Terceirizados buscam apoio da OAB

Canindé - reunião com sindicatos de trabalhadores - Foto Assecom OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, foi procurada por representantes de quatro entidade sindicais, que representam trabalhadores de diversas categorias, para buscar soluções para o atraso dos pagamentos dos salários dos empregados das empresas terceirizadas que prestam serviço à Prefeitura de Mossoró e ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Os representantes dos trabalhadores apresentaram um resumo do problema que vem sendo enfrentado por centenas de famílias de Mossoró e aguardam posicionamento da OAB, que analisará as medidas cabíveis e definirá as ações que poderão ser adotadas visando solucionar a problemática.

Os sindicalistas foram recebidos na manhã de hoje (3) pelo presidente da OAB/Mossoró, Canindé Maia, que orientou-lhes a solicitar o posicionamento da instituição formalmente. “Após o envio de um ofício, nós adotaremos um posicionamento”, disse Canindé, durante a reunião com Rômulo Arnoud, da Centra Única dos Trabalhadores (CUT), Aldeirton Pereira e Neto Vale, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), João Morais, da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), José Lourenço Neto, da Força Sindical e do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção em Geral e do Mobiliário de Mossoró e Região Oeste do Estado do RN (Sintracomm).

Segundo as informações repassadas pelos representantes das entidades sindicais, inúmeras famílias de Mossoró e região estão sofrendo com o atraso do pagamento dos salários, ficando o impasse entre a administração pública em âmbito municipal e estadual e as empresas contratadas para a prestação dos serviços, responsáveis pelos trabalhadores. A situação apresentada durante a reunião preocupou o presidente da OAB/Mossoró, em virtude dos inúmeros problemas que o atraso salarial pode acarretar. Para Romulo Arnoud, a participação da OAB será de fundamental importância. “Buscamos a OAB em razão da sua preocupação com a sociedade”, explica o sindicalista.

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