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Grupo Porcino nega negociação com cantor

O empresário Fábio Porcino faz contato com o Blog do Barreto para informar que não está negociando o Porcino Park Center com o cantor Wesley Safadão.

“O parque não está à venda”, frisou.

Ele disse que realmente Safadão esteve no parque de vaquejada, mas não houve negociação.

Nota do Blog: a informação dada ao Blog partiu de gente próxima ao Grupo Porcino.

 

 

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Wesley Safadão negocia compra de parque de vaquejada em Mossoró

 

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Um dos artistas mais conhecidos do país, Wesley Safadão, não esconde o carinho que sente por Mossoró nos seus shows na cidade. Aqui mantém relações de amizade e agora negocia investimentos na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte.

Safadão está negociando a aquisição do Porcino Park Center, um dos maiores parques de vaquejada do país. Ele negocia a aquisição do imóvel com o grupo Porcino.

Segundo o Blog do Barreto apurou com gente ligada aos Porcinos, o negócio está 90% fechado.

Há cerca de duas semanas ele esteve no Porcino Park Center correndo vaquejada, inclusive alguns fãs foram ao local tirar fotos com ele.

Safadão já tentou negociar outra casa de shows com os Porcinos. Em 2016, ele chegou a comprar o Clube do Vaqueiro em Fortaleza, mas o negócio não finalizou por causa de um imbróglio jurídico envolvendo a família mossoroense.

O Clube do Vaqueiro terminou fechando em novembro do ano passado após 38 anos de funcionamento.

O Grupo Porcino nega a negociação. Leia AQUI

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A contenção de gastos da prefeitura: o carnaval e Wesley Safadão

Safadão personifica contradição em discurso (Foto: divulgação)

Por William Robson*

Mossoró nunca teve tradição para carnaval, exceto nos saudosos bailes de clubes elitistas em meados do século passado. Noutra situação, quando se destacavam carnavalescos em meio ao deserto da folia que se seguia e que ano a ano se tornava recorrente. Chico Márcio e Valdecir Matias se alternavam como rei Momo. Algumas escolas de samba de ocasião aproveitavam o momento já em escassez de prestígio. O carnaval sobrevivia sob auxílio de aparelhos, com os recursos que a Prefeitura de Mossoró aplicava.

Como o carnaval em Mossoró esvaneceu sem o  mossoroense sentir remorso, a prefeita Rosalba Ciarlini aproveitou para injetar uma política populista. Anunciou que a edição deste 2019 não seria realizada mediante os recursos do Executivo. Segundo a nota da assessoria na época, “a medida visava conter gastos e direcionar investimentos para serviços essenciais como o pagamento da folha do funcionalismo”.

Rosalba ainda afirmou na ocasião: “Estamos anunciando que não será realizado carnaval em 2019 porque precisamos manter rigorosamente em dia o cronograma de pagamento do servidor, além de investir em programas para o homem do campo, como o Semear, que consiste na compra de sementes e óleo diesel para o corte de terra”.

A população aplaudiu. Evidentemente, a prefeitura precisa conter os recursos e, se é para cortar, que se corte do supérfluo. Muitos comentários nas redes sociais elogiaram a atitude da prefeitura, elevando, por um momento, a autoestima no Palácio da Resistência. Foi o momento em que a Prefeitura acreditou que o discurso seria o suficiente para colocar o eleitor mossoroense, o mesmo que enfrentou a fila de dobrar o quarteirão para a fantasiosa vaga de trabalho na Porcelanatti, no bolso. Afinal, a boa-fé do cidadão foi  explorada em ambas as ocasiões.

Menos de dois meses após o anúncio sobre o carnaval, Rosalba aproveita uma “pechincha” e contrata o forrozeiro Wesley Safadão para o Mossoró Cidade Junina. Esta festa, instrumento eleitoral e social importante e gestada sob estruturas nababescas há mais de uma década, ganhou a simpatia do mossoroense. A ansiedade pelos festejos que, de fato, movimentam a cidade sob o ponto de vista econômico e turístico, invade o coração da maioria. Tratar da mesma forma que  o carnaval realmente seria incoerente. A importância, incomparável sob todos os aspectos, não se equivale.

Mas, se considerarmos as razões impeditivas do primeiro evento, como a de “conter gastos e direcionar investimentos para serviços essenciais como o pagamento da folha do funcionalismo”, emerge uma dúvida: o Mossoró Cidade Junina é importante, porém é essencial? E se é essencial diante de tantas garrafas sem tampa, necessita de uma contratação de R$ 385 mil, como aponta o Blog do Barreto, afora as atrações satélites? Alceu Valença e Elba Ramalho também estão na lista com cachês menores, só para frisar.

Por outro lado, como se comportaria o mossoroense se a prefeitura recorresse a uma modesta festa junina, sem grande pompa? Trataria como o carnaval, elogiaria a prefeitura e compreenderia a situação fiscal da cidade? É uma pergunta difícil de responder, quando sabemos que os mossoroenses contam os dias para a festança. No passado, houve até uma campanha voluntária nas redes sociais da qual se trocaria a verba destinada ao Cidade Junina para projetos voltados à saúde. Quando a festa começou, não se falava mais no assunto, nem no  intercâmbio solidário.

O Mossoró Cidade Junina não deve ser desprezado, é patrimônio da cidade. Mas, se o argumento do controle dos gastos para serviços essenciais valer como desculpa para o carnaval (aporte este semelhante a troco de pinga, se comparado), não devemos matar a vaca por conta do carrapato. No entanto, ao que parece, o discurso de economizar no carnaval não se sustenta quando a festa subsequente não conta as moedas diante de uma cidade que lembra cenário de pós-guerra.

*É jornalista, professor e músico. Doutorando em Jornalismo pela UFSC e Universitat Autònoma de Barcelona (UAB)

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Wesley Safadão cantará no Mossoró Cidade Junina por R$ 385 mil

Depois de cinco anos o cantor Wesley Safadão vai se apresentar em Mossoró Cidade Junina após cinco anos (a última foi em 2014) ao custo de R$ 385 mil.

O cantor foi convidado pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) em contato telefônico.

Além de Safadão, foram anunciados extraoficialmente Alceu Valença e Elba Ramalho.

Nota do Blog: está até barato. O cachê de Safadão já esteve na casa dos R$ 500 mil.