melhor estratégia para um gestor público. RESPEITEM OS PROFESSORES! RESPEITE A EDUCAÇÃO! #NEGOCIAROSALBA.

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Prefeitura informa: não há escolas totalmente paralisadas

Abaixo nota da Prefeitura de Mossoró informando que nenhuma escola municipal está totalmente paralisada. Hoje os professores decidiram seguir com a greve mesmo com o anúncio do corte de ponto na última sexta-feira:

A Prefeitura de Mossoró informa que não há nenhuma escola totalmente sem atividade no Município. A greve iniciada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais hoje conta com a adesão de apenas uma parcela dos professores da rede municipal de ensino.

São 46 escolas funcionando de forma normal e 48 de forma parcial, com um número reduzido de professores participando do movimento de paralisação. Já com relação às Unidades de Educação Infantil (UEI´s), apenas 5 estão paradas totalmente, de 94 existentes na rede. Escolas como Ricardo Vieira do Couto, na comunidade do Jucuri, zona rural, e Marineide Pereira, no Santa Delmira, que estavam completamente paradas, retornaram às atividades ontem com todos os professores em sala de aula. Enquanto isso, a Escola Municipal Manoel Assis, no Boa Vista, que também contava com adesão de 100%, agora são apenas 4 professores que ainda seguem em greve.

Pelas informações apuradas pela Secretaria de Educação nesta terça (09), o número de retorno de professores à sala de aula deve aumentar amanhã.

O Executivo Municipal volta a convocar os educadores para o retorno imediato às atividades, evitando assim mais prejuízos para os alunos. A Prefeitura reitera que os servidores que não estão cumprindo sua carga horária continuam tendo seus pontos cortados.

Em Mossoró, a Prefeitura paga o piso salarial do magistério, que com o reajuste passou a ser de 1 mil reais acima do nacional, inclusive, os valores retroativos aos meses de janeiro e fevereiro foram pagos na folha do mês de março. O Município também já iniciou o pagamento das progressões funcionais e de benefícios como o décimo quarto salário da educação.

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Prefeitura anuncia corte do ponto dos professores

Em um vídeo institucional veiculado nas emissoras de TV a Prefeitura de Mossoró anuncia que vai cortar o ponto dos professores que estão em greve desde o dia 8 de março.

A paralisação se dá pelo fato de a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) se recusar a pagar o reajuste de 4,17%. Sem negociar com a categoria ela fez a correção de 3,75% e alega que está pagamento o previsto no Piso Nacional dos Professores.

Nota do Blog: a decisão é uma manifestação de cunho autoritário. A prefeita deveria abrir espaço ao diálogo antes de qualquer medida extrema.

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Rosalba sufoca greve com silêncio

Rosalba aposta no silêncio para vencer greve (Fofo: José Aldenir)

A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) segue firme e forte na estratégia de não dar cabimento aos professores grevistas da rede municipal de ensino.

A estratégia autoritária vai atingindo o objetivo: após viver o auge, a greve da categoria dá sinais de declínio em sua força política.

Diga-se de passagem, o combustível que inflamou o movimento foi dado pela própria prefeita e aliados com a aprovação do título de persona non grata para sindicalista Marleide Cunha.

A tática de matar a greve por inanição sem judicializar o movimento vai dar a Rosalba uma vitória de pirro. Se as coisas seguirem como estão ela acaba com o movimento sem conceder os 0,42% do piso nacional da categoria, mas ficará com as batatas, leia-se o desgaste.

Rosalba abriu mão da grandeza de resolver a questão pela via negociada como manda o manual democrático em situações de conflito.

A prefeita pode até vencer ao atingir seu objetivo de acabar com a greve sem negociar, mas as consequências deste movimento são desgastantes com uma fatura a ser cobrada nas urnas em forma de votos perdidos.